O filme "O Hobbit: A Desolação de Smaug" arrecadou mais de US$ 73,7 milhões no primeiro fim de semana de exibição dos cinemas da América do Norte, segundo estimativa do mercado. As informações são do site da revista "Variety".
Produzido com um orçamento de US$ 250 milhões, o filme provavelmente será um dos recordistas de bilheteria do ano, já que os estúdios esperam vender US$ 1 bilhão em ingressos no mundo todo. O filme estreou em primeiro lugar no mercado americano, passando a animação "Frozen", da Disney.
No ano passado, o primeiro filme da trilogia, "O Hobbit: Uma Jornada Inesperada", bateu recorde de estreias em dezembro, com arrecadação de US$ 84,7 milhões no primeiro fim de semana. O recorde anterior pertencia a "Eu sou a Lenda", ficção com Will Smith que estreou em dezembro de 2007 acumulando US$ 77 milhões -- ainda acima do segundo "Hobbit".
No total, a primeira parte da série arrecadou mais de US$ 300 milhões nos cinemas dos Estados Unidos, e mais de US$ 1 bilhão no mundo todo.
"A Desolação de Smaug", o segundo da trilogia do diretor Peter Jackson baseada na obra de fantasia e aventura do escritor J. R. R. Tolkien, "O Hobbit", acompanha o hobbit Bilbo Bolseiro enquanto em sua perigosa busca com 13 anões até a Montanha Solitária, protegida por um dragão que expele fogo, Smaug.
O último filme da trilogia, "O Hobbit: Lá e de Volta outra Vez", chegará aos cinemas em dezembro de 2014.
Outros filmes
A animação "Frozen – O Reino de Gelo" ficou em segundo lugar nas bilheterias norte-americanas neste fim de semana, com US$ 22 milhões. "A Madea Christmas" aparece em terceiro, com US$ 16,2 milhões, seguido de "Jogos Vorazes – Em Chamas", que fez US$ 13,2 milhões.
Entre o fim de semana pós-feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos e a semana passada, "Jogos Vorazes" e "Frozen" lideravam a bilheteria no país.
Mostrando postagens com marcador o hobbit. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador o hobbit. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Segundo "O Hobbit" bate US$ 73,7 mi na estreia na América do Norte
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
O Hobbit: Uma Jornada Inesperada
Importante destacar que assim como a trilogia que deu origem à série, O Hobbit também foi dividido em 3 filmes, o que animou ainda mais os fãs de O Senhor dos Anéis. O filme se destaca em vários aspectos. Primeiramente é uma adaptação fora de série do livro O Hobbit, que não é assim um livro tão agradável. Ele envereda por detalhes minuciosos e acaba explicando em várias páginas o que poderia ser falado em algumas linhas. Esse desafio foi vencido, apesar do olhar mais ácido de alguns críticos, que avaliam não ser possível colocar em 3 super produções o conteúdo do livro original.
Enfim, isso não interfere em nada o resultado final. A produção consegue sim transferir para as telonas todos os elementos importantes da literatura, e consegue traduzir em imagens algumas passagens bem importantes. Nesse ponto, o roteiro parece ter a dose certa do sucesso. Prense a atenção do espectador, e em uma crescente evolução, deixa o gosto de quero mais no final.
Tecnicamente, o filme é outro encanto. A fotografia da produção, com suas locações externas, e efeitos visuais criam uma atmosfera perfeita para toda a trama. Ponto extra. Apesar de um início mais lento, que lembra um pouco o ritmo do primeiro filme da série (A Sociedade do Anel), o filme recupera a velocidade a partir da metade, e segura com maestria a atenção do espectador.
O elenco, com os nomes que participaram dos outros 3 filmes, vai bem do começo ao fim. Momento de matar a saudade de vários personagens que acabaram se tornando queridos, ou alguns que não chegaram a tanto. Mais um ponto forte do filme é o fato de retratar a história dos outros filmes, mas como se fosse um reinício. Isso significa que não há necessariamente a necessidade de você assistir em determinada ordem, mas entender que no final, todos eles se completam.
No filme, Bilbo Bolseiro terá de enfrentar uma jornada épica para retomar o Reino de Erebor, terra dos anões que foi conquistada há muito tempo pelo dragão Smaug. Com o apoio do mago Gandalf e um grupo de 13 anões, liderados pelo lendário guerreiro Thorin Escudo-de-Carvalho, Bilbo terá grandes desafios contra os poderosos Goblins e Orcs, além do traiçoeiro Gollum. Neste caminho, ele ganhará a posse do "precioso" anel, que está ligado ao destino de toda a Terra-Média, de uma maneira que não poderia imaginar.
Excelente pedida para toda a família. Melhor ainda se você ainda conseguir assistir no cinema (o filme está em cartaz desde o fim de 2012 e deve sair do circuito a qualquer momento). A produção valoriza as questões visuais e encanta seu espectador com paisagens e efeitos deslumbrantes. O elenco dos filmes anteriores dá um extra e consegue ser mais um ponto positivo a se considerar. Tudo favorece esta fantástica produção e tem tudo para agradar a todos os espectadores, quer sejam grandes fãs ou estejam tendo o primeiro contato com a história só agora. Grande pedida. Ótimo programa para toda a família.
Em tempo... alguns críticos chutaram o balde de O Hobbit, como se não fosse um filme agradável, que não justifica a espera de tantos anos, ou que ele não é capaz de ser "eficiente" e retratar a história agradável, como foi sua trilogia inicial (ou final). Fato é que talvez tenha se criado uma expectativa muitíssimo alta. Não que o filme não mereça essa cobrança. Pela qualidade crescente de sua trilogia, é possível que algumas pessoas esperassem o mesmo pique, mas na verdade trata-se de um recomeço, e por isso mesmo o ritmo é um pouco mais morno. Se é ruim? Não acredito. É uma grande produção, e uma excelente dose de entretenimento. Creio que as coisas aquecerão nas continuações, mas para um reinício, o produto final está muito acima do que poderia ser imaginado. Assista sem medo, você não se arrependerá.
FICHA TÉCNICA
Diretor: Peter Jackson
Elenco: Cate Blanchett, Saoirse Ronan, Elijah Wood, Martin Freeman, Christopher Lee, Ian McKellen, Andy Serkis, Richard Armitage, Aidan Turner, James Nesbitt, Bret McKenzie, Luke Evans, Hugo Weaving, Evangeline Lilly, Orlando Bloom, Benedict Cumberbatch, Lee Pace, Iam Holm, Graham McTavish, Mikael Persbrandt, Barry Humphries, Ken Stott, Conan Stevens, Sylvester McCoy, Jed Brophy, Jeffrey Thomas, Stephen Hunter, Renee Cataldo, JohnCallen, Peter Hambleton, William Kircher, Adam Brown, Mark Hadlow, Michael Mizrahi, RobinKerr, RyanGage, Ray Henwood
Produção: Peter Jackson, Fran Walsh, Carolynne Cunningham
Roteiro: Peter Jackson, Philippa Boyens, Guillermo del Toro, Fran Walsh
Fotografia: Andrew Lesnie
Trilha Sonora: Howard Shore
Duração: 169 min.
Ano: 2012
País: EUA/ Nova Zelândia
Gênero: Aventura
Cor: Colorido
Distribuidora: Warner Bros.
Estúdio: Metro-Goldwyn-Mayer (MGM) / New Line Cinema / WingNut Films / 3Foot7
Classificação: 12 anos
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
OSCAR 2013: Academia divulga pré-candidatos ao prêmio de Melhores Efeitos Visuais
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou a lista com dez filmes que disputam as cinco vagas de finalistas ao Oscar de Melhores Efeitos Visuais.
Entre os concorrentes estão O Espetacular Homem-Aranha, A Viagem e Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge, claro.
A cerimônia de entrega do 85º Oscar acontece no dia 24 de fevereiro de 2013. A Academia divulgará a lista final de indicados em 10 de janeiro. Seth MacFarlane, o criador de Uma Família da Pesada e American Dad será o apresentador.
Veja a lista com os 10 semifinalistas:
O Espetacular Homem-Aranha
A Viagem
Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge
O Hobbit - Uma Jornada Inesperada
John Carter - Entre Dois Mundos
As Aventuras de Pi
Os Vingadores
Prometheus
007 - Operação Skyfall
Branca de Neve e o Caçador
Marcadores:
007,
batman,
homem aranha,
john carter - entre dois mundos,
melhores efeitos visuais,
o hobbit,
os vingadores,
oscar 2013,
prometheus
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
A novela MGM...

O estúdio de cinema MGM (Metro-Goldwyn-Mayer), que passa por graves dificuldades financeiras, está concluindo as formalidades para enquadrar-se na lei americana de falências, com o objetivo de realizar uma reestruturação de sua dívida de mais de US$ 4 bilhões, informou o "The Wall Street Journal" nesta sexta-feira.
O estúdio optou por fazer um acordo prévio com seus credores, permitindo que seu caso seja apresentado ao tribunal já na próxima semana e evitando o caminho tradicional do processo, que pode levar meses, segundo o jornal.
A MGM já apresentou seu plano de reestruturação aos credores. Se aprovado, o estúdio poderá submetê-lo ao acordo da justiça para que seja enquadrado na lei de falências.
O plano prevê que os credores, principalmente os fundos de especulação, renunciem ao conjunto da dívida em troca de ações da companhia, explicou o jornal.
Para ser aprovado, o plano deve obter o aval da metade dos 100 credores e donos de dois terços da dívida, que têm até o dia 22 de outubro para se pronunciar.
Se conseguir ser incluída na lei, a empresa pode passar até dois meses sem pagar sua dívida.
A MGM possui o maior catálogo de filmes do mundo, com 4.000 títulos.
Vários projetos de filmes importantes já foram suspensos em função das dificuldades financeiras do estúdio, incluindo o próximo filme de James Bond e dois filmes baseados no livro "O Hobbit", de J.R.R. Tolkien. Outros projetos que estão em suspenso incluem um filme planejado dos "Três Patetas" e um remake de "Robocop".
Antes das negociações para uma reestruturação, a MGM solicitou ofertas de compra da empresa. Mas a oferta máxima -- feita pela Time Warner, no valor de US$ 1,5 bilhão -- foi considerada insuficiente.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/811750-estudios-mgm-recorrerao-a-lei-de-falencias-para-reestruturar-divida.shtml
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Produção de O Hobbit procura elenco em anúncio de jornal

Na semana passada, o ator Ian McKellen, o Gandalf da trilogia de O Senhor dos Anéis, informou que O Hobbit começaria a ser filmado em janeiro de 2011. E, ao que tudo indica, ele está certo.
O Blog Noldor postou um anúncio, publicado pelo jornal The Dominion Post, que procura o elenco para o longa-metragem.O Hobbit, prequel da história do Um Anel, será feito em dois filmes. Peter Jackson é o produtor dos longas em pré-produção, mas também foi convidado para assumir a cadeira de diretor - cuja resposta ainda não foi dada.
A história mostra como Bilbo Bolseiro, tio do jovem Frodo, encontrou o anel e conta também a trajetória, ao lado de Gandalf e alguns anões, no resgate de um tesouro roubado pelo dragão Smaug.Ainda não há data oficial confirmada para começarem as filmagens - por enquanto, ficamos com o que McKellen disse: janeiro de 2011.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Metro Goldwyn Mayer, um leão que agoniza em sua dívida

O estúdio Metro Goldwyn Mayer (MGM) agoniza ante uma dívida multimilionária e procura desesperadamente uma solução financeira que mantenha o leão mais famoso de Hollywood rugindo nos cinemas do século XXI.
A ameaça da quebra iminente sobrevoa a produtora de clássicos com "O Mágico de Oz" (1939), "E o Vento Levou" (1939), "Ben-Hur" (1959), a saga do agente secreto 007, além de ser recentemente encarregada de desenvolver a esperada série da obra literária "O Hobbit", originalmente escrita por J. R. R. Tolkien, mesmo autor de "O Senhor dos Anéis".
A MGM acumula atualmente dívida de US$ 3,7 bilhão e, apesar de seu grandioso catálogo de filmes, sua renda tem sido duramente prejudicada pela crise, especialmente na divisão de DVDs. Incapaz de tapar o rombo financeiro, o estúdio está a meses tentando ganhar tempo para encontrar uma alternativa ao fechamento, cogitando desde uma fusão ou até a - pouco provável - venda.
A MGM informou ontem que conseguiu uma nova prorrogação para pagar parte da dívida de US$ 3,7 bilhões que ameaça levá-la à quebra. É o sexto adiamento dado pelos credores. O objetivo é que a MGM apresente um plano de reestruturação que evite seu desmantelamento.
Se a concessão não fosse feita, o estúdio teria que pagar US$ 500 milhões hoje, entre devolução do valor principal e os juros. O prazo está agora adiado para 15 de setembro. Em junho de 2011 vence o prazo para o pagamento de US$ 1 bilhão. Até 2012, se as datas de pagamento estiverem cumpridas, a dívida estará liquidada.
Para entender a origem do problema, é preciso voltar a 2004, ano em que a Sony, a empresa de telecomunicações Comcast e as financeiras Providence Equity e TPG Capital lideraram uma operação para comprar a MGM a crédito por cerca de US$ 5 bilhões.
Uma estimativa posterior considerou a operação supervalorizada, consequência da alta de preços em meio a um bom momento da economia, mas que serviu para a Sony garantir que os filmes da MGM adotassem o seu formato de reprodução digital Blu-Ray - até então brigando com o HD -DVD da Toshiba.
A explosão da bolha financeira e a consequente seca do crédito no mercado pôs uma corda no pescoço do estúdio fundado em 1924, cuja sobrevivência parecia irremediavelmente fadada a se fundir com produtoras menores, como Spyglass, Summit ou Lionsgate.
O trâmite, que precisa da aprovação dos acionistas e dos credores, ajudaria a MGM em uma reestruturação que, no caso da Spyglass ("O Sexto Sentido", 1999) implicaria em demissões, na eliminação do departamento de distribuição e na mudança da sede para instalações mais baratas, como foi divulgado no jornal "Los Angeles Times".
Pouco se sabe da proposta da Summit, companhia que vive um bom momento com o sucesso da saga "Crepúsculo", mas especula-se que os diretores fariam cortes menos drásticos na MGM que os propostos pela Spyglass.
Já o Lionsgate ("Jogos Mortais", 2004) foi um dos primeiros entre os pequenos estúdios de Hollywood a se mostrar interessados no estúdio. No começo do ano, a produtora fez uma oferta de compra de US$ 1,4 bilhão, mas a retirou devido a um desacordo entre seus acionistas majoritários.
Como até hoje as disputas internas pelo poder na Lionsgate continuam sem resolução, a possibilidade de um resgate à MGM parece mais complicada.
Outra proposta veio, segundo o blog "Hollywood Deadline.com", da produtora Relativity Media, que estaria disposta a investir US$ 500 milhões na MGM para que comecem a rodar projetos rentáveis, como a nova aventura de James Bond ou os dois outros filmes da saga "O Hobbit".
Uma opção mais improvável é a proposta de compra da gigante midiática News Corporation, que, através da filial Time Warner, ofereceu US$ 1,5 bilhão pela MGM, uma quantia considerada insuficiente, mas que não foi formalmente rejeitada pelos credores.
Por Fernando Mexía, em 15/07/2010, no link http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2010/07/15/metro-goldwyn-mayer-um-leao-que-agoniza-em-sua-divida.jhtm
Assinar:
Postagens (Atom)

