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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Segundo "O Hobbit" bate US$ 73,7 mi na estreia na América do Norte
O filme "O Hobbit: A Desolação de Smaug" arrecadou mais de US$ 73,7 milhões no primeiro fim de semana de exibição dos cinemas da América do Norte, segundo estimativa do mercado. As informações são do site da revista "Variety".
Produzido com um orçamento de US$ 250 milhões, o filme provavelmente será um dos recordistas de bilheteria do ano, já que os estúdios esperam vender US$ 1 bilhão em ingressos no mundo todo. O filme estreou em primeiro lugar no mercado americano, passando a animação "Frozen", da Disney.
No ano passado, o primeiro filme da trilogia, "O Hobbit: Uma Jornada Inesperada", bateu recorde de estreias em dezembro, com arrecadação de US$ 84,7 milhões no primeiro fim de semana. O recorde anterior pertencia a "Eu sou a Lenda", ficção com Will Smith que estreou em dezembro de 2007 acumulando US$ 77 milhões -- ainda acima do segundo "Hobbit".
No total, a primeira parte da série arrecadou mais de US$ 300 milhões nos cinemas dos Estados Unidos, e mais de US$ 1 bilhão no mundo todo.
"A Desolação de Smaug", o segundo da trilogia do diretor Peter Jackson baseada na obra de fantasia e aventura do escritor J. R. R. Tolkien, "O Hobbit", acompanha o hobbit Bilbo Bolseiro enquanto em sua perigosa busca com 13 anões até a Montanha Solitária, protegida por um dragão que expele fogo, Smaug.
O último filme da trilogia, "O Hobbit: Lá e de Volta outra Vez", chegará aos cinemas em dezembro de 2014.
Outros filmes
A animação "Frozen – O Reino de Gelo" ficou em segundo lugar nas bilheterias norte-americanas neste fim de semana, com US$ 22 milhões. "A Madea Christmas" aparece em terceiro, com US$ 16,2 milhões, seguido de "Jogos Vorazes – Em Chamas", que fez US$ 13,2 milhões.
Entre o fim de semana pós-feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos e a semana passada, "Jogos Vorazes" e "Frozen" lideravam a bilheteria no país.
Produzido com um orçamento de US$ 250 milhões, o filme provavelmente será um dos recordistas de bilheteria do ano, já que os estúdios esperam vender US$ 1 bilhão em ingressos no mundo todo. O filme estreou em primeiro lugar no mercado americano, passando a animação "Frozen", da Disney.
No ano passado, o primeiro filme da trilogia, "O Hobbit: Uma Jornada Inesperada", bateu recorde de estreias em dezembro, com arrecadação de US$ 84,7 milhões no primeiro fim de semana. O recorde anterior pertencia a "Eu sou a Lenda", ficção com Will Smith que estreou em dezembro de 2007 acumulando US$ 77 milhões -- ainda acima do segundo "Hobbit".
No total, a primeira parte da série arrecadou mais de US$ 300 milhões nos cinemas dos Estados Unidos, e mais de US$ 1 bilhão no mundo todo.
"A Desolação de Smaug", o segundo da trilogia do diretor Peter Jackson baseada na obra de fantasia e aventura do escritor J. R. R. Tolkien, "O Hobbit", acompanha o hobbit Bilbo Bolseiro enquanto em sua perigosa busca com 13 anões até a Montanha Solitária, protegida por um dragão que expele fogo, Smaug.
O último filme da trilogia, "O Hobbit: Lá e de Volta outra Vez", chegará aos cinemas em dezembro de 2014.
Outros filmes
A animação "Frozen – O Reino de Gelo" ficou em segundo lugar nas bilheterias norte-americanas neste fim de semana, com US$ 22 milhões. "A Madea Christmas" aparece em terceiro, com US$ 16,2 milhões, seguido de "Jogos Vorazes – Em Chamas", que fez US$ 13,2 milhões.
Entre o fim de semana pós-feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos e a semana passada, "Jogos Vorazes" e "Frozen" lideravam a bilheteria no país.
