Jovens atores de Hollywood têm um novo obstáculo a enfrentar em suas carreiras: executivos de estúdios que patrulham o Twitter, o Facebook e outras redes sociais, ameaçando processar artistas iniciantes que falem demais.
Canais como Disney Channel, Nickelodeon e Cartoon Network costumam monitorar posts do seu elenco para evitar mensagens que atrapalhem seus programas junto às instáveis plateias juvenis, segundo agentes de casting e empresários de atores.
As emissoras ordenam a retirada de postagens que revelem muito sobre personagens, reviravoltas dramáticas e escalação de elenco, ou que ofendam anunciantes. O mesmo vale para jovens atores que buscam a carreira sobre o palco ou no cinema.
Lynn Sher Carol, agente de atores-mirins em Hollywood e na Broadway, afirmou que uma cliente sua perdeu um trabalho depois de divulgar, antes do anúncio oficial, sua escalação para um papel na Broadway.
"Eles retiraram a oferta. Foi devastador", contou. "Enviei um aviso a todos os meus clientes por causa das preocupações dos estúdios e agências de publicidade sobre as redes sociais."
Contratos
Essas restrições na internet valem, naturalmente, também para artistas adultos. A entidade de classe SAG-Aftra, que abrange 150 mil atores, tornou as limitações temas de suas negociações contratuais coletivas, segundo um advogado de agências de propaganda que trabalha com os canais.
"Tentamos ver os tuítes deles. Se vemos coisas que nos preocupam, as abordamos com (os atores)", admitiu a vice-presidente de talentos e elenco do Cartoon Network, Sharon Lieblein, da Time Warner Inc. Ela diz que frequentemente pede a artistas-mirins que apaguem postagens do Facebook ou Twitter.
Um desses casos, disse Lieblein, envolveu uma mensagem em que um jovem astro chamava de "nojenta" a rede de casas de sucos Jamba Juice. "Achei que poderia ser um patrocinador importante", disse ela.
Já o Disney Channel nega ter uma política impositiva, e diz que prefere atuar no treinamento para o uso das redes sociais. "As crianças são o nosso negócio. Sabemos que seu primeiro instinto é ir para as redes sociais", disse a vice-presidente de talentos, elenco e relações com talentos, Judy Taylor.
Recentemente, a Disney instruiu os atores de "Good Luck Charlie" a não darem pistas sobre os planos para a chegada de um novo bebê à família de protagonistas. Taylor disse que a emissora sempre repete sua orientação de "pensar antes de tuitar". "Essas coisas já aconteceram no passado, e por isso têm acontecido cada vez menos agora."
O Nickelodeon, do grupo Viacom, afirmou que suas políticas evoluíram conforme as redes sociais se popularizaram. "Esperamos que nossos talentos exerçam a discrição em todos os aspectos da sua vida", disse o porta-voz do canal, George Cabico.
Por Sue Zeidler, em 12/09/2012, no link http://cinema.uol.com.br/ultnot/reuters/2012/09/12/estudios-monitoram-atores-mirins-para-que-eles-nao-falem-demais-nas-redes-sociais.jhtm
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Um tiro que não deu certo
Estranho ver Gene Hackman estrelando uma comédia. Ainda mais uma comédia que nem tem tanto de comédia assim. E em várias passagens fica evidente que o tom da graça é um tanto quanto esquisito, mesmo para a época de lançamento da produção. Ver Dan Aykroyd bancando o maluco pode até ser normal, mas um maluco que faça sentido na trama, e não um maluco que não acrescenta nada a ela.
O filme, tirando os dois grandes astros, se limita às suas interpretações e à sua correlação com o resto do elenco. Parece mesmo uma grande peça de teatro, em que o que vale são os incansáveis diálogos. Nesse ponto, o filme é bastante cansativo, e nem as cenas de ação ajudam. Toda a perseguição e a tentativa de tornar o filme mais animado se frustram na trama confusa e pouco elaborada.
É uma daquelas produções com cara de sessão da tarde, que mesmo recheada de intervalos comerciais, pouco mudaria. Seu roteiro é fraco, e em algumas passagens você pode jurar que Gene Hackman quer rir da situação em que é colocado, mas logo em seguida consegue recuperar a concentração e seguir em frente com a cena.
No filme, Aykroyd é um brilhante detetive de polícia que sempre esconde sua verdadeira identidade. Mas ele não está disfarçado, ele é realmente esquizofrênico! Juntos, Hackman, Aykroyd e suas múltiplas personalidades lidam com um desnorteante assassinato que lhes remete a Adolph Hittler.O FBI e o serviço secreto de Israel não conseguem resolver o caso, mas eles não têm as várias personalidades de Aykroyd em seu time.
