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sexta-feira, 11 de abril de 2014

Marvel ultrapassa Harry Potter e Star Wars, tornando-se a franquia de maior sucesso do cinema

Caso alguém ainda não esteja convencido do grande impacto dos filmes da Marvel no cinema, os números acabam de comprovar mais uma façanha dos estúdios: com a estreia recorde de Capitão América 2 - O Soldado Invernal, o Universo Cinematográfico da Marvel acaba de ultrapassar as séries Harry Potter, Star Wars e James Bond, tornando-se a franquia mais lucrativa do mundo.


Esses números, no entanto, dizem respeito apenas às bilheterias americanas (considerando os números do mundo inteiro, Harry Potter ainda tem US$2 bilhões de vantagem em relação à Marvel), e não foram ajustados à inflação. Se fossem ajustados aos caros ingressos de hoje, Star Wars e os 24 filmes da saga James Bond ganhariam vantagem. Mesmo assim, esse é só o começo para a Marvel, que ainda deve faturar muito com Capitão América 2 e Guardiões da Galáxia este ano, além de poder quebrar novos recordes com o muito aguardado Os Vingadores 2 em 2015.

Enquanto isso, as demais franquias só possuem um filme agendado para 2015: Harry Potter traz Animais Fantásticos e Onde Habitam, Star Wars terá um episódio VII e James Bond ganha seu episódio 24. Ou seja, a distância da Marvel para os concorrentes tende a aumentar.

Confira os números nos Estados Unidos das dez maiores franquias do cinema:
1. Universo cinematográfico da Marvel (nove filmes): US$2,4 bilhões
 2. Harry Potter (oito filmes): US$2,3 bilhões
 3. Star Wars (sete filmes): US$1,918 bilhão
 4. James Bond (vinte e quatro filmes): US$1,1912 bilhão
 5. Batman (oito filmes): US$1,8 bilhão
 6. O Senhor dos Anéis (seis filmes): US$1,6 bilhão
 7. Shrek (cinco filmes): US$1,4 bilhão
 8. Homem-Aranha 2 (quatro filmes): US$1,37 bilhão
 9. Crepúsculo (cinco filmes): US$1,36 bilhão
 10. Piratas do Caribe (quatro filmes): US$1,2 bilhão

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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Valente

Existem algumas situações, ou acontecimentos que transformam uma produção e fazem dela algo especial. Na parceria entre Disney e Pixar (ambos Disney, agora), o histórico é positivo. Foram grandes e atraentes animações, que reciclaram e transformaram o gênero. Mas ultimamente, ou desde que a Disney comprou a Pixar, as coisas não funcionam tão bem assim.

Valente é uma animação maravilhosa. Desenho de primeiríssima qualidade, com detalhes riquíssimos, cores vibrantes, e que agrega à história, personagens ricos e divertidíssimos. Mas quem vê o trailer, ou mesmo a capa do filme, imagina uma situação completamente diferente. É possível confundir a trama com a de Mulan, desenho animado, também da Disney, que conta a história de uma garota que cresce em um mundo masculino e quer mudar as tradições. Quer fazer parte do exército, e batalhar. Ok, as histórias não se parecem nem um pouco, talvez apenas pelo desejo de mudar as tradições, mas era de se esperar que Valente fosse uma produção com mais força, com mais apelo, com um roteiro muito mais intenso.

Não, a história não é ruim. O filme segue uma narrativa mais lenta e cansativa. Demora para engrenar. Se apega a detalhes e ao valor da mensagem. Mensagem de muito valor, diga-se de passagem. Perde a oportunidade de envolver e investir nas tiradas mais engraçadas, comum nas animações, e ganhar de vez o seu público. Como aconteceu em Enrolados. Mas essa lentidão, essa falta de graça e, até mesmo da valentia que dá nome à produção, torna o filme um pouco confuso. A ponto de assustar algumas das crianças da sala de cinema, pela força de certos personagens e passagens mais intensas. E fazer com que alguns adultos perguntem se o filme quer vender a ideia de que os filhos devem enfrentar seus pais. Nenhuma das duas situações está correta. O filme é muito mais profundo do que é possível imaginar, e por isso mesmo perde um pouco daquela ligação com as animações que comumente assistimos. Não é um primor, mas tende a ter características de muitas produções Disney. Daquelas que preferem vender uma mensagem positiva, a um momento de puro entretenimento.

