quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Enterrado vivo



Curioso assistir esse filme após ter assistido 127 Horas. Os dois filmes se equivalem em nervosismo e força. Mas o mais interessante, pelo menos com quem conversei, foi que para 127 Horas você não espera que o personagem se salve, mas torce para que ele seja resgatado em Enterrado Vivo. Claro que não estragarei a surpresa ao contar o final do filme para quem não assistiu, mas o caminho é longo, e o espectador chega a sofrer junto com o protagonista.

Aqui, acho que vale uma ressalva. Não se trata de uma questão de gostar do filme e do seu enredo, mas conseguir assimilar bem os sentimentos e as sensações que ele exige de você a todo instante.

O filme se destaca pela música, de alto nível, e que dita a velocidade da trama. No mais, é Ryan Reynolds quem segura o filme com sua atuação, que se concentra dentro do caixão durante a longa hora e meia que dura a história.

Diferente de 127 Horas, por pouco não abandonei o filme. É que no outro filme ainda existia um "jogo" de cenas que tirava a sensação desconfortável e claustrofóbica ao passar pelos momentos de lembrança. Dessa vez, você vai enfrentar junto com Reynolds todo o sofrimento que é ser enterrado vivo.

No filme, Paul Conroy (Ryan Reynolds) é um caminhoneiro e pai de família que, um dia, acorda dentro de um caixão: ele foi enterrado vivo. Sem saber quem o enterrou e o porquê de terem feito isto, Paul tem um celular com bateria e sinal fracos, além de pouco oxigênio, o que acelera a corrida para que ele consiga se salvar.

Mais uma produção forte, que assusta pelo tema e que provoca em seu espectador uma série de sensações angustiantes. Obviamente, a produção tem uma direção impecável. Nada mais justo, uma vez que seria muito difícil segurar a trama com argumentos fracos e uma direção atrapalhada.

Não é uma produção para todos os públicos. Seu desconforto é muito forte e chega a incomodar. Se você é fã do gênero, e quer dividir o espaço no caixão vá em frente, mas se o tema não faz seu gosto, fique longe.

FICHA TÉCNICA
Diretor: Rodrigo Cortés
Elenco: Ryan Reynolds, Robert Paterson, José Luis García-Pérez, Stephen Tobolowsky, Samantha Mathis, Warner Loughlin, Erik Palladino.
Produção: Adrián Guerra, Peter Safran
Roteiro: Chris Sparling
Fotografia: Eduard Grau
Duração: 97 min.
Ano: 2010
País: Espanha
Gênero: Suspense
Cor: Colorido
Distribuidora: Califórnia Filmes
Estúdio: Versus Entertainment
Classificação: 14 anos

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

127 horas



Inquietante. Um filme que provoca, causa muita aflição, e que exige um esforço sobrenatural do seu espectador. Não para aguentar a trama, mas para suportar a força do roteiro, e o sofrimento do seu protagonista. Justamente após escrever a respeito da importância do elenco de um filme, chega James Franco e, praticamente sozinho, segura uma baita onda em um filme pra lá de complexo.

Não é uma produção fácil, mas nem por isso é ruim. Confesso que adiei um tempão antes de assisti-lo, pois não achei que conseguiria aguentar sua trama. E devo confessar que não foi tão assustador. Claro que não é para os de estômago fraco, mas o trabalho de direção é impecável.

A trilha sonora e as combinações de cenas entre atualidade e lembrança do personagem mesclam perfeitamente, dando uma dinâmica espetacular, cheio de recortes, que provocam ainda mais quem o assiste. A fotografia é belíssima, com locações deslumbrantes.

O filme é uma cinebiografia de Aron Ralston (James Franco), alpinista que, ao se aventurar pelas montanhas de Utah, ficou preso por 127 horas - cinco dias - com uma pedra em cima de seu braço. Não aguentando mais a dor e sem ninguém que pudesse ajudá-lo, Ralston decidiu amputar o membro superior com uma faca que levava consigo. Sem o braço, o alpinista escalou cerca de 20 metros até conseguir ser resgatado.

