Mostrando postagens com marcador a rede social. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador a rede social. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 22 de março de 2013

Fãs captam US$ 2 milhões para levar série ao cinema e mostram futuro para Hollywood

Na noite de entrega do último Oscar, uma pequena revolução teve início quando "Inocente", de Sean Fine e Andrea Nix, ganhou a estatueta de curta de documentário: foi o primeiro filme financiado pelo site de crowdfunding (financiamento coletivo) Kickstarter a vencer o prêmio.

A maior indústria cinematográfica do planeta não costuma se importar com um simples curta que angariou US$ 52 mil (R$ 104 mil) para ajudar na distribuição e na campanha de marketing.
Dez dias depois, no entanto, veio o recado que todo executivo entende.

A proposta de financiar um filme baseado em "Veronica Mars", série pouco vista, mas cultuada nos EUA entre 2004 e 2007, foi jogada pelo diretor Rob Thomas no Kickstarter.

Se ele captasse US$ 2 milhões em 30 dias, o longa seria filmado, enquanto a Warner, dona dos direitos do programa, cuidaria da distribuição e do marketing.

O projeto alcançou o objetivo em 12 horas e já arrecadou US$ 3,7 milhões (R$ 7,4 milhões), bancados por 57 mil fãs que gostariam de ver a série ganhar nova vida no cinema -as doações iam de US$ 10 (R$ 20) a US$ 10 mil (R$ 20 mil) e geraram recompensas: a mais alta era a possibilidade de ter um papel falado no filme.

A notícia é uma bomba para Hollywood. Apesar de "Veronica Mars" ter passado pela aprovação da Warner, o processo de cortar o atravessador (o estúdio) se apresentou com força pela primeira vez.

FIM DOS ESTÚDIOS?

"Se as pessoas podem pagar para criar filmes, não precisamos mais de estúdios. A Warner acabou de anunciar seu fim", decretou o cineasta independente Joe Swanberg ("Drinking Buddies").

"Não gosto de antecipar grandes mudanças por causa de um incidente particular, mas isso pode convencer os estúdios a permitir expansões da propriedade intelectual", declarou John Rogers, criador da série "Leverage".


O fato é que filmes com financiamento coletivo atraem cada vez mais nomes importantes. David Fincher, cineasta de "A Rede Social" (2010), colocou seu desenho "The Goon" para coletar US$ 400 mil (R$ 800 mil) e compor um storyboard animado.

Paul Schrader, diretor de "Gigolô Americano" (1980), conseguiu US$ 160 mil (R$ 320 mil) para ajudar no financiamento de "The Canyons", seu polêmico projeto com Lindsay Lohan e um ator pornô.

SÉRIES RESSUSCITADAS

Agora, séries consideradas mortas podem ser resgatadas por seus fãs no cinema.

Zachary Levi, protagonista de "Chuck" (série extinta ano passado), já está fazendo campanha on-line, enquanto o criador de "Pushing Daisies" (2007-2009) diz que precisaria de mais dinheiro que " Veronica Mars" por causa dos efeitos e maquiagem.

Até brasileiros nos EUA estão aproveitando a plataforma. A roteirista Luciana Faulhaber, que mora em Nova York, colocou seu filme de horror "Don't Look Back" no Kickstarter e, faltando quatro dias para o fim da captação, precisa de US$ 18 mil (de US$ 50 mil) para ter o sinal verde.

"Após a queda da economia americana, os estúdios estão mais medrosos. Então, precisamos arrumar maneiras de gerar nosso próprio trabalho", explica Luciana.

Por Rodrigo Salem, em 22/03/2013, no link http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1250169-fas-captam-us-2-milhoes-para-levar-serie-ao-cinema-e-mostram-futuro-para-hollywood.shtml

sexta-feira, 20 de maio de 2011

A Rede Social



A primeira sequência do filme já avisa o que espectador terá pela frente. Muita falação. Muitos diálogos afiados. Muita discussão. E, por fim, um filme comum, que apresenta um outro lado do mundo virtual, com suas vinganças e decisões equivocadas, mas que justificam o resultado final almejado: o sucesso.


