terça-feira, 11 de janeiro de 2011

E você, ri do quê?



Mais uma prova que elenco não é nada sem uma boa trama. Tá rindo do quê? é um daqueles filmes que não explica ao que vem. Adam Sandler e Seth Rogen juntos, por seus históricos em comédias, atrai. No entanto, o que desencadeia nessa história sem muito sentido, é uma tentativa de se fazer um filme dramático engraçadinho.

Pode se dizer que a tentativa é um fracasso total. O filme não consegue ser engraçado e muito menos envolvente a ponto de comover. E as mais de duas horas de duração são um duro teste aos seus espectadores. Quando você imagina que o filme já deveria ter acabado há tempos, eis que ele ressurge num epílogo longo e chato.

Na história, George (Adam Sandler) é um comediante stand up de tremendo sucesso que, um dia, descobre ter uma doença incurável e pouco menos de um ano de vida. Ira (Seth Rogen) também é comediante, possui um grande talento, mas trabalha num restaurante e ainda sonha em se tornar um artista de respeito nas poucas vezes que sobe ao palco. Certa noite, no entanto, os dois homens acabam se apresentando no mesmo local. George, imediatamente, decide contratá-lo para ser seu assistente pessoal. Nasce, então, uma grande amizade entre eles.

Rogen incorporou a figura dos seus papeis em comédias com teor mais pesado, geralmente ligadas a algum excesso (drogas ou álcool), tanto que na tentativa de ser sério não consegue agradar. O mesmo acontece com Sandler. Apesar de já ter participado de outros filmes mais sérios (Embriagado de Amor ou Reine Sobre Mim), suas características fizeram com que a gente se acostumasse com os seus personagens em comédias (algumas delas bastante razoáveis e engraçadas).

Não que seja impossível um ator tentar um filme diferente de vez em quando, completamente nada a ver com os seus papeis de costume (aqueles que só fazem comédias, partirem para um drama ou aventura, ou vice versa), mas o costume da audiência costuma rejeitar essas tentativas, a menos que seja um sucesso absoluto. Caso contrário, a estranheza causada pode prejudicar a qualidade da produção.

Aqui o drama engraçadinho não pegou muito bem. O filme é cansativo, lento, cheio de diálogos desnecessários, com uma direção confusa e sem sentido. O produto se tornou um filme que não acrescenta muito à vida de quem o assiste. Muito menos com a sua mensagem há tempos usada e superada. Definitivamente, não vale o preço da locação.

FICHA TÉCNICA
Diretor: Judd Apatow
Elenco: Adam Sandler, Seth Rogen, Leslie Mann, Eric Bana, Jonah Hill, Jason Schwartzman, Aziz Ansari.
Produção: Judd Apatow, Jack Giarraputo, Evan Goldberg, Seth Rogen, Adam Sandler
Roteiro: Judd Apatow
Fotografia: Janusz Kaminski
Trilha Sonora: Jason Schwartzman
Duração: 146 min.
Ano: 2009
País: EUA
Gênero: Comédia
Cor: Colorido
Distribuidora: Universal Pictures
Estúdio: Apatow Productions / Columbia Pictures / Universal Pictures / Mr. Madison Productions

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Pra gente grande ou pequena



Começo a desconfiar da qualidade dos filmes com elencos muito inflados. Não que Gente Grande seja uma produção ruim. Mas tenho certeza que poderia ser muito melhor.

Ao reunir Adam Sandler, Kevin James, Chris Rock, David Spade, Rob Schneider, Salma Hayek, Maria Bello, entre outros, só pelo time masculino, já podia imaginar que seria uma comédia fantástica, pra rolar e não parar de chorar de rir.

Mas a imaginação não conta, e o filme fica bem abaixo do esperado. Momentos engraçados, muitos até, mas não crie muitas expectativas. O apelo à mensagem do filme ainda tem um valor maior do que a graça que ele pretendia passar.

