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quinta-feira, 2 de maio de 2013

Netflix perde licença de quase 2 mil filmes nos EUA


Empresa afirmou que qualidade é mais importante que quantidade
Foto: Paul Sakuma/AP

O Netflix, serviço de streaming de vídeo, cancelou contratos de exbição de 1.794 filmes nos EUA nesta quarta-feira. De acordo com o site “Mashable”, a empresa perdeu o direito de exibir diversos títulos detidos pela Warner Bros., MGM e Universal. Segundo a assessoria de imprensa da empresa no Brasil, a mudança não afeta o catálogo nacional. Em testes na redação do GLOBO, não foi possível acessar alguns filmes da franquia “007”, que estavam disponíveis na semana passada, por exemplo, e estariam entre as baixas do serviço nos EUA. A empresa afirmou que o problema não está relacionado à movimentação nos EUA e pode ser pontual, decorrente de alguma falha técnica.

Segundo o “Mashable”, a decisão dos estúdios em cancelar os contratos é estratégica. As empresas planejam lançar, no mercado americano, um serviço próprio de streaming chamado “Warner Archive Instant”, onde será possível ter acesso aos filmes antes disponíveis no Netflix. A previsão é que a assinatura seja de US$ 10 mensais. Não há informações sobre disponibilidade no Brasil.

A companhia, que não divulga o número exato de atrações — a lista costuma variar semanalmente — afirmou que a quantidade é menos importante que a qualidade dos títulos disponibilizados. Em entrevista ao “Mashable”, Joris Evers, diretor global de comunicações do Netflix afirmou que 500 títulos seriam adicionados nesta quarta-feira no catálogo americano.

— Somos seletivos sobre o que disponibilizamos. Sempre usamos nossas informações sobre o que nossos assinantes gostam de assistir para decidir o que estará no Netflix. Nossa meta é oferecer um mix que agrade nossos assinantes, em vez de tentar ser um distribuidor amplo — disse Evers.

Empresa planeja mais séries originais

Em entrevista ao site “Stuff” publicada nesta quarta-feira, o diretor de conteúdo da empresa, Ted Sarandos, admitiu que “pode levar anos” para que os catálogos internacionais sejam atualizados no mesmo ritmo que o dos EUA. O executivo ressaltou, no entanto, que todas as produções originais do Netflix, como “House of Cards”, estão em cartaz para assinantes de todos os 40 países que contam com o serviço.

Em relação aos planos futuros, Sarandos adiantou a possibilidade de reviver séries antigas, como “Buffy, a Caça-Vampiros”, e o investimento em mais títulos originais, como “Arrested Development”, assinada por Ron Howard, que estreia em 26 de maio, e "Orange is the new Black", prevista para julho.

O próximo passo poderia ser uma série baseada na saga de livros “A Torre Negra”, de Stephen King, que estaria sendo negociada com Howard.

— Conversei com Ron sobre isso. A última vez que falamos sobre isso, a coisa seria lançada pela HBO, mas o projeto não está mais lá. Depois que “Arrested Development” for lançado, vamos voltar a falar sobre o assunto — disse o diretor de conteúdo ao “Stuff”.

Segundo empresa, cancelamento dos contratos não afetou catálogo brasileiro

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/tecnologia/netflix-perde-licenca-de-quase-2-mil-filmes-nos-eua-8267311#ixzz2SA9ZlOws

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Com ou sem Oscar, Hollywood comemora boas bilheterias em 2012

Os magnatas de Hollywood podem dar mais tapinhas nas costas do que o habitual na cerimônia do Oscar no próximo domingo (24), e não será, necessariamente, por causa das estatuetas douradas.
Os chefes dos estúdios de cinema podem se gabar de um número extraordinariamente elevado de filmes de sucesso em 2012, que elevou as vendas de ingressos pela primeira vez em três anos e interrompeu sete anos de queda livre nas vendas de DVDs e outros produtos de entretenimento em casa.

