quarta-feira, 11 de abril de 2012

Uma escola muito doida



Se você nunca teve a oportunidade de assistir um filme estrelado por Jon Lovitz, essa é a sua chance. Uma comédia escrachada na medida certa, com a cara desse excelente comediante. Nada parece fazer muito sentido, mas essa é a ideia central dessa excelente paródia.

O filme abusa das piadas prontas, mas nem por isso perde a graça ou se torna previsível. É um filme básico, mas que consegue entreter na medida certa seu espectador. Não existem detalhes tecnológicos fora do comum. É o tipo de filme que se segura na atuação de seu elenco.

E é esse o seu ponto forte. Além de Lovitz, em excelente forma, o filme conta com estrelas medianas, como Tia Carrere, John Neville, Louis Fletcher e Mekhi Phifer. Apesar de um elenco sem destaques, as atuações são bastante regulares e os personagens agregam pontos extras à trama.

No filme, após ser aceito numa escola barra pesada, um verdadeiro palco de guerra de gangues, um professor sensível adquire o respeito dos alunos degenerados e faz com que os mesmos estudem para os exames de fim de ano.

Um filme agradável, com boas piadas e humor bem distribuído. Com certeza existem filmes muito melhores, mas o jeitão de Jon Lovitz é insuperável e torna o filme uma pedida certa. nada de efeitos especiais ou firulas tecnológicas. A produção se baseia no básico para atrair a atenção do seu espectador. O tempo de narrativa eliminam quaisquer detalhes lentos ou desnecessários. Pra assistir, com garantia de boas risadas, e até repetir.

Ficha Técnica
Título Original: High School High
Gênero:Comédia
Direção:Hart Bochner
Roteiro:David Zucker (I), Pat Proft, Robert LoCash
Produtores:Bill Johnson, David Zucker (I), Gil Netter, Jeff A. Wright, Patricia Whitcher, Robert LoCash, Sasha Harari
Elenco: John Neville (Thaddeus Clark), Jon Lovitz (Richard Clark), Louise Fletcher (Principal Evelyn Doyle), Malinda Williams (Natalie Thompson), Mekhi Phifer (Griff McReynolds), Tia Carrere (Victoria Chapell), Guillermo Díaz (Paco Rodriguez), Brian Hooks (Anferny Jefferson), Natasha Gregson Wagner (Julie Rubels), Marco Rodríguez (Mr. DeMarco), Nicholas Worth (Rhino), Eric Allan Kramer (Hulk), Lu Elrod (Miss Bernie Wells)
Estreia no Brasil: 25 de Outubro de 1996
Duração: 86 minutos

terça-feira, 10 de abril de 2012

Independence Day



Independence Day foi um marco para o cinema. Não fez tanto barulho quanto Avatar, mas foi igualmente chocante, devido a sua proposta de invasão alienígena, que destrói o planeta (ok, primeiramente boa parte dos EUA), e por seus efeitos especiais extravagantes.

Fato é que não chega a ser uma produção ruim. Hoje temos opções melhores, e até mesmo a ideia de invasão já ficou tão comum, que qualquer outra produção que proponha isso deve se esforçar para não repetir algum filme das antigas. Independence Day virou referência nesse quesito. Creio ser difícil propor um filme de ficção científica sem esbarrar na ideia desse roteiro.

A parte gráfica é realmente surpreendente. Excelente áudio e excelentes efeitos especiais. E o elenco é um apanhado de bons atores, com destaque para Will Smith, Bill Pullman e Jeff Goldblum.

O roteiro não surpreende. É a velha máxima da cospiração interplanetária que também quer destruir a América (leia EUA). Nada contra. Em alguns casos funciona bem, e eles parecem gostar de fazer o papel de vítimas, só pelo prazer de reverter a situação e sair vitoriosos de qualquer situação controversa que possa aparecer. O que também funciona bem, já que o espectador curte essa linha de bandidos e mocinhos bem delineada, e com a vitória do bem, no final feliz.

