Mostrando postagens com marcador homem aranha. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador homem aranha. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Conheça os filmes mais vistos no Brasil em 2012
Mais um ano acabou e muitos filmes bons passaram pelas telonas. Alguns agradaram mais do que outros, claro, mas você sabe quais foram os longas mais vistos de 2012?
Se você chutou Os Vingadores, acertou! Mais de 10 milhões de brasileiros foram assistir ao filme dos heróis da Marvel, que faturou R$ 130 milhões nas bilheterias, segundo dados das distribuidoras.
Em segundo lugar o fenômeno adolescente, A Saga Crepúsculo - Amanhecer Parte 2, levou 9 milhões de pessoas aos cinemas e faturou R$ 104 milhões. Seguido de perto pela animação A Era do Gelo 4 e seus 8 milhões de espectadores.
O Espetacular Homem-Aranha, reboot do cabeça de teia nas telonas dirigido por Marc Webb, e Madagascar 5 fecham o top 5 do ano passado. O longa-metragem brasileiro melhor colocado foi Até Que A Sorte Nos Separe, que levou mais de 3 milhões de pessoas aos cinemas e arrecadou R$ 34,7 milhões.
Confira os filmes mais vistos em 2012 e os valores arrecadados nas bilheterias brasileiras:
1. Os Vingadores - The Avengers - R$ 130 milhões
2. Amanhecer - Parte 2 - R$ 104,1 milhões
3. A Era Do Gelo 4 - R$ 94,3 milhões
4. O Espetacular Homem-Aranha - R$ 60,4 milhões
5. Madagascar 3: Os Procurados - R$ 58,2 milhões
6. Batman - O Cavaleiro Das Trevas Ressurge - R$ 55 milhões
7. Alvin E Os Esquilos 3 - R$ 39,7 milhões
8. Valente - R$ 37,2 milhões
9. Até Que A Sorte Nos Separe - R$ 34,7 milhões
10. Os Mercenários 2 - R$ 33,2 milhões
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
OSCAR 2013: Academia divulga pré-candidatos ao prêmio de Melhores Efeitos Visuais
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou a lista com dez filmes que disputam as cinco vagas de finalistas ao Oscar de Melhores Efeitos Visuais.
Entre os concorrentes estão O Espetacular Homem-Aranha, A Viagem e Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge, claro.
A cerimônia de entrega do 85º Oscar acontece no dia 24 de fevereiro de 2013. A Academia divulgará a lista final de indicados em 10 de janeiro. Seth MacFarlane, o criador de Uma Família da Pesada e American Dad será o apresentador.
Veja a lista com os 10 semifinalistas:
O Espetacular Homem-Aranha
A Viagem
Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge
O Hobbit - Uma Jornada Inesperada
John Carter - Entre Dois Mundos
As Aventuras de Pi
Os Vingadores
Prometheus
007 - Operação Skyfall
Branca de Neve e o Caçador
Marcadores:
007,
batman,
homem aranha,
john carter - entre dois mundos,
melhores efeitos visuais,
o hobbit,
os vingadores,
oscar 2013,
prometheus
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Os Vingadores
Agora sob o comando da Disney, o filme dos Vingadores só podia ser algo grandioso. A aposta na reunião de grandes astros, como grandes super-heróis, resulta em algo incomparável até então. Talvez não por sua excelência, mas por toda a preparação para tal acontecimento, com o lançamento de todos os filmes solo desses personagens, com direito a teasers (aqueles trechinhos que mostram o que vem nos próximos filmes) em todos eles.
Mas, apesar de toda a sua grandiosidade, todos os astros, a riqueza nos detalhes e efeitos visuais, toda a costura necessária para reunir esses personagens, ainda acredito que o filme não tenha a força de Batman, Homem Aranha e, da série Marvel, do próprio Homem de Ferro.
Não, não se trata de defender o heróis da Marvel ou da DC, mas de colocar esses personagens lado a lado e pesar qual deles, verdadeiramente, conseguem criar uma história interessante e agradável.