Mas eles também podem mostrar progresso crucial na sua estratégia de entretenimento em casa, downloads digitais e mídias sociais, além dos acordos de conteúdo de longo prazo lucrativos com novos participantes em cena.

Hollywood pode estar encontrando o equilíbrio certo entre fazer o que as pessoas querem ver, levar até elas de uma maneira que funcione e deixá-las compartilhar sua visão nas mídias sociais.
A indústria do cinema é um ramo cíclico que pode sofrer queda mesmo nos melhores tempos econômicos. Mas a recente onda de sucessos colocou a indústria em alta.

"Os Vingadores", uma reunião de super-heróis dos quadrinhos da Marvel lançado pela Walt Disney Co, arrecadou 623 milhões de dólares em vendas internas e foi um dos cinco filmes de 2012 cuja venda de ingressos superou 300 milhões de dólares, um recorde da indústria, de acordo com a unidade de bilheterias da Hollywood.com. O filme custou cerca de 220 milhões de dólares para ser feito.

Dois outros filmes --o primeiro Batman da Warner Brothers em quatro anos, "O Cavaleiro das Trevas Ressurge", e "Jogos Vorazes", da Lionsgate Entertainment-- superaram cada um 400 milhões de dólares, mais do que qualquer filme lançado em 2011.

Estes três filmes não receberão muita atenção da Academia no domingo e só "Os Vingadores" recebeu uma indicação, de melhores efeitos visuais. Mas, em outro sinal do ano vencedor de Hollywood, seis dos nove concorrentes a melhor filme levantaram ao menos 100 milhões de dólares cada nos cinemas dos EUA e Canadá.

James Bond também retornou de uma ausência de quatro anos e conseguiu cinco indicações ao Oscar. "Skyfall", feito em conjunto pela MGM e Sony Pictures, arrecadou 304 milhões de dólares em vendas de ingressos domésticos e 1,1 bilhão de dólares internacionalmente --mais do que qualquer um dos 24 filmes de James Bond acompanhados pelo Box Office Mojo, e quase o dobro do que o segundo filme do ranking, "Quantum of Solace", arrecadou em 2008.

"Foi um ano fantástico", disse o presidente da Universal Pictures, Adam Fogelson, cujo estúdio fez "Ted" e "Lorax", do Dr. Seuss, ambos com vendas de bilheteria de mais de 200 milhões de dólares. "Dê aos consumidores algo que seja interessante e você ainda pode fazê-los sair de suas casas."
Os cinemas dos Estados Unidos e do Canadá venderam mais de 1,3 bilhão de ingressos em 2012, um aumento de 5,3 por cento e a segunda vez em cinco anos que a venda de ingressos subiu. Isso impulsionou as bilheterias para um recorde de 10,8 bilhões de dólares, alta de quase 5,8 por cento.
 

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Logos de cinema

Vi esse especial no Portal Terra (http://www.terra.com.br/diversao/cinema/infograficos/logos-cinema/) e achei super legal. Decidi reproduzir aqui. Veja abaixo a história dos logos dos principais estúdios de cinema.

Twentieth Century-Fox


O logotipo original da Twentieth Century Pictures foi criado em 1933 pelo famoso artista Emil Kosa Jr.

Em 1935, Twentieth Century Pictures e a Fox Film Company (na época, principalmente uma empresa de teatro) se fundiram para criar a Twentieth Century-Fox Film Corporation - que mais tarde perdeu o hífen.

O logotipo original da Twentieth Century Pictures foi criado em 1933 pelo famoso artista Emil Kosa Jr. Depois da fusão, Kosa simplesmente substituiu 'Pictures, Inc.' por 'Fox' para fazer o logotipo atual. Kosa também era famoso por sua pintura fosca da Estátua da Liberdade em ruínas no final de filmes como Planeta dos Macacos (1968), e outros.