No filme, uma raça alienígena envia gigantescas naves à Terra, que realizam poderosos ataques às principais cidades do planeta. Até que, quase derrotados, um grupo liderado pelo presidente dos Estados Unidos resolve contra-atacar.

Filme previsível, mas que garante boa dose de entretenimento. Elenco agradável, excelentes efeitos especiais e ótimo áudio. A história ganhou muitos concorrentes, mas virou referência por seu ineditismo na época. O filme parece se alongar demais, e por isso fica cansativo em algumas partes. É uma boa pedida para a matinê de sábado, ou como a TV a cabo costuma fazer, para a seleção de filmes do Natal.

FICHA TÉCNICA
Diretor: Roland Emmerich
Elenco: Will Smith, Bill Pullman, Jeff Goldblum, Mary McDonnell, Judd Hirsch.
Produção: Roland Emmerich
Roteiro: Roland Emmerich
Fotografia: Karl Walter Lindenlaub
Trilha Sonora: David Arnold
Duração: 145 min.
Ano: 1996
País: EUA
Gênero: Ficção Científica
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Gato de botas



Antes de tudo, é importante que a gente separe o Gato de Botas companheiro de Shrek, do Gato de Botas protagonista do seu próprio filme. Embora seja o mesmo personagem, as duas histórias são bastante distintas, independentes, e agradam de maneira bastante parecida, se observarmos alguns detalhes.

Avaliando a sequência de Shrek, tanto o Burro quanto o Gato ganharam tanta importância, que até salvaram o filme de Shrek. O último episódio, por exemplo, não fossem os dois "coadjuvantes", o filme não teria graça nenhuma. E, por se tratar de um filme de Shrek, é isso mesmo... um filme de Shrek. Com seu humor mais escrachado, Shrek ficou marcado por ironizar outros contos de fadas.

Gato de botas entra numa linha parecida, mas com um apelo totalmente independente ou, se preferir, sob uma nova perspectiva. O filme é menos apelativo, mas igualmente bem humorado. Sua qualidade gráfica e técnica fez com que fosse um destaque entre as animações em 2011. Seus personagens são igualmente divertidos, e se sustenta no jeitão despojado e galante do gato, que é enriquecido com a excelente dublagem de Antonio Banderas.

A história é bastante agradável, sem exageros, e atrai todas as faixas de público. Veloz, sem detalhes desnecessários, e nada previsível. Boas piadas, sem apelar para bobagens sem sentido. O roteiro é inteligente e faz com que o espectador se sinta fazendo parte do filme.

No filme, muito antes de conhecer Shrek, o notório lutador e sedutor Gato de Botas (voz de Antonio Banderas) torna-se um herói ao sair em uma aventura com a durona e malandra Kitty Pata-Mansa (Salma Hayek) e o astuto Humpty Alexandre Dumpty (Zach Galifianakis) para salvar sua cidade. Complicando a situação, os fora da lei Jack (Billy Bob Thorton) e Jill (Amy Sedaris) fazem de tudo para ver o Gato de Botas e seu bando fracassarem. Essa é a verdadeira história do Gato, do Mito, da Lenda... e, é claro, das Botas.

Agradável, divertido, inteligente, com ótimos personagens, ótimas sequências, humor na medida certa e uma história que não deixa resquicios para uma provável sequência (não que não possa haver alguma). O filme começa e termina, sem dar aquela atmosfera broxante de que você precisa esperar pelo menos mais um ano pra saber o resto da história. Excelente pedida para toda a família, em qualquer sessão de vídeo. Pra assistir e repetir. Classe A!!!!!

