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quinta-feira, 2 de maio de 2013

Netflix perde licença de quase 2 mil filmes nos EUA


Empresa afirmou que qualidade é mais importante que quantidade
Foto: Paul Sakuma/AP

O Netflix, serviço de streaming de vídeo, cancelou contratos de exbição de 1.794 filmes nos EUA nesta quarta-feira. De acordo com o site “Mashable”, a empresa perdeu o direito de exibir diversos títulos detidos pela Warner Bros., MGM e Universal. Segundo a assessoria de imprensa da empresa no Brasil, a mudança não afeta o catálogo nacional. Em testes na redação do GLOBO, não foi possível acessar alguns filmes da franquia “007”, que estavam disponíveis na semana passada, por exemplo, e estariam entre as baixas do serviço nos EUA. A empresa afirmou que o problema não está relacionado à movimentação nos EUA e pode ser pontual, decorrente de alguma falha técnica.

Segundo o “Mashable”, a decisão dos estúdios em cancelar os contratos é estratégica. As empresas planejam lançar, no mercado americano, um serviço próprio de streaming chamado “Warner Archive Instant”, onde será possível ter acesso aos filmes antes disponíveis no Netflix. A previsão é que a assinatura seja de US$ 10 mensais. Não há informações sobre disponibilidade no Brasil.

A companhia, que não divulga o número exato de atrações — a lista costuma variar semanalmente — afirmou que a quantidade é menos importante que a qualidade dos títulos disponibilizados. Em entrevista ao “Mashable”, Joris Evers, diretor global de comunicações do Netflix afirmou que 500 títulos seriam adicionados nesta quarta-feira no catálogo americano.

— Somos seletivos sobre o que disponibilizamos. Sempre usamos nossas informações sobre o que nossos assinantes gostam de assistir para decidir o que estará no Netflix. Nossa meta é oferecer um mix que agrade nossos assinantes, em vez de tentar ser um distribuidor amplo — disse Evers.

Empresa planeja mais séries originais

Em entrevista ao site “Stuff” publicada nesta quarta-feira, o diretor de conteúdo da empresa, Ted Sarandos, admitiu que “pode levar anos” para que os catálogos internacionais sejam atualizados no mesmo ritmo que o dos EUA. O executivo ressaltou, no entanto, que todas as produções originais do Netflix, como “House of Cards”, estão em cartaz para assinantes de todos os 40 países que contam com o serviço.

Em relação aos planos futuros, Sarandos adiantou a possibilidade de reviver séries antigas, como “Buffy, a Caça-Vampiros”, e o investimento em mais títulos originais, como “Arrested Development”, assinada por Ron Howard, que estreia em 26 de maio, e "Orange is the new Black", prevista para julho.

O próximo passo poderia ser uma série baseada na saga de livros “A Torre Negra”, de Stephen King, que estaria sendo negociada com Howard.

— Conversei com Ron sobre isso. A última vez que falamos sobre isso, a coisa seria lançada pela HBO, mas o projeto não está mais lá. Depois que “Arrested Development” for lançado, vamos voltar a falar sobre o assunto — disse o diretor de conteúdo ao “Stuff”.

Segundo empresa, cancelamento dos contratos não afetou catálogo brasileiro

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/tecnologia/netflix-perde-licenca-de-quase-2-mil-filmes-nos-eua-8267311#ixzz2SA9ZlOws

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Das páginas para as telas: quem são os autores mais adaptados da História?


Na edição de junho da revista Monet, foi publicada uma matéria sobre Stephen King e suas adaptações para os meios audiovisuais. E não são poucas: devido à sua popularidade e garantia de sucesso, King mantém o título do autor vivo mais adaptado para cinema e TV. Mas se formos levar em conta seus colegas escritores que já passaram para “o lado de lá”, ele cai feio: vai para a 18ª posição. Quem, então, seria o autor mais adaptado da História dos meios audiovisuais?
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Não é de se surpreender que William Shakespeare (Romeu e Julieta), ocupe a primeira posição. O autor que é provavelmente o mais conhecido da Literatura ganha de lavada dos seus “adversários”, com 891 obras baseadas em seus escritos. Vale lembrar que a base de comparação aqui é o registro da cada um no IMDB como writer, e logo isso inclui de curtas a filmes caseiros, passando por mega-produções e até jogos de video-game, qualquer coisa que utilize meramente o texto ou personagens de um autor. Pode não ser um mundo ideal, mas continua sendo um banco de dados extremamente confiável para termos ideia de quem é o mais amado na hora de se passar uma obra das páginas para as telas.

Aqui estão, portanto, os 20 finalistas. Mas não se envergonhe se você não reconhecer alguns desses nomes! Depois do nosso ranking colorido (que você confere abaixo), colocamos a lista por escrito, com uma adaptação de cada escritor e o link para o IMDB, onde você pode mergulhar em suas obras à vontade!


1. William Shakespeare (Romeu e Julieta) 2. Anton Chekhov (Tio Vânia em Nova York) 3. Charles Dickens (Oliver!) 4. Edgar Allan Poe (Histórias Extraordinárias) 5. Alexandre Dumas (O Homem da Máscara de Ferro) 6. Robert Louis Stevenson (Planeta do Tesouro) 7. Arthur Conan Doyle (Sherlock Holmes) 8. Hans Christian Andersen (A Pequena Sereia) 9. Os Irmãos Grimm (Enrolados) 10. Molière (Don Juan) 11. Edgar Wallace (King Kong) 12. O. Henry (In Old Arizona) 13. Oscar Wilde (Dorian Grey) 14. Fyodor Dostoevsky (The Brothers Karamazov) 15. Victor Hugo (O Corcunda de Notre Dame) 16. Leo Tolstoy (Guerra e Paz) 17. Júlio Verne (Viagem ao Centro da Terra) 18. Stephen King (Um Sonho de Liberdade) 19. Georges Simenon (Maigret) 20. Agatha Christie (O Vingador Invisível)

Por Marina Jankauskas, em 29/06/2012, no link http://revistamonet.globo.com/coluna/2012/06/29/das-paginas-para-as-telas-quem-sao-os-autores-mais-adaptados-da-historia/