Columbia

Logo da Columbia Pictures usado de 1934 a 1939




Logo da Columbia Pictures usado a partir de 1939


Jenny Joseph quando posou para que Michael J. Deas a retratasse como a garota da Columbia

O logotipo do estúdio Columbia é a personificação feminina da América

A Columbia Pictures foi fundada em 1919 pelo irmãos Harry e Jack Cohn e por Joe Brandt como Cohn- Brandt-Cohn Films Sales. Muitas das primeiras produções do estúdio eram de baixo orçamento, por isso foi apelidado de 'carne enlatada e repolho'. Em 1924, os irmãos Cohn irmãos compraram a parte de Brandt e renomearam o estúdio como Columbia Pictures Corporation, tentando a partir daí melhorar sua imagem e se desvincular dos apelidos maliciosos.

O logotipo do estúdio Columbia é a personificação feminina da América. Foi projetado em 1924 e a identidade da moça que segurava a tocha nunca foi conclusivamente determinada, embora muitas mulheres já tenham dito que a imagem era delas.

Em sua autobiografia de 1962, a atriz Bette Davis afirmou que a assistente de palco e atriz Claudia Dell era a modelo, enquanto que em 1987 a revista People informou que a modelo era a atriz britânica Amelia. Em 2001, o jornal Chicago Sun-Times disse que a moça era uma mulher local, que trabalhou como figurante na Columbia, chamada Jane Bartholomew.

O logotipo atual foi desenhado em 1993 por Michael J. Deas, que foi contratado pela Sony Pictures Entertainment para retornar a senhora ao seu look 'clássico'. Apesar dos rumores de que a atriz Annette Bening foi a modelo, na verdade a representação era de uma dona de casa de Louisiana, nos Estados Unidos, chamada Jenny Joseph. Ao invés de usar seu rosto, no entanto, Deas desenhou um rosto composto feito a partir de recursos gerados por diversos computadores.
Dreamworks

Para desenhar o logo da Dreamworks, o artista Robert Hunt se inspirou no próprio filho, Willian Hunt

Depois de retratar o próprio filho, Hunt seguiu as ideias de Spielberg e colocou o menino sentado na lua e pescando

Em 1994, o diretor Steven Spielberg, o presidente dos estúdios Disney Jeffrey Katzenberg e David Geffen, um produtor de discos, se reuniram para fundar um novo estúdio chamado DreamWorks.

Spielberg queria que o logotipo da DreamWorks fosse uma espécie de referência à era dourada de Hollywood. O logotipo era para ser uma imagem gerada por computador de um homem sentado na lua e pescando, mas o supervisor de Efeitos Visuais Dennis Muren da Industrial Light and Magic, que já trabalhou em muitos filmes de Spielberg, sugeriu que um logo pintado à mão pudesse parecer melhor. Spielberg, Katzenberg e Geffen concordaram e então Muren pediu para um amigo, o artista Robert Hunt, pintá-lo.

Junto com o desenho pedido, Hunt também enviou uma versão alternativa do logotipo, que era composta por um menino sentado em uma lua crescente e ainda assim pescando. A curiosidade é que Hunt retratou o próprio filho, William, no desenho. Spielberg achou essa versão melhor e o grupo tinha então o a marca registrada de seu novo estúdio.

Outro ponto interessante é que a sigla SKG, que fica abaixo do nome Dreamworks, é nada mais do que as iniciais de Spielberg, Katzenberg e Geffen.