Havia visto algumas críticas do filme, e agora, após assistí-lo, li algumas outras opiniões, e não sei se vi o mesmo filme que as outras pessoas. Na verdade, o filme é inteligente, com umas sacadas interessantes, que apresenta a dura vida do camarada que criou uma rede social, mas tirando o problema de aceitação do cara, e suas próprias dificuldades sociais, o filme não chega a ser uma produção fantástica.


Diálogos inteligentes e desafiadores, daqueles que não observam o respeito por quem está do outro lado. Se você acha que está certo, então vale uma resposta que lhe vier à cabeça. Essa é a base do filme. Ok, você precisa se defender do mundo cão que o cerca, mas às vezes as coisas não funcionam bem assim. Exceto no filme.


A produção conta como em uma noite de outono, em 2003, graduado em Harvard e gênio em programação de computadores, Mark Zuckerberg senta diante de seu computador e, acaloradamente, começa a trabalhar em uma nova ideia. No furor dos blogs e programação, o que começa em seu quarto logo se torna uma rede social global e uma revolução na comunicação: o Facebook. Em apenas seis anos e 500 milhões de amigos mais tarde, Mark Zuckerberg é o mais jovem bilionário da história... Mas, para este empresário, o sucesso traz complicações pessoais e legais.


O elenco funciona bem, com Jesse Eisenberg e até Justin Timberlake convencendo em seus papeis. Convivendo em uma relação de amor e ódio muito interessante, que até justificaria a comparação com a realidade... ao menos no mundo dos nerds.


No mais, é um filme cansativo, com uma bela fotografia, mas com suas limitações. Vale assistir, mas sem muitas expectativas. É uma produção interessante, mas que no fundo, não acrescenta muito ao espectador.


FICHA TÉCNICA
Diretor: David Fincher
Elenco: Jesse Eisenberg, Andrew Garfield, Rashida Jones, Brenda Song, Justin Timberlake, John Getz, Dakota Johnson, Mark Saul, Brian Palermo.
Produção: Dana Brunetti, Ceán Chaffin, Michael De Luca, Scott Rudin
Roteiro: Aaron Sorkin, baseado no livro de Ben Mezrich
Fotografia: Jeff Cronenweth
Trilha Sonora: Trent Reznor, Atticus Ross
Duração: 117 min.
Ano: 2010
País: EUA
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Distribuidora: Sony Pictures
Estúdio: Michael De Luca Productions / Scott Rudin Productions / Trigger Street Productions
Classificação: 14 anos

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Confira lista de candidatos ao MTV Movie Awards; Eclipse lidera com oito indicações

Foi divulgada nesta terça-feira (3/5) a lista dos indicados ao MTV Movie Awards 2011, prêmio que escolhe os melhores do cinema baseado na escolha do público. O líder de indicações foi o longa A Saga Crepúsculo: Eclipse, que concorre em oito das doze categorias. Em seguida vem A Origem, com sete; Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 1, com seis, e A Rede Social, com cinco.

O MTV Movie Awards é conhecido pelo clima descontraído e categorias incomuns como Melhor Beijo e Melhor Briga. Este ano, foi incluída também a de Melhor Fala em um Filme.
As votações estão abertas a partir de hoje e vão até 4 de junho.

O 20º MTV Movie Awards vai ao ar no dia 5 de junho, com apresentação de Jason Sudeikis.
Confira a lista completa dos indicados:

Melhor Filme
Cisne Negro
Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 1
A Origem
A Rede Social
Eclipse

Melhor Atriz
Emma Stone, A Mentira
Emma Watson, Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 1
Jennifer Aniston, Esposa de Mentirinha
Kristen Stewart, Eclipe
Natalie Portman, Cisne Negro

Melhor Ator
Daniel Radcliffe, Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 1
Jesse Eisenberg, A Rede Social
Robert Pattinson, Eclipse
Taylor Lautner, Eclipse
Zac Efron, A Morte e Vida de Charlie