FICHA TÉCNICA
Diretor: Chris Miller
Elenco: Vozes na versão original de: Antonio Banderas, Salma Hayek, Zach Galifianakis, Billy Bob Thornton, Amy Sedaris, Constance Marie, Guillermo del Toro
Produção: Joe M. Aguilar, Latifa Ouaou
Roteiro: Brian Lynch, David H. Steinberg, Tom Wheeler, Jon Zack, Will Davies, baseado no personagem de Charles Perrault
Fotografia: - Animação -
Trilha Sonora: Henry Jackman
Duração: 90 min.
Ano: 2011
País: EUA
Gênero: Animação
Cor: Colorido
Distribuidora: Paramount Pictures Brasil
Estúdio: DreamWorks Animation
Classificação: Livre

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Burlesque



O gênero musical é o tipo mais difícil de atrair espectadores. Não pelo entretenimento, ou falta dele, mas por necessitar não somente de uma história agradável, mas de uma seleção musical que também conquiste o espectador. E acho que é nesse ponto que Burlesque se perde.

Nada contra Christina Aguilera ou Cher, as duas protagonistas da trama, capazes de fazer loucuras com suas vozes. O problema não é esse, mas é o andamento da coisa toda. Diferente de Across de Universe (recém comentado neste blog), Chicago (também comentado por aqui) ou mesmo Moulin Rouge (entre outros), a história de Burlesque caminha lado a lado com as músicas do filme. Fazem parte da história, mas não da contrução dela. Confuso? Talvez. O que eu quero dizer aqui, é que a música não interfere no andamento da história. Está contida no enredo, mas se você retirá-la, o filme existiria da mesma forma.

A produção é bem equilibrada, com boa qualidade na direção e na fotografia. Boas sequências de dança. Bons clipes musicais. É um filme que garante bons momentos de entretenimento, mas se você não gosta do estilo que envolve canções e momentos dançantes, essa não é uma produção para você.

No filme, Ali (Christina Aguilera) é uma garota que sai de uma cidade do interior em busca da fama em Hollywood. Quando chega, Ali começa a trabalhar em uma boate, comandada por Tess (Cher), ex-dançarina de cabaré, que ajudará a menina a tornar seu sonho em realidade.

Um filme razoável, com uma história e momentos musicais. Não chega a ser o melhor dentro do estilo, mas aposta nas vozes poderosas de duas grandes cantoras para conquistar sua audiência. Previsível em alguns momentos, o filme alterna momentos muito interessantes e outros dispensáveis. Se você não gosta de musicais, ou ainda está tentando aprender a gostar deles, talvez não seja a melhor pedida. Se você quer assistir clipes musicais envolvidos em uma trama cinematográfica, esse filme pode atender sua exigência. Boa produção, mas nada fora de série.

FICHA TÉCNICA
Diretor: Steve Antin, Dominic Deacon
Elenco: Cher, Christina Aguilera, Kristen Bell, Stanley Tucci, Cam Gigandet, Peter Gallagher, Stephen Lee.
Produção: Donald De Line, Anna Young
Roteiro: Steve Antin, Dominic Deacon, Susannah Grant, Keith Merryman
Fotografia: Bojan Bazelli, Tim Metherall
Trilha Sonora: Christophe Beck
Duração: 119 min.
Ano: 2010
País: Austrália
Gênero: Musical
Cor: Colorido
Distribuidora: Sony Pictures
Estúdio: De Line Pictures
Classificação: 12 anos

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Nanny McPhee - A babá encantada



Já escrevi neste blog a respeito da continuação de Nanny McPhee, e dos erros, comuns na grande maioria das continuações. Mas o caso deste primeiro volume é totalmente diferente. Enquanto a continuação se confunde e não sabe qual tipo de espectador deve alcançar, Nanny McPhee é um filme pra todos os públicos. Obviamente é uma produção voltada ao público infantil, com todas as características de um filme infantil, mas consegue satisfazer e emocionar também o público mais veterano.

O elenco, liderado por Emma Thompson e Colin Firth funciona muito bem. As crianças, todas filhas de Colin, fazem seu papel de levadas no melhor estilo. O grupo de estrelas britânicas agrada e contribui para o desenrolar da história.