Tecnicamente o filme é maravilhoso. Detalhes riquíssimos e personagens que agradam em cheio. Algumas tiradas engraçadas são, de fato, muito boas, e fazem todos rirem. Outras, que poderiam ser melhor exploradas, perdem força, e deixam o filme lento e desanimado. É o caso dos irmãos da princesa Mérida. Três garotos endiabrados que poderiam gerar muitos momentos de muitas risadas, mas que são pouco explorados na história. Têm um importante papel, mas os produtores, ou o diretor, perdem a oportunidade de lhes dar uma chance de transformar a trama.

No filme, Mérida (Keely Macdonald) é uma habilidosa e impetuosa arqueira, filha do rei Fergus (Billy Connolly) e da rainha Elinor (Emma Thompson). Determinada a trilhar o próprio caminho, ela desafia um antigo costume considerado sagrado pelos ruidosos senhores da terra: o imponente lorde MacGuffin (Kevin McKidd), o carrancudo Lorde Macintosh (Craig Ferguson) e o perverso lorde Dingwall (Robbie Coltrane). Involuntariamente, os atos de Mérida desencadeiam o caos e a fúria no reino e, quando ela se volta para uma velha feiticeira (Julie Walters) em busca de ajuda, tem um desejo mal-aventurado concedido. Os perigos resultantes a forçam a descobrir o significado da verdadeira valentia para poder desfazer o brutal curso dos acontecimentos, antes que seja tarde demais.


Uma animação interessante, diferente daquelas que costumam pulular pelos cinemas. Parece investir na mensagem da história, e perde pelo menos metade do filme explicando e dando detalhes que são desnecessários e chatos. Técnica perfeita, com muitos detalhes e cores enriquecem a produção, que perde força com sua história cheia de firulas que não valeriam tanta intensidade. Ainda assim, com boas sacadas de graça e com uma moral da história de muito valor. Pra assistir, mas sem a pretensão de ser como outras animações atuais, como Shrek, Madagascar, A Era do Gelo, entre outros.


Ainda em tempo, em Walt Disney - O triunfo da Imaginação Americana, Neal Gabler coloca em um dos capítulos, que Disney não se preocupava em fazer filmes para as crianças (já falei um pouco a respeito disso no blog). Creio ser o caso de Valente. Claro que Walt Disney já se foi, mas parece que sua influência cultural ainda é muito forte em algumas das produções que levam a assinatura de seus estúdios. Valente parece mesmo não ser um desenho para as crianças.


FICHA TÉCNICA
Diretor: Mark Andrews, Brenda Chapman
Elenco: Kelly Macdonald, Emma Thompson, Kevin McKidd, Billy Connolly, Robbie Coltrane, Julie Walters, John Ratzenberger, Craig Ferguson
Produção: Katherine Sarafian
Roteiro: Brenda Chapman, Irene Mecchi
Trilha Sonora: Patrick Doyle
Ano: 2012
País: EUA
Gênero: Animação
Cor: Colorido
Distribuidora: Disney
Estúdio: Pixar Animation Studios / Walt Disney Pictures

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Gato de botas



Antes de tudo, é importante que a gente separe o Gato de Botas companheiro de Shrek, do Gato de Botas protagonista do seu próprio filme. Embora seja o mesmo personagem, as duas histórias são bastante distintas, independentes, e agradam de maneira bastante parecida, se observarmos alguns detalhes.