Uma produção diferente, mas com um conjunto muito fraco. Mesmo com a presença de dois grandes atores, o filme não consegue alavancar vôo e o resultado final é decepcionante. Cansativo, sem graça, sem sentido, e desengonçado. Não consegue oferecer nem um sorriso torto por suas piadas estranhas e mal colocadas. Com certeza existem ofertas melhores no gênero comédia. Se não quiser perder seu tempo, fique longe.
Ficha Técnica
País: Estados Unidos
Gênero: Comédia
Ano de produção: 1990
Duração: 94 Min.
Produtora: Columbia Pictures
Direção: Bob Clark
Elenco: Dan Aykroyd e Gene Hackman
Gênero: Comédia
Ano de produção: 1990
Duração: 94 Min.
Produtora: Columbia Pictures
Direção: Bob Clark
Elenco: Dan Aykroyd e Gene Hackman
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Leão de Ouro vai para coreano Pieta; Thomas Anderson fica com Leão de Prata
O filme sul-coreano Pieta, de Kim Ki-duk, foi premiado neste sábado (8/9) com o Leão de Ouro na 69ª edição do Festival de Veneza.
Exibido na última terça-feira (4/9), o grande vencedor do festival fala sobre a redenção de um delinquente que descobre seu lado mais humano em uma sociedade corrompida pelo dinheiro.
Paul Thomas Anderson ficou com o Leão de Prata de melhor diretor pelo filme The Master, um dos favoritos ao maior prêmio da noite e que aborda a cientologia. O longa ainda garantiu o prêmio de melhor ator, que foi dividido entre os atores Philip Seymour Hoffman e Joaquin Phoenix.
The Master também ganhou o prêmio FIPRESCI, da Federação Internacional de Críticos. Já o prêmio de melhor atriz ficou com a francesa Hadas Yahron por sua atuação em Fill the Void.
Esta edição do festival foi presidida pelo cineasta norte-americano Michael Mann, ao lado de Ari Folman, Matteo Garrone, Ursula Meier, Peter Ho-Sun Chan, Pablo Trapero, Marina Abramovic e Samantha Morton.
Veja a lista de ganhadores:
Leão de Ouro: Pieta, de Kim Ki-duk
Leão de Prata de melhor diretor: Paul Thomas Anderson, por The Master
Prêmio Especial do Júri: Ulrich Seidl, por Paradies: Glaube
Copa Volpi de melhor ator: Joaquin Phoenix e Philip Seymour Hoffman, por The Master
Copa Volpi de melhor atriz: Hadas Yaron, por Fill the Void
Prêmio Marcello Mastroianni a um intérprete estreante: Fabricio Falco, Stato il Figlio e Bella Addormentata
Prêmio de melhor roteiro: Olivier Assayas, por Après Mai
Prêmio de melhor contribuição técnica: Daniele Cipri, por Stato il Figlio
Exibido na última terça-feira (4/9), o grande vencedor do festival fala sobre a redenção de um delinquente que descobre seu lado mais humano em uma sociedade corrompida pelo dinheiro.
Paul Thomas Anderson ficou com o Leão de Prata de melhor diretor pelo filme The Master, um dos favoritos ao maior prêmio da noite e que aborda a cientologia. O longa ainda garantiu o prêmio de melhor ator, que foi dividido entre os atores Philip Seymour Hoffman e Joaquin Phoenix.
The Master também ganhou o prêmio FIPRESCI, da Federação Internacional de Críticos. Já o prêmio de melhor atriz ficou com a francesa Hadas Yahron por sua atuação em Fill the Void.
Esta edição do festival foi presidida pelo cineasta norte-americano Michael Mann, ao lado de Ari Folman, Matteo Garrone, Ursula Meier, Peter Ho-Sun Chan, Pablo Trapero, Marina Abramovic e Samantha Morton.
Veja a lista de ganhadores:
Leão de Ouro: Pieta, de Kim Ki-duk
Leão de Prata de melhor diretor: Paul Thomas Anderson, por The Master
Prêmio Especial do Júri: Ulrich Seidl, por Paradies: Glaube
Copa Volpi de melhor ator: Joaquin Phoenix e Philip Seymour Hoffman, por The Master
Copa Volpi de melhor atriz: Hadas Yaron, por Fill the Void
Prêmio Marcello Mastroianni a um intérprete estreante: Fabricio Falco, Stato il Figlio e Bella Addormentata
Prêmio de melhor roteiro: Olivier Assayas, por Après Mai
Prêmio de melhor contribuição técnica: Daniele Cipri, por Stato il Figlio
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Há 14 anos morria Akira Kurosawa, um dos cineastas mais influentes do mundo
Há exatos 14 anos morria Akira Kurosawa, um dos diretores mais influentes do cinema, que inspirou uma geração de cineastas e abriu as portas do mundo à cultura oriental.