Se avaliarmos os filmes solo de Hulk, Thor e Capitão América, tirando efeitos e áudio, os filmes perdem na questão de suas histórias. Novamente, não se trata de uma questão de preferência, mas de histórico de de sucesso de bilheteria. Capitão América ainda tentou, mas não tem o mesmo apelo fora dos EUA, não somente por ser o tipo de herói americanizado (ou americano mesmo, se preferirem), mas por não conseguir se aproximar da audiência fora da América do Norte. Claro, ainda são grandes produções, mas que ainda não conseguem ter o mesmo efeito e alcançar o mesmo efeito que Batman, por exemplo.
Independente disso, Os Vingadores pega forte e deixa claro que ainda há muito por vir. Se a ideia é reunir todos os Vingadores, podemos esperar muitos filmes mais.
Na questão da qualidade gráfica, efeitos visuais, e qualidade de vídeo, Os Vingadores é uma excelente pedida. Tudo é gráfico. Tudo é visual. Tudo é colorido e cheio de explosões e movimento. A parte de áudio também é igualmente rica.
O elenco, com nomes como Chris Evans, Robert Downey Jr., Chris Hemsworth, Mark Ruffalo, Scarlett Johansson, Samuel L. Jackson e Jeremy Renner, funciona muito bem, independente de você gostar do Hulk ou não.
O grande ponto fraco? Ainda acho que o elo fraco da produção seja seu roteiro. Sua história tem em sua primeira metade vários detalhes cansativos e desnecessários. Precisam justificar a união dos heróis, e como isso acontece, mas esquecem de animar um pouco mais as coisas. A partir da metade o filme cresce, e ao fim, ainda deixa um gostinho de quero mais.
No filme, Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Capitão América (Chris Evans), Thor (Chris Hemsworth), Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), Hulk (Mark Ruffalo), Viúva Negra (Scarlett Johanson) e Nick Fury (Samuel L. Jackson) são alguns dos heróis da Marvel que se reúnem na agência de espionagem internacional S.H.I.E.L.D. para defender o planeta e a humanidade de ameaças intergalácticas.
Uma grande pedida para quem quer um filme com muita ação, principalmente para os fãs de super heróis. A produção investe forte na parte áudio visual, com excelente seleção musical, grandes efeitos especiais e muita qualidade gráfica. O elenco de peso não decepciona. A história começa meio devagar, mas depois pega ritmo e deixa o espectador sem nenhum pingo de sono. Grande pedida para a sessão em família (a criançada adora o filme do início ao fim), ou para quem busca um filme com muito barulho e muitas peripécias visuais.
Mas, apesar de toda a sua grandiosidade, todos os astros, a riqueza nos detalhes e efeitos visuais, toda a costura necessária para reunir esses personagens, ainda acredito que o filme não tenha a força de Batman, Homem Aranha e, da série Marvel, do próprio Homem de Ferro.
Não, não se trata de defender o heróis da Marvel ou da DC, mas de colocar esses personagens lado a lado e pesar qual deles, verdadeiramente, conseguem criar uma história interessante e agradável.
Se avaliarmos os filmes solo de Hulk, Thor e Capitão América, tirando efeitos e áudio, os filmes perdem na questão de suas histórias. Novamente, não se trata de uma questão de preferência, mas de histórico de de sucesso de bilheteria. Capitão América ainda tentou, mas não tem o mesmo apelo fora dos EUA, não somente por ser o tipo de herói americanizado (ou americano mesmo, se preferirem), mas por não conseguir se aproximar da audiência fora da América do Norte. Claro, ainda são grandes produções, mas que ainda não conseguem ter o mesmo efeito e alcançar o mesmo efeito que Batman, por exemplo.
Independente disso, Os Vingadores pega forte e deixa claro que ainda há muito por vir. Se a ideia é reunir todos os Vingadores, podemos esperar muitos filmes mais.
Na questão da qualidade gráfica, efeitos visuais, e qualidade de vídeo, Os Vingadores é uma excelente pedida. Tudo é gráfico. Tudo é visual. Tudo é colorido e cheio de explosões e movimento. A parte de áudio também é igualmente rica.
