sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Ministério da Justiça lança programa colaborativo de classificação indicativa para TV e cinema
O Ministério da Justiça lançou neste mês um programa colaborativo de classificação indicativa. A classificação indicativa visa proteger crianças e adolescentes de conteúdo inapropriado em meios de comunicação como cinema e televisão.
Criado por meio da Porta nº 26 da Secretaria Nacional de Justiça e do Ministério da Justiça, o programa tem como objetivo democratizar e trazer mais transparência para o processo de classificação indicativa.
Para participar, é preciso se inscrever em um edital disponível no site Cultura Digital. Os voluntários serão treinados em uma oficina de habilitação feita pela Coordenação de Classificação Indicativa, em Brasília. Após a qualificação, os selecionados se tornam classificadores externos voluntários.
Um dos objetivos do grupo de voluntários será monitorar atrações regionais de televisao, além de jogos e aplicativos digitais. Como a demanda nacional é enorme, a participação da sociedade contribuirá ainda para aliviar a carga da equipe titular.
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Prefeitura de SP quer copiar modelo do Rio de investir em filmes bons de bilheteria
Para reverter esse quadro, a prefeitura paulistana quer aprovar na Câmara até o final deste ano projeto de lei que cria uma agência de fomento ao cinema.
"O Rio construiu uma política agressiva de fortalecimento da produção local. Queremos acelerar isso aqui, com uma agência não igual, mas inspirada no modelo da RioFilme", afirma a produtora Débora Ivanov, que participa da formulação do projeto.
O modelo da RioFilme, originalmente uma distribuidora, sofreu uma inflexão em 2009, quando passou a priorizar investimento em produções com potencial de grande bilheteria.
O resultado é o aumento exponencial do lucro da empresa municipal carioca, que só neste ano soma receita de R$ 5 milhões oriunda da bilheteria dos filmes em que apostou.
Em 26/04/2013, na Folha de São Paulo. |
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Pesquisa mapeia venda de ingressos de cinema no Brasil
No ranking, Vitória (ES) aparece em 6º lugar e lidera entre as capitais, com média de 2,91 ingressos por habitante. A reportagem do site informa ainda que o estado que mais aparece no top 30 é São Paulo, com 14 cidades. A mais bem colocada é São Caetano do Sul, vice-líder geral: 610.430 ingressos para 150.638 habitantes (média de 4,05 entradas). O município do ABC paulista tem somente sete salas de cinema, indica o Filme B.
As informações fazem parte de um resumo do Database Brasil 2013, que traz uma tabela completa sobre as vendas no país no ano passado. Veja, abaixo, os 30 municípios que mais venderam ingressos em média durante 2012:
Pesquisa do portal Filme B mostra as 30 cidades que mais venderam ingressos de cinema per capita em 2012 (Foto: Reprodução/Filme B)
terça-feira, 7 de junho de 2011
O 3D morreu? Viva o 3D?

Nas últimas duas semanas algo interessante aconteceu no mercado norte americano: o 3D como atrativo de bilheteria mostrou sinais de declínio. Sinais claros, vindos do índice de vendas de ingressos, assinalaram o que pode ser , na melhor das hipóteses, um desinteresse momentâneo e, na pior, o começo de uma curva descendente, o ciclo final de uma tendencia.
Primeiro, vamos ver o quadro geral: a venda de ingressos nos EUA, neste primeiro semestre, está em media 20% abaixo do mesmo periodo ano passado. É o ponto mais baixo de uma curva descendente que vem desde 2002, e que foi interrompida brevemente em 2009-inicio de 2010 por Avatar.
O mega-sucesso de Avatar, como se sabe, levou os nervosíssimos chefões da indústria a uma conclusão simples: o 3D é a salvação! Não apenas é o que público deseja, mas também é um modo de vender ingressos mais caros, dando um reforço na receita!
Como sempre acontece nesses casos, neste nível, ninguém discutiu a necessidade de tais filmes serem tão bons, tão envolventes e tão tecnologicamente avançados quanto Avatar.
Fast forward para o feriadão de Memorial Day, a última segunda feira de maio, que marca o início da temporada-pipoca, em geral a fase das vacas gordas para Hollywood: Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas, estreia no topo, como esperado _ mas apenas 46% de sua receita vem das exibições 3D. Uma semana depois, o filme é derrubado por Se Beber Não Case 2, em 2D. Mais sete dias – este final de semana – e Kung Fu Panda 2 fez pior: apenas 45% de seus ingressos vieram de exibições 3D.
A reação em Wall Street – que é onde realmente se resolvem os destinos dos grandes estudios e das empresas que deles dependem – foi rápida: as ações de empresas do setor, como a Real 3D, despencaram vertiginosamente (11% em um dia, em um caso).
Na primeira eclosão do 3D, nos anos 1950, o entusiasmo das plateias durou exatamente três anos. Tentativas posteriores, nos anos 1970 e 80, resistiram menos tempo: um ano e meio, em media. Todas foram vitimadas pela mesma combinação de fatores: filmes vagabundos, falta de paciência com os óculos, problemas técnicos de exibição, alto custo do ingresso.
E nem assim ninguém aprendeu coisa alguma.
Existem algumas diferenças, contudo, entre as trajetórias anteriores do 3D e o que está acontecendo agora.
A primeira, e mais importante, é a força dos mercados internacionais, coisa que não existia em meados do século passado. O 3D pode estar caindo no consumo norte-americano, mas no exterior ainda é uma novidade pela qual, aparentemente, as plateias não se incomodam em pagar mais caro.
Na verdade, eu diria que todos os grandes lançamentos dos estudios, hoje, são criados, desenvolvidos e planejados visando em primeiro lugar o público fora dos EUA, de saturação mais lenta. Ou vocês acham que esses lançamentos simultâneos ou antecipados de arrasa-quarteirão são por acaso, ou apenas por conta do medo da pirataria?
O segundo elemento é o interesse na nova tecnologia por realizadores que não se alinham com o cinemão, como comentamos aqui, há pouco. A plasticidade e o poder visual da nova tecnlogia está oferecendo o que suas versões anteriores não tinham: a capacidade de ser uma real ferramenta narrativa, com resultados empolgantes e imprevisíveis.
Por Ana Maria Bahiana, em 06/06/2011, no link http://anamariabahiana.blogosfera.uol.com.br/2011/06/06/o-3d-morreu-viva-o-3d/
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Muito mais do mesmo...

quarta-feira, 16 de março de 2011
Ir ou não ir ao cinema, eis a questão
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Circuito brasileiro de cinema bate recordes em 2010 e se torna o mais rentável da América Latina
Os resultados de 2010 do mercado cinematográfico são motivo de comemoração para a indústria brasileira de cinema. Com 135 milhões de ingressos vendidos, o número de espectadores foi cerca de 20% melhor do que em 2009. Os dados preliminares são do Sindicato das Empresas Distribuidoras Cinematográficas do Município do Rio de Janeiro. Os números totais serão divulgados em meados de janeiro.O cinema brasileiro é um dos responsáveis pelos resultados positivos. Dos dez filmes mais vistos do ano, três são nacionais: "Tropa de Elite 2", "Nosso Lar" e "Chico Xavier" - todos com mais de 3 milhões de espectadores. Com isso, a participação de mercado subiu para 19%, cinco pontos percentuais a mais do que no ano anterior. Foram 26 milhões de ingressos vendidos, quatro milhões a mais do que o recorde anterior, de 2003, com 22 milhões de ingressos.
Outra razão para o crescimento do mercado foram a abertura de 150 novas salas no País. Com isso, o parque exibidor chegou a 2.500 salas, sendo 200 delas com tecnologia para projeções em 3D. Com todas essas marcas expressivas, o Brasil ultrapassou o México e consagrou-se como maior mercado da América Latina.
No link http://cinema.uol.com.br/ultnot/2010/12/20/circuito-brasileiro-de-cinema-bate-recordes-em-2010-e-se-torna-o-mais-rentavel-da-america-latina.jhtm
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Vem aí mais um festival de cinema
Se você faz parte do time que gosta de prestigiar os festivais de cinema, anote na agenda porque tem mais um chegando neste mês. Trata-se da 5ª edição do Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo programado para ocorrer entre 12 a 18 de julho.
Ao todo, serão 137 filmes de 15 países latino americanos, a maioria inéditos no circuito comercial. O cineasta Argentino Marcelo Piñeyro e o brasileiro João Batista de Andrade são os grandes homenageados do evento que tem como objetivo divulgar e discutir a singularidade estética da cinematografia da América Latina.
Entre os títulos presentes na mostra Contemporâneos figuram Dois Irmãos (Daniel Burman, Argentina), Hiroshima (Pablo Stoll, Uruguai), Memórias do Desenvolvimento (Miguel Coyula, Cuba/EUA), Zona Sul (Juan Carlos Valdivia, Bolívia), Paraíso (Hector Galvez, Peru) e Juntos (Nicolás Pereda, México), entre outros.O Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo acontecerá no Memorial da América Latina, Cinesesc, Cinemateca, Cinusp “Paulo Emílio” e MIS, sempre com entrada franca. Programe-se!
terça-feira, 31 de março de 2009
As facetas de Brad

Chega a vez de O Curioso Caso de Benjamin Button. O filme que foi indicado em várias categorias do Oscar é uma pedida interessante. A atuação do elenco funciona bem, apesar de eu achar que Brad Pitt não tem o perfil para atuar em filmes que não sejam de ação (desculpem, mas ele não me convence), mas independente disso, a história funciona bem.
A fotografia é belíssima, e a junção de efeitos e maquiagem é muito bonita. O roteiro tende a indicar uma “moral da história”, o que estraga um pouco. E no geral, o filme ficou muito longo. Quando se espera que tudo acabe, pois o fim é meio previsível, ocorre uma espécie de epílogo, que cansa o telespectador.
Obviamente, a propaganda feita sobre o filme apenas enaltece as atuações e a subjetividade do tema proposto. Ocorre um apelo ao sentimental, normal em muitos filmes, mas sinto que no geral, o entretenimento é mais baixo do que o esperado.
Definitivamente, vale muito a pena assistir. Mas a Academia fez bem em não dar todos os prêmios ao filme. Outros executaram trabalhos muito melhores do que simplesmente apostar em nomes de peso.
quarta-feira, 11 de março de 2009
Quem quer ser um milionário?

Pra ser sincero, muitas das críticas e opiniões que li sobre o filme foram muito negativas. Que seu roteiro é apelativo, no sentido de explorar a pobreza da sociedade indiana, e a desgraça de crianças, que tem a intenção de comovar, fazer com que o telespectador se comova, e passe a pensar nos personagens como heróis.
Acredito que algumas dessas colocações estejam corretas, mas não creio que o filme seja tão simplista. Na verdade, analisando a parte técnica do filme, esta se apresenta impecável, com uma bela fotografia, uma montagem sonora perfeita, e um roteiro que sai daquele marasmo hollywoodiano.
Não se trata apenas de explorar o sofrimento de um país de terceiro mundo (ou quarto, ou quinto...), mas a de transmitir uma mensagem positiva, de otimismo, de crescimento pessoal, e de uma análise das dificuldades e situações críticas pelas quais passamos hoje em dia.
Mas então é um filminho de mensagem? Não!!! É, sim, um filme que cumpre o seu papel de entreter e divertir o seu telespectador. Com um elenco desconhecido, mas que agrada, que emociona sem ser melado, com um tempo de narração muito dinâmico.
Talvez não deva ser considerado um clássico do cinema, mas é um filme que derrota a série de blockbusters concorrentes. Um filme que convence e vale o valor do seu ingresso.
domingo, 16 de novembro de 2008
Tô chegando...
Espero contribuir para o entretenimento de todos, e poder contar com a participação dos visitantes, a fim de melhorar continuamente o blog. Como está no ar, cuidado para não ser atingido direto na cabeça. O seguro não cobre acidentes, mas garante bons momentos de entretenimento e diversão.
E lembre-se, aqui não há golpe político que impeça a Meia Entrada...