Nascido em Tóquio em 23 de março de 1910, Kurosawa era o mais jovem de oito irmãos de uma família descendente de samurais. Ele tentou ser pintor e fez exames para o Centro de Pesquisas de Arte Proletária no ano de 1928, porém foi reprovado. Em 1935 fez seu primeiro ensaio cinematográfico, cujo tom crítico lhe rendeu um convite para trabalhar no novo estúdio de filmes Photo Chemical Laboratories, que mais tarde se tornaria o grande estúdio Toho.
Com cinquenta anos de carreira, Kurosawa dirigiu 30 filmes, clássicos como Yojimbo - O Guarda-Costas (1961), Os Sete Samurais (1954), sua obra-prima, Ran (1985) e Rashomon (1950). Por seus trabalhos, ganhou prêmios como o Leão de Ouro (por sua carreira), Palma de Ouro, o Bafta e foi indicado a vários Oscars. Em 1989 ele foi homenageado com o Oscar pelo conjunto de sua obra.
Seus filmes procuram criar um mundo de sonhos, ao dar valor às pequenas coisas da vida, como lindas paisagens, sons de rios, pássaros e também tratam de questões filosóficas como honra, amizade e outros valores da cultura oriental. Kurosawa sempre gostou também de mostrar o mal que a humanidade é capaz, mas sem descartar a bondade do homem que diante de escolhas morais cumpre seu papel diante do mundo.
O reconhecimento internacional não garantiu a Kurosawa sucesso em seu próprio país, sendo considerado um cineasta de segunda categoria no Japão. Chegou a ter dificuldades para conseguir financiamento para um de seus filmes nos anos 1970, mas foi auxiliado por jovens cineastas norte-americanos, hoje grandes nomes do cinema, como Steven Spielberg, George Lucas, Martin Scorsese e Francis Ford Coppola.
O sucesso internacional garantiu que alguns trabalhos de Kurosawa ganhassem versões ocidentais, como Os Sete Samurais, refilmado como Sete Homens e um Destino (1960), e Yojimbo, que inspirou Por Um Punhado de Dólares (1964).
Em 1993, foi lançado o seu último filme, Madadayo, sobre a vida de um professor que se aposenta e apenas espera a morte chegar. Esse filme deixava claro que o gênio ainda não estava pronto para morrer. Entretanto, Kurosawa faleceu por hemorragia cerebral cinco anos depois, em 06 de setembro de 1998, aos 88 anos, em sua casa, após passar três anos em uma cadeira de rodas.
Até hoje o diretor continua a inspirar cineastas e existem projetos para refilmar alguns de seus maiores trabalhos.
Por Daniel Reininger, em 06/09/2012, no link http://www.cineclick.com.br/noticia/carregar/titulo/ha-14-anos-morria-akira-kurosawa-um-dos-cineastas-mais-influentes-do-mundo/id/35070
Nascido em Tóquio em 23 de março de 1910, Kurosawa era o mais jovem de oito irmãos de uma família descendente de samurais. Ele tentou ser pintor e fez exames para o Centro de Pesquisas de Arte Proletária no ano de 1928, porém foi reprovado. Em 1935 fez seu primeiro ensaio cinematográfico, cujo tom crítico lhe rendeu um convite para trabalhar no novo estúdio de filmes Photo Chemical Laboratories, que mais tarde se tornaria o grande estúdio Toho.
Com cinquenta anos de carreira, Kurosawa dirigiu 30 filmes, clássicos como Yojimbo - O Guarda-Costas (1961), Os Sete Samurais (1954), sua obra-prima, Ran (1985) e Rashomon (1950). Por seus trabalhos, ganhou prêmios como o Leão de Ouro (por sua carreira), Palma de Ouro, o Bafta e foi indicado a vários Oscars. Em 1989 ele foi homenageado com o Oscar pelo conjunto de sua obra.
Seus filmes procuram criar um mundo de sonhos, ao dar valor às pequenas coisas da vida, como lindas paisagens, sons de rios, pássaros e também tratam de questões filosóficas como honra, amizade e outros valores da cultura oriental. Kurosawa sempre gostou também de mostrar o mal que a humanidade é capaz, mas sem descartar a bondade do homem que diante de escolhas morais cumpre seu papel diante do mundo.