MGM

Slats, o primeiro leão usado no logo da Goldwin Pictures, de 1916 a 1924

Depois que a Goldwin Pictures se fundiu com a Metro Pictures Corporation e Louis B. Mayer Pictures, formando assim a MGM, a empresa continuou com o leão Slats, de 1924 a 1928, mas seu logo oficial era em preto e branco

Jackie, o segundo leão, foi o primeiro a ter o som de seu rugido reproduzido e também o primeiro a aparecer em cores. Ele apareceu de 1928 a 1956

Tanner, o terceiro leão representante da marca, é dito como o mais famoso. Em sua época, de 1934 a 1956, Jackie ainda era usado para a abertura de filmes em preto e branco

De 1956 a 1958 a MGM utilizou um leão sem nome

De 1957 aos dias atuais, o leão representante da MGM é Leo


Atual logo da MGM, cujo slogan é "Mais estrelas do que as que estão no céu", uma referência aos artistas que tinham contrato com a empresa na década de 30
Em 1924, o estúdio do publicitário Howard Dietz desenhou o 'Leo, o Leão', logo que representava a Samuel Goldwyn Goldwyn Corporation. Para tal, ele se baseou na equipe esportiva para a qual torcia quando estudou na Universidade de Columbia, o Lions. Também foi Dietz que escolheu o lema da empresa: “Ars Gratia Ars”, que significa “Arte pela Arte”.

Quando a Goldwyn Pictures se fundiu com a Metro Pictures Corporation e Louis B. Mayer Pictures, a recém-formada MGM manteve a marca.

Desde então, cinco leões fizeram o papel de Leo. O primeiro foi Slats, que enfeitou as aberturas dos filmes mudos da MGM de 1924 a 1928. O leão seguinte, Jackie, foi o primeiro leão da MGM a ter seu rugido ouvido pelo público. Embora os filmes ainda fossem mudos, a sequência de Jackie rosnando era jogada sobre o fonógrafo assim que o logotipo aparecia na tela. Jackie também foi o primeiro leão a aparecer em cor, em 1932.

Nesta época Dietz criou um segundo slogan: 'More Stars than there are in heaven' (“Mais estrelas do que as que estão no céu”), em referência ao grande números de estrelas de cinema que tinham contrato com o estúdio na década de 30.

O terceiro leão foi Tanner, embora na época Jackie ainda fosse usado simultaneamente para filmes em preto e branco da MGM. Depois de um breve uso de um leão sem nome, a MGM apareceu com Leo, que o estúdio vem utilizando desde 1957.

Paramount


Logo Majestic Mountain, usado de 1914 a 1952

Logo Twisted Mountain, usado de 1952 a 1954

Logo Vista Vision Mountain, usado de 1954 a 1967

Logo Majestic Mountain, usado de 1968 a 1975

Logo Blue Mountain, usado de 1975 a 1987

Logo CGI Mountain, usado de 1987 a 2002



Logo Ultra Majestic Mountain, usado de 2002 aos dias atuais




Atualmente com 22 estrelas, duas a menos do que o original, não há informações sobre esta mudança no logo da Paramount


A Paramount Pictures Corporation foi fundada em 1912 como Players Film, por Adolph Zukor e os magnatas teatro, os irmãos Frohman, Daniel e Charles.

O logotipo Paramount 'Majestic Mountain' foi primeiramente desenhado por W.W. Hodkinson durante uma reunião com Zukor, inspirado na montanha Bem Lomond, que lembrava sua infância em Utah, Estados Unidos. Mais tarde, o desenho passou a representar a montanha Artesonraju, que fica no Peru, especula-se que mais pelo seu formato do que por outro motivo qualquer.

O desenho original tinha 24 estrelas, que simbolizavam então as 24 celebridades contratadas da Paramount. Atualmente são 22 estrelas, mas não há informações sobre o motivo da redução. A pintura fosca original também foi substituída por uma montanha gerada por computador.

