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terça-feira, 8 de abril de 2014

Diretor confirma sequência de Os Goonies


Richard Donner, diretor do clássico Os Goonies, de 1985, disse que o filme terá uma sequência. Apesar de a declaração ter sido feita ao site TMZ de maneira bem informal, enquanto o cineasta assinava autógrafos em Beverly Hills neste fim de semana, esta é a primeira vez que Donner confirma o que há muito já se especulava.

Perguntado pelo repórter se ele ainda teria interesse em fazer algum filme baseado em quadrinhos, o diretor de Superman - O Filme, Máquina Mortífera, O Feitiço de Áquila – entre muitos – respondeu: “sim, se você considerar ‘Goonies’ como quadrinhos. Estamos fazendo uma sequência”.

E ele revelou ainda que pretende reunir todo o elenco novamente, com Corey Feldman, Josh Brolin, Sean Astin, Jeff Cohen e Martha Plimpton. Donner não disse, no entanto, se os atores seriam aproveitados em novos personagens ou se fariam os mesmos papéis quase 30 anos depois.

Produzido por Steven Spielberg, que escreveu a história com Chris Columbus, Os Goonies conta a aventura de um grupo de garotos que descobre um legítimo mapa do tesouro, capaz de torná-los ricos e evitar a destruição de suas casas, prestes a serem demolidas.

Infelizmente, como o ator John Matuszak morreu em 1989, só não será possível revê-lo na pele do feioso Sloth, babando por “chocolaaaaaaate”.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Steven Soderbergh e Roman Polanski brigam pela Palma de Ouro em Cannes

Foram revelados nesta quinta-feira (18) os 19 filmes que vão disputar a Palma de Ouro na 66ª edição do Festival de Cannes, que acontece de 15 a 26 de maio.

Entre os filmes mais aguardados, estão produções de Steven Soderbergh, Roman Polanski, os irmãos Coen, Paolo Sorrentino, Takashi Miike e Hirokazu Koreeda. O cineasta japonês Koreeda é uma forte presença, tendo em conta que já foi nomeado para duas Palmas de Ouro em edições anteriores.

Polanski, que recebeu em 2002 a Palma de Ouro por "O Pianista", apresenta-se este ano em Cannes com o drama "La Vénus à la Fourrure". Os irmãos Coen, que não competiam desde 2007, trazem este ano "Inside Llewyn Davis".

A seção Un Certain Regard (um certo olhar) conta com nomes como James Franco, Sofia Coppola, Hany Abu-Assad e Diego Quemada-Diez.

O maior e mais conceituado festival de cinema do mundo arranca no dia 16 com a estreia do filme americano "O Grande Gatsby" de Baz Luhrmann. No mesmo dia, o filme "The Bling Ring" de Sofia Coppola, com Emma Watson no papel principal, Taïssa Farmiga, Leslie Mann e Kirsten Dunst, será projetado na abertura da secção Un Certain Regard. Para o encerramento do certame o filme escolhido foi o thriller francês "Zulu", de Jérôme Salle, totalmente filmado na África do Sul.

O júri da Seleção Oficial do festival será presidido por Steven Spielberg e diretor dinamarquês Thomas Vinterberg será, este ano, o presidente do Júri da mostra Un Certain Regard. A realizadora Jane Campion vai presidir o júri de curtas-metragens e da Cinéfondation.

Cartaz oficial da edição 2013 do Festival de Cannes, que mostra o beijo entre Paul Newman e Joanne Woodward, em cena de "Amor Daquele Jeito"

Filmes na mostra competitiva:
"Un Château en Italie", de Valeria Bruni-Tedeschi
"Inside Llewyn Davis", de Joel e Ethan Coen
"Michael Kohlhaas", de Arnaud Despallières
"Jimmy P. (Psychotherapy of a Plains Indian)", de Arnaud Desplechin
"Heli", de Amat Escalante
"Le Passé", de Asghar Farhadi
"The Immigrant", de James Gray
"Grisgris", de Mahamat-Saleh Haroun
"Tian Zhu Ding" ('A touch of Sin'), de Jia Zhangke
"Soshite Chichi Ni Naru" ('Like Father, Like Son'), de Kore-Eda Hirokazu
"La Vie d'Adèle", de Abdellatif Kechiche
"Wara No Tate" ('Shield of Straw'), de Takashi Miike
"Jeune et Jolie", de François Ozon
"Nebraska", de Alexander Payne
"La Vénus à la Fourrure", de Roman Polanski
"Behind the Candelabra", Steven Soderbergh
"La Grande Bellezza", de Paolo Sorrentino
"Borgman", de Alex Van Warmerdam
"Only God Forgives", de Nicolas Winding Refn

Filme de Abertura (fora de competição):
"O Grande Gatsby", de Baz Luhrmann

Filme de Encerramento (fora de competição):
"Zulu", de Jérome Salle

quarta-feira, 13 de março de 2013

Os Goonies

89356Mais um clássico da Sessão da Tarde, Os Goonies entrou para o rol de favoritos de muita gente. É, sem dúvidas, um filme imperdível para qualquer audiência, independente do seu tempo de lançamento.