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Homens de Preto 3 tira Os Vingadores do topo das bilheterias americanas
Foram três semanas de liderança absoluta, mas os heróis da Marvel tiveram de se render às forças alienígenas. Calma, não estamos falando que Os Vingadores foram derrotados por Loki e suas tropas, mas que MIB– Homens de Preto 3 tomou a liderança nas bilheterias americanas.
Segundo a prévia do fim de semana divulgada hoje, o filme estrelado por Will Smith fez US$56 milhões entre sexta e domingo. Já a produção da Marvel manteve bons número mas caiu para o segundo lugar, com aproximadamente US$37 milhões de arrecadação.
Ambos os números devem aumentar consideravelmente devido ao feriado americano Memorial Day, que neste ano cai na segunda-feira, criando um fim de semana prolongado por lá.
Apesar da liderança, os números de Homens de Preto 3 decepcionaram o estúdio responsável pelo filme. A produção foi orçada em US$250 milhões, quase o dobro dos gastos com filme anterior da franquia, e mesmo com os ingressos inflacionados graças aos efeitos 3D, o longa não conseguiu números mais expressivos.
Por outro lado, Os Vingadores continua a fazer história e se tornou o filme que mais rápido ultrapassou a marca dos US$500 milhões em território americano, o longa precisou de apenas 23 dias. Com os US$37 milhões deste fim de semana, o filme já soma US$513 milhões e está próximo a ultrapassar Batman – O Cavaleiro das Trevas, que faturou US$533 milhões.
Já na bilheteria mundial, o longa somou cerca de US$100 milhões ao redor do mundo e está apenas a US$33 milhões de ultrapassar Harry Potter e as Relíquias da Morte- Parte 2. Os Vingadores deve se consolidar como a terceira maior arrecadação dos cinemas, ficando atrás apenas das produções de James Cameron: Titanic e Avatar.
terça-feira, 10 de abril de 2012
Independence Day

Independence Day foi um marco para o cinema. Não fez tanto barulho quanto Avatar, mas foi igualmente chocante, devido a sua proposta de invasão alienígena, que destrói o planeta (ok, primeiramente boa parte dos EUA), e por seus efeitos especiais extravagantes.
Fato é que não chega a ser uma produção ruim. Hoje temos opções melhores, e até mesmo a ideia de invasão já ficou tão comum, que qualquer outra produção que proponha isso deve se esforçar para não repetir algum filme das antigas. Independence Day virou referência nesse quesito. Creio ser difícil propor um filme de ficção científica sem esbarrar na ideia desse roteiro.
A parte gráfica é realmente surpreendente. Excelente áudio e excelentes efeitos especiais. E o elenco é um apanhado de bons atores, com destaque para Will Smith, Bill Pullman e Jeff Goldblum.
O roteiro não surpreende. É a velha máxima da cospiração interplanetária que também quer destruir a América (leia EUA). Nada contra. Em alguns casos funciona bem, e eles parecem gostar de fazer o papel de vítimas, só pelo prazer de reverter a situação e sair vitoriosos de qualquer situação controversa que possa aparecer. O que também funciona bem, já que o espectador curte essa linha de bandidos e mocinhos bem delineada, e com a vitória do bem, no final feliz.
No filme, uma raça alienígena envia gigantescas naves à Terra, que realizam poderosos ataques às principais cidades do planeta. Até que, quase derrotados, um grupo liderado pelo presidente dos Estados Unidos resolve contra-atacar.
Filme previsível, mas que garante boa dose de entretenimento. Elenco agradável, excelentes efeitos especiais e ótimo áudio. A história ganhou muitos concorrentes, mas virou referência por seu ineditismo na época. O filme parece se alongar demais, e por isso fica cansativo em algumas partes. É uma boa pedida para a matinê de sábado, ou como a TV a cabo costuma fazer, para a seleção de filmes do Natal.
FICHA TÉCNICA
Diretor: Roland Emmerich
Elenco: Will Smith, Bill Pullman, Jeff Goldblum, Mary McDonnell, Judd Hirsch.
Produção: Roland Emmerich
Roteiro: Roland Emmerich
Fotografia: Karl Walter Lindenlaub
Trilha Sonora: David Arnold
Duração: 145 min.
