Mostrando postagens com marcador paramount. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador paramount. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 24 de março de 2014

Surge em Hollywood estúdio para filmes de orçamento médio

Cinema, claquete
Cinema: Hollywood ganha novo estúdio para filmes que vão fugir dos blockbusters

A partir desta segunda-feira, Hollywood terá um novo estúdio de cinema para competir com gigantes como a Paramount e a Warner Bros.

A nova empresa, fundada pelo produtor Robert Simonds, vai fugir de blockbusters para focar em comédias e dramas de até 40 mil dólares de orçamento, que atrairão público através de grandes estrelas.

Simonds é conhecido por fazer filmes desse tipo com atores como Adam Sandler (O Rei da Água e O Paizão) e Steve Martin (Doze é Demais e Pantera Cor-de-Rosa).

O novo estúdio ainda não tem nome, mas planeja investir 1 bilhão de dólares em novas produções nos próximos cinco anos. A meta é produzir de 8 a 10 filmes por ano.

“Existe um mercado pouco explorado de filmes com orçamento mediano impulsionados por estrelas, e nós estamos unicamente posicionados para nos tornarmos parceiros de distribuidores tradicionais nos Estados Unidos, expandir para o mercado chinês e capitalizar em novos canais digitais que ainda estão em desenvolvimento”, afirmou Simonds para a imprensa estrangeira.

O novo estúdio fechou acordos exclusivos – e sem precedentes por não terem intermediários – de distribuição com Cinemark, AMC Theatres, Regal Entertainment Group e Carmike.

Do novo empreendimento também fará parte Gigi Pritzker, a bilionária e produtora de filmes como Drive e Reencontrando a Felicidade, que rendeu a Nicole Kidman indicações ao Oscar e ao Globo de Ouro de 2011, e Thomas McGrath, ex-chefe de operações da gigante de entretenimento Viacom.

Para conseguir o dinheiro necessário, Simonds precisou do aporte de fundos de investimentos como o TPG Growth, que entrou com 3,6 bilhões de dólares, e o fundo chinês Hony Capital, que investiu 7 bilhões de dólares.

O Hony possibilitou também uma parceria com uma das maiores empresas de entretenimento da China, a Shangai Media Group, que já fechou acordos com grandes estúdios como a Walt Disney.
O novo parceiro será essencial para que o estúdio atinja um de seus maiores objetivos: abastecer a demanda da China por novos filmes. É o mercado de cinema que mais cresce no mundo.

Por Julia Carvalho, para a Revista Exame, em 10/03/2014.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Paramount focará no digital e não irá mais produzir filmes em película



A Paramount, um dos estúdios de cinema mais importantes de Hollywood, irá parar de produzir filmes em película. A partir de 2014, a empresa trabalhará apenas com o formato digital. De acordo com o portal Filme B, 92% das salas de cinema dos Estados Unidos são digitais.

No Brasil, esta porcentagem cai para 45%, o que pode levar a problemas de distribuição em um futuro próximo, principalmente quando se trata de blockbusters, cuja distribuição vai além dos centros urbanos. Só para citar alguns exemplos, filmes como Homem de Ferro, Missão Impossível e Titanic são da Paramount.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Paramount celebra 100 anos e lança 'Asas' em Blu-Ray


Primeiro filme inteiramente feito em Hollywood - "The Squaw Woman", de Cecil B. De Mille. Primeiro vencedor do Oscar - "Asas", de William A. Wellman. A história de Hollywood passa por um estúdio que nesta quinta-feira, exatamente, completa 100 anos e, se é verdade que Hollywood foi um sonho de imigrantes judeus fugidos de progroms na Europa, a Paramount foi uma criação do lendário Adolph Zukor. Ele passou os primeiros 15 de seus 103 anos na Hungria e os últimos 64 anos na Califórnia, lutando para consolidar e, finalmente, num cargo honorífico, desfrutando da benesse de ter sido o idealizador da marca que é chamada ''das estrelas''.