Sua história é completamente atemporal, por isso, funciona sempre, e o conjunto técnico, com ótimos efeitos, grande seleção musical, perfeita combinação com seu elenco, deixa o filme ainda melhor.

O elnco conta com os (à época) novatos Sean Astin, Josh Brolin, Jeff Cohen, Corey Feldman e Kerri Green. E são perfeitos em seus papeis, dando muito valor com seus personagens à trama.

A história é um caso à parte. Seu roteiro é capaz de prender a atenção do espectador do começo ao fim. Com excelentes doses de ação, aventura, comédia, e até tratando os dramas pessoais de seus protagonistas, o filme não se prende a detalhes desnecessários nem em momentos lentos e cansativos.

O filme conta que ameaçados de serem despejados, dois irmãos resolvem seguir um misterioso mapa do tesouro para conseguir saldar a dívidas da família. Para essa empreitada os garotos contam com uma turma de amigos (os Goonies) e algumas penetras. Juntos, eles passarão por inúmeros obstáculos e armadilhas feitos pelo pirata Willie Caolho e sua tripulação. Não bastando, a turma terá uma família de bandidos no seu encalço.
Excelente pedida para qualquer época, em qualquer momento, para uma sessão em família ou mesmo sozinho. Filme de altíssimo nível, capaz de entreter com qualidade, graças ao excelente grupo de jovens atores, aos recursos visuais, e à sua inteligente trama. O filme é tão bom, que faz parte de produções cujos fãs vivem pedindo uma continuação ou um remake. Até agora, sem muitos resultados. Para assistir, e repetir até cansar.

FICHA TÉCNICA

Diretor: Richard Donner
Elenco: Sean Astin, Josh Brolin, Jeff Cohen, Corey Feldman, Kerri Green, Martha Plimpton, Jonathan Ke Quan, John Matuszak, Robert Davi, Joe Pantoliano, Anne Ramsay
Produção: Harvey Bernhard, Richard Donner.
Roteiro: Chris Columbus
Fotografia: Nick McLean
Trilha Sonora: Dave Grusin
Duração: 115 min.
Ano: 1985
País: EUA
Gênero: Aventura
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida
Estúdio: Warner Bros. / Amblin Entertainment
Classificação: Livre

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Argo dá a Ben Affleck o prêmio do Sindicato dos Diretores dos EUA

Ben Affleck, diretor do candidato ao Oscar Argo, foi eleito melhor diretor do ano pelo Sindicato dos Diretores dos Estados Unidos (DGA) neste sábado (2/2).

O prêmio representa mais um troféu para o drama sobre a crise dos reféns americanos no Irã em 1979, a apenas três semanas do Oscar.

"Houve um ponto em minha vida em que estava realmente cabisbaixo, confuso, quando não sabia o que aconteceria. E depois pensei 'deveria ser diretor'. E foi o que eu fiz, e trabalhei muito duro para isto", afirmou o também ator ao receber o prêmio. "Trabalhei muito duro para tentar ser o melhor diretor que posso ser", completou.

Geralmente, o diretor premiado pela DGA também leva a estatueta de melhor diretor do Oscar, mas Affleck não tem a possibilidade por inexplicavelmente não ter sido indicado na categoria.

Affleck derrotou Steven Spielberg, indicado por Lincoln; Kathryn Bigelow, de A Hora Mais Escura; Tom Hooper, de Os Miseráveis; e Ang Lee, de As Aventuras de Pi.

Argo venceu os Globos de Ouro de filme e diretor, assim como o prêmio do Sindicato dos Produtores dos Estados Unidos (PGA) e o prêmio de melhor elenco do Sindicato dos Atores (SAG), o que faz da produção a favorita para o Oscar.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Confira a lista completa dos indicados ao Globo de Ouro 2013


Nesta manhã (13) a Associação de Imprensa Estrangeira em Hollywood revelou os indicados ao 70º Globo de Ouro, a segunda premiação mais importante do mundo cinematográfico e que também valoriza as produções feitas para televisão.

O anúncio dos indicados foi feito por Megan Fox (Garota Infernal), Ed Helms (Se Beber, Não Case Parte 2) e Jessica Alba (Machete).

A edição de 2013 será realizada em Los Angeles, no tradicional hotel Beverly Hilton, no dia 13 de janeiro. A data é bastante questionada pela mídia americana, já que o prêmio é considerado uma prévia para o Oscar, porém este ano os indicados da Academia serão divulgados no dia 10 de janeiro, ou seja, o rótulo terá de ser deixado de lado e o evento deve perder parte do seu glamour.