A história conta quando, trinta anos após a formatura do colégio, cinco amigos (Adam Sandler, Chris Rock, Kevin James, David Spade e Rob Schneider) se reencontram para passar um fim de semana juntos. Com suas mulheres (Salma Hayek, Maria Bello e Maya Rudolph) e filhos, eles comemoram o feriado de 4 de Julho em uma casa no lago, para celebrar os anos de juventude e relembrar os bons momentos.

O medo de envelhecer, a pessoa que ainda se acha jovem, a diferença entre a maturidade dos homens e mulheres, a imaturidade, a busca pela diversão do passado, e tantas outras definições que podem servir para explicar a moral da história. Esse é o carro chefe de um filme que reuniu um bom elenco (embora pareça forçado, algumas vezes), num roteiro manjado e previsível, mas que ainda assim consegue arrancar algumas boas risadas.

Não é uma comédia fantástica, mas vale o esforço. Curta sem exigir um roteiro bem elaborado ou cobrar as risadas que o filme não conseguiu arrancar de você. Pra assistir com a família naquele sabadão chuvoso.

FICHA TÉCNICA
Diretor: Dennis Dugan
Elenco: Adam Sandler, Rob Schneider, Maria Bello, Maya Rudolph, Chris Rock, Kevin James, David Spade, Tim Meadows.
Produção: Adam Sandler, Barry Bernardi, Allen Covert, Tim Herlihy
Roteiro: Adam Sandler, Fred Wolf
Fotografia: Theo van de Sande
Trilha Sonora: Rupert Gregson-Williams
Duração: 102 min.
Ano: 2010
País: EUA
Gênero: Comédia
Cor: Colorido
Distribuidora: Sony Pictures
Estúdio: Happy Madison Productions / Relativity Media

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Após 68 anos, Belas Artes vai fechar as portas em São Paulo

O Belas Artes, um dos mais antigos cinemas de São Paulo, se prepara para as últimas sessões. No dia 30 de dezembro, uma notificação judicial avisou: o imóvel, na esquina da avenida Paulista com a rua da Consolação, tem de ser entregue até fevereiro.

Terminará, assim, uma história iniciada em 1943. Terminarão assim os "Noitões" que, nos últimos anos, chegaram a reunir, madrugada adentro, mil pessoas.

A ameaça de fechamento do cinema veio a público em março de 2010, quando o HSBC pôs fim ao patrocínio. André Sturm, o proprietário, começou então a bater à porta de algumas empresas, atrás de nova parceria.

Conversa daqui, conversa dali e, em novembro passado, foi acertado novo apoio. A minuta do contrato estava sendo finalizada quando veio a surpresa. "O proprietário disse que queria o imóvel de volta porque ia abrir uma loja lá", diz Sturm.

Sturm conta que havia se comprometido a pagar um novo valor de aluguel, de R$ 65 mil, assim que fechasse o patrocínio. "Tínhamos um acordo, mas ele não cumpriu", diz o dono do cinema.
Procurado, o proprietário do imóvel, Flávio Maluf (que não é filho de Paulo Maluf), não precisou sequer ouvir uma pergunta. A identificação da reportagem da Folha foi suficiente para que dissesse não ter nada a declarar.

"Ligue para o meu advogado", recomendou. Enquanto ditava nome e telefone, interrompeu a fala e perguntou: "Mas é a respeito do quê?". Informado, ensaiou uma explicação: "Perderam o prazo... Não tenho nada a declarar". O advogado não retornou as ligações.

Maluf passou a responder pelo imóvel há dois anos, quando seu pai morreu. "Venceu a visão mesquinha", diz Sturm.

Ontem, os 32 funcionários receberam o aviso prévio.



ÚLTIMA FASE

Sturm assumiu o cinema em 2002, quando os antigos proprietários decretaram o negócio inviável. O espaço, de fato, estava com as instalações decadentes e a programação descaracterizada.

Vieram a seguir a sociedade com a O2, produtora do cineasta Fernando Meirelles e, em 2003, o apoio do HSBC.