O roteiro é um caso à parte. Uma mistura de Mary Poppins com Uma Babá Quase Perfeita, e mais umas outras duas ou três produções, se você prestar bastante atenção. Mas isso não enfraquece a trama. Com suas cores, por vezes exageradas, elementos ligados ao universo infantil, o filme vai bem e sua história é bastante agradável. Não se perde com detalhes desnecessários e cumpre bem sua proposta de entreter.

No filme, os sete filhos do dedicado sr. Brown (Colin Firth) podem ser as crianças mais malcriadas na história do mundo. A mãe deles morreu há apenas um ano e a imperiosa Tia Adelaide (Angela Lansbury), que complementa o salário que ele tira da funerária, ameaça cortar a pensão à família se o sr. Brown não se casar dentro de um mês. Suas dívidas o jogariam na prisão e o destino das crianças seria inimaginável. O pai opta por não lhes contar a verdade, mas, quando as crianças descobrem, acham que seu pai não gosta o bastante delas para contar que logo terão uma madrasta. Como resultado, seus comportamentos pioram e elas conseguem pôr a 17a babá para correr. O sr. Brown vive ouvindo que a pessoa que seus filhos precisam é alguém chamada babá McPhee (Emma Thompson), mas ele não tem idéia de quem ela seja nem de como achá-la. Certa noite, aparece na porta da frente a lendária babá McPhee, uma pequena mulher comicamente feia e austera. Mas uma batida da bengala mágica da babá McPhee muda tudo e as crianças percebem que toda a "arte" que fizerem será usada contra elas, pois parece que a misteriosa babá gosta de fazê-las provar o gosto de seu próprio remédio.

Uma produção deliciosa, com ar de filme infantil, mas com história bem elaborada que consegue atrair todos os tipos de público. O elenco é bastante agradável e contribui para o desenrolar da história. Filme bastante colorido, divertido na medida certa, sério na medida certa. Entretenimento para toda a família. Bom filme para a sessão de vídeo da tarde de sábado.

FICHA TÉCNICA
Diretor: Kirk Jones
Elenco: Emma Thompson, Colin Firth, Kelly Macdonald, Celia Imrie, Derek Jacobi, Patrick Barlow, Imelda Staunton, Thomas Sangster, Angela Lansbury.
Produção: Tim Bevan, Lindsay Doran, Eric Fellner, Debra Hayward
Roteiro: Emma Thompson, baseado em romances de Christianna Brand
Fotografia: Henry Braham
Trilha Sonora: Patrick Doyle
Duração: 97 min.
Ano: 2005
País: Reino Unido
Gênero: Comédia
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida
Estúdio: Universal Pictures
Classificação: Livre

terça-feira, 3 de abril de 2012

Millenium - Os homens que não amavam as mulheres



Millenium - Os homens que não amavam as mulheres é uma adaptação do primeiro volume da trilogia de livros de mesmo nome. Não tive a oportunidade de lê-los, e tenho certeza que o material escrito é muito mais rico que o filme, por isso, me limitarei a escrever apenas a respeito do filme. Pra ser sincero, a construção do filme é muito agradável. O roteiro é muito inteligente, personagens fortes, uma história forte e que provoca uma reflexão positiva.

Em alguns momentos, o filme lembra O Escritor Fantasma, por causa do mistério e do lado investigativo que envolve um jornalista. Mas as semelhanças param por aí. Millenium é um drama mais pesado, mais forte, que exige mais de seu espectador. No entanto, alguns elementos que surgem ao longo da trama ficam no ar. Ficam sem resposta. Ou pior, se tornam desnecessários para o andamento do filme. Pra falar a verdade, alguém com tanto dinheiro, como é o caso de um dos personagens, dificilmente optaria por contratar um jornalista para investigar algo importante para ele, ao invés de tentar algum especialista, talvez um ex-agente do FBI ou CIA.