A filha de Clint Eastwood, a bela Francesca Eastwood, foi nomeada a Miss Globo de Ouro deste ano, porém a atriz não confirmou sua presença na cerimônia, causando polêmica em Hollywood.

O grande favorito para a disputa deste ano é Lincoln, que conseguiu sete indicações. Entre elas, Melhor Filme, Melhor Ator e Melhor Diretor. O filme, estrelado por Daniel Day-Lewis e Sally Field, é a cinebiografia do ex-presidente americano e conta com a direção de Steven Spielberg.

Destaque também para Django Livre, que foi nomeado cinco vezes em quatro categorias, já que Leonardo DiCaprio e Christoph Waltz concorrem como Melhor Ator Coadjuvante. As grandes atrações do longa são justamente as atuações, além da violência e humor afiado.

Argo foi indicado em cinco categorias.  O Lado Bom da Vida e A Hora Mais Escura também figuram entre os favoritos, com quatro indicações cada. Confira abaixo a lista completa dos indicados ao Globo de Ouro 2013:

Melhor Filme (Drama)

Argo
Lincoln
A Hora Mais Escura
Django Livre
As Aventuras de Pi

Melhor Filme (Comédia/Musical)
Os Miseráveis
O Exótico Hotel Marigold
Moonrise Kingdom
O Lado Bom da Vida
Amor Impossível

Melhor Diretor
Ben Affleck (Argo)
Kathryn Bigelow (A Hora Mais Escura)
Steven Spielberg (Lincoln)
Quentin Tarantino (Django Livre)
Ang Lee (As Aventuras de Pi)

Melhor Ator (Drama)
Daniel Day-Lewis (Lincoln)
Joaquin Phoenix (O Mestre)
Denzel Washington (O Voo)
Richard Gere (A Negociação)
John Hawkes (As Sessões)

Melhor Ator (Comédia/Musical)
Bradley Cooper (O Lado Bom da Vida)
Bill Murray (Um Fim de Semana em Hyde Park)
Hugh Jackman (Os Miseráveis)
Jack Black (Bernie)
Ewan McGregor (Amor Impossível)

Melhor Atriz (Drama)
Marion Cotillard (Ferrugem e Osso)
Jessica Chastain (A Hora Mais Escura)
Helen Mirren (Hitchcock)
Naomi Watts (O Impossível)
Rachel Weisz (The Deep Blue Sea)

Melhor Atriz (Comédia/Musical)
Jennifer Lawrence (O Lado Bom da Vida)
Judi Dench (O Exótico Hotel Marigold)
Maggie Smith (Quartet)
Emile Blunt (Amor Impossível)
Meryl Streep (Um Divã Para Dois)

Melhor Ator Coadjuvante
Robert De Niro (O Lado Bom da Vida)
Christoph Waltz (Django Livre)
Tommy Lee Jones (Lincoln)
Leonardo DiCaprio (Django Livre)
Alan Arkin (Argo)

Melhor Atriz Coadjuvante
Anne Hathaway (Os Miseráveis)
Amy Adams (O Mestre)
Sally Field (Lincoln)
Helen Hunt (As Sessões)
Nicole Kidman (The Paperboy)

Melhor Roteiro
Argo
Django Livre
A Hora Mais Escura
O Lado Bom da Vida
Lincoln

Melhor Filme em Língua Estrangeira
Intocavéis (França)
Amor (Áustria)
Ferrugem e Osso (França)
O Amante da Rainha (Dinamarca)
Kon-Tiki (Reino Unido, Dinamarca e Noruega)

Melhor Animação
Frankenweenie
Detona Ralph
Hotel Transilvânia
A Origem dos Guardiões
Valente

Melhor Trilha Sonora Original
Anna Karenina
Lincoln
As Aventuras de Pi
Argo
A Viagem

Melhor Canção Original
Skyfall (007 - Operação Skyfall)
Safe and Sound (Jogos Vorazes)
Suddenly (Os Miseráveis)
Not Running Anymore (Amigos Inseparáveis)
For You (Ato de Coragem)

Prêmios para Televisão

Melhor Série (Comédia/Musical)
The Big Bang Theory
Episodes
Girls
Modern Family
Smash

Melhor Ator em Série (Comédia/Musical)
Alec Baldwin (30 Rock)

Don Cheadle (House of Lies)
Louis C.K. (Louis)

Matt LeBlanc (Episodes)

Jim Parsons (The Big Bang Theory)

Melhor Atriz em Série (Musical/Comédia)
Zooey Deschanel (New Girl)
Julia-Louis Dreyfus (Veep)

Lena Dunham (Girls)
Tina Fey (30 Rock)

Amy Poehler (Parks & Rec)

Melhor Série (Drama)