Warner


Logo Brain Shield, usado de 1923 a 1929

Logo Vitaphone Shield, usado de 1929 a 1936

Logo Zooming Shield, usado de 1936 a 1937

Logo WB Shield, usado de 1927 a 1948

Logo Classic Shield, usado de 1948 a 1967

Logo WB-7, usado de 1967 a 1970

Logo The Kinney Shield, usado de 1970 a 1972

Logo WCI Shield, usado em 1972

Logo The Big W, usado de 1972 a 1984

Logo The Shield Returns, usado de 1984 a 1998

Logo CGI Shield, de 1998 aos dias atuais

A Warner Bros foi fundada por quatro irmãos judeus que emigraram da Polônia: Harry, Albert, Sam e Jack Warner


A Warner Bros foi fundada por quatro irmãos judeus que emigraram da Polônia: Harry, Albert, Sam e Jack Warner. Na verdade, esses não são seus nomes de nascença. Harry nasceu Hirsz, Albert era Aaron, Sam era Szmul, e Jack era Itzhak. Seu sobrenome original também é desconhecido, algumas fontes apontam para Wonsal, Wonskolaser ou mesmo Eichelbaum, antes de ter sido alterado para Warner.

No início, a Warner Bros teve dificuldade em atrair talentos renomados no mundo do cinema. Em 1925, a pedido de Sam, a empresa fez os primeiros longas com fala. Quando soube da ideia de Sam, Harry disse a famosa frase: 'quem se interessaria em ouvir os atores falar?'. Depois dessa inovação, tudo se desenrolou para a Warner, que acabou se tornando uma das empresas mais famosas no mundo do cinema.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

MGM planeja reinício de Robocop, Poltergeist e Hercules

Após se recuperar da falência, o estúdio MGM está com diversos planos para revigorar seus produtos. Segundo a Variety, a empresa pretende reiniciar três das franquias sobre as quais possui os direitos: Robocop, Poltergeist e Hercules.

Darren Aronofsky (Cisne Negro) era o diretor mais cotado para assumir o quarto filme de Robocop, que não é visto no cinema desde 1993. O último filme de Poltergeist também foi feito há mais tempo ainda: 1988.

Hercules é um caso à parte, por se tratar de um projeto antes trabalhado pela Spyglass - cujos donos assumiram a presidência da MGM nos últimos meses. Peter Berg (A Garota Ideal) está cotado para a produção da história, que será "centrada na figura mítica que virou as costas para os deuses, tornando-se um mercenário e treinador de um impiedoso exército".

Os quartos episódios de Robocop e Poltergeist estão previstos para 2013. Hercules estava planejado para sair ainda em 2011 pela Spyglass, mas deve sofrer leve atraso pela mudança de estúdio.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Justiça dos EUA aprova plano para reestruturação dos estúdios MGM

Um juiz de Nova York deu nesta quinta-feira o sinal verde para o plano de reestruturação apresentado pelo estúdio Metro Goldwyn Mayer (MGM) para sair da situação de quebra declarada há quase um mês.

O juiz Stuart Bernstein aprovou a proposta durante uma audiência realizada nesta quinta-feira e que permitirá que o estúdio saia dessa situação e realize as mudanças em seu quadro de acionistas.

A proposta para a reestruturação da MGM, que tem dívidas avaliadas em US$ 4 bilhões, se baseia em um acordo com a produtora Spyglass Entertainment, cujos executivos passarão a dirigir o estúdio assim que este sair da situação de quebra.

A operação foi possível após ser aprovada pelos credores da empresa, que concordaram em transformar sua participação na dívida em ações da nova MGM. A reforma reduzirá drasticamente o tamanho da companhia, com a função de produtora suplantando a de distribuidora.

A origem dos problemas financeiros da MGM está no ano de 2004, quando a Sony, a empresa de telecomunicações Comcast e as financeiras Providence Equity e TPG Capital lideraram uma operação para comprar o estúdio por US$ 5 bilhões.

Posteriormente, o valor foi considerado excessivo, já que sofrera influência da alta de preços em meio a uma bonança econômica mundial e do declive das vendas em DVD.