O elenco, com nomes como Chris Evans, Robert Downey Jr., Chris Hemsworth, Mark Ruffalo, Scarlett Johansson, Samuel L. Jackson e Jeremy Renner, funciona muito bem, independente de você gostar do Hulk ou não.
O grande ponto fraco? Ainda acho que o elo fraco da produção seja seu roteiro. Sua história tem em sua primeira metade vários detalhes cansativos e desnecessários. Precisam justificar a união dos heróis, e como isso acontece, mas esquecem de animar um pouco mais as coisas. A partir da metade o filme cresce, e ao fim, ainda deixa um gostinho de quero mais.
No filme, Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Capitão América (Chris Evans), Thor (Chris Hemsworth), Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), Hulk (Mark Ruffalo), Viúva Negra (Scarlett Johanson) e Nick Fury (Samuel L. Jackson) são alguns dos heróis da Marvel que se reúnem na agência de espionagem internacional S.H.I.E.L.D. para defender o planeta e a humanidade de ameaças intergalácticas.
Uma grande pedida para quem quer um filme com muita ação, principalmente para os fãs de super heróis. A produção investe forte na parte áudio visual, com excelente seleção musical, grandes efeitos especiais e muita qualidade gráfica. O elenco de peso não decepciona. A história começa meio devagar, mas depois pega ritmo e deixa o espectador sem nenhum pingo de sono. Grande pedida para a sessão em família (a criançada adora o filme do início ao fim), ou para quem busca um filme com muito barulho e muitas peripécias visuais.
FICHA TÉCNICA
Diretor: Joss Whedon
Elenco: Chris Evans, Robert Downey Jr., Chris Hemsworth, Mark Ruffalo, Scarlett Johansson, Samuel L. Jackson, Jeremy Renner, Stellan Skarsgård, Cobie Smulders, Gwyneth Paltrow, Tom Hiddleston, Paul Bettany (voz), Amanda Righetti, Lou Ferrigno (voz), Clark Gregg, Jenny Agutter, Walter Perez, Alicia Sixtos, Evan Kole, Sean Meehan, Carmen Dee Harris
Produção: Kevin Feige
Roteiro: Joss Whedon
Fotografia: Seamus McGarvey
Trilha Sonora: Alan Silvestri
Duração: 136 min.
Ano: 2012
País: EUA
Gênero: Ação
Cor: Colorido
Distribuidora: Disney
Estúdio: Marvel Enterprises / Marvel Studios
Classificação: 12 anos
Marcadores:
batman,
capitão américa,
chris evans,
chris hemsworth,
Disney,
homem aranha,
homem de ferro,
hulk,
jeremy renner,
mark ruffalo,
Robert Downey Jr.,
Samuel L. Jackson,
Scarlett Johansson,
thor
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Bilheteria: Amanhecer – Parte 2 tem a maior abertura da história do Brasil
Pode-se questionar a qualidade técnica da Saga Crepúsculo, porém é impossível ir contra a máxima: a série arrasta multidões para o cinema. Amanhecer – Parte 2 superou todas as expectativas, inclusive os números da própria distribuidora, e conseguiu arrecadar R$ 37 milhões em apenas quatro dias.
O número é quase irreal para o mercado brasileiro, dessa maneira o último episódio da Saga Crepúsculo acaba de se tornar a maior abertura da história do país. Em uma breve comparação, o longa conseguiu quase o dobro de público e renda do que o sucesso Tropa de Elite 2 no seu primeiro fim de semana em cartaz.
Com a ajuda do feriado, cerca de 3,1 milhões de pessoas foram assistir ao filme. Só na quinta-feira, a produção vendeu um milhão de ingressos e esperava-se que o seu fôlego fosse diminuindo. Mas isso não aconteceu, nos três dias seguintes Amanhecer – Parte 2 fez mais US$ 25 milhões para as contas.