Breaking Bad

Boardwalk
Empire
Downton
Abbey
Homeland

The Newsroom

Melhor Ator em Série (Drama)
Steve Buscemi (Boardwalk Empire)
Bryan Cranston (Breaking Bad)
Jeff Daniels (The Newsroom)
Jon Hamm (Mad Men)
Daniel Lewis (Homeland)

Melhor Atriz em Série (Drama)
Connie Britton (Nashville)

Glenn Close (Damages)

Claire Danes (Homeland)

Julianne Margalies (The Good Wif)
Michelle Dockery (Downton Abbey)

Melhor Minissérie ou Filme para Televisão
Game Change

The Girl
Hatfields
The Hour

Political Animals

Melhor Ator em Minisséries
Kevin Costner (Hatfields & McCoys)
Benedict Cumberbatch (Sherlock)
Woody Harrelson (Game Change)
Toby Jones (The Girl)
Clive Owen (Hemingway & Gelhorn)

Melhor Atriz em Minisséries
Nicole Kidman (Hemingway & Gelhorn)
Jessica Lange (American Horror Story: Asylum)
Sienna Miller (The Girl)
Julianne Moore (Game Change)
Sigourney Weaver (Political Animals)

Melhor Ator Coadjuvante em Minisséries
Hayden Panettiere (Nashville)
Archie Panjabi (The Good Wife)
Sarah Paulson (American Horror Story)
Maggie Smith (Downton Abbey)
Sofia Vergara (Modern Family)

Melhor Atriz Coadjuvante em Minisséries
Max Greenfield (New Girl)
Ed Harris (Game Change)
Danny Huston (Magic City)
Mandy Patinkin (Homeland)
Eric Stonestreet (Modern Family)

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Oscars Honorários foram entregues no último sábado, em Los Angeles

Na noite do último sábado (1), em Los Angeles, aconteceu a cerimônia de entrega dos Oscars Honorários. São prêmios geralmente desconhecidos do grande público, mas que fazem a diferença nas telonas.

Há quatro anos estes prêmios foram separados da cerimônia tradicional e deixaram de ser televisionados. Tom Hanks, Quentin Tarantino, Steven Spielberg e o documentarista Michael Moore compareceram ao evento, além de outros cineastas e celebridades hollywoodianas.

Algumas partes do evento poderão ser incluídas e transmitidas na noite de entrega do Oscar, que acontece no dia 24 de fevereiro de 2013.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Há 14 anos morria Akira Kurosawa, um dos cineastas mais influentes do mundo

Há exatos 14 anos morria Akira Kurosawa, um dos diretores mais influentes do cinema, que inspirou uma geração de cineastas e abriu as portas do mundo à cultura oriental.

Nascido em Tóquio em 23 de março de 1910, Kurosawa era o mais jovem de oito irmãos de uma família descendente de samurais. Ele tentou ser pintor e fez exames para o Centro de Pesquisas de Arte Proletária no ano de 1928, porém foi reprovado. Em 1935 fez seu primeiro ensaio cinematográfico, cujo tom crítico lhe rendeu um convite para trabalhar no novo estúdio de filmes Photo Chemical Laboratories, que mais tarde se tornaria o grande estúdio Toho.

Com cinquenta anos de carreira, Kurosawa dirigiu 30 filmes, clássicos como Yojimbo - O Guarda-Costas (1961), Os Sete Samurais (1954), sua obra-prima, Ran (1985) e Rashomon (1950). Por seus trabalhos, ganhou prêmios como o Leão de Ouro (por sua carreira), Palma de Ouro, o Bafta e foi indicado a vários Oscars. Em 1989 ele foi homenageado com o Oscar pelo conjunto de sua obra.

Seus filmes procuram criar um mundo de sonhos, ao dar valor às pequenas coisas da vida, como lindas paisagens, sons de rios, pássaros e também tratam de questões filosóficas como honra, amizade e outros valores da cultura oriental. Kurosawa sempre gostou também de mostrar o mal que a humanidade é capaz, mas sem descartar a bondade do homem que diante de escolhas morais cumpre seu papel diante do mundo.

O reconhecimento internacional não garantiu a Kurosawa sucesso em seu próprio país, sendo considerado um cineasta de segunda categoria no Japão. Chegou a ter dificuldades para conseguir financiamento para um de seus filmes nos anos 1970, mas foi auxiliado por jovens cineastas norte-americanos, hoje grandes nomes do cinema, como Steven Spielberg, George Lucas, Martin Scorsese e Francis Ford Coppola.

O sucesso internacional garantiu que alguns trabalhos de Kurosawa ganhassem versões ocidentais, como Os Sete Samurais, refilmado como Sete Homens e um Destino (1960), e Yojimbo, que inspirou Por Um Punhado de Dólares (1964).