A ameaça do fim, em 2010, fez com que, no ano passado, a cidade se mobilizasse para salvar o Belas Artes. A campanha tanto deu resultado que o patrocínio chegou.

Dentre as marcas que esta última fase deixará estão o "Noitão" e a longa permanência de alguns filmes.

Pelo menos quatro títulos ficaram mais de um ano em cartaz: "O Filho da Noiva", "Bicicletas de Belleville", "2046 - os Segredos do Amor" e "Medos Privados em Lugares Públicos".






CINEFILIA

A tradição cinéfila do espaço firmou-se na década de 70. O cinema pertencia ao grupo francês Gaumont que, além de exibidor e distribuidor, era produtor de cineastas autorais, como Fellini e Antonioni.
Na década de 80, foram muitos os cineastas brasileiros a escolher o Belas Artes como tela preferencial para suas estreias e foram muitos os espectadores a formar filas na Paulista, para conseguir um lugar nas sessões de "Daunbailó", de Jim Jarmusch, e "Terra dos Bravos", de Laurie Anderson.
Para evitar que toda essa memória se esvaia do dia para a noite, Sturm fará, a partir do dia 14, duas retrospectivas. Uma trará clássicos do cinema. Outra, clássicos do Belas Artes. E não é só: "Meu compromisso é abrir outro cinema do mesmo tipo. Já tenho lugares em vista."

Por Ana Paula Sousa, em 06/01/2011, para o caderno Ilustrada do jornal Folha de São Paulo.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Confira a lista completa dos vencedores do People's Choice Awards 2011


DRAMA FAVORITO
House

ATOR DE DRAMA
Hugh Laurie – House

ATRIZ DE DRAMA
Lisa Edelstein – House

COMÉDIA FAVORITA
Glee

ATOR DE COMÉDIA
Neil Patrick Harris – How I Met Your Mother

ATRIZ DE COMÉDIA
Jane Lynch – Glee

COMPETIÇÃO FAVORITA
American Idol

DRAMA CRIMINAL FAVORITO
Lie to Me

PERSONAGEM CONTRA O CRIME FAVORITO (Categoria Inédita)
Tim Roth – Lie to Me

FICÇÃO CIENTÍFICA FAVORITA
Fringe

APRESENTADOR DE TALK SHOW
Conan O’Brien

OBSESSÃO FAVORITA
Dexter

GUILTY PLEASURE FAVORITO
Keeping Up with the Kardashians

PARTICIPAÇÃO ESPECIAL FAVORITA
Demi Lovato – Grey’s Anatomy

MÉDICO FAVORITO (Categoria Inédita)
Gregory House – Hugh Laurie

FAMÍLIA FAVORITA (Categoria Inédita)
The Simpsons – The Simpsons

NOVA COMÉDIA FAVORITA
$#*! My Dad Says

NOVO DRAMA FAVORITO
Hawaii Five-0

ATOR FAVORITO
Johnny Depp

ATRIZ FAVORITA
Kristen Stewart

FILME DE AÇÃO FAVORITO
Homem de Ferro 2

ATOR DE AÇÃO FAVORITO
Jackie Chan

FILME DE DRAMA FAVORITO
Eclipse

FILME DE FAMÍLIA FAVORITO
Toy Story 3

FILME DE COMÉDIA FAVORITO
Grown Ups

ATOR DE COMÉDIA FAVORITO
Adam Sandler

ELENCO PREFERIDO
Eclipse

ATOR ABAIXO DOS 25 ANOS PREFERIDO
Zac Efron

FILME DE TERROR PREFERIDO
A Nightmare on Elm Street

FILME DE FAMÍLIA PARA A TEVÊ FAVORITO
Camp Rock 2

CHEF DE TEVÊ FAVORITO
Rachael Ray

ARTISTA MASCULINO FAVORITO
Eminem

ARTISTA FEMININO FAVORITO
Katy Perry

CANÇÃO FAVORITA
"Love The Way You Lie"