Avaliando a sequência de Shrek, tanto o Burro quanto o Gato ganharam tanta importância, que até salvaram o filme de Shrek. O último episódio, por exemplo, não fossem os dois "coadjuvantes", o filme não teria graça nenhuma. E, por se tratar de um filme de Shrek, é isso mesmo... um filme de Shrek. Com seu humor mais escrachado, Shrek ficou marcado por ironizar outros contos de fadas.

Gato de botas entra numa linha parecida, mas com um apelo totalmente independente ou, se preferir, sob uma nova perspectiva. O filme é menos apelativo, mas igualmente bem humorado. Sua qualidade gráfica e técnica fez com que fosse um destaque entre as animações em 2011. Seus personagens são igualmente divertidos, e se sustenta no jeitão despojado e galante do gato, que é enriquecido com a excelente dublagem de Antonio Banderas.

A história é bastante agradável, sem exageros, e atrai todas as faixas de público. Veloz, sem detalhes desnecessários, e nada previsível. Boas piadas, sem apelar para bobagens sem sentido. O roteiro é inteligente e faz com que o espectador se sinta fazendo parte do filme.

No filme, muito antes de conhecer Shrek, o notório lutador e sedutor Gato de Botas (voz de Antonio Banderas) torna-se um herói ao sair em uma aventura com a durona e malandra Kitty Pata-Mansa (Salma Hayek) e o astuto Humpty Alexandre Dumpty (Zach Galifianakis) para salvar sua cidade. Complicando a situação, os fora da lei Jack (Billy Bob Thorton) e Jill (Amy Sedaris) fazem de tudo para ver o Gato de Botas e seu bando fracassarem. Essa é a verdadeira história do Gato, do Mito, da Lenda... e, é claro, das Botas.

Agradável, divertido, inteligente, com ótimos personagens, ótimas sequências, humor na medida certa e uma história que não deixa resquicios para uma provável sequência (não que não possa haver alguma). O filme começa e termina, sem dar aquela atmosfera broxante de que você precisa esperar pelo menos mais um ano pra saber o resto da história. Excelente pedida para toda a família, em qualquer sessão de vídeo. Pra assistir e repetir. Classe A!!!!!

FICHA TÉCNICA
Diretor: Chris Miller
Elenco: Vozes na versão original de: Antonio Banderas, Salma Hayek, Zach Galifianakis, Billy Bob Thornton, Amy Sedaris, Constance Marie, Guillermo del Toro
Produção: Joe M. Aguilar, Latifa Ouaou
Roteiro: Brian Lynch, David H. Steinberg, Tom Wheeler, Jon Zack, Will Davies, baseado no personagem de Charles Perrault
Fotografia: - Animação -
Trilha Sonora: Henry Jackman
Duração: 90 min.
Ano: 2011
País: EUA
Gênero: Animação
Cor: Colorido
Distribuidora: Paramount Pictures Brasil
Estúdio: DreamWorks Animation
Classificação: Livre

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Space Chimps - Micos no Espaço



Essa não é uma animação nova, mas lembrei dela ao saber que sua continuação já foi produzida. Não se trata de uma obra Disney, ou com o mesmo sucesso de Shrek, Madagaskar ou até mesmo de O Bicho vai Pegar, mas não deixa a desejar. Cumpre bem o seu papel de entreter. Principalmente para os baixinhos.

Tudo é muito colorido, com bons detalhes, e personagens divertidos. Tiradas engraçadas e bons diálogos. O filme garante boas risadas. Até mesmo para o público mais experiente. Não consegue igualar seus concorrentes em qualidade técnica, mas supera isso com o seu rico conteúdo.

O filme conta aventura sobre três chimpanzés da Nasa - Ham (voz de Andy Samberg), Luna (Cheryl Hines) e Titan (Patrick Warburton) - que são chamados para descobrir vidas alienígenas e eles terão que juntar todas as forças e aprender a conviver com suas diferenças para derrotar os vilões do espaço.

Uma animação bastante divertida, que cumpre bem o seu papel de entreter. Com uma narrativa bastante rápida, simplicidade, bons personagens e, acima de tudo, inteligência. Excelente pedida para quem procura um filme engraçado na medida certa e que vende exatamente o que promete. Vale assistir e até repetir.