Em apenas quatro dias, o título já era a oitava maior bilheteria de 2012 no Brasil. Os números tendem a aumentar, já que são 1.213 salas exibindo o filme. Robert Pattinson, Kristen Stewart e Taylor Lautner devem quebrar o recorde de ingressos vendidos no ano em terras tupiniquins.
Devido a exibição exclusiva em 2D, a liderança por renda de 2012 deve continuar nas mãos de Os Vingadores. Mesmo assim, o sucesso da Saga é gigantesco por aqui, tanto que o Brasil foi a quarta maior bilheteria do longa, que já soma US$ 340,9 milhões ao redor do mundo.
A segunda colocação do ranking ficou para o agente James Bond. 007 - Operação Skyfall teve uma queda de 36% e fez mais R$ 2,2 milhões. O pódio foi completado pela comédia nacional Até que a Sorte nos Separe, em sua sétima semana em cartaz, ela conseguiu manter o nível e ultrapassou a marca dos R$ 30 milhões arrecadados.
Confira abaixo o ranking completo do fim de semana, além das maiores aberturas, por público, da história do cinema brasileiro.
Top 10 - Bilheteria (16,17 e 18)
1. A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 2 - R$ 25,3 milhões
2. 007 - Operação Skyfall - R$ 2,2 milhões
3. Até que a Sorte nos Separe - R$ 1,4 milhão
4. Gonzaga - De Pai para Filho - R$ 1,3 milhão
5. Argo - R$ 675 mil
6. Possessão - R$ 420 mil
7. Diário de um Banana 3- R$ 302 mil
8. Atividade Paranormal 4 - R$ 278 mil
9. Hotel Transilvânia - R$ 250 mil
10.Frankenweenie - R$ 239 mil
Top 10 - Maiores Aberturas no Brasil (Público)
1. A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 2 - 2,1 milhões
2. A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 1 - 1,79 milhão
3. Homem-Aranha 3 - 1,71 milhão
4. Os Vingadores - 1,68 milhão
5. Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2 - 1,56 milhão
6. A Saga Crepúsculo: Lua Nova - 1,41 milhão
7. Homem-Aranha 2 - 1,36 milhão
8. Tropa de Elite 2 - 1,3 milhão
9. Homem-Aranha - 1,29 milhão
10.Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 1 - 1,25 milhão
O número é quase irreal para o mercado brasileiro, dessa maneira o último episódio da Saga Crepúsculo acaba de se tornar a maior abertura da história do país. Em uma breve comparação, o longa conseguiu quase o dobro de público e renda do que o sucesso Tropa de Elite 2 no seu primeiro fim de semana em cartaz.
Com a ajuda do feriado, cerca de 3,1 milhões de pessoas foram assistir ao filme. Só na quinta-feira, a produção vendeu um milhão de ingressos e esperava-se que o seu fôlego fosse diminuindo. Mas isso não aconteceu, nos três dias seguintes Amanhecer – Parte 2 fez mais US$ 25 milhões para as contas.
Em apenas quatro dias, o título já era a oitava maior bilheteria de 2012 no Brasil. Os números tendem a aumentar, já que são 1.213 salas exibindo o filme. Robert Pattinson, Kristen Stewart e Taylor Lautner devem quebrar o recorde de ingressos vendidos no ano em terras tupiniquins.
Devido a exibição exclusiva em 2D, a liderança por renda de 2012 deve continuar nas mãos de Os Vingadores. Mesmo assim, o sucesso da Saga é gigantesco por aqui, tanto que o Brasil foi a quarta maior bilheteria do longa, que já soma US$ 340,9 milhões ao redor do mundo.
A segunda colocação do ranking ficou para o agente James Bond. 007 - Operação Skyfall teve uma queda de 36% e fez mais R$ 2,2 milhões. O pódio foi completado pela comédia nacional Até que a Sorte nos Separe, em sua sétima semana em cartaz, ela conseguiu manter o nível e ultrapassou a marca dos R$ 30 milhões arrecadados.
Confira abaixo o ranking completo do fim de semana, além das maiores aberturas, por público, da história do cinema brasileiro.