Não se trata de um terror, ou suspense, mas de um drama real, que atormenta o espectador, que sofre junto com o personagem. Por isso o tom inquietante que o filme assume, que incomoda e exige um esforço grande para que a pessoa não desista de vê-lo antes mesmo que chegue à metade. É uma grande pedida, principalmente se você gosta de filmes fortes... muito fortes...

FICHA TÉCNICA
Diretor: Danny Boyle
Elenco: James Franco, Lizzy Caplan, Kate Mara, Amber Tamblyn, Kate Burton, Darin Southam.
Produção: Danny Boyle, Christian Colson, John Smithson
Roteiro: Danny Boyle, Simon Beaufoy
Fotografia: Enrique Chediak, Anthony Dod Mantle
Trilha Sonora: A.R. Rahman
Duração: 100 min.
Ano: 2010
País: EUA/ Reino Unido
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Distribuidora: Fox Film
Estúdio: Cloud Eight Films / Darlow Smithson Productions / Pathé
Classificação: 16 anos

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Red - Aposentados e Perigosos



Fantástico... simplesmente fantástico. Daqueles filmes que entrega exatamente aquilo que promete, entretenimento de qualidade, com elementos suficientes para agradar até aquele espectador mais exigente. Algumas pessoas com quem conversei criticaram a superficialidade do roteiro, mas acredito que talvez isso ocorra principalmente pelo tom de comédia da produção.

O elenco é um fator á parte. Ver trabalhando juntos, Bruce Willis, Mary-Louise Parker, Morgan Freeman, John Malkovich, Helen Mirren, Richard Dreyfuss, e Ernest Borgnine, é simplesmente delicioso. Monstros do cinema atuando lado a lado com personagens agradáveis e envolventes.

O roteiro mescla muito bem ação, aventura e comédia, em uma história agradável, que consegue prender a atenção do espectador. O resultado é uma trama forte, consistente, que deixa um gosto de quero mais. E pelo visto a fórmula agradou, e já se cogita uma continuação, de verdade.

No filme, Frank Moses (Bruce Willis) é um agente aposentado da CIA que leva uma vida sossegada com a família até que um grupo de assassinos tenta matá-lo. Para manter a família salvo, ele decide ressuscitar seu antigo time de campo (Morgan Freeman, John Malkovich e Helen Mirren).

Uma excelente pedida. Filme certo para quem procura diversão. Excelente elenco, roteiro enxuto e inteligente, boa narrativa (sem detalhes desnecessários), com excelentes doses de ação e humor. Um filme que coloca em ação um elenco que faz exatamente aquilo que sabe. Para assistir e repetir até cansar. Classe A!!!!!

FICHA TÉCNICA
Diretor: Robert Schwentke
Elenco: Bruce Willis, Mary-Louise Parker, Morgan Freeman, John Malkovich, Helen Mirren, Karl Urban, Richard Dreyfuss, Brian Cox, James Remar, Julian McMahon, Ernest Borgnine, Michelle Nolden, Amber Gaiennie, Audrey Wasilewski.
Produção: Lorenzo di Bonaventura, Mark Vahradian
Roteiro: Warren Ellis, Cully Hamner, Erich Hoeber, Jon Hoeber.
Fotografia: Florian Ballhaus
Duração: 105 min.
Ano: 2010
País: EUA/ Canadá
Gênero: Ação
Cor: Colorido
Distribuidora: Paris Filmes
Estúdio: Summit Entertainment / Di Bonaventura Pictures / DC Entertainment
Classificação: 12 anos

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Space Chimps 2 - O retorno de Zartog



Uma animação para esquecer. O primeiro episódio ainda tinha algumas pegadas engraçadas, animação simples, mas que funcionava. Dessa vez a coisa ficou ainda mais simples. Os personagens são cheios de clichês insuportáveis, e a velha moral da história, fraca e sem graça. Talvez tenha tudo para agradar a garotada bem novinha, mas não se espante se o seu filho abandonar a sessão de vídeo no meio do filme.