FICHA TÉCNICA
Diretor: Kirk De Micco
Elenco: Kristin Chenoweth, Patrick Warburton, Cheryl Hines, Stanley Tucci, Jeff Daniels, Andy Samberg, Kenan Thompson, Omid Abtahi
Produção: Barry Sonnenfeld, John H. Williams
Roteiro: Kirk De Micco, Robert Moreland
Fotografia: Jericca Cleland
Trilha Sonora: Chris P. Bacon
Duração: 81 min.
Ano: 2008
País: EUA
Gênero: Animação
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida
Estúdio: Vanguard Animation
Classificação: Livre

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Paramount anuncia novo departamento dedicado a animações



O estúdio Paramount anunciou nesta quarta-feira (6/7) que está inaugurando uma nova divisão na empresa dedicada à criação de animações, a Paramount Animation. Ela realizará filmes anualmente com orçamentos superiores a US$ 100 milhões.

Atualmente, a Paramount distribui as franquias de animação da DreamWorks, como Shrek, Kung Fu Panda, Madagascar e Como Treinar o seu Dragão, mas o estúdio não se envolvia na história e no desenvolvimento dos filmes. A expectativa é que as produções da Paramount Animation sejam realizadas integralmente por sua própria equipe criativa.

A primeira investida da companhia no setor foi Rango, animação dirigida por Gore Verbinski (Piratas do Caribe - No Fim do Mundo) e cujo personagem principal foi dublado por Johnny Depp (O Turista). O filme lucrou US$ 240 milhões mundialmente, dando certeza à empresa sobre a nova empreitada.

Segundo anúncio oficial, a decisão é resultado de um processo de seis anos trabalhando com marketing e distribuição na área, fazendo com que a criação de uma divisão específica para a elaboração dos desenhos fosse o "próximo passo lógico" para a empresa.

O primeiro lançamento oficial da Paramount Animation, que pode ser a adaptação dos quadrinhos The New Kid, está previsto para 2014.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Total de 2010 confirma recorde para cinema brasileiro


Público aumentou 60% e renda, 71% em relação a 2009; bilheteria geral também teve avanço e salas 3D quase triplicaram

O cinema brasileiro teve um desempenho histórico em 2010. De acordo com o portal especializado Filme B, o público para filmes nacionais teve aumento de 60% em comparação a 2009, pulando para 25,5 milhões de espectadores, o maior da retomada. A bilheteria alcançou expansão ainda maior: 71%, total de R$ 225 milhões.

Três longas produzidos no país entraram no Top 10 do ano – o recordista "Tropa de Elite 2" na primeira posição, "Nosso Lar" e "Chico Xavier". Com isso, a particação do cinema nacional no mercado foi de 19%, o segundo melhor índice da década, ficando atrás somente de 2003 (22%).

Apesar de apresentar queda de público de 12,6% em dezembro – o único mês em que isso aconteceu –, o ano foi de comemoração para o circuito exibidor. No total, foram 134,8 milhões de ingressos vendidos (+20%) e bilheteria de R$ 1,26 bilhão (+30%).
A explosão de salas com tecnologia 3D está relacionada a esse desempenho. O total de cinemas aparelhados saltou de 97 em janeiro para 262 em dezembro, aumento de 150%. A expansão só não foi maior pela falta de equipamentos disponíveis no mercado. A multiplicação de salas teve reflexo no faturamento, já que os ingressos são mais caros do que nas salas convencionais: R$ 244 milhões, alta de 230%.
Veja abaixo a lista dos 10 filmes campeões de bilheteria no Brasil em 2010:
1. "Tropa de Elite" – renda: R$ 102,5 milhões; público: 11,01 milhões
2. "Avatar" – renda: R$ 72,8 milhões; público: 5,98 milhões
3. "Shrek para Sempre" – renda: R$ 70,4 milhões; público: 7,36 milhões
4. "Saga Crepúsculo: Eclipe" – renda: R$ 53,8 milhões; público: 6,23 milhões
5. "Alice no País das Maravilhas" – renda: R$ 47,9 milhões; público: 4,34 milhões
6. "Toy Story 3" – renda: R$ 42,2 milhões; público: 4,34 milhões
7. "Alvin e os Esquilos 2" – renda: R$ 38,8 milhões; público: 5,15 milhões
8. "Harry Potter e Relíquias da Morte - Parte 1" – renda: R$ 37,6 milhões; público: 4,41 milhões
9. "Nosso Lar" – renda: R$ 36,1 milhões; público: 4,05 milhões
10. "Chico Xavier" – renda: R$ 30,3 milhões; público: 3,41 milhões