Top 10 - Bilheteria (16,17 e 18)
1. A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 2 - R$ 25,3 milhões
2. 007 - Operação Skyfall - R$ 2,2 milhões
3. Até que a Sorte nos Separe - R$ 1,4 milhão
4. Gonzaga - De Pai para Filho - R$ 1,3 milhão
5. Argo - R$ 675 mil
6. Possessão - R$ 420 mil
7. Diário de um Banana 3- R$ 302 mil
8. Atividade Paranormal 4 - R$ 278 mil
9. Hotel Transilvânia - R$ 250 mil
10.Frankenweenie - R$ 239 mil
Top 10 - Maiores Aberturas no Brasil (Público)
1. A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 2 - 2,1 milhões
2. A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 1 - 1,79 milhão
3. Homem-Aranha 3 - 1,71 milhão
4. Os Vingadores - 1,68 milhão
5. Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2 - 1,56 milhão
6. A Saga Crepúsculo: Lua Nova - 1,41 milhão
7. Homem-Aranha 2 - 1,36 milhão
8. Tropa de Elite 2 - 1,3 milhão
9. Homem-Aranha - 1,29 milhão
10.Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 1 - 1,25 milhão
Marcadores:
007,
a saga crepúsculo,
até que a sorte nos separe,
harry potter,
homem aranha,
hotel transilvânia,
os vingadores,
tropa de elite 2
terça-feira, 7 de agosto de 2012
A maldição das trilogias no cinema
As trilogias cinematográficas costumam abocanhar boas somas em bilheterias e, por isso, são um bom negócio para os estúdios. Não é à toa que a adaptação do livro "O Hobbit", inicialmente programada para ser adaptada em dois longas, acaba de ganhar uma terceira parte.
Mas quase sempre o terceiro filme não cumpre a expectativa de encerrar em alta uma história - frequentemente, o longa derradeiro é o pior da franquia.
O mais recente integrante da lista é "Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge". O terceiro filme dirigido por Christopher Nolan tem dividido críticos, mas é quase unânime o fato de que a produção não está à altura da anterior, "Batman: O Cavaleiro das Trevas" (2008).
Enquanto o longa de 2008 teve a elogiada atuação de Heath Ledger como o Coringa, tido pelos fãs como o melhor vilão das histórias de Batman, o atual perde com a falta de carisma do vilão Bane.
No caso de "Batman", os executivos da Warner já haviam revelado planos de reiniciar a série. Mas com o "Homem-Aranha", da Sony, a história foi diferente. Após os bem-sucedidos "Homem-Aranha" (2002) e "Homem-Aranha 2" (2004), o estúdio perdeu a mão em sua terceira parte, lançada em 2007.
O excesso de vilões em "Homem-Aranha 3" (Duende Verde, Homem-Areia e Venon) é um dos problemas mais citados. Nas palavras do crítico Roger Ebert, o filme "é uma bagunça com muitos inimigos, subtramas, desentendimentos românticos, diálogos e multidões olhando para o céu e alternando gritos de 'oooh!' e 'aaah!'".
As críticas foram tantas que o diretor da série, Sam Raimi, desistiu de dirigir uma quarta aventura do herói. A solução encontrada pela produtora foi recontar sua origem em "O Espetacular Homem-Aranha" (2012).
Algo semelhante aconteceu com "Piratas do Caribe". A escala grandiosa de seu terceiro filme, "No Fim do Mundo" (2007), fez com que o estúdio deixasse de lado muitos de seus acontecimentos na quarta parte, "Navegando em Águas Misteriosas" (2011). O filme foi encarado como um tipo de recomeça, mas sem a necessidade de apresentar o protagonista, Jack Sparrow.
Tida como uma das trilogias clássicas do cinema, "O Poderoso Chefão" amargou críticas severas com o lançamento de sua terceira parte, em 1990. Com dois longas elogiados e vencedores do Oscar de melhor filme, o cineasta Francis Ford Coppola acabou saindo da cerimônia sem nenhum prêmio para o último filme.