Particularmente, achei tudo um grande desastre, e eu até tinha gostado do primeiro. Nessa continuação, você precisará de nervos de aço para aguentar até o fim. Personagens fracos, roteiro sem sentido, em uma história bagunçada, cujo ponto mais valioso é, sem dúvida nenhuma, o fato de ser muito rápida.

A nova "aventura" acompanha um jovem chimpanzé que adora tecnologia e sonha se tornar um Space Chimp. Ele viaja ao Planeta Malgor onde estreita seus laços com os alienígenas, vivendo a sua maior fantasia. Mas o seu grande desafio será colocado à prova quando o temido governante Zartog assume o controle da missão. O jovem deve mostrar suas habilidades ao se juntar com os companheiros Ham, Luna e Titan, para salvar o dia.

Uma animação muito abaixo da média. Personagens fracos e uma história que não consegue prender a atenção. Existem outras muitas opções melhores no mercado, por isso, se puder, fique o mais longe possível. Cá entre nós, o filme é insuportável......

Ficha técnica
Título Original: Space Chimps 2 - Zartok Strikes Back
Gênero: infantil
Lançamento: 27/09/2011
Duração (tempo): 76 minutos
Classificação Indicativa: livre
País / Ano de Produção: EUA - 2011
Distribuidor (Produtora): Paris
Diretor: John H. Williams
Elenco: Carlos Alazraqui (Houston/Piddles The Clown/Camera Guy), Zack Shada (Comet), Cheryl Hines (Luna), Patrick Warburton (Titan), Tom Kenny (Ham/Reporter #1), Noreen Reardon (Alien #1), Omid Abtahi (Dr. Jagu/Reporter #2), Jane Lynch (Dr. Poole), John Di Maggio (Zartog/Human #1/Human #2), Patrick Breen (Dr. Bob), Laura Bailey (Kilowatt/Computer Voice/ Instar Receptionist/Girl Reporter), David Michie (Alien #2)

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

O mundo imaginário do Dr. Parnassus



Se alguém ainda acha necessário reforçar, esse foi o último filme de Heath Ledger, que morreu durante as filmagens. Tanto que você perceberá que o diretor teve uma baita sacada ao utilizar outros atores para interpretar a fase "imaginária" do personagem, tornando quase imperceptível (se é que isso é possível) a falta de Ledger.

O mais curioso, e não sei se alguém mais teve essa sensação, foi que o filme me pareceu demais com O Diabólico Dr. Fu Manchu, com Peter Sellers. Claro, guardadas as devidas proporções. Mas a questão de mesclar realidade, sonho, imaginação e desejos, no roteiro, deu essa sensação de "eu já vi isso antes".

Obviamente, o filme tem diversos pontos positivos, começando por esse roteiro mais abusado, que exige do seu espectador uma entrega maior. No mais, o elenco, que além de Ledger, ainda conta com Christopher Plummer, Johnny Depp, Jude Law e Colin Farrell, torna a questão imaginária muito interessante. Soma-se a isso a questão gráfica do filme, que além de efeitos deslumbrantes, usa um jogo de cores, em que a realidade é mais escura, cheia de sombras, "suja", enquanto que o mundo imaginário é colorido, iluminado, parecendo um desenho animado de Disney.