Ano: 1996
País: EUA
Gênero: Ficção Científica
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida
terça-feira, 16 de agosto de 2011
O Vizinho
Não dá pra levar a sério algumas pessoas que passam por situações tão contrangedoras ou, mesmo que duras, simplesmente sejam obrigadas a encarar crises de maneira passiva. Em O Vizinho, esse desconforto fica um pouco mais latente. Não é possível imaginar que alguém se deixe levar pela ignorância e invasão do seu espaço, ainda mais quando se trata de um vizinho.
Isso posto, vamos ao filme, que embora moroso e previsível cumpre bem o seu papel de thriller de suspense. Nenhuma grande surpresa. Um elenco esforçado, com um Samuel L. Jackson bancando o maluco. Uma direção eficaz, que não permite que a história se torne cansativa, e com sua narrativa acelerada, quase não consegue cansar seu espectador.
Filme com quatro atores e duas locações. Nada além disso. Não espere perseguições alucinantes pelas ruas da cidade, ou toneladas de personagens. Um filme econômico, mas eficaz, apesar disso.
A trama conta a história de um jovem casal que acaba de se mudar para a casa dos sonhos, na Califórnia, quando se tornam alvo do vizinho, que desaprova a união inter-racial. Um morador da vizinhança se denomina o vigilante da região e acaba de intrometendo na vida de todos. Essas intromissões acabam atrapalhando o casal.
O filme cumpre o prometido, mas não chega a ser uma grande pedida. Tem algumas tiradas interessantes, mas sempre passa a impressão de ser repeteco de outros filmes. Vale ser visto. Só não espere ficar com aquele gostinho de quero mais.
FICHA TÉCNICA
Diretor: Neil LaBute
Elenco: Samuel L. Jackson, Patrick Wilson, Kerry Washington, Regine Nehy, Jaishon Fisher, Jay Hernandez.
Produção: Will Smith, James Lassiter
Roteiro: David Loughery, Howard Korder
Fotografia: Rogier Stoffers
Trilha Sonora: Jeff Danna, Mychael Danna
Duração: 110 min.
Ano: 2008
País: EUA
Gênero: Suspense
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida
Estúdio: Overbrook Entertainment
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
E agora, Daniel Sam?

O remake do filme Karate Kid de 1984 é uma agradável surpresa. Com um elenco cativante, ótima fotografia, e belíssimas locações, o filme supera as expectativas e não deixa feio para o seu original de 1984.
Embora o original tivesse um tom mais romântico e melancólico, passional até, existia todo um cuidado na tratativa da relação entre o Sr. Miyagi (Pat Morita) e Daniel Larusso (Ralph Macchio), pra dar aquela impressão do respeito oriental.
A nova versão tem locações maravilhosas, lugares lindíssimos. Retratando a China de um jeito bastante especial. E o cuidado com os detalhes é muito parecido. Mesmo com mais de duas horas de filmes, a impressão que fica é que alguns detalhes poderiam ser melhor explicados, ou mais detalhados.
O filma, na verdade, é uma releitura muito feliz do original. Vários elementos foram alterados, e transportados para a realidade atual, sem abusar de elementos digitais (embora ocorram alguns efeitos especiais, mas sem abusos).
Jaden Smith mostra grande evolução como ator, e Jackie Chan em um papel mais dramático não deixa nada a desejar. No mais, o elenco não possui outras caras muito conhecidas.
No filme, Dre (Jaden Smith) vai com sua mãe para a China contra a sua vontade para que ela possa trabalhar. Ele não conhece a língua e tem dificuldades de se relacionar com as crianças de lá. O jovem sofre agressões verbais e psicológicas que não demoram a chegar à agressão física. Ele, então, conhece Mr. Han (Jackie Chan), que se oferece para lhe ensinar mandarim e artes marciais.Alguns elementos são meio estranhos, como o fato de uma mãe solteira, trabalhadora de uma fábrica de automóveis, ser transferida para a China com o seu filho, sem saber o idioma local. É aquela velha máxima do americano que só quer falar inglês mesmo não estando em terras que tenham o inglês como idioma.