Mesmo assim, o filme não deixa a desejar. Em nenhum momento pode ser chamado de previsível. É envolvente e consegue entreter de maneira muito boa seu espectador. Tem em sua fotografia o aspecto europeu mais destacado. Se confunde um pouco com as belas produções inglesas por causa das escolhas de cena. É um jeito interessante de apresentar a história. Exceto por algumas partes a mais, que prolongam e deixam o filme um pouco cansativo, tudo funciona muito bem.

O elenco, encabeçado por Daniel Craig, surpreende. Craig dá o tom da trama e é parte fundamental do elemento inteligência ao longo da produção. Mas o maior destaque é, sem dúvida nenhuma a atriz Rooney Mara. Ela é determinante no desenrolar do filme. Ela rouba a cena e consegue se transformar no centro da produção, com uma atuação convincente, forte, e extremamente racional.

No filme, Mikael Blomkvist (Daniel Craig) é um jornalista econômico determinado a restaurar sua honra, depois de ser condenado na justiça por difamação. Contratado por um dos industriais mais ricos da Suécia, Henrik Vanger (Christopher Plummer), para investigar o desaparecimento de sua sobrinha Harriet (Moa Garpendal), há 36 anos, ele se muda para uma ilha remota na costa gelada da Suécia sem saber o que o aguarda. Ao mesmo tempo, Lisbeth Salander (Rooney Mara), hacker da Milton Security, é contratada para levantar a ficha e os antecedentes de Blomkvist, missão que será o ponto de partida para que ela se una a Mikael na investigação de quem matou Harriet.

Uma produção forte. Um drama pesado, mas inteligente. Com um agradável ar de investigação e mistério. Elenco bastante equilibrado. E uma fotografia bem destacada. Uma excelente pedida para quem gosta de detalhes e uma história que provoca, que parece fazer com que o espectador faça parte da solução ou da procura por ela. Bastante diferente do que é normalmente encontrado em outros filmes. Excelente para a sessão de vídeo na noite de sexta ou sábado.

FICHA TÉCNICA
Diretor: David Fincher
Elenco: Daniel Craig, Rooney Mara, Christopher Plummer, Stellan Skarsgård, Robin Wright, Goran Visnjic, Embeth Davidtz, Joely Richardson, Joel Kinnaman, Elodie Yung, Julian Sands
Produção: Ceán Chaffin, Scott Rudin, Søren Stærmose, Ole Søndberg
Roteiro: Steven Zaillian, baseado na obra de Stieg Larsson
Fotografia: Jeff Cronenweth
Trilha Sonora: Trent Reznor, Atticus Ross
Duração: 158 min.
Ano: 2011
País: EUA/ Suécia/ Reino Unido/ Alemanha
Gênero: Suspense
Cor: Colorido
Distribuidora: Sony Pictures
Estúdio: Film Rites / Metro-Goldwyn-Mayer (MGM) / Scott Rudin Productions / Columbia Pictures / Yellow Bird Films
Classificação: 16 anos

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Conheça os vencedores do Framboesa de Ouro 2012



A comédia Cada um Tem a Gêmea que Merece, protagonizada por Adam Sandler, bateu na madrugada deste domingo (1º/4 - Dia da Mentira) todos os recordes do Framboesa de Ouro (Razzie Awards), espécie de Oscar às avessas concedido aos piores filmes do ano, ao vencer as 11 categorias as quais foi indicada ao prêmio.

Não à toa, a comédia recebeu os prêmios de Pior Filme, Pior Diretor (Dennis Dugan), Pior Ator e Pior Atriz (ambos para Sandler), Pior Casal na Tela (Sandler e Katie Holmes/ Al Pacino e Sandler e Sandler), Pior Elenco, Pior Roteiro, Pior Ator Coadjuvante (Al Pacino), Pior Atriz Coadjuvante (David Spade), Pior Elenco e Pior Remake ou Cópia Descarada (do filme de Ed Wood Glen ou Glenda).

