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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Confira a lista completa dos indicados ao Globo de Ouro 2013
Nesta manhã (13) a Associação de Imprensa Estrangeira em Hollywood revelou os indicados ao 70º Globo de Ouro, a segunda premiação mais importante do mundo cinematográfico e que também valoriza as produções feitas para televisão.
O anúncio dos indicados foi feito por Megan Fox (Garota Infernal), Ed Helms (Se Beber, Não Case Parte 2) e Jessica Alba (Machete).
A edição de 2013 será realizada em Los Angeles, no tradicional hotel Beverly Hilton, no dia 13 de janeiro. A data é bastante questionada pela mídia americana, já que o prêmio é considerado uma prévia para o Oscar, porém este ano os indicados da Academia serão divulgados no dia 10 de janeiro, ou seja, o rótulo terá de ser deixado de lado e o evento deve perder parte do seu glamour.
A filha de Clint Eastwood, a bela Francesca Eastwood, foi nomeada a Miss Globo de Ouro deste ano, porém a atriz não confirmou sua presença na cerimônia, causando polêmica em Hollywood.
O grande favorito para a disputa deste ano é Lincoln, que conseguiu sete indicações. Entre elas, Melhor Filme, Melhor Ator e Melhor Diretor. O filme, estrelado por Daniel Day-Lewis e Sally Field, é a cinebiografia do ex-presidente americano e conta com a direção de Steven Spielberg.
Destaque também para Django Livre, que foi nomeado cinco vezes em quatro categorias, já que Leonardo DiCaprio e Christoph Waltz concorrem como Melhor Ator Coadjuvante. As grandes atrações do longa são justamente as atuações, além da violência e humor afiado.
Argo foi indicado em cinco categorias. O Lado Bom da Vida e A Hora Mais Escura também figuram entre os favoritos, com quatro indicações cada. Confira abaixo a lista completa dos indicados ao Globo de Ouro 2013:
Melhor Filme (Drama)
Argo
Lincoln
A Hora Mais Escura
Django Livre
As Aventuras de Pi
Melhor Filme (Comédia/Musical)
Os Miseráveis
O Exótico Hotel Marigold
Moonrise Kingdom
O Lado Bom da Vida
Amor Impossível
Melhor Diretor
Ben Affleck (Argo)
Kathryn Bigelow (A Hora Mais Escura)
Steven Spielberg (Lincoln)
Quentin Tarantino (Django Livre)
Ang Lee (As Aventuras de Pi)
Melhor Ator (Drama)
Daniel Day-Lewis (Lincoln)
Joaquin Phoenix (O Mestre)
Denzel Washington (O Voo)
Richard Gere (A Negociação)
John Hawkes (As Sessões)
Melhor Ator (Comédia/Musical)
Bradley Cooper (O Lado Bom da Vida)
Bill Murray (Um Fim de Semana em Hyde Park)
Hugh Jackman (Os Miseráveis)
Jack Black (Bernie)
Ewan McGregor (Amor Impossível)
Melhor Atriz (Drama)
Marion Cotillard (Ferrugem e Osso)
Jessica Chastain (A Hora Mais Escura)
Helen Mirren (Hitchcock)
Naomi Watts (O Impossível)
Rachel Weisz (The Deep Blue Sea)
Melhor Atriz (Comédia/Musical)
Jennifer Lawrence (O Lado Bom da Vida)
Judi Dench (O Exótico Hotel Marigold)
Maggie Smith (Quartet)
Emile Blunt (Amor Impossível)
Meryl Streep (Um Divã Para Dois)
Melhor Ator Coadjuvante
Robert De Niro (O Lado Bom da Vida)
Christoph Waltz (Django Livre)
Tommy Lee Jones (Lincoln)
Leonardo DiCaprio (Django Livre)
Alan Arkin (Argo)
Melhor Atriz Coadjuvante
Anne Hathaway (Os Miseráveis)
Amy Adams (O Mestre)
Sally Field (Lincoln)
Helen Hunt (As Sessões)
Nicole Kidman (The Paperboy)
Melhor Roteiro
Argo
Django Livre
A Hora Mais Escura
O Lado Bom da Vida
Lincoln
Melhor Filme em Língua Estrangeira
Intocavéis (França)
Amor (Áustria)
Ferrugem e Osso (França)
O Amante da Rainha (Dinamarca)
Kon-Tiki (Reino Unido, Dinamarca e Noruega)
Melhor Animação
Frankenweenie
Detona Ralph
Hotel Transilvânia
A Origem dos Guardiões
Valente
Melhor Trilha Sonora Original
Anna Karenina
Lincoln
As Aventuras de Pi
Argo
A Viagem
Melhor Canção Original
Skyfall (007 - Operação Skyfall)
Safe and Sound (Jogos Vorazes)
Suddenly (Os Miseráveis)
Not Running Anymore (Amigos Inseparáveis)
For You (Ato de Coragem)
Prêmios para Televisão
Melhor Série (Comédia/Musical)
The Big Bang Theory
Episodes
Girls
Modern Family
Smash
Melhor Ator em Série (Comédia/Musical)
Alec Baldwin (30 Rock)
Don Cheadle (House of Lies)
Louis C.K. (Louis)
Matt LeBlanc (Episodes)
Jim Parsons (The Big Bang Theory)
Melhor Atriz em Série (Musical/Comédia)
Zooey Deschanel (New Girl)
Julia-Louis Dreyfus (Veep)
Lena Dunham (Girls)
Tina Fey (30 Rock)
Amy Poehler (Parks & Rec)
Melhor Série (Drama)
Breaking Bad
Boardwalk
Empire Downton
Abbey Homeland
The Newsroom
Melhor Ator em Série (Drama)
Steve Buscemi (Boardwalk Empire)
Bryan Cranston (Breaking Bad)
Jeff Daniels (The Newsroom)
Jon Hamm (Mad Men)
Daniel Lewis (Homeland)
Melhor Atriz em Série (Drama)
Connie Britton (Nashville)
Glenn Close (Damages)
Claire Danes (Homeland)
Julianne Margalies (The Good Wif)
Michelle Dockery (Downton Abbey)
Melhor Minissérie ou Filme para Televisão
Game Change
The Girl
Hatfields
The Hour
Political Animals
Melhor Ator em Minisséries
Kevin Costner (Hatfields & McCoys)
Benedict Cumberbatch (Sherlock)
Woody Harrelson (Game Change)
Toby Jones (The Girl)
Clive Owen (Hemingway & Gelhorn)
Melhor Atriz em Minisséries
Nicole Kidman (Hemingway & Gelhorn)
Jessica Lange (American Horror Story: Asylum)
Sienna Miller (The Girl)
Julianne Moore (Game Change)
Sigourney Weaver (Political Animals)
Melhor Ator Coadjuvante em Minisséries
Hayden Panettiere (Nashville)
Archie Panjabi (The Good Wife)
Sarah Paulson (American Horror Story)
Maggie Smith (Downton Abbey)
Sofia Vergara (Modern Family)
Melhor Atriz Coadjuvante em Minisséries
Max Greenfield (New Girl)
Ed Harris (Game Change)
Danny Huston (Magic City)
Mandy Patinkin (Homeland)
Eric Stonestreet (Modern Family)
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terça-feira, 27 de novembro de 2012
O Ditador
Achar que o humor de Sacha Baron Cohen é ousado ou ofensivo vai do repertório de cada espectador. Imaginar que seu "protesto" em forma de filme serve para algum propósito político é, no mínimo, valorizar demais a força de sua atuação. Ao mesmo tempo, se ofender com as tiradas nem sempre politicamente corretas de Sacha é bancar o inocente, em uma época que o humor abandonou o lado engraçadinho para atingir o espectador de uma maneira mais racional. Nem sempre o humor tem apenas a intenção de fazer seu espectador rir, mas também refletir a respeito do que acontece no seu entorno. É o que acontece com os filmes de Sacha, em seu jeito peculiar de criticar o mundo, e a partir disso, colecionar fãs ou alguns não tão fãs assim.
No caso de O Ditador, creio haver uma diferença com suas outras produções. Em Borat, ou mesmo Bruño, Sacha tenta aplicar uma cara de documentário às suas produções. Agora a trama segue de maneira diferente, com um enredo e uma história como coluna para sua produção.
O filme capricha na fotografia, e consegue criar uma atmosfera bastante curiosa a respeito da sua história. Com pitadas de realidade aqui e acolá, O Ditador critica abertamente os EUA e sua política internacional. Seu jeito de lidar com as minorias, imigrantes ilegais, trabalho escravo, e como o governo observa e age com cada caso envolvendo estrangeiros. Não deixa de ser um ponto de vista, mas se é o mais correto, ou o mais incorreto, cabe a cada um dos espectadores julgar. O filme é capaz de provocar algumas boas risadas e também alguns bons momentos de reflexão.
O filme conta sobre um ditador árabe (Sacha Baron Cohen) que tenta fazer de tudo para que a democracia não chegue ao seu país. Durante uma reunião da ONU, nos Estados Unidos, ele conhece um sósia e acaba se apaixonando pela dona de uma loja de alimentos, a partir daí, seu governo é colocado em uma situação de risco. Perdendo a cadeira de governante para seu sósia, talvez apenas a democracia, tão odiada e evitada anteriormente, possa ajudá-lo a recuperar seu governo, e também o seu amor.
Não se trata de uma comédia para todos os públicos. Pensar no jeito peculiar com que muitas situações são apresentadas, pode parecer ofensivo em vários momentos. Isso também não transforma o filme em um lixo total. O espectador precisa saber escolher o que vai assistir, e se optar por uma produção desse tipo, preparar seu coração e espírito para a visão crítica de seus produtores, diretores e porque não, até de seu elenco. O Ditador consegue ser mais agradável que os filmes anteriores de Sacha, mas a todo instante rola uma pitadinha de crítica politicamente incorreta. Humor? Talvez. O filme consegue arrancar algumas risadas, mas nem sempre tem apenas a intenção de fazer rir. Uma pedida interessante para quem curte uma comédia mais ácida, ou para quem gosta do estilo de filme feito por Sacha. No geral, embora não seja um filme para toda a família, é menos pesado e mais "atraente" que outras tantas produções que também tentam ser críticas e engraçadinhas.
No caso de O Ditador, creio haver uma diferença com suas outras produções. Em Borat, ou mesmo Bruño, Sacha tenta aplicar uma cara de documentário às suas produções. Agora a trama segue de maneira diferente, com um enredo e uma história como coluna para sua produção.
O filme capricha na fotografia, e consegue criar uma atmosfera bastante curiosa a respeito da sua história. Com pitadas de realidade aqui e acolá, O Ditador critica abertamente os EUA e sua política internacional. Seu jeito de lidar com as minorias, imigrantes ilegais, trabalho escravo, e como o governo observa e age com cada caso envolvendo estrangeiros. Não deixa de ser um ponto de vista, mas se é o mais correto, ou o mais incorreto, cabe a cada um dos espectadores julgar. O filme é capaz de provocar algumas boas risadas e também alguns bons momentos de reflexão.
O filme conta sobre um ditador árabe (Sacha Baron Cohen) que tenta fazer de tudo para que a democracia não chegue ao seu país. Durante uma reunião da ONU, nos Estados Unidos, ele conhece um sósia e acaba se apaixonando pela dona de uma loja de alimentos, a partir daí, seu governo é colocado em uma situação de risco. Perdendo a cadeira de governante para seu sósia, talvez apenas a democracia, tão odiada e evitada anteriormente, possa ajudá-lo a recuperar seu governo, e também o seu amor.
Não se trata de uma comédia para todos os públicos. Pensar no jeito peculiar com que muitas situações são apresentadas, pode parecer ofensivo em vários momentos. Isso também não transforma o filme em um lixo total. O espectador precisa saber escolher o que vai assistir, e se optar por uma produção desse tipo, preparar seu coração e espírito para a visão crítica de seus produtores, diretores e porque não, até de seu elenco. O Ditador consegue ser mais agradável que os filmes anteriores de Sacha, mas a todo instante rola uma pitadinha de crítica politicamente incorreta. Humor? Talvez. O filme consegue arrancar algumas risadas, mas nem sempre tem apenas a intenção de fazer rir. Uma pedida interessante para quem curte uma comédia mais ácida, ou para quem gosta do estilo de filme feito por Sacha. No geral, embora não seja um filme para toda a família, é menos pesado e mais "atraente" que outras tantas produções que também tentam ser críticas e engraçadinhas.
FICHA TÉCNICA
Diretor: Larry Charles
Elenco: Megan Fox, Sacha Baron Cohen, Anna Faris, John C. Reilly, Ben Kingsley, B. J. Novak, Kevin Corrigan, J.B. Smoove, Jim Piddock, Aasif Mandvi, Danielle Burgio, Ross Ryman, Fred Melamed, Niyi Oni, Adeel Akhtar, Jeff Grossman, Chris Gethard, Rock Kohli, Pean T. Krishnan, Peter Conboy, Moe Hindi, Joanna Moskwa, Natasha Ononogbo, Tracey Ruggiero, Andrew Rogers, Tony Joe, Loukas Papas, Eliyas Qureshi, Daniel Burress, Mohamed Alshami, Jasmine Hope Bloch, Anton Obeid, Larry Gevirtz, Jenny L. Saldaña, Mahmoud Atry, Carmel Amit, Glenn Andreiev, Ari Barkan, Akim Black, Ivan Cardona, Sheena Colette, Tara Copeland, Barbara Ann Davison, Kevin Dedes, Stephen Dexter, Amanda Dutton, Marshall Factora, Aja Frary, Shawn Gonzalez, Sean Grady, Michael C Hoaglin, Peter Iasillo Jr., Sam Ibram, Ebrahim Jaffer, Sondra James, Alex Kruz, Arash Mokhtar, Dushawn Moses, Michelle Nagell, Kelsey O'Brien, Melina Paez, Catherine Pierce, Dennis Rees Sardor Sodikov, Naeem Uzimann, Steven Weisz
Produção: Sacha Baron Cohen, Alec Berg, David Mandel, Scott Rudin, Jeff Schaffer
Roteiro: Sacha Baron Cohen, Alec Berg, David Mandel, Jeff Schaffer
Fotografia: Lawrence Sher
Trilha Sonora: Erran Baron Cohen
Duração: 94 min.
Ano: 2012
País: EUA
Gênero: Comédia
Cor: Colorido
Distribuidora: Paramount Pictures Brasil
Estúdio: Four by Two / Kanzaman
Classificação: 14 anos quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Transformers: A Vingança dos Derrotados

Mesmo sendo fã do gênero e um aficionado por Transformers desde pequeno, este segundo capítulo, pelo menos no quesito história, ficou um pouco a desejar. Visualmente, ainda é um dos filmes mais bem produzidos, com fotografia de peimeiríssima qualidade, efeitos especiais extraordinários, e uma qualidade gráfica excepcional.
No entanto, é na história que a coisa se perdeu um pouco. A batalha entre Autobots e Decepticons ficou sem sentido e confusa. O filme deixa a impressão de ser mesmo uma preparação para o terceiro episódio, que trará respostas para algumas das situações e a respeito da história de alguns dos personagens.
O elenco é o mesmo do primeiro filme. Shia LaBeouf e Megan Fox fazem o casal de mocinhos, e vão bem, mas o destaque fica com o hilário John Turturro. Excelente papel e excelente atuação. Salva a pátria em todas as suas passagens.
No filme, Sam (Shia LaBeouf) e Mikaela (Megan Fox) voltam a ficar na mira dos Decepticons, que desta vez precisam do rapaz vivo, já que ele detém conhecimentos valiosos sobre as origens dos Transformers e como aconteceu a história dos robôs neste planeta. Em paralelo, os militares americanos e uma força internacional unem-se aos bons Autobots para enfrentar os vilões.
Um filme cheio de ação, com belíssimas imagens e ótima qualidade gráfica, com um elenco de estrelas que funciona bem. O filme ficou um pouco longo, e com isso a história parece ganhar um epílogo desnecessário. Mesmo assim, é uma grande pedida. Um filme que agrada toda a família e não deixa ninguém dormir. Melhor ainda se tiver pique para assistir na sequência do primeiro e, se der tempo, de logo em seguida ver o terceiro.
FICHA TÉCNICA
Diretor: Michael Bay
Elenco: Shia LaBeouf, Megan Fox, Josh Duhamel, Tyrese Gibson, John Turturro, Matthew Marsden, Glenn Morshower, Ramon Rodriguez.
Produção: Ian Bryce, Tom DeSanto, Lorenzo di Bonaventura, Don Murphy
Roteiro: Roberto Orci, Alex Kurtzman, Ehren Kruger
Fotografia: Ben Seresin
Trilha Sonora: Steve Jablonsky
Duração: 148 min.
Ano: 2009
País: EUA
Gênero: Ação
Cor: Colorido
Distribuidora: Paramount Pictures Brasil
Estúdio: Di Bonaventura Pictures / DreamWorks SKG / Paramount Pictures / Hasbro
Classificação: 10 anos
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
No velho oeste ele nasceu...

Nunca acompanhei as histórias em quadrinhos de Jonah Hex, e acredito que em uma época onde os filmes costumam ser moderninhos e tecnológicos, e os filmes de faroeste melados e românticos, saber de um que desponta desse horizonte repetitivo é um alento. Mas Jonah Hex não atende as necessidades dos amantes de uma boa produção de bang bang.
Na verdade, apesar de ser um filme de faroeste, ele é bastante moderninho, com efeitos especiais interessantes e cenas de luta bem desenvolvidas, mas retoma a velha máxima de vingança a qualquer preço que, quando conseguida, deixa a impressão que a história não tem mais sentido algum.
O tom sombrio do filme é um destaque. Os filmes de faroeste costumam ser muito claros, empoeirados, mas reluzentes. E é nesse viés que trabalham todas (ou pelo menos a grande maioria) as adaptações de HQs. Adotar um tom escurecido, que explore a falta de elementos visuais bem identificados. O melhor exemplo disso é Sin City. E até mesmo Batman e Homem de Ferro já enveredaram para esse caminho. Esse elemento quebra um pouco a sensação de estarmos assistindo um filme de bang bang.
O caso, aqui, é que Jonah Hex não chega a ser uma produção de faroeste, embora explore elementos desse estilo, e até se passe nesse tipo de cenário. O teor do malfeitor vingador também é parecido com o dos Clint Eastwoods desses filmes, mas as comparações acabam por aqui. No mais, a história tenta agregar elementos modernos aos de época, e confunde um pouco o espectador.
Na história, Jonah Hex (Josh Brolin) é um caçador de recompensas caracterizado pela metade do rosto desfigurada e pelo uniforme do exército dos Confederados (da Guerra Civil Americana). John Malkovich (A Troca) interpreta o vilão Turnbull, o rico proprietário de uma fazenda no sul dos EUA que culpa Hex erroneamente pela morte de seu filho e, claro, busca vingança.
Da parte do elenco, John Malkovich se destaca por ser um exímio vilão. Talvez até por eu gostar de vê-lo como tal. Já Josh Brolin e a musa Megan Fox não acrescentam muito com as suas fracas atuações.
É um filme interessante, com bons efeitos, cenas de luta e tiro, e que até tenta algumas sacadas divertidas com seus diálogos. Não chega a ser tão bom quanto outras adaptações (não julgando aqui a relação com o original dos quadrinhos), mas é um bom entretenimento. É uma produção pra ser assistida sem muitas exigências, por isso mesmo prepare-se para algumas cenas absurdas. Se você é fã desse estilo, provavelmente se divertirá bastante.
FICHA TÉCNICA
Diretor: Jimmy Hayward
Elenco: Megan Fox, Josh Brolin, John Malkovich, Michael Fassbender, Will Arnett, Julia Jones, Michael Shannon, Aidan Quinn
Produção: Akiva Goldsman, Andrew Lazar
Roteiro: Brian Taylor, Mark Neveldine
Fotografia: Mitchell Amundsen
Trilha Sonora: Marco Beltrami, John Powell
Duração: 81 min.
Ano: 2010
País: EUA
Gênero: Western
Cor: Colorido
Distribuidora: Warner Bros.
Estúdio: Legendary Pictures / Mad Chance / Weed Road Pictures
Diretor: Jimmy Hayward
Elenco: Megan Fox, Josh Brolin, John Malkovich, Michael Fassbender, Will Arnett, Julia Jones, Michael Shannon, Aidan Quinn
Produção: Akiva Goldsman, Andrew Lazar
Roteiro: Brian Taylor, Mark Neveldine
Fotografia: Mitchell Amundsen
Trilha Sonora: Marco Beltrami, John Powell
Duração: 81 min.
Ano: 2010
País: EUA
Gênero: Western
Cor: Colorido
Distribuidora: Warner Bros.
Estúdio: Legendary Pictures / Mad Chance / Weed Road Pictures
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