No filme, Dr. Parnassus (Christopher Plummer) é um imortal contador de histórias que viaja pelo mundo com seus companheiros, em uma espécie de teatro itinerante, e sofre pelo fato do mundo não precisar mais de seus contos. Abençoado com o extraordinário dom de guiar a imaginação dos outros, o Doutor Parnassus é amaldiçoado com um sinistro segredo. Jogador inveterado há milhares de anos, ele fez uma aposta com o diabo, o Sr. Nick (Tom Waits), em troca da imortalidade. Séculos depois, ao conhecer o seu verdadeiro amor, o Dr. Parnassus faz outra aposta com o diabo, na qual ele trocaria a imortalidade pela juventude, desde que, ao atingir 16 anos, sua filha Valentina (Lily Cole) se tornasse propriedade do Sr. Nick. A jovem está prestes a completar 16 anos e o Dr. Parnassus fica desesperado para protegê-la do seu destino iminente. O Sr. Nick chega para cobrar a dívida, mas, como não pode deixar passar uma boa aposta, resolve renegociar o prêmio. Agora, o destino de Valentina será decidido por aquele que seduzir as cinco primeiras almas. Seguido por uma série de personagens loucas, cômicas e fascinantes, o Dr. Parnassus promete a mão da sua filha àquele que o ajudar a ganhar a aposta. Nesta luta cativante, explosiva e maravilhosamente imaginativa contra o tempo para salvar a sua filha o Dr. Parnassus deve enfrentar uma série de infinitos obstáculos surrealistas e desfazer, uma vez por todas, os erros que cometeu no passado.

É uma produção que acabou perdendo um pouco do seu encanto pela tragédia ocorrida com um dos seus protagonistas, e que, no fundo, não tem muito a cara tradicional do circuito de cinema. O filme tem um lado mais artístico, mais filosófico.

Uma belíssima produção, que consegue prender a atenção do seu espectador. Excelente elenco, excelente roteiro, ótimos efeitos, em uma combinação que garante o entretenimento. Não é o tipo de filme fácil, mas também não é daqueles filmes "cabeça" insuportável e cheio de detalhes. Uma excelente pedida para quem procura um filme inteligente e bem estruturado. Acredito que com o tempo ganhe o título de filme cult, pela estrutura do seu roteiro, e até pelos artifícios utilizados pelo diretor terry Gilliam, para finalizar o filme com a "improvisação" de outros atores no elenco.

FICHA TÉCNICA
Diretor: Terry Gilliam
Elenco: Johnny Depp, Heath Ledger, Jude Law, Colin Farrell, Christopher Plummer, Verne Troyer, Tom Waits, Lily Cole, Andrew Garfield.
Produção: Amy Gilliam, Samuel Hadida, William Vince
Roteiro: Terry Gilliam, Charles McKeown
Fotografia: Nicola Pecorini
Trilha Sonora: Jeff Danna, Mychael Danna
Duração: 122 min.
Ano: 2009
País: França/ Canadá/ Reino Unido
Gênero: Fantasia
Cor: Colorido
Distribuidora: Sony Pictures
Estúdio: Davis-Films / Grosvenor Park Productions / Infinity Features Entertainment / Parnassus Productions / Poo Poo Pictures
Classificação: 14 anos

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Matador em perigo



Mais uma ótima pedida de sessão da tarde. Na verdade, esse misto de filme inglês e francês tem um humor bastante agradável, boas piadas, e um roteiro que não tem sentido nenhum.

É uma daquelas produções que não promete muito, muitos pegam na mão, mas poucos têm coragem de assisti-la em casa. Quer seja pelo jeito "impessoal" do filme, da proposta absurda da trama, ou por ser um filme típico europeu, com fotografia européia, humor europeu, elenco europeu.

E por não ser uma produção do circuito hollywoodiano, ela perde qualidade? Não, muito pelo contrário. O filme tem tudo para agradar. Com pitadas de humor negro, o roteiro pode ser chamado de tudo, menos previsível. Momentos bem engraçados, tiradas inteligentes e, quando você menos espera, algum viés absurdo que sacode toda a trama e tira o espectador da sua zona de conforto.

O elenco se destaca pela atuação de Emily Blunt. Seu personagem maluco tem tudo para deixar a história ainda mais absurda. E até Rupert Grint, de Harry Potter, que se transforma em um aprendiz de assassino fora do comum (muito interessante ver o ator fora de Harry Potter). No mais, belas locações e belas tomadas enriquecem um pouco mais a produção.