Em 1993, foi lançado o seu último filme, Madadayo, sobre a vida de um professor que se aposenta e apenas espera a morte chegar. Esse filme deixava claro que o gênio ainda não estava pronto para morrer. Entretanto, Kurosawa faleceu por hemorragia cerebral cinco anos depois, em 06 de setembro de 1998, aos 88 anos, em sua casa, após passar três anos em uma cadeira de rodas.

Até hoje o diretor continua a inspirar cineastas e existem projetos para refilmar alguns de seus maiores trabalhos.
Por Daniel Reininger, em 06/09/2012, no link http://www.cineclick.com.br/noticia/carregar/titulo/ha-14-anos-morria-akira-kurosawa-um-dos-cineastas-mais-influentes-do-mundo/id/35070

quarta-feira, 13 de junho de 2012

George Lucas escolheu a sucessora para sua Lucasfilm


Depois de anunciar que se afastaria das grandes produções para se concentrar em projetos mais experimentais, George Lucas, o inventor e diretor da maior parte da saga Star Wars, escolheu já quem irá substituí-lo nos negócios de sua produtora e estúdio Lucasfilm.

A sortuda é a experiente produtora Kathleen Kennedy, que será a vice-presidente da companhia e sua sucessora. Segundo Lucas, ele escolheu Kennedy por ser "alguém com muita paixão criativa e habilidades de liderança, mas também alguém que ama filmes". A moça irá deixar seu cargo na The Kennedy/Marshall Co. para trás, onde ela produziu, ao lado de ninguém menos que Steven Spielberg (E.T. - O Extraterrestre), filmes como Jurassic Park, Indiana Jones e inúmeros outros blockbusters modernos.

Lucas continuará na empresa, mas apenas com o cargo de diretor executivo. Os dois trabalharão juntos até que Kennedy esteja pronta para assumir oficialmente sua posição, na sede de São Francisco da Lucasfilm.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

E.T. - O Extraterrestre faz 30 anos da estreia nos Estados Unidos


Onze de junho, 1982. Quem não se lembra de um monstrinho meio feioso, com olhos expressivos e ingênuos que veio à Terra ensinar o verdadeiro significado da amizade e conquistar fãs em todo o mundo? Longe dos anti-heróis atuais, E.T. - O Extraterrestre firmou-se como um dos clássicos do cinema e consolidou de vez Steven Spielberg como o mago dos efeitos especiais, ao lado de George Lucas.

Com 30 anos de sucesso, o filme arrecadou mais de US$ 792,9 milhões no mundo, sendo a 35ª bilheteria da história do cinema (se contarmos a inflação, o longa ocupa a quarta posição, com US$ 1,74 bilhão, à frente da superprodução Titanic, de James Cameron).

Segundo Spielberg, E.T. é seu filme mais pessoal e, quando foi relançado nos cinemas em 2002, quis proporcionar ao público da época a chance de reviver as emoções, além de conquistar uma nova legião de fãs. Com roteiro de Melissa Mathison, foi o primeiro filme do diretor produzido por Kathleen Kennedy (responsável por outros títulos do cineasta, como A.I. - Inteligência Artificial).

A história da amizade entre um extraterrestre e o menino Elliot (Henry Thomas, de Espírito Selvagem) emocionou plateias do mundo todo, arrecadando cerca de US$ 250 milhões no primeiro ano de sua exibição. Em 1983, E.T. recebeu quatro Oscars - Trilha Sonora, Efeitos Especiais, Efeitos Sonoros e Som, tendo sido indicado em outras cinco categorias (Filme, Diretor, Roteiro Original, Fotografia e Edição). Levou também dois Globos de Ouro (Filme - Drama e Trilha Sonora), o Grammy de Trilha Sonora Composta Para um Filme e um People's Choice Award, que o reconheceu como um dos clássicos do cinema.

Influenciado pelos acontecimentos de 11 de setembro de 2001, nos EUA, Steven Spielberg preparou uma nova versão um filme politicamente correto. Para descontentamento de alguns fãs que não aprovaram a ideia, o cineasta limou um palavrão dito pelo pequeno Elliot a seu irmão mais velho Michael e substituiu as armas que aparecem com os agentes federais por walkie-talkies, durante a perseguição ao alienígena - a brincadeira custou US$ 100 mil. Em Hollywood, o boato que corre é que o diretor teria feito as mudanças para agradar Drew Barrymore (As Panteras), a menininha Gertie do filme, que seria contra todo tipo de armas.

Também foram acrescentados 60 novos efeitos especiais, como a aterrissagem da nave, dez minutos de cenas não incluídas na versão original, como a do E.T. tomando banho e o prolongamento da sequência do Halloween, além da remasterização da trilha sonora de John Williams, melhorias cenográficas e artísticas por meio de computador - a cena do banho havia sido cortada por Spielberg por não ter ficado boa, uma vez que a equipe havia utilizado um boneco de borracha.