BANDA DE ROCK FAVORITA
Paramore

ARTISTA POP FAVORITO
Rihanna

ARTISTA COUNTRY FAVORITO
Taylor Swift

ARTISTA DE R&B FAVORITO
Usher

ARTISTA DE HIP HOP FAVORITO
Eminem

CLIPE FAVORITO
"Love The Way You Lie"

SENSAÇÃO ONLINE FAVORITA
Katy Perry

VÍDEO VIRAL FAVORITO
Tarp Surfing

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Total de 2010 confirma recorde para cinema brasileiro


Público aumentou 60% e renda, 71% em relação a 2009; bilheteria geral também teve avanço e salas 3D quase triplicaram

O cinema brasileiro teve um desempenho histórico em 2010. De acordo com o portal especializado Filme B, o público para filmes nacionais teve aumento de 60% em comparação a 2009, pulando para 25,5 milhões de espectadores, o maior da retomada. A bilheteria alcançou expansão ainda maior: 71%, total de R$ 225 milhões.

Três longas produzidos no país entraram no Top 10 do ano – o recordista "Tropa de Elite 2" na primeira posição, "Nosso Lar" e "Chico Xavier". Com isso, a particação do cinema nacional no mercado foi de 19%, o segundo melhor índice da década, ficando atrás somente de 2003 (22%).

Apesar de apresentar queda de público de 12,6% em dezembro – o único mês em que isso aconteceu –, o ano foi de comemoração para o circuito exibidor. No total, foram 134,8 milhões de ingressos vendidos (+20%) e bilheteria de R$ 1,26 bilhão (+30%).
A explosão de salas com tecnologia 3D está relacionada a esse desempenho. O total de cinemas aparelhados saltou de 97 em janeiro para 262 em dezembro, aumento de 150%. A expansão só não foi maior pela falta de equipamentos disponíveis no mercado. A multiplicação de salas teve reflexo no faturamento, já que os ingressos são mais caros do que nas salas convencionais: R$ 244 milhões, alta de 230%.
Veja abaixo a lista dos 10 filmes campeões de bilheteria no Brasil em 2010:
1. "Tropa de Elite" – renda: R$ 102,5 milhões; público: 11,01 milhões
2. "Avatar" – renda: R$ 72,8 milhões; público: 5,98 milhões
3. "Shrek para Sempre" – renda: R$ 70,4 milhões; público: 7,36 milhões
4. "Saga Crepúsculo: Eclipe" – renda: R$ 53,8 milhões; público: 6,23 milhões
5. "Alice no País das Maravilhas" – renda: R$ 47,9 milhões; público: 4,34 milhões
6. "Toy Story 3" – renda: R$ 42,2 milhões; público: 4,34 milhões
7. "Alvin e os Esquilos 2" – renda: R$ 38,8 milhões; público: 5,15 milhões
8. "Harry Potter e Relíquias da Morte - Parte 1" – renda: R$ 37,6 milhões; público: 4,41 milhões
9. "Nosso Lar" – renda: R$ 36,1 milhões; público: 4,05 milhões
10. "Chico Xavier" – renda: R$ 30,3 milhões; público: 3,41 milhões

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Segundo capítulo de fantasias



Na continuação de As Crônicas de Nárnia, mais uma vez, destaque para a excelente qualidade de toda a produção. A fotografia do filme é belíssima, com o amadurecimento do elenco, que agora acolhe novas estrelas. Mas, como não poderia deixar de ser como em qualquer continuação, perde um pouco da sua excelência. A narrativa é mais veloz, tornando difícil pegar a história pela metade, para aqueles que não assistiram o primeiro longa. E os personagens perdem um pouco da sua riqueza.

Nada disso atrapalha o telespectador. O filme ainda é uma excelente pedida para toda a família.

Dessa vez, a história volta tempos depois, quando Nárnia precisa novamente da ajuda dos irmãos Pevensie contra a dominação dos telmarinos, que baniram os animais falantes e as criaturas mitológicas. Eles são invocados pela trompa mágica de Susana (Anna Popplewell) e, ironicamente, Caspian (Ben Barnes), legítimo herdeiro desse povo, clama pelos reis em nome da antiga magia de Nárnia.