O reconhecimento internacional não garantiu a Kurosawa sucesso em seu próprio país, sendo considerado um cineasta de segunda categoria no Japão. Chegou a ter dificuldades para conseguir financiamento para um de seus filmes nos anos 1970, mas foi auxiliado por jovens cineastas norte-americanos, hoje grandes nomes do cinema, como Steven Spielberg, George Lucas, Martin Scorsese e Francis Ford Coppola.
O sucesso internacional garantiu que alguns trabalhos de Kurosawa ganhassem versões ocidentais, como Os Sete Samurais, refilmado como Sete Homens e um Destino (1960), e Yojimbo, que inspirou Por Um Punhado de Dólares (1964).
Em 1993, foi lançado o seu último filme, Madadayo, sobre a vida de um professor que se aposenta e apenas espera a morte chegar. Esse filme deixava claro que o gênio ainda não estava pronto para morrer. Entretanto, Kurosawa faleceu por hemorragia cerebral cinco anos depois, em 06 de setembro de 1998, aos 88 anos, em sua casa, após passar três anos em uma cadeira de rodas.
Até hoje o diretor continua a inspirar cineastas e existem projetos para refilmar alguns de seus maiores trabalhos.
Por Daniel Reininger, em 06/09/2012, no link http://www.cineclick.com.br/noticia/carregar/titulo/ha-14-anos-morria-akira-kurosawa-um-dos-cineastas-mais-influentes-do-mundo/id/35070
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
O Cavaleiro das Trevas Ressurge ultrapassa seu antecessor e alcança US$ 1 bilhão no mundo
O que muitos duvidavam aconteceu. O Cavaleiro das Trevas Ressurge, terceiro e último filme da franquia de Christopher Nolan, conseguiu ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.
O número se torna mais emblemático, pois também consolida o filme como o mais rentável da série. Bane e companhia conseguiram arrecadar um total de US$ 1.05 bilhão em seis semanas nos cinemas, ultrapassando os US$ 1.03 bilhão de seu antecessor, Batman – Cavaleiro das Trevas.
Desta maneira o novo Batman chega ao 12º lugar entre as maiores bilheterias de todos os tempos, mas com potencial de ganhar mais algumas posições nas próximas semanas.
Nos Estados Unidos, o longa já acumula um total de US$ 431 milhões, a nona maior bilheteria da história do país. Nos próximos dias, a produção deve ultrapassar ET – O Extraterrestre e assumir a oitava posição do ranking.
Mesmo com o ótimo desempenho em terras americanas, o filme não deve ultrapassar o seu antecessor. Batman – O Cavaleiro das Trevas arrecadou US$ 533 milhões no país, quase US$ 100 milhões a mais do que o terceiro filme da franquia.
Analistas do Box Office Mojo, canal especializado no assunto, afirmam que o atentado ocorrido em Denver é o grande culpado por essa diferença. Porém no resto do mundo o efeito foi contrário e O Cavaleiro das Trevas Ressurge ganhou com grande folga.
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Cowboys & Aliens
Quando se reúne dois dos mais tradicionais estilos de produção do cinema americano, o bom e velho bang bang (ou western, ou faroeste, ou outro nome que o valha), e o não tão novo, mas também funcional filme de invasão por alienígenas, de ficção científica, ou algo do gênero, o resultado pode surpreender, e é isso mesmo o que acontece no longa Cowbos & Aliens.
Em mais uma adaptação dos quadrinhos, o filme faz um mix desses dois gêneros, e não decepciona. Consegue dosar com maestria um pouco de cada estilo, e o resultado final agrada o fã mais exigente que prefere qualquer um dos lados.
O elenco é de primeiríssima linha, com Daniel Craig e Harrison Ford liderando o grupo. Efeitos especiais ao melhor estilo Independence Day também enriquecem a trama que tem como diferencial, justamente essa união inusitada entre o clássico e o moderno.
Pra ser bem honesto, o filme tem um roteiro com começo, meio e fim bem delimitados, mas rola uma sensação de que poderia haver uma continuação. Que um segundo filme poderia vir a calhar. Enfim, deixa o gosto para uma continuação. Algo que já foi cogitado para se transformar em uma série de TV, mas sem confirmações ou até continuidade do projeto.
A sensação de continuide nem se deve ao fato de ser uma produção fantástica, mas é o tipo de filme que entrega boas doses de entretenimento ao seu espectador, e que, no fundo, tem um roteiro bastante funcional e agradável.