Leia algumas curiosidades da produção:

- O rosto de E.T. foi modelado a partir das faces do poeta Carl Sandburg, do cientista Albert Einstein e de um cachorro da raça pug.
- Pat Welsh e Debra Winger são as responsáveis pela voz do extraterrestre.
- Durante os testes para a escolha do protagonista Elliot, Henry Thomas imaginou que seu cachorro havia morrido para demonstrar a tristeza de seu personagem. Steven Spielberg gostou tanto que chorou no teste do menino e acabou o escolhendo para o elenco.
- Durante as filmagens, o ator Harrison Ford fez uma pequena ponta como o diretor da escola de Elliot. Mas, na edição final do filme, Spielberg decidiu por cortar todas as cenas em que ele aparecia por achar que sua aparição distrairia o público da história principal. A ex-esposa de Ford, Melissa Mathison, escreveu o roteiro de E.T..
- Na cena de Halloween, pode-se ver uma criança vestida como Yoda, personagem da série Star Wars, que tinha aparecido pela primeira vez em O Império Contra-ataca (1980).
- O comunicador utilizado por E.T. no filme realmente funciona e foi construído por Henry Feinberg, um especialista em ciência e tecnologia.
- Duas das crianças do filme, Erika Eleniak e Drew Barrymore, muitos anos depois, chegaram a posar nuas para a revista Playboy americana.
- Na Casa Branca, Steven Spielberg exibiu pessoalmente o filme para o então casal presidencial Ronald e Nancy Reagan.
- O cantor Michael Jackson gravou a música-tema de E.T. Someone in the Dark, que nunca chegou a ser usada.
- A cena que E.T. e o menino Elliot voam de bicicleta diante da Lua se tornou marca registrada da Amblin Entertainment.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Super 8



Uma ficção científica interessante e, que me perdoem os fãs de Steven Spielberg, nada mais. Após acompanhar com grande entusiasmo e mistério o lançamento de Super 8, acredito que o resultado seja somente razoável. Como muitas pessoas com quem conversei, e que eu devo concordar, disseram, uma mistura de E.T. com os Goonies, só que inferior.

É muito infantil para ser assustador. Não que essa seja a intenção. Acredito que não seja. Mas, ao mesmo tempo, apesar de sabermos que as crianças hoje em dia sejam muito mais independentes, mesmo não se tratando de uma ocorrência atual (o filme se passa em 1979), fica difícil acreditar que as crianças sejam tão autônomas, principalmente por se tratar de uma cidade pequena, do interior dos EUA.

Mesmo os efeitos especiais, embora sejam interessantes, nada fora do comum. Chegam a dar uma boa animada geral na produção, mas nada muito além disso. E por se tratar de um filme de Steven Spielberg, poderia ser esperado muito mais.

O elenco não deixa a desejar. A criançada é esforçada e sabe trabalhar junto. Destaque para o gorducho mandão, muitíssimo parecido com um dos personagens de os Goonies, e para a pequena Elle Fanning, que já se destaca como uma grande atriz mirim e, em breve, deve seguir o caminho da sua irmã, Dakota Fanning.

O filme conta que no verão de 1979, um grupo de crianças em uma pequena cidade de Ohio presencia uma catastrófica colisão de trens enquanto realizavam um filme com a câmera Super-8 e logo eles desconfiam que aquele não foi um acidente. Pouco tempo depois, estranhos desaparecimentos e eventos inexplicáveis começam a acontecer na cidade, e o agente da lei tenta descobrir a verdade – algo mais assustador do que eles poderiam imaginar está acontecendo na pequena cidade e irá mudar as suas vidas.

Uma produção curiosa, interessante, que pode agradar os fãs de ficção científica, mas que não é dirigido exclusivamente a eles. É um filme agradável, que cumpore seu papel e garante entretenimento de bom nível. Não chega a ser um filme fantástico, e muitos podem não gostar do seu enredo superficial. Bons efeitos e um elenco infantil de qualidade fecham o longa com chave de ouro. É um filme sem compromisso... nem excelente, nem horroroso.

FICHA TÉCNICA
Diretor: J.J. Abrams
Elenco: Elle Fanning, Amanda Michalka, Kyle Chandler, Ron Eldard, Noah Emmerich, Joe Courtney, Ryan Lee, Gabriel Basso, Zach Mills
Produção: J.J. Abrams, Bryan Burk, Steven Spielberg
Roteiro: J.J. Abrams
Fotografia: Larry Fong
Trilha Sonora: Michael Giacchino
Duração: 112 min.
Ano: 2011
País: EUA
Gênero: Ficção Científica
Cor: Colorido
Distribuidora: Paramount Pictures Brasil
Estúdio: Amblin Entertainment / Bad Robot / Paramount Pictures
Classificação: 12 anos

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

As aventuras de Tintin: O segredo do Licorne



A animação As aventuras de Tintin: O segredo do Licorne é uma daquelas produções impressionantes. Um filme excelente em muitos aspectos. Pra começar, a união de Steven Spielberg e Peter Jackson consegue um resultado visual impressionante. Tudo no filme ultrapassa a barreira comum da animação. Os detalhes são excepcionais. A qualidade gráfica impressionante.