Parabéns a você! A Paramount do Brasil comemora o centenário da matriz lançando em Blu-Ray o primeiro filme oscarizado da história, o clássico de aviação "Asas" (Wings). A especialista Andrea Kalas conta como restaurou a obra famosa e também que finaliza, atualmente, o restauro de "Crepúsculo dos Deuses" (Sunset Boulevard), de Billy Wilder, para o fecho das comemorações dos 100 anos. A empresa disponibiliza um catálogo de clássicos e cults para cinéfilo nenhum botar defeito. Haja emoção - thrillers de Alfred Hitchcock, westerns de Howard Hawks, Henry Hathaway e John Ford e os blockbusters dos anos 1970 ("Love Story" e "O Poderoso Chefão 1 e 2", de Francis Ford Coppola) e 80 ("Os Caçadores da Arca Perdida", de Steven Spielberg, o primeiro "Indiana Jones").

Durante parte da década de 1910, o nome Paramount era apenas um braço da companhia cinematográfica chamada Famous Players-Lasky, que pertencia a Jesse Lasky. O húngaro Zukor, que atravessara o Atlântico na esperança de fazer a América, começou como faxineiro, mas se integrou à parceria criando uma rede de distribuição para os filmes que, da base na Melrose Avenue, em Hollywood, incluía centenas de salas - formando, já na origem, uma gigantesca corporação. Em 1925, a Famous Players-Lasky virou definitivamente Paramount, mas a história oficial do estúdio começa quando o primeiro filme - "Rainha Elizabeth", com Sarah Bernhardt - estreou no Lyceum Theatre, em 12 de julho de 1912.

É a data que se comemora nesta quinta e, dois anos mais tarde, estreava o primeiro filme completamente hollywoodiano da Paramount, "The Squaw Woman". Cecil B. De Mille deveria realizá-lo em New Jersey, mas como a produção envolvia um ataque de índios, o diretor convenceu Lasky de que a filmagem deveria ser no Arizona. Foi parar na Califórnia, no sítio chamado de Hollywood, onde alugou o que lhe parecia a extensão apropriada de terra para a cena por US$ 75. Como diretor, De Mille virou a cara da Paramount e permaneceu no estúdio até sua morte, em 1955. Bem antes disso, sucessos de Mae West e dos Irmãos Marx nos anos 1920, somados ao fato de que a Paramount possuía a própria rede de salas, fizeram do estúdio o mais rentável de Hollywood.

Em 1927/28, a recém-formada Academia de Cinema instituiu um prêmio - e o primeiro Oscar foi para "Wings". Veio a crise e a Paramount sobreviveu à crise e à depressão econômica pós-1929. Baque maior sofreu em 1949, quando a Suprema Corte dos EUA, que julgava a empresa por formação de truste, ordenou que se desfizesse das salas de cinema. A Paramount diminuiu os lucros que o controle da cadeia cinematográfica lhe davam, ficando só com a produção e distribuição de filmes. Os êxitos dos anos 1980 e 90 recuperaram os grandes números. Tudo isso compõe a história destes 100 anos, mesmo que, para o público, o que importa sejam os filmes. E os astros e estrelas.

História

A história da Paramount Pictures se confunde com a do próprio cinema. Ela nasceu sete anos depois da inauguração da primeira sala de exibição de filmes americana, quando esses espaços ainda eram chamados de nickelodeons – uma alusão ao preço do ingresso, que custava um níquel, ou seja, meros cinco centavos de dólar.

Por ser proprietário de um cinema em Nova York, o húngaro Adolf Zukor conquistou o direito de distribuir, nos Estados Unidos, quatro rolos da produção Queen Elizabeth, estrelado pela atriz Sarah Bernhardt. Foi assim que, de forma tímida, a Paramount deu seus primeiros passos, no mesmo dia em que estreava o longa-metragem sobre a rainha inglesa, em 12 de julho de 1912.
 
Ano após ano, a empresa foi ampliando o seu catálogo e, em 1927, já comemorava o primeiro Oscar. O filme mudo Wings (Asas), sobre pilotos de caça da Primeira Guerra Mundial, ficou nada menos que 63 semanas em cartaz e, até 2012, tinha sido a única produção sem áudio a levar a estatueta de Melhor Filme. Feito que, hoje, divide com o francês O Artista, o último vencedor nessa categoria.