No filme, Sandler interpreta um pai de família e sua irmã gêmea. O recorde anterior do Framboesa pertencia ao filme Eu Sei Quem me Matou, filme protagonizado por Lindsay Lohan, que ganhou oito estatuetas.

O público brasileiro parece ter ignorado a má qualidade de Cada um Tem a Gêmea que Merece. O filme tornou-se a maior bilheteria do ator Adam Sandler no Brasil, com arrecadação até o momento de R$ 19,8 milhões e público de mais de 2 milhões de espectadores.

A cerimônia do Framboesa de Ouro ocorria tradicionalmente na véspera do Oscar, mas a data mudou este ano para o Dia da Mentira. O prêmio foi criado em 1980 com uma forma de satirizar o glamour de Hollywood.



Veja a lista dos vencedores da noite:

Pior Filme
Bucky Larson: Dotado para Brilhar
Cada um Tem a Gêmea que Merece
Noite de Ano Novo
Transformers: O Lado Escuro da Lua
A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1

Pior Ator
Russell Brand – Arthur
Nicolas Cage – Fúria Sobre Rodas, Caça às Bruxas e Reféns
Taylor Lautner – A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1 e Sem Saída
Adam Sandler – Cada um tem a Gêmea que Merece e Esposa de Mentirinha
Nick Swardson – Bucky Larson: Dotado para Brilhar

Pior Atriz
Martin Lawrence (“Momma”) – Vovó Zona 3
Sarah Palin (como ela mesma) – Sarah Palin The Undefeated
Sarah Jessica Parker – Não Sei Como Ela Consegue, Noite de Ano Novo
Adam Sandler (“Jill”) – Cada um tem a Gêmea que Merece
Kristen Stewart – A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1

Pior Ator Coadjuvante
Patrick Dempsey – Transformers: O Lado Escuro da Lua
James Franco – Sua Alteza
Ken Jeong – Vovó Zona 3, Se Beber Não Case 2, Transformers 3
Al Pacino (como ele mesmo) – Cada um Tem a Gêmea que Merece
Nick Swardson – Cada um tem a Gêmea que Merece, Esposa de Mentirinha\

Pior Atriz Coadjuvante
Katie Holmes – Cada um tem a Gêmea que Merece
Brandon T. Jackson (“Charmaine”) – Vovó Zona 3
Nicole Kidman – Esposa de Mentirinha
David Spade (“Monica”) – Cada um Tem a Gêmea que Merece
Rosie Huntington-Whiteley – Transformers 3

Pior Elenco
Bucky Larson: Dotado para Brilhar
Cada um Tem a Gêmea que Merece
Noite de Ano Novo
Transformers: O Lado Escuro da Lua
A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1

Pior Diretor
Michael Bay – Transformers: O Lado Escuro da Lua
Tom Brady – Bucky Larson: Dotado para Brilhar
Bill Condon – A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1
Dennis Dugan – Cada um Tem a Gêmea que Merece e Esposa de Mentirinha
Garry Marshall – Noite de Ano Novo

Pior Remake, Cópia ou Sequência
Arthur
Bucky Larson: Dotado para Brilhar (cópia de Nasce uma Estrela e Boogie Nights)
Se Beber Não Case Parte 2 (pior sequência e remake)
Cada um Tem a Gêmea que Merece (cópia de Glen ou Glenda)
A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1

Pior Dupla
Nicolas Cage e qualquer um em seus três filmes de 2011
Shia LeBeouf & A Modelo de Lingerie em Transformers 3
Adam Sandler & Jennifer Aniston ou Brooklyn Decker em Esposa de Mentirinha
Adam Sandler & Katie Holmes ou Al Pacino ou Adam Sandler em Cada um Tem a Gêmea que Merece
Kristen Stewart & Taylor Lautner OU Robert Pattinson em A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1

Pior Roteiro
Bucky Larson: Dotado para Brilhar
Cada um Tem a Gêmea que Merece
Noite de Ano Novo
Transformers: O Lado Escuro da Lua
A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1