Pode ser somado a isso o carisma natural do personagem Tintin (em português muitas vezes se vê Tintim, como no próprio cartaz do filme), seu cãozinho Milu, o hilário capitão Haddock, e até mesmo os atrapalhados Dupond e Dupont. Talvez o espectador sinta falta da sagacidade e tiradas mais inteligentes dos quadrinhos ou mesmo da série de desenhos, mas ainda assim o filme está além do que é normalmente visto em uma animação.

A qualidade sonora também é maravilhosa. O áudio combina é usado com maestria e funciona muito bem com todas as sequências. Difícil mesmo é não comparar algumas passagens com Indiana Jones. Nesse caso, Tintim passou de repórter investigador para aventureiro. Não que antes ele também não participasse de aventuras incríveis mas, como escrevi anteriormente, agora parece muito mais um caçador de aventuras a um decifrador de enigmas.

No filme, Tintin (Jamie Bell), um jovem jornalista que viaja pelo mundo com seu inseparável cão Milu, compra um galeão antigo. Porém, o navio é logo roubado. Pouco tempo depois, descobre-se que nele havia parte de um mapa de um tesouro, fazendo com que Tintin e seus amigos ingressem em uma jornada à sua procura.

Não é o tipo de animação como Madagaskar, Shrek, Toy Story, ou assemelhados. Aqui a ideia é a de atrair os fãs da série e do personagem Tintin. Mesmo assim, não é um filme ruim, como alguns críticos apontaram. A parte de áudio e vídeo está excelente. Difícil não se encantar com a qualidade das tomadas, dos detalhes dos personagens, e dos seus movimentos. O roteiro poderia resgatar algumas outras características do original, no entanto, é capaz de satisfazer o espectador com altíssimas doses de ação e boas passagens de humor. Para assistir, repetir, e aguardar com ansiedade a provável sequência.

FICHA TÉCNICA
Diretor: Steven Spielberg
Elenco: Vozes na versão original de: Daniel Craig, Simon Pegg, Jamie Bell, Andy Serkis, Cary Elwes, Toby Jones, Nick Frost, Tony Curran, Sebastian Roché, Mackenzie Crook
Produção: Peter Jackson, Kathleen Kennedy, Steven Spielberg
Roteiro: Steven Moffat, Edgar Wright, Joe Cornish, baseado na obra de Hergé
Fotografia: Janusz Kaminski
Trilha Sonora: John Williams
Duração: 108 min.
Ano: 2011
País: EUA/ Nova Zelândia
Gênero: Animação
Cor: Colorido
Distribuidora: Sony Pictures
Estúdio: Amblin Entertainment / The Kennedy/Marshall Company / WingNut Films / Columbia Pictures / Paramount Pictures / Nickelodeon Movies / Hemisphere Media Capital
Classificação: Livre

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Encurralado



Esse surgiu do especial de 50 filmes que você deveria assistir antes de morrer, que é apresentado no canal TCM, e já está em dua quinta edição.

Comentava em outros dois posts meus (Enterrado Vivo e 127 horas) o poder aflitivo de um filme. Encurralado se encaixa nesse estilo de filme que causa aflição, é inquietante, nervoso, a ponto de deixar qualquer telespectador irritado. Por isso mesmo não é para qualquer audiência.

No filme, David Mann (Dennis Weaver) está dirigindo seu carro, atravessando a Califórnia. Quando ele tenta ultrapassar um caminhão-tanque, é ofendido pelo motorista. David não dá ouvidos e continua tentando ultrapassá-lo. A partir daí, tem início uma verdadeira guerra entre os dois. A história é contada do ponto de vista de David, mostrando os comentários que faz pra ele mesmo, enquanto vive essa situação.

Imagine só o transtorno desse camarada. E mais, imagine que o filme trata única e exclusivamente essa disputa entre motoristas. No deserto, onde uma vez ou outra cruzam um posto de gasolina, ou outro motorista que nem liga para a perseguição dos dois. E é assim o filme inteiro. Acontece que o filme é tão latente. Tão nervoso. Que você fica preso a toda loucura que existe no sentimento dos dois protagonistas.

Dizer também que são dois protagonistas é bondade demais. O foco principal é em David Mann, cuja história segue seu ponto de vista. No mais, apenas um esboço do motorista do caminhão, o vilão dessa trama absurda.