A história toma corpo e prepara a jornada para os próximos filmes. Só espero que a partir do terceiro, que foi lançado agora, em dezembro de 2010, os lançamentos sejam mais próximos.

Apesar da troca de produtoras (Disney por Fox), o filme mantém a sua essência principal, e seu zelo pela qualidade. Os efeitos especiais, somados às doses de ação e aventura são deliciosos. Realmente, uma excelente pedida para aqueles que gostam de uma boa produção cinematográfica.

FICHA TÉCNICA
Diretor: Andrew Adamson
Elenco: Liam Neeson, Warwick Davis, Ben Barnes, Peter Dinklage, William Moseley, Anna Popplewell, Georgie Henley, Skandar Keynes, Shane Rangi, Sergio Castellitto.
Produção: Andrew Adamson, Mark Johnson, Perry Moore, Philip Steuer
Roteiro: Andrew Adamson, Christopher Markus, Stephen McFeely, baseado na obra de C.S. Lewis
Fotografia: Karl Walter Lindenlaub
Trilha Sonora: Harry Gregson-Williams
Duração: 147 min.
Ano: 2008
País: EUA/ Reino Unido
Gênero: Aventura
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida
Estúdio: Walt Disney Pictures / Walden Media
Classificação: 10 anos

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Um mundo de fantasia


Em meio à estreia da parte 3 desse belo filme, me sinto inspirado para uma avaliação. Inspiração, que realmente enriquece e comove, de tão bela. Uma produção Disney, sem sombra de dúvida, com toda a sua riqueza de detalhes, roteiro apuradíssimo, elenco formidável, personagens intrigantes e apaixonantes, efeitos especiais, cenas de ação e aventura, diversão e muito mais.

O filme é espetacular. E apesar de não ser mais tão novinho (2005), é tão atual e continua nos oferecendo um belo mundo de fantasias e imaginação.

Uma pena a demora nas suas continuações (Príncipe Caspian só foi lançado em 2008, e A Viagem do Peregrino da Alvorada apenas no fim de 2010), causada principalmente pelo desinteresse da própria Disney na sua produção, o que a fez abandonar a série em sua terceira parte, e que agora, além da Walden Media, tem a 20th Century Fox e outros estúdios da família Fox como produtores.

No filme, os irmãos Peter (William Moseley), Susan (Anna Popplewell), Edmund (Skandar Keynes) e Lucy (Georgie Henley), separados dos pais em meio aos ataques nazistas a Londres durante a Segunda Guerra Mundial, são mandados para o interior da Inglaterra. Lá, eles descobrem um guarda-roupa mágico que leva ao maravilhoso mundo de Nárnia, onde vivem muitas aventuras.

Rico, muito bem construído, com um elenco novato, mas ainda assim de primeira linha, com uma excelente velocidade, colorido, divertido, é um filme pra toda família e pra todos os momentos. Pra todos que gostarem do filme recomendo os livros. Além da surpreendente história, os livros complementam os filmes, tornando-os ainda mais agradáveis.
FICHA TÉCNICA
Diretor: Andrew Adamson
Elenco: Georgie Henley, William Moseley, Skandar Keynes, Anna Popplewell, Tilda Swinton, Rupert Everett, James McAvoy, Shane Rangi, Patrick Kake, Elizabeth Hawthorne, Kiran Shah, Ray Winstone, Liam Neeson.
Produção: Mark Johnson
Roteiro: Andrew Adamson, Christopher Markus, Stephen McFeely, Ann Peacock
Fotografia: Donald McAlpine
Trilha Sonora: Harry Gregson-Williams
Duração: 135 min.
Ano: 2005
País: EUA
Gênero: Aventura
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida
Estúdio: Walt Disney Pictures / Walden Media
Classificação: 10 anos