No filme, Victor Maynard é um assassino já em fim de carreira, solitário, que vive apenas para agradar sua mãe. Sua rotina sanguinária é interrompida quando ele se sente atraído por uma de suas vitimas e decide poupar sua vida, a partir daí ele revê todos os conceitos e inicia o treinamento de um aprendiz.

Uma produção absurda, mas divertida na medida certa. Um roteiro diferente do que normalmente é apresentado nos filmes de circuito americanos, com um elenco igualmente amalucado, mas que tem funciona muito bem. Um filme bastante interessante, leve, mas com um humor bem peculiar. Boa pedida para quem procura boa diversão e algumas boas risadas. O filme cumpre o prometido e funciona muito bem como entretenimento.

FICHA TÉCNICA
Diretor: Jonathan Lynn
Elenco: Bill Nighy, Emily Blunt, Rupert Grint,Rupert Everett, Eileen Atkins, Martin Freeman, Gregor Fisher
Produção: Martin Pope, Michael Rose
Roteiro: Lucinda Coxon
Fotografia: David Johnson
Trilha Sonora: Michael Price
Ano: 2010
País: EUA/ França
Gênero: Ação
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida
Estúdio: Cinema Four / Matador Pictures / Isle of Man Film / CinemaNX / Regent Capital / Entertainment Film Distributors

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Eu sou o número 4



Um filme que tem tudo para agradar a garotada. Me parece, de verdade, um filme voltado ao público adolescente, com um "romance" moderninho entre um alien e uma humana. Poderia ser uma história melhor explorada, mais forte, mas ficou com cara de sessão da tarde.

Isso não é um ponto negativo, na verdade, até que o filme consegue ter uma boa dose de entretenimento. Um elenco cheio de novidades, mas esforçado, efeitos e jogos de cenas que dão boa tônica à trama, e um roteiro superficial, mas eficiente. E nesse ponto, creio que faltou profundidade na história. Com um pouco mais de elementos e uns vilões mais cabeludos/assustadores, a produção seria muito melhor.

No filme, nove jovens alienígenas, que se parecem muito com humanos, saem de seu planeta-natal, Lorien, que está ameaçado, para se esconder na Terra. Os Mogadorians são a espécie invasora responsável pela destruição de Lorien e decidem perseguir os sobreviventes até o planeta Terra.

Cada um dos nove alienígenas tem um número e só podem ser mortos na sequência certa. Até agora, Um, Dois e Três já foram mortos. Número Quatro (Alex Pettyfer), conhecido entre os humanos como John Smith, disfarça-se de estudante colegial. Na escola, conhece Sarah Hart (Dianna Agron), uma doce garota que quer ser fotógrafa. Após fugir durante toda a sua vida, Número Quarto se apaixona por Sarah e agora tem um motivo para parar de fugir.

Dá a entender que o filme terá alguma sequência/continuação. Por isso, o fim é meio naquela atmosfera do eu voltarei. Nada contra, mas se o filme inicial já não deu conta do recado, é possível que sua (ou suas) continuação fique ainda mais superficial e previsível que o seu original.

Um filme interessante como passatempo. Não chega a ser uma pedida imperdível, mas também não é um filme de todo ruim. Pode agradar, desde que você não esteja atrás de um filme com roteiro super mega ultra elaborado. O elenco é bastante razoável, os efeitos e as cenas de luta e perseguição são interessantes, e o resultado final é bom. Uma boa pedida para o vídeo de sábado com toda a família. tem tudo para agradar a criançada e os adolescentes.

FICHA TÉCNICA
Diretor: D.J. Caruso
Elenco: Dianna Agron, Timothy Olyphant, Teresa Palmer, Kevin Durand, Alex Pettyfer, Callan McAuliffe, Jake Abel
Produção: Michael Bay
Roteiro: Alfred Gough, Miles Millar, Marti Noxon
Fotografia: Guillermo Navarro
Ano: 2011
País: EUA
Gênero: Ficção Científica
Cor: Colorido
Distribuidora: Disney
Estúdio: DreamWorks SKG / Road Rebel