No mais, um filme extremamente normal, principalmente se considerarmos o ano de seu lançamento (1971). Nada de efeitos especiais magníficos. Nada de tomadas de perseguição invocadas. Apenas uma direção apurada (esse é o terceiro longa dirigido por Steven Spielberg), que faz com que o filme pareça ainda mais inquietante.

Não sei se é o tipo de filme a constar em uma lista pra se assistir antes de morrer, mas é um tipo de filme muito interessante, que apesar das suas limitações (por opção), consegue prender a atenção, e fazer com que o espectador faça parte do sofrimento de David Mann. Uma produção interessante, que vai muito além da sua simplicidade. Vale assistir, principalmente por efeito de curiosidade. É uma produção inquieta e que provoca inquietação.

FICHA TÉCNICA
Diretor: Steven Spielberg
Elenco: Dennis Weaver, Jacqueline Scott, Eddie Firestone, Lou Frizzell, Gene Dynarski, Lucille Benson, Tim Herbert, Charles Seel, Shirley O'Hara.
Produção: George Eckstein
Roteiro: Richard Matheson
Fotografia: Jack A. Marta
Trilha Sonora: Billy Goldenberg
Duração: 90 min.
Ano: 1971
País: EUA
Gênero: Ação
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida
Estúdio: Universal TV

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Contatos Imediatos do Terceiro Grau





Antes que eu avalie esse clássico do cinema pelo aspecto tosco que ele tem na atualidade, é importante lembrar que se trata de um filme de 1977. Uma época em que pensar em invasões extraterrestres era, sem dúvida nenhuma, algo fora do comum.


Agora, imagine colocar isso em um filme. Foi isso mesmo o que Steven Spielberg, aquele maluco, fez. E de uma maneira fantástica, diga-se de passagem.


Assim como em o Tubarão, Spielberg brinca com os elementos do cinema em Contatos Imediatos do Terceiro Grau. Existe uma sinergia poderosa entre áudio e vídeo, acompanhada de atuações muito convincentes de seu elenco.


O resultado, é uma produção que prende a atenção do espectador, dando mais partículas de uma história, do que fatos em si. O que quero dizer com isso, é que com uma mudança na música, o filme é capaz de alterar o comportamento do seu espectador sem, de fato, apresentar elementos visuais. Isso acontece muito em Tubarão, quando a música anuncia que algo acontecerá, sem que exista a imagem do animal.


Em contatos imediatos, ocorre uma grande combinação entre luzes e sons, que por fim justificam a preocupação de grande parte da sociedade da época (no filme). Existem outras vidas além da nossa no universo.


No filme, Roy Neary (Richard Dreyfuss) é um eletricista que, durante um atendimento de emergência em uma rodovia, faz contato com objetos voadores não identificados. Por ter ficado algum tempo em exposição às fortes luzes das naves, ele fica com manchas de queimadura no rosto. Assustado e preocupado com as visões que passa a ter, Roy conta para algumas pessoas o que lhe aconteceu, mas ninguém acredita. Pondo em jogo tudo o que construiu em sua vida, ele parte em busca da verdade e de uma explicação para tudo. Nessa busca ele conhece pessoas que sofreram o mesmo contato e que estão se encontrando para a chegada de uma grande nave. Ele descobre também que o governo americano está envolvido no projeto.Uma mistura maravilhosa de efeitos especiais e dramas pessoais diante da possibilidade do desconhecido. Mais uma obra prima de Spielberg.


Trazendo para a atualidade, fica difícil comparar com outros filmes com melhor qualidade gráfica e de efeitos, porém, para quase 35 anos atrás, o filme é uma verdadeira aula de cinema. Um elenco que vende bem a história, com uma direção e uma narrativa que mesclam muito bem áudio e vídeo, provocando o seu espectador.


Um filme bastante diferente para os padrões atuais, mas que vale a pena ser assistido por todo o conjunto de elementos que oferece. Uma história tão absurda para a época, que deu ainda mais destaque para seu diretor. Não só por isso, mas por permitir que o espectador sonhasse com sua proposta. Não espere um filme surpreendentemente maravilhoso, mas que vende bem sua misteriosa trama e que surpreende a cada mudança de cena. Imperdível para quem gosta de cinema, ou para quem curte um filme bastante diferente.


FICHA TÉCNICA
Diretor: Steven Spielberg
Elenco: Richard Dreyfuss, François Truffaut, Teri Garr, Melinda Dillon, Cary Guffey.
Produção: Jim Bloom, Julia Phillips, Michael Phillips
Roteiro: Steven Spielberg
Fotografia: John A. Alonzo, William A. Fraker, Don Jarel, Laszlo Kovacs, Dennis Muren, Dave Stewart.
Trilha Sonora: John Williams
Duração: 135 min.
Ano: 1977
País: EUA
Gênero: Ficção Científica
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida
Estúdio: Columbia