Na década de 40, apesar do caos mundial instalado pela Segunda Guerra, a empresa viveu a sua “Era de ouro”. Ela teve o maior faturamento já registrado até então por um estúdio hollywoodiano – quase 40 milhões de dólares – e passou a acumular Oscars em sua estante: Going My Way (O Bom Pastor) e The Lost Weekend (Farrapo Humano), conquistados em anos consecutivos, foram apenas dois deles.
 
De lá para cá, o lançamento de sucessos não parou mais. Desde Queen Elizabeth, a biblioteca de Paramount contabiliza mais de 900 títulos. Bonequinha de Luxo, a primeira versão de Romeu e Julieta e Chinatown, de Roman Polanski, são alguns dos clássicos produzidos entre os anos 60 e 70.
 
A lista de filmes marcantes da década de 80 é ainda mais extensa: Jornada nas Estrelas, Sexta-Feira 13, Top Gun - Ases Indomáveis, Curtindo a Vida Adoidado, Flashdance, Ghost e Grease – Nos Tempos da Brilhantina. Sem contar Forrest Gump e Coração Valente, nos anos 90, e Kung Fu Panda, O Curioso Caso de Benjamim Button e Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, a partir de 2000.

Ao completar seu 100º aniversário, os negócios da Paramount vão além da produção e distribuição de filmes. O grupo também integra outras empresas de entretenimento, como a MTV Films, a Nickelodeon Movies e a Paramount Home Entertainment – esta última, representada no Brasil desde 1985. É, ainda, a distribuidora oficial dos quadrinhos de heróis da Marvel e a principal produtora da DreamWorks Animation, um dos maiores estúdios de animação do mundo.

Para celebrar o centenário, desde abril, a Paramount tem lançado a Coleção The Best Of Paramount. Isso significa que, até novembro, edições limitadas e restauradas de produções memoráveis estarão disponíveis em Blu-Ray - todas acompanhadas com um ímã exclusivo do filme, para colecionadores. Chinatown, Ladrão de Casaca, Armações do Amor e Uma Mente Brilhante foram os primeiros a ganhar a versão especial. Para este mês, é a vez de Escola do Rock e Desventuras em Série. Também fazem parte da seleção Náufrago, Sabrina, Prenda-me se For Capaz e a quadrilogia de Indiana Jones, que chegarão em breve. Até mesmo o épico Wings (Asas) terá suas cenas aéreas transportadas para alta definição. Afinal, a intenção da Paramount é fazer o que já era bom ficar ainda melhor.

Cartaz

Um cartaz minimalista foi criado para ilustrar esse século de vida. Será que você conhece todos os filmes que aparecem na imagem? Tente!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Logos de cinema

Vi esse especial no Portal Terra (http://www.terra.com.br/diversao/cinema/infograficos/logos-cinema/) e achei super legal. Decidi reproduzir aqui. Veja abaixo a história dos logos dos principais estúdios de cinema.

Twentieth Century-Fox


O logotipo original da Twentieth Century Pictures foi criado em 1933 pelo famoso artista Emil Kosa Jr.

Em 1935, Twentieth Century Pictures e a Fox Film Company (na época, principalmente uma empresa de teatro) se fundiram para criar a Twentieth Century-Fox Film Corporation - que mais tarde perdeu o hífen.

O logotipo original da Twentieth Century Pictures foi criado em 1933 pelo famoso artista Emil Kosa Jr. Depois da fusão, Kosa simplesmente substituiu 'Pictures, Inc.' por 'Fox' para fazer o logotipo atual. Kosa também era famoso por sua pintura fosca da Estátua da Liberdade em ruínas no final de filmes como Planeta dos Macacos (1968), e outros.

Columbia

Logo da Columbia Pictures usado de 1934 a 1939




Logo da Columbia Pictures usado a partir de 1939


Jenny Joseph quando posou para que Michael J. Deas a retratasse como a garota da Columbia

O logotipo do estúdio Columbia é a personificação feminina da América

A Columbia Pictures foi fundada em 1919 pelo irmãos Harry e Jack Cohn e por Joe Brandt como Cohn- Brandt-Cohn Films Sales. Muitas das primeiras produções do estúdio eram de baixo orçamento, por isso foi apelidado de 'carne enlatada e repolho'. Em 1924, os irmãos Cohn irmãos compraram a parte de Brandt e renomearam o estúdio como Columbia Pictures Corporation, tentando a partir daí melhorar sua imagem e se desvincular dos apelidos maliciosos.