O filme conta que em 1873, um estranho (Daniel Craig), sem memória do seu passado, acorda na estranha cidade de Absolution com uma misteriosa pulseira em seu braço. Logo, ele descobre que não é bem-vindo e nenhum habitante faz algo sem a ordem do coronel Dolarhyde (Ford). No entanto, quando a cidade é invadida por alienígenas, o estranho que eles rejeitaram torna-se a única esperança de salvação. Com a ajuda da viajante Ella (Olivia Wilde), ele reúne um bando formado por seus ex-adversários - Dolarhyde e seus homens, guerreiros Apache -, entre outros moradores da cidade para combater os perigosos invasores.
Uma produção bem interessante, que inclui boas doses de ação ao mesclar dois estilos de sucesso dos cinemas. Tem um elenco bem funcional, e uma proposta bastante inovadora e agradável. Atende aos fãs dos dois estilos, e conseue ir além, deixando uma sensação de quero mais. Não é uma produção fantástica, mas garante o divertimento de toda a família, com muitos tiros, explosões, índios, vaqueiros, naves, alenígenas, tudo misturado, junto, e ao mesmo tempo. Boa pedida para quem procura um filme sem compromisso.
Em mais uma adaptação dos quadrinhos, o filme faz um mix desses dois gêneros, e não decepciona. Consegue dosar com maestria um pouco de cada estilo, e o resultado final agrada o fã mais exigente que prefere qualquer um dos lados.
O elenco é de primeiríssima linha, com Daniel Craig e Harrison Ford liderando o grupo. Efeitos especiais ao melhor estilo Independence Day também enriquecem a trama que tem como diferencial, justamente essa união inusitada entre o clássico e o moderno.
Pra ser bem honesto, o filme tem um roteiro com começo, meio e fim bem delimitados, mas rola uma sensação de que poderia haver uma continuação. Que um segundo filme poderia vir a calhar. Enfim, deixa o gosto para uma continuação. Algo que já foi cogitado para se transformar em uma série de TV, mas sem confirmações ou até continuidade do projeto.
A sensação de continuide nem se deve ao fato de ser uma produção fantástica, mas é o tipo de filme que entrega boas doses de entretenimento ao seu espectador, e que, no fundo, tem um roteiro bastante funcional e agradável.
O filme conta que em 1873, um estranho (Daniel Craig), sem memória do seu passado, acorda na estranha cidade de Absolution com uma misteriosa pulseira em seu braço. Logo, ele descobre que não é bem-vindo e nenhum habitante faz algo sem a ordem do coronel Dolarhyde (Ford). No entanto, quando a cidade é invadida por alienígenas, o estranho que eles rejeitaram torna-se a única esperança de salvação. Com a ajuda da viajante Ella (Olivia Wilde), ele reúne um bando formado por seus ex-adversários - Dolarhyde e seus homens, guerreiros Apache -, entre outros moradores da cidade para combater os perigosos invasores.
Uma produção bem interessante, que inclui boas doses de ação ao mesclar dois estilos de sucesso dos cinemas. Tem um elenco bem funcional, e uma proposta bastante inovadora e agradável. Atende aos fãs dos dois estilos, e conseue ir além, deixando uma sensação de quero mais. Não é uma produção fantástica, mas garante o divertimento de toda a família, com muitos tiros, explosões, índios, vaqueiros, naves, alenígenas, tudo misturado, junto, e ao mesmo tempo. Boa pedida para quem procura um filme sem compromisso.
FICHA TÉCNICA
Diretor: Jon Favreau
Elenco: Sam Rockwell, Olivia Wilde, Harrison Ford, Daniel Craig, Clancy Brown
Produção: Johnny Dodge, Brian Grazer, Ron Howard, Alex Kurtzman, Damon Lindelof, Roberto Orci, Scott Mitchell Rosenberg
Roteiro: Roberto Orci, Alex Kurtzman
Fotografia: Matthew Libatique
Trilha Sonora: Harry Gregson-Williams
Duração: 118 min.
Ano: 2011
País: EUA
Gênero: Ação
Cor: Colorido
Distribuidora: Paramount Pictures Brasil
Estúdio: Imagine Entertainment / DreamWorks SKG / Universal Pictures / Reliance Entertainment / Relativity Media / Platinum Studios / Imagine Entertainment / K/O Paper Products / Fairview Entertainment
Classificação: 12 anos
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Michael Clarke Duncan, de "À Espera de um Milagre", morre aos 54 anos
Após sofrer o ataque, o ator foi encontrado em sua casa pela namorada, Omarosa Stallworth, ex-participante do reality show "O Aprendiz" norte-americano, que efetuou primeiros socorros.
“Cada dia DEUS continua a sorrir pelo meu amor por Michael Clarke Duncan e no seu árduo cominho rumo à recuperação”, disse ela recentemente no Twitter.
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