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Shrek: A Evolução


Falar de um personagem que fez (e ainda faz) tanto sucesso é bastante complexo. Ainda mais quando a sua sequência não consegue acompanhar a qualidade de suas edições anteriores. Na verdade, percebo em muitas continuações uma perda de qualidade. Talvez, mais por não conseguir acompanhar fatos e detalhes iniciais, e ter que partir para uma nova trama, muitas vezes alterando a personalidade dos seus personagens, enfraquecendo assim as histórias seguintes.

Shrek conseguiu se tornar sinônimo de diversão. Principalmente por ironizar tantas outras produções, e associar de forma tão competente sua história à trilha sonora.

Neste quarto episódio, o último, de acordo com os seus produtores, Shrek sai um pouco dessa zona rebelde e de crítica ao padronizado, e assume uma postura mais leve, numa trama que não repete a dose de ação anterior, e exagera nos detalhes enfadonhos.

Não, Shrek para Sempre não é o pior episódio da série, mas ficou longe das duas primeiras versões, que causaram mais espanto e tinham muito mais qualidade.

Na quarta aventura do ogro verde nas terras do reino do Tão Tão Distante, Shrek está em crise por não ser mais o ogro assustador de sempre. Para recuperar sua fama de malvado, ele firma um pacto com Rumpelstiltskin. Tudo dá errado, Rumpelstiltskin assume o reino e Shrek tem de enfrentar como seria a vida em Tão Tão Distante se as pessoas não o tivessem conhecido.

Ainda é uma produção divertida, mas perde bastante qualidade e assume uma posição de despedida, que se salva com as excelentes tiradas do burro e do gato de botas.

Vale assistir, principalmente para ver o prometido desfecho da série. Nem pelo tom de despedida a qualidade da animação foi perdida. Continua sendo uma grande pedida para o público de qualquer idade e para ser assistido a qualquer momento.

FICHA TÉCNICA
Diretor: Mike Mitchell
Elenco: Vozes no original de: Cameron Diaz, Antonio Banderas, Eddie Murphy, Mike Myers, Julie Andrews, Justin Timberlake.
Produção: Teresa Cheng, Gina Shay
Roteiro: Josh Klausner, Darren Lemke
Fotografia: Yong Duk Jhun
Trilha Sonora: Harry Gregson-Williams
Duração: 93 min.
Ano: 2010
País: EUA
Gênero: Animação
Cor: Colorido
Distribuidora: Paramount Pictures Brasil
Estúdio: DreamWorks Animation / DreamWorks SKG / Pacific Pictures SRL
Classificação: Livre

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Fim de Férias

Olá pessoal!!! Estou de volta... depois de curtas férias... mas que foram suficientes para renovar o guarda-roupas de filmes. Confesso que foi um período bastante conturbado. A ponto de eu ter quase certeza de não ter visto nenhum lançamento espetacular. Vi alguns bons filmes. Pude rever bons clássicos. Mas de novidade mesmo, acho que só Prince of Persia se salvou como destaque positivo. Do lado ruim, fiquei decepcionado com os infantis Shrek (final) e Nanny McPhee. Mas nos próximos dias você terá uma avaliação completa desses e de muitos outros filmes. Até mais!