Outras duas trilogias que tiveram as partes finais criticadas foram "Matrix" e "X-Men". Ambas não conseguiram superar os filmes anteriores, utilizando finais megalômanos, mas pouco satisfatórios.
No caso de "Matrix", muitas das críticas apontam o terceiro filme, "Matrix Revolutions" (2003), como o menos filosófico de todos. Já os fãs de X-Men reclamaram das mortes de Ciclope e Jean Grey, dois dos personagens mais importantes para a equipe nos quadrinhos.
Diferentemente dos casos citados, existem trilogias em que o último filme supera as expectativas. Em "O Senhor dos Anéis" e "Toy Story", por exemplo, as partes finais são consideradas excepcionais. A franquia "Bourne", estrelada por Matt Damon, também tem no seu terceiro filme o mais elogiado.
Outro exemplo bem-sucedido é a "Trilogia dos Dólares", do cineasta Sergio Leone. O clímax de seu último longa, "Três Homens em Conflito" (1966), é considerado por muitos como um dos mais tensos da história do cinema, com a disputa entre os pistoleiros interpretados por Clint Eastwood, Lee Van Cleef e Eli Wallach.
Dividida em duas trilogias, a série "Star Wars" é um caso à parte. A trilogia clássica, que compreende "Uma Nova Esperança" (1977), "O Império Contra-Ataca" (1980) e "O Retorno de Jedi" (1983), sofre críticas com seu terceiro filme por causa dos ewoks. As criaturas, semelhantes a ursos de pelúcia, são hostilizadas por boa parte dos fãs da franquia.
Já os filmes mais recentes, "A Ameaça Fantasma" (1999), "Ataque dos Clones" (2002) e "A Vingança dos Sith" (2005), passam por uma situação inversa. Com roteiros inferiores aos dos longas clássicos, a nova trilogia melhora com o avanço da trama, pois se aproxima dos personagens antigos e afasta a presença de Jar-Jar Binks, o alienígena mais criticado pelo público.
Entre as futuras trilogias que devem surgir nos cinemas estão as adaptações de "Jogos Vorazes", cujo primeiro filme estreou neste ano, e "Cinquenta Tons de Cinza", fenômeno erótico que vai ganhar uma versão cinematográfica.
Além destes, "Homem de Ferro 3", com estreia marcada para 16 de abril de 2013 no Brasil, vai tentar recuperar a franquia, que sofreu críticas após sua segunda parte e ganhou um novo diretor, Shane Black.
Mas quase sempre o terceiro filme não cumpre a expectativa de encerrar em alta uma história - frequentemente, o longa derradeiro é o pior da franquia.
O mais recente integrante da lista é "Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge". O terceiro filme dirigido por Christopher Nolan tem dividido críticos, mas é quase unânime o fato de que a produção não está à altura da anterior, "Batman: O Cavaleiro das Trevas" (2008).
Enquanto o longa de 2008 teve a elogiada atuação de Heath Ledger como o Coringa, tido pelos fãs como o melhor vilão das histórias de Batman, o atual perde com a falta de carisma do vilão Bane.
No caso de "Batman", os executivos da Warner já haviam revelado planos de reiniciar a série. Mas com o "Homem-Aranha", da Sony, a história foi diferente. Após os bem-sucedidos "Homem-Aranha" (2002) e "Homem-Aranha 2" (2004), o estúdio perdeu a mão em sua terceira parte, lançada em 2007.
O excesso de vilões em "Homem-Aranha 3" (Duende Verde, Homem-Areia e Venon) é um dos problemas mais citados. Nas palavras do crítico Roger Ebert, o filme "é uma bagunça com muitos inimigos, subtramas, desentendimentos românticos, diálogos e multidões olhando para o céu e alternando gritos de 'oooh!' e 'aaah!'".
As críticas foram tantas que o diretor da série, Sam Raimi, desistiu de dirigir uma quarta aventura do herói. A solução encontrada pela produtora foi recontar sua origem em "O Espetacular Homem-Aranha" (2012).
Algo semelhante aconteceu com "Piratas do Caribe". A escala grandiosa de seu terceiro filme, "No Fim do Mundo" (2007), fez com que o estúdio deixasse de lado muitos de seus acontecimentos na quarta parte, "Navegando em Águas Misteriosas" (2011). O filme foi encarado como um tipo de recomeça, mas sem a necessidade de apresentar o protagonista, Jack Sparrow.
Tida como uma das trilogias clássicas do cinema, "O Poderoso Chefão" amargou críticas severas com o lançamento de sua terceira parte, em 1990. Com dois longas elogiados e vencedores do Oscar de melhor filme, o cineasta Francis Ford Coppola acabou saindo da cerimônia sem nenhum prêmio para o último filme.
Outras duas trilogias que tiveram as partes finais criticadas foram "Matrix" e "X-Men". Ambas não conseguiram superar os filmes anteriores, utilizando finais megalômanos, mas pouco satisfatórios.
No caso de "Matrix", muitas das críticas apontam o terceiro filme, "Matrix Revolutions" (2003), como o menos filosófico de todos. Já os fãs de X-Men reclamaram das mortes de Ciclope e Jean Grey, dois dos personagens mais importantes para a equipe nos quadrinhos.
Diferentemente dos casos citados, existem trilogias em que o último filme supera as expectativas. Em "O Senhor dos Anéis" e "Toy Story", por exemplo, as partes finais são consideradas excepcionais. A franquia "Bourne", estrelada por Matt Damon, também tem no seu terceiro filme o mais elogiado.
Outro exemplo bem-sucedido é a "Trilogia dos Dólares", do cineasta Sergio Leone. O clímax de seu último longa, "Três Homens em Conflito" (1966), é considerado por muitos como um dos mais tensos da história do cinema, com a disputa entre os pistoleiros interpretados por Clint Eastwood, Lee Van Cleef e Eli Wallach.
Dividida em duas trilogias, a série "Star Wars" é um caso à parte. A trilogia clássica, que compreende "Uma Nova Esperança" (1977), "O Império Contra-Ataca" (1980) e "O Retorno de Jedi" (1983), sofre críticas com seu terceiro filme por causa dos ewoks. As criaturas, semelhantes a ursos de pelúcia, são hostilizadas por boa parte dos fãs da franquia.
Já os filmes mais recentes, "A Ameaça Fantasma" (1999), "Ataque dos Clones" (2002) e "A Vingança dos Sith" (2005), passam por uma situação inversa. Com roteiros inferiores aos dos longas clássicos, a nova trilogia melhora com o avanço da trama, pois se aproxima dos personagens antigos e afasta a presença de Jar-Jar Binks, o alienígena mais criticado pelo público.
Entre as futuras trilogias que devem surgir nos cinemas estão as adaptações de "Jogos Vorazes", cujo primeiro filme estreou neste ano, e "Cinquenta Tons de Cinza", fenômeno erótico que vai ganhar uma versão cinematográfica.
Além destes, "Homem de Ferro 3", com estreia marcada para 16 de abril de 2013 no Brasil, vai tentar recuperar a franquia, que sofreu críticas após sua segunda parte e ganhou um novo diretor, Shane Black.
Marcadores:
batman,
homem aranha,
homem de ferro,
jogos vorazes,
matrix,
o poderoso chefão,
o senhor dos anéis,
piratas do caribe,
Star Wars,
toy story,
trilogia,
x-men
terça-feira, 15 de maio de 2012
Fracasso de John Carter derruba presidente da Disney
O presidente dos estúdios Disney, Rich Ross, pediu demissão nessa sexta-feira (20/4). O motivo seria o enorme fracasso de bilheteria da ficção científica John Carter. O executivo estava há 15 anos na Disney.
John Carter- Entre Dois Mundos deixou as contas da Disney no vermelho após causar um prejuizo de US 200 milhões - as perdas já devem ser sentidas neste terceiro trimestre. Apesar dos números negativos, no Brasil John Carter tem feito certo sucesso. O longa conseguiu se manter no topo das arrecadações por duas semana.
"Durante os últimos 15 anos, tive a oportunidade de trabalhar com pessoas incrivelmente talentosas para a marca mais amada do mundo", disse no comunicado oficial.
"No entanto, as melhores pessoas devem estar nos postos adequados, nos postos que as apaixonam, fazendo um trabalho que se beneficia de toda a gama de suas capacidades", acrescentou Ross.
"Já não considero que o cargo de presidente seja o mais adequado para mim profissionalmente. Por essa razão, tomei a difícil decisão de pedir demissão do cargo de presidente do The Walt Disney Studios, a partir de hoje".
Bob Iger, chefão da Walt Disney Co., falou sobre Ross: "Por mais de uma década, os instintos criativos de Rich Ross, sua perspicácia para os negócios e sua integridade pessoal renderam negócios importantes para a Disney".
"Sua visão e liderança abriram as portas da Disney em todo o mundo, fazendo da nossa marca parte da vida cotidiana para milhões de pessoas".
"Agradeço-lhe por suas diversas contribuições ao longo de toda a sua carreira na Disney e espero que tenha grande êxito em tudo o que escolher fazer", concluiu.
Baseado no romance A Princess of Mars, do escritor norte-americano Edgar Rice Burroughs, John Carter: Entre Dois Mundos foi lançado no 100º aniversário do personagem, que se vê em meio a uma Guerra Civil em Marte, planeta habitado por seres de cor verde e criaturas gigantescas.
O longa é dirigido por Andrew Stanton (Wall-E) e estrelado por Taylor Kitsch (X-Men Origens: Wolverine), Lynn Collins (O Mercador de Veneza), Samantha Morton (Minority Report – A Nova Lei) e William Dafoe (Homem-Aranha).
John Carter- Entre Dois Mundos deixou as contas da Disney no vermelho após causar um prejuizo de US 200 milhões - as perdas já devem ser sentidas neste terceiro trimestre. Apesar dos números negativos, no Brasil John Carter tem feito certo sucesso. O longa conseguiu se manter no topo das arrecadações por duas semana.
"Durante os últimos 15 anos, tive a oportunidade de trabalhar com pessoas incrivelmente talentosas para a marca mais amada do mundo", disse no comunicado oficial.
"No entanto, as melhores pessoas devem estar nos postos adequados, nos postos que as apaixonam, fazendo um trabalho que se beneficia de toda a gama de suas capacidades", acrescentou Ross.
"Já não considero que o cargo de presidente seja o mais adequado para mim profissionalmente. Por essa razão, tomei a difícil decisão de pedir demissão do cargo de presidente do The Walt Disney Studios, a partir de hoje".
Bob Iger, chefão da Walt Disney Co., falou sobre Ross: "Por mais de uma década, os instintos criativos de Rich Ross, sua perspicácia para os negócios e sua integridade pessoal renderam negócios importantes para a Disney".
"Sua visão e liderança abriram as portas da Disney em todo o mundo, fazendo da nossa marca parte da vida cotidiana para milhões de pessoas".
"Agradeço-lhe por suas diversas contribuições ao longo de toda a sua carreira na Disney e espero que tenha grande êxito em tudo o que escolher fazer", concluiu.
Baseado no romance A Princess of Mars, do escritor norte-americano Edgar Rice Burroughs, John Carter: Entre Dois Mundos foi lançado no 100º aniversário do personagem, que se vê em meio a uma Guerra Civil em Marte, planeta habitado por seres de cor verde e criaturas gigantescas.
O longa é dirigido por Andrew Stanton (Wall-E) e estrelado por Taylor Kitsch (X-Men Origens: Wolverine), Lynn Collins (O Mercador de Veneza), Samantha Morton (Minority Report – A Nova Lei) e William Dafoe (Homem-Aranha).
Marcadores:
Disney,
homem aranha,
john carter,
minority report,
rich ross,
the walt disney studios,
wall-e,
x-men origens: wolverine
Assinar:
Postagens (Atom)