O logotipo do estúdio Columbia é a personificação feminina da América. Foi projetado em 1924 e a identidade da moça que segurava a tocha nunca foi conclusivamente determinada, embora muitas mulheres já tenham dito que a imagem era delas.

Em sua autobiografia de 1962, a atriz Bette Davis afirmou que a assistente de palco e atriz Claudia Dell era a modelo, enquanto que em 1987 a revista People informou que a modelo era a atriz britânica Amelia. Em 2001, o jornal Chicago Sun-Times disse que a moça era uma mulher local, que trabalhou como figurante na Columbia, chamada Jane Bartholomew.

O logotipo atual foi desenhado em 1993 por Michael J. Deas, que foi contratado pela Sony Pictures Entertainment para retornar a senhora ao seu look 'clássico'. Apesar dos rumores de que a atriz Annette Bening foi a modelo, na verdade a representação era de uma dona de casa de Louisiana, nos Estados Unidos, chamada Jenny Joseph. Ao invés de usar seu rosto, no entanto, Deas desenhou um rosto composto feito a partir de recursos gerados por diversos computadores.
Dreamworks

Para desenhar o logo da Dreamworks, o artista Robert Hunt se inspirou no próprio filho, Willian Hunt

Depois de retratar o próprio filho, Hunt seguiu as ideias de Spielberg e colocou o menino sentado na lua e pescando

Em 1994, o diretor Steven Spielberg, o presidente dos estúdios Disney Jeffrey Katzenberg e David Geffen, um produtor de discos, se reuniram para fundar um novo estúdio chamado DreamWorks.

Spielberg queria que o logotipo da DreamWorks fosse uma espécie de referência à era dourada de Hollywood. O logotipo era para ser uma imagem gerada por computador de um homem sentado na lua e pescando, mas o supervisor de Efeitos Visuais Dennis Muren da Industrial Light and Magic, que já trabalhou em muitos filmes de Spielberg, sugeriu que um logo pintado à mão pudesse parecer melhor. Spielberg, Katzenberg e Geffen concordaram e então Muren pediu para um amigo, o artista Robert Hunt, pintá-lo.

Junto com o desenho pedido, Hunt também enviou uma versão alternativa do logotipo, que era composta por um menino sentado em uma lua crescente e ainda assim pescando. A curiosidade é que Hunt retratou o próprio filho, William, no desenho. Spielberg achou essa versão melhor e o grupo tinha então o a marca registrada de seu novo estúdio.

Outro ponto interessante é que a sigla SKG, que fica abaixo do nome Dreamworks, é nada mais do que as iniciais de Spielberg, Katzenberg e Geffen.

MGM

Slats, o primeiro leão usado no logo da Goldwin Pictures, de 1916 a 1924

Depois que a Goldwin Pictures se fundiu com a Metro Pictures Corporation e Louis B. Mayer Pictures, formando assim a MGM, a empresa continuou com o leão Slats, de 1924 a 1928, mas seu logo oficial era em preto e branco

Jackie, o segundo leão, foi o primeiro a ter o som de seu rugido reproduzido e também o primeiro a aparecer em cores. Ele apareceu de 1928 a 1956

Tanner, o terceiro leão representante da marca, é dito como o mais famoso. Em sua época, de 1934 a 1956, Jackie ainda era usado para a abertura de filmes em preto e branco

De 1956 a 1958 a MGM utilizou um leão sem nome

De 1957 aos dias atuais, o leão representante da MGM é Leo


Atual logo da MGM, cujo slogan é "Mais estrelas do que as que estão no céu", uma referência aos artistas que tinham contrato com a empresa na década de 30
Em 1924, o estúdio do publicitário Howard Dietz desenhou o 'Leo, o Leão', logo que representava a Samuel Goldwyn Goldwyn Corporation. Para tal, ele se baseou na equipe esportiva para a qual torcia quando estudou na Universidade de Columbia, o Lions. Também foi Dietz que escolheu o lema da empresa: “Ars Gratia Ars”, que significa “Arte pela Arte”.

Quando a Goldwyn Pictures se fundiu com a Metro Pictures Corporation e Louis B. Mayer Pictures, a recém-formada MGM manteve a marca.