Melhor Revelação
Andrew Garfield, A Rede Social
Chloë Grace Moretz, Kick-Ass - Quebrando Tudo
Hailee Steinfeld, Bravura Indômita
Jay Chou, O Besouro Verde
Olivia Wilde, Tron - O Legado
Xavier Samuel, Eclipse

Melhor Comediante
Adam Sandler, Esposa de Mentirinha
Ashton Kutcher, Sexo Sem Compromisso
Emma Stone, A Mentira
Russell Brand, O Pior Trabalho do Mundo
Zach Galifianakis, Um Parto de Viagem

Melhor Fala de um Filme
Alexys Nycole Sanchez: "Eu quero me acabar em chocolate", de Gente Grande
Amanda Bynes: "Tem um poder maior que irá julgá-la por sua indecência"/ Emma Stone: "Tom Cruise?", de A Mentira
Jesse Eisenberg: "Se vocês fossem os inventores do Facebook, vocês teriam inventado o Facebook", de A Rede Social
Justin Timberlake: "Um milhão de dólares não é legal. Você sabe o que é legal?"/ Andrew Garfield: "Um bilhão de dólares. Isso cala a boca de todos", de A Rede Social
Tom Hardy: "Você não deve ter medo de sonhar um pouco mais alto, querida", de A Origem

Melhor Vilão
Christoph Waltz, O Besouro Verde
Leighton Meester, The Roommate
Mickey Rourke, Homem de Ferro 2
Ned Beatty, Toy Story 3
Tom Felton, Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 1

Melhor Briga
Amy Adams x Irmãs do Mark Wahlberg, O Vencedor
Chloë Grace Moretz x Mark Strong, Kick-Ass - Quebrando Tudo
Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint x Comensais da Morte, Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 1
Joseph Gordon-Levitt x vilão do corredor, A Origem
Robert Pattinson x Bryce Dallas Howard e Xavier Samuel, Eclipse

Melhor Beijo
Ellen Page e Joseph Gordon-Levitt, A Origem
Emma Watson e Daniel Radcliffe, Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 1
Kristen Stewart e Robert Pattinson, Eclipse
Kristen Stewart e Taylor Lautner, Eclipse
Natalie Portman e Mila Kunis, Cisne Negro

Melhor Momento de Cair o Queixo
James Franco cortando o próprio braço fora, 127 Horas
Justin Bieber fazendo sua performance, Justin Bieber: Never Say Never
Leonardo DiCaprio e Ellen Page na cena do café em Paris, A Origem
Natalie Portman puxando a pele do seu dedo, Cisne Negro
Steve-O sendo arremessado dentro de um banheiro químico, Jackass 3D

Melhor Performance Assustadora
Ashley Bell, O Último Exorcismo
Ellen Page, A Origem
Jessica Szohr, Piranha 3D
Minka Kelly, The Roommate
Ryan Reynolds, Enterrado Vivo

Personagem Mais Durão
Alex Pettyfer, Eu Sou O Número 4
Chloë Grace Moretz, Kick-Ass - Quebrando Tudo
Jaden Smith, Karate Kid
Joseph Gordon-Levitt, A Origem
Robert Downey Jr., Homem de Ferro 2

sexta-feira, 4 de março de 2011

O Oscar é a patetice banhada em ouro

Por Marcelo Carneiro da Cunha, em 04/03/2011, no link http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4972714-EI8423,00-O+Oscar+e+a+patetice+banhada+em+ouro.html

Estimados milhões de leitores, cá estamos, firmes, fortes, e, no caso de quem mora em São Paulo, encharcados. E muitos de nós, ainda pensando no que aquele cara fazia ao lado da lindinha Anne Hathaway, enquanto ela quase se matava tentando salvar as aparências da festa, sem ganhar nada além de um milhão e meio de dólares por tamanho esforço. Dureza esse tal de Oscar.

Nada que se compare, no entanto, à dureza de aguentar as horas e horas de tapete vermelho, piadas feitas de isopor, músicas mesozoicas e a pior parte, o discurso dos vencedores de alguma categoria. Aquilo, estimados leitores, é o equivalente áudio-visual do que o Kadafi tenta fazer com os ex-suditos, na Líbia