Ao optar pelo procedimento da Lei de Quebra, a MGM rejeitou uma oferta de US$ 2 bilhões apresentada pelo conglomerado India Pariwar e outra de US$ 1,5 bilhão da Time Warner.
A MGM, dona dos direitos da franquia James Bond, possui um catálogo de cerca de quatro mil filmes, entre eles clássicos como "O Mágico de Oz", "E o Vento Levou" e "Ben-Hur".

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

A novela MGM...


O estúdio de cinema MGM (Metro-Goldwyn-Mayer), que passa por graves dificuldades financeiras, está concluindo as formalidades para enquadrar-se na lei americana de falências, com o objetivo de realizar uma reestruturação de sua dívida de mais de US$ 4 bilhões, informou o "The Wall Street Journal" nesta sexta-feira.

O estúdio optou por fazer um acordo prévio com seus credores, permitindo que seu caso seja apresentado ao tribunal já na próxima semana e evitando o caminho tradicional do processo, que pode levar meses, segundo o jornal.

A MGM já apresentou seu plano de reestruturação aos credores. Se aprovado, o estúdio poderá submetê-lo ao acordo da justiça para que seja enquadrado na lei de falências.

O plano prevê que os credores, principalmente os fundos de especulação, renunciem ao conjunto da dívida em troca de ações da companhia, explicou o jornal.

Para ser aprovado, o plano deve obter o aval da metade dos 100 credores e donos de dois terços da dívida, que têm até o dia 22 de outubro para se pronunciar.

Se conseguir ser incluída na lei, a empresa pode passar até dois meses sem pagar sua dívida.
A MGM possui o maior catálogo de filmes do mundo, com 4.000 títulos.

Vários projetos de filmes importantes já foram suspensos em função das dificuldades financeiras do estúdio, incluindo o próximo filme de James Bond e dois filmes baseados no livro "O Hobbit", de J.R.R. Tolkien. Outros projetos que estão em suspenso incluem um filme planejado dos "Três Patetas" e um remake de "Robocop".

Antes das negociações para uma reestruturação, a MGM solicitou ofertas de compra da empresa. Mas a oferta máxima -- feita pela Time Warner, no valor de US$ 1,5 bilhão -- foi considerada insuficiente.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/811750-estudios-mgm-recorrerao-a-lei-de-falencias-para-reestruturar-divida.shtml

quarta-feira, 21 de abril de 2010

O fim dos estúdios MGM?


Não é a primeira vez que ouço falar na venda ou fechamento dos estúdios Metro Goldwyn Mayer - MGM, conforme pode ser visto nos posts anteriores. Na verdade, muitos dos estúdios já passaram por problemas parecidos, e alguns até já foram comercializados ou até mesmo fechados (caso da Miramax, comprada e fechada pela Disney, e Paramount, comprada por um grupo de investidores).


Hoje, por exemplo, a MGM não é uma marca "autônoma". Sua proprietária, a japonesa Sony Pictures Entertainment, já é dona de outro grande estúdio de Hollywood, a Columbia Pictures, e hoje em dia, a Metro vive de seus sucessos do passado.


O fato é que chega a ser triste ouvir esse tipo de notícia. Como um apaixonado por filmes, o leão da MGM fez parte da minha infância, seus desenhos, seus filmes e, atualmente, até seu canal da TV a cabo.







Suas produções costumavam fazer muito sucesso e sempre havia a preocupação com a qualidade. Muitos, inclusive, fazem sucesso até hoje. Casos como o de 007 e seu James Bond, A Pantera Cor de Rosa, Rocky Balboa, O Mágico de Oz, E o Vento Levou, e produções de época com nomes consagrados como Greta Garbo, Joan Crawford, Vivian Leigh, Judy Garland, Fred Astaire, Gene Kelly e Frank Sinatra, em musicais memoráveis, além de tantos outros.



A própria MGM acabou se associando a outro grande nome em 1981, quando comprou a United Artists e, foi justamente nessa época que suas dívidas começaram a aumentar.