Desde então, cinco leões fizeram o papel de Leo. O primeiro foi Slats, que enfeitou as aberturas dos filmes mudos da MGM de 1924 a 1928. O leão seguinte, Jackie, foi o primeiro leão da MGM a ter seu rugido ouvido pelo público. Embora os filmes ainda fossem mudos, a sequência de Jackie rosnando era jogada sobre o fonógrafo assim que o logotipo aparecia na tela. Jackie também foi o primeiro leão a aparecer em cor, em 1932.

Nesta época Dietz criou um segundo slogan: 'More Stars than there are in heaven' (“Mais estrelas do que as que estão no céu”), em referência ao grande números de estrelas de cinema que tinham contrato com o estúdio na década de 30.

O terceiro leão foi Tanner, embora na época Jackie ainda fosse usado simultaneamente para filmes em preto e branco da MGM. Depois de um breve uso de um leão sem nome, a MGM apareceu com Leo, que o estúdio vem utilizando desde 1957.

Paramount


Logo Majestic Mountain, usado de 1914 a 1952

Logo Twisted Mountain, usado de 1952 a 1954

Logo Vista Vision Mountain, usado de 1954 a 1967

Logo Majestic Mountain, usado de 1968 a 1975

Logo Blue Mountain, usado de 1975 a 1987

Logo CGI Mountain, usado de 1987 a 2002



Logo Ultra Majestic Mountain, usado de 2002 aos dias atuais




Atualmente com 22 estrelas, duas a menos do que o original, não há informações sobre esta mudança no logo da Paramount


A Paramount Pictures Corporation foi fundada em 1912 como Players Film, por Adolph Zukor e os magnatas teatro, os irmãos Frohman, Daniel e Charles.

O logotipo Paramount 'Majestic Mountain' foi primeiramente desenhado por W.W. Hodkinson durante uma reunião com Zukor, inspirado na montanha Bem Lomond, que lembrava sua infância em Utah, Estados Unidos. Mais tarde, o desenho passou a representar a montanha Artesonraju, que fica no Peru, especula-se que mais pelo seu formato do que por outro motivo qualquer.

O desenho original tinha 24 estrelas, que simbolizavam então as 24 celebridades contratadas da Paramount. Atualmente são 22 estrelas, mas não há informações sobre o motivo da redução. A pintura fosca original também foi substituída por uma montanha gerada por computador.

Warner


Logo Brain Shield, usado de 1923 a 1929

Logo Vitaphone Shield, usado de 1929 a 1936

Logo Zooming Shield, usado de 1936 a 1937

Logo WB Shield, usado de 1927 a 1948

Logo Classic Shield, usado de 1948 a 1967

Logo WB-7, usado de 1967 a 1970

Logo The Kinney Shield, usado de 1970 a 1972

Logo WCI Shield, usado em 1972

Logo The Big W, usado de 1972 a 1984

Logo The Shield Returns, usado de 1984 a 1998

Logo CGI Shield, de 1998 aos dias atuais

A Warner Bros foi fundada por quatro irmãos judeus que emigraram da Polônia: Harry, Albert, Sam e Jack Warner


A Warner Bros foi fundada por quatro irmãos judeus que emigraram da Polônia: Harry, Albert, Sam e Jack Warner. Na verdade, esses não são seus nomes de nascença. Harry nasceu Hirsz, Albert era Aaron, Sam era Szmul, e Jack era Itzhak. Seu sobrenome original também é desconhecido, algumas fontes apontam para Wonsal, Wonskolaser ou mesmo Eichelbaum, antes de ter sido alterado para Warner.

No início, a Warner Bros teve dificuldade em atrair talentos renomados no mundo do cinema. Em 1925, a pedido de Sam, a empresa fez os primeiros longas com fala. Quando soube da ideia de Sam, Harry disse a famosa frase: 'quem se interessaria em ouvir os atores falar?'. Depois dessa inovação, tudo se desenrolou para a Warner, que acabou se tornando uma das empresas mais famosas no mundo do cinema.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Paramount anuncia novo departamento dedicado a animações



O estúdio Paramount anunciou nesta quarta-feira (6/7) que está inaugurando uma nova divisão na empresa dedicada à criação de animações, a Paramount Animation. Ela realizará filmes anualmente com orçamentos superiores a US$ 100 milhões.

Atualmente, a Paramount distribui as franquias de animação da DreamWorks, como Shrek, Kung Fu Panda, Madagascar e Como Treinar o seu Dragão, mas o estúdio não se envolvia na história e no desenvolvimento dos filmes. A expectativa é que as produções da Paramount Animation sejam realizadas integralmente por sua própria equipe criativa.

A primeira investida da companhia no setor foi Rango, animação dirigida por Gore Verbinski (Piratas do Caribe - No Fim do Mundo) e cujo personagem principal foi dublado por Johnny Depp (O Turista). O filme lucrou US$ 240 milhões mundialmente, dando certeza à empresa sobre a nova empreitada.

Segundo anúncio oficial, a decisão é resultado de um processo de seis anos trabalhando com marketing e distribuição na área, fazendo com que a criação de uma divisão específica para a elaboração dos desenhos fosse o "próximo passo lógico" para a empresa.

O primeiro lançamento oficial da Paramount Animation, que pode ser a adaptação dos quadrinhos The New Kid, está previsto para 2014.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Hollywood prepara o enterro definitivo do DVD

A pirataria e o consumo de cinema on-line dobraram os estúdios de Hollywood que, de má vontade, preparam o lançamento de uma plataforma para a distribuição de filmes pela internet em detrimento do DVD.

Fox, Paramount, Sony, Universal e Warner lideram um consórcio de empresas tecnológicas e audiovisuais denominado Digital Entertainment Content Ecosystem (DECE), nascido para discutir a transição do setor do entretenimento do universo rígido dos suportes físicos à flexibilidade do mundo digital.

A resposta de Hollywood ao desafio de internet se chamará UltraViolet e nascerá em meados deste ano, primeiro nos Estados Unidos e depois no Reino Unido e no Canadá, sem que se saiba ainda quando estará disponível em outros países.

Mais que filmes ou programas de televisão em si mesmos, esta plataforma venderá ao usuário uma série de licenças que lhe darão direito de ver os conteúdos que adquirir, que estarão hospedados na nuvem e serão acessíveis a partir de dispositivos conectados à internet.

O comprador poderá também descarregar os filmes, armazená-los no suporte que desejar e fazer cópias sem custo adicional, apesar de o UltraViolet só autorizar um máximo de 12 dispositivos para os clientes, ou seja, o usuário unicamente poderá desfrutar de sua videoteca nos aparelhos que informar ao sistema.

Uma medida que limita a liberdade de desfrutar dos conteúdos e com a qual se pretende dificultar a pirataria. Todo o software associado ao UltraViolet trará incorporado um sistema de proteção para impedir seu uso ilegítimo.

A princípio está previsto que o UltraViolet permita que até seis pessoas associem suas contas de cliente e compartilhem conteúdos de forma legal.

O consórcio Dece, integrado também por multinacionais como Microsoft, IBM, Nokia, Intel, Motorola e Samsung, anunciou a chegada do UltraViolet no marco da maior feira internacional da eletrônica, a Consumer Electronics Show (CES), realizada este mês em Las Vegas, em Nevada.

A ideia dessas companhias é criar um formato padrão para a distribuição digital de conteúdos, como aconteceu então com a fita de VHS, o DVD ou mais recentemente com o blu-ray, embora nem todos os grandes nomes do setor apeoiem a iniciativa.

Os estúdios Disney e a Apple, cujo diretor-executivo Steve Jobs é um importante acionista da empresa do Mickey, decidiram adotar suas próprias estratégias.

A Disney tem um projeto chamado Keychest com características parecidas ao UltraViolet.
A indústria do cinema se viu forçada a tomar estas medidas após negar durante um tempo a assumir uma mudança de tendência no consumo de cinema em casa, com a esperança de que a queda das vendas do lucrativo negócio do DVD fosse um episódio passageiro, ou se conseguisse pôr fim à pirataria pela internet.

A realidade é que a comercialização de DVD continuou caindo durante 2010, com baixa de vendas de 16% nos EUA em relação ao ano anterior.

Esta trajetória decadente, que em 2009 foi inclusive mais pronunciada com queda de 17%, começou em meados da década passada e já parece irreversível, apesar de que em termos absolutos o DVD continue arrecadando mais de US$ 8 bilhões ao ano.

A venda de filmes na internet é outra vertente.

Embora os catálogos de filmes on-line ainda seja reduzido, o negócio cresceu 17% em 2010 nos EUA até superar os US$ 680 milhões, enquanto a receita da televisão a cabo pelo aluguel de filmes subiu 21%, para US$ 1,8 bilhão.

O UltraViolet é o primeiro grande passo de Hollywood para enterrar o DVD, algo que no entanto não teria que representar o final dos suportes físicos.

Segundo dados do Digital Entertainment Group, a receita com a venda de Blu-ray, formato de maior qualidade e preço que o DVD, aumentaram em 2010 53% nos EUA, para US% 2,3 bilhões, um sintoma claro de que os espectadores continuam gostando de comprar cinema enlatado.

Por Fernando Mexía, em 10/01/2011, para a Folha.com.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Copa do Mundo é um desafio para estúdios de Hollywood

Por Stuart Kemp e Scott Roxborough, em 11/06/2010, no link http://cinema.uol.com.br/ultnot/reuters/2010/06/11/copa-do-mundo-e-um-desafio-para-estudios-de-hollywood.jhtm .

LONDON (Hollywood Reporter) - O maior show nos gramados, a Copa do Mundo, começa. E, para europeus atingidos pela recessão, o evento é recebido como uma boa dose de entretenimento de graça em meio a medidas governamentais para reduzir gastos por todo o continente.

Os organizadores receberam mais de 3,4 bilhões de dólares pelo valor dos direitos de transmissão e de patrocínio, enquanto bilhões vão aumentar a receita de publicidade das redes de televisão.

O canal comercial ITV, que divide os direitos da Copa do Mundo com a BBC na Inglaterra, está prevendo um aumento de 25 por cento na receita com publicidade por conta do torneio - valor que pode subir se a Inglaterra tiver bom desempenho. A alta de 25 por cento pode significar valores de 100 milhões de dólares.

Apesar da confiança das redes de televisão, os estúdios dos Estados Unidos veem o evento como um mês inteiro de dores de cabeça. As duas primeiras semanas são as piores, já que haverá jogos na hora do almoço, no meio da tarde e no horário nobre na Europa.

"É uma distração gigantesca, e se o país em questão está jogando, o negócio (nos cinemas) cai como uma pedra", disse Duncan Clark, vice-presidente da Universal Pictures International. "É possível fazer algo nos dias entre as partidas. Podemos ter grandes negócios nesses dias se estivermos preparados para aceitar alguns dias de baixa", acrescentou.

Filmes para mulheres e focados em famílias são os preferidos como alternativa à Copa do Mundo.
A Disney lança a comédia romântica com Kristen Bell "When in Rome" na Itália, Alemanha, Espanha e Holanda na primeira semana do torneio. O filme gerou apenas 33 milhões de dólares na América do Norte após a estreia em janeiro.

Já a Paramount entra com "She's Out Of My League" (lançado três meses atrás na América do Norte para gerar 32 milhões de dólares) nos maiores países, incluindo Reino Unido, Itália e França. A empresa agendou o lançamento europeu de "Shrek Forever After" para o estágio de quartas de final da Copa do Mundo.

"É um período difícil", disse Andrew Cripps, presidente do braço internacional do estúdio. "Nós achamos que abre espaço para filmes para família ter audiência, mas não há dúvida que é um grande desafio."

A Fox é a única que está enfrentando a Copa do Mundo com o lançamento do filme de ação orientado ao público masculino "The A-Team" neste final de semana em 34 países, incluindo aqueles envolvidos no torneio como Reino Unido, Austrália, Brasil, Holanda e México.

Para enfrentar a concorrência, diversas salas de cinema decidiram abraçar o torneio e vão transmitir jogos. Países como Espanha e Itália vão oferecer versão em 3D das partidas.

Os distribuidores internacionais de filmes enfrentam outro desafio após a final da Copa no dia 11 de julho. Há muitos títulos importantes nas semanas seguintes, como "Crepúsculo" e "Toy Story 3", o que corre o risco de criar um engarrafamento de filmes.