Ou a briga cabeluda que rola logo que Dre conhece a sua "namoradinha" chinesa. O pau que o garoto toma é cavernoso, mas sai apenas com um olho roxo, e no dia seguinte já tá novo, de novo. Engraçado também é o fato de o filme agora ser realmente protagonizado por adolescentes (ou semi adolescentes) enquanto que à época a produção usava atores de mais idade se passando por jovenzinhos.
Um belo filme, que surpreende e agrada. Não é um daqueles filmes para crianças ou adolescentes, pode ser visto por toda a família. Melhor ainda, pois os mais velhos poderão perceber e apontar as inúmeras diferenças entre as duas versões. Mesmo para os que não eram fãs do filme de 84, não existe muita relação, portanto, podem assistir sem grilo de ficar com a sensação de estar assistindo o mesmo filme com atores diferentes. Uma boa pedida para o vídeo em família da tarde de sábado ou domingo.
FICHA TÉCNICA
Diretor: Harald Zwart
Elenco: Jaden Smith, Jackie Chan, Taraji P. Henson, Wenwen Han, Rongguang Yu, Zhensu Wu, Zhiheng Wang, Jared Minns, Shijia Lü
Produção: Dany Wolf, Jada Pinkett Smith
Roteiro: Michael Soccio
Fotografia: Roger Pratt
Trilha Sonora: Atli Örvarsson
Duração: 140 min.
Ano: 2010
País: EUA
Gênero: Ação
Cor: Colorido
Distribuidora: Sony Pictures
Estúdio: Columbia Pictures / China Film Group / Overbrook Entertainment / Jerry Weintraub Productions
Classificação: 10 anos
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Hansmith...

Mais um belo filme de Will Smith. Com boas doses de ação, humor, efeitos especiais na medida, uma bela fotografia, e um elenco bem balanceado.
No filme, um super-herói beberrão e mulherengo acaba caindo numa cidade grande e começa a namorar uma dona de casa local. Seus problemas começam quando ele descobre que ela é esposa de um relações-públicas que, depois de ser salvo pelo herói, resolve ajudá-lo a melhorar sua imagem.
Uma boa ideia de roteiro que funciona bem, combinado à atuação de Smith (que lembra bastante seu jeito mais "descolado" como seu papel em Homens de Preto). Num elenco que conta ainda com Charlize Theron, Jason Bateman, Darrell Foster e Lauren Hill.
É uma produção descompromissada, que diverte e entretem no tempo certo. Não se alonga demais, nem se perde em lições de moral obscuras. Na verdade, acredito até que cumpra mais do que promete. Uma boa pedida de filme pra toda família e pra qualquer momento. Se bobear, vale até o repeteco.
FICHA TÉCNICA
Diretor: Peter Berg
Elenco: Will Smith, Jason Bateman, Charlize Theron, Daeg Faerch, Darrell Foster, Lauren Hill, Valerie Azlynn, Kate Clarke, Lily Mariye, David Mattey.
Produção: Will Smith, Akiva Goldsman, James Lassiter, Michael Mann
Roteiro: Peter Berg, John August, Vince Gilligan, Akiva Goldsman, Vincent Ngo
Fotografia: Tobias A. Schliessler
Duração: 92 min.
Ano: 2008
País: EUA
Gênero: Ação
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida
Estúdio: Overbrook Entertainment
Classificação: 12 anos
Diretor: Peter Berg
Elenco: Will Smith, Jason Bateman, Charlize Theron, Daeg Faerch, Darrell Foster, Lauren Hill, Valerie Azlynn, Kate Clarke, Lily Mariye, David Mattey.
Produção: Will Smith, Akiva Goldsman, James Lassiter, Michael Mann
Roteiro: Peter Berg, John August, Vince Gilligan, Akiva Goldsman, Vincent Ngo
Fotografia: Tobias A. Schliessler
Duração: 92 min.
Ano: 2008
País: EUA
Gênero: Ação
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida
Estúdio: Overbrook Entertainment
Classificação: 12 anos
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