As transformações que o cinema sofreu, com produções repletas de efeitos especiais, cachês cada vez maiores para os atores e atrizes considerados estrelas, além da nova fórmula que recheia os roteiros (muito movimento e pouco conteúdo), também serviram para minar a estrutura do estúdio.


Sua história é muito rica, são tantos exemplos e excelentes produções, que seria necessário muito mais espaço por aqui, mas sinto que seria uma perda imensa se o nome MGM viesse a desaparecer. Tenho certeza que muitos adimiradores dos bons filmes e de tantos clássicos do cinema sentiriam falta de um nome tão importante. E você, o que pensa sobre isso? Mande a sua opinião.

Estúdio Metro-Goldwyn-Mayer estuda ofertas de compra

Fonte: AFP em http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201003231704_AFP_78844752

Os estúdios Metro-Goldwyn-Mayer, que atravessam muitas dificuldades financeiras, anunciaram nesta terça-feira ter recebido várias propostas financeiras, inclusive de compra, que estão sendo examinadas, segundo um comunicado.

Durante este prazo de avaliação, o estúdios têm a intenção de negociar com seus credores para adiar os prazos de pagamentos de 31 de março e 8 de abril, o que constitui um novo adiamento do pagamento de US$ 3,7 bilhões que deve.

A MGM não revelou o nome dos interessados. Entre as opções, avalia a possibilidade de continuar funcionando como uma entidade independente e a possibilidade de vender suas atividades.

O jornal The New York Times afirma que nenhuma das ofertas feita supera os US$ 1,5 bilhão, quando a MGM esperava 2 bilhões. Esta situação poderá conduzir a empresa à falência e posteriormente ser recuperada pelos credores.

A MGM afirma ter o maior catálogo de filmes do mundo,c om 4 mil títulos, incluindo a série James Bond, Pantera Cor de Rosa e Rocky.

MGM interrompe filmagem de novo '007' por crise financeira




Fonte: EFE em http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201004201719_EFE_78908302&idtel=

Os problemas financeiros no estúdio Metro Goldwyn Mayer (MGM) levaram à suspensão por tempo indefinido da filmagem do novo longa-metragem do agente 007, James Bond, segundo um comunicado divulgado hoje pela produtora Eon Productions.

O mais famoso dos espiões britânicos esteve pela última vez no cinema em 2008, interpretado por Daniel Craig no filme Quantum of Solace, e estava previsto que um novo capítulo da série da MGM chegasse aos cinemas no final de 2011 ou no início de 2012 para comemorar os 50 anos da franquia.

"Devido às incertezas sobre o futuro da MGM e o fracasso nas tentativas de venda do estúdio, suspendemos o desenvolvimento de Bond 23 por tempo indeterminado", afirmaram os produtores Eon, Barbara Broccoli e Michael G. Wilson.

Broccoli e Wilson disseram que não sabem quando o projeto "será retomado" e que não têm uma data para a estreia do filme, "que é uma sequência de Quantum of Solace.

Até agora, a próxima produção de Bond estava sendo supervisionada por Sam Mendes, que tinha participado da criação do roteiro com a intenção de chegar a dirigir o filme.

Desde 1995, Eon tem os direitos para a realização dos filmes de James Bond produzidos pela MGM, companhia com uma dívida de US$ 3,7 bilhões.

Os credores do estúdio pressionaram pela venda ou reestruturação com um novo fluxo de capital que permita a MGM ser totalmente independente. A Warner Brothers ofereceu US$ 1,5 bilhão para assumir o controle da companhia, mas ainda não houve resposta à oferta.

Os dois últimos filmes de James Bond, Cassino Royale e Quantum of Solace, foram coproduções de Sony e MGM e arrecadaram quase US$ 1,12 bilhão de bilheteria no mundo, apesar de posteriormente a MGM ter recuperado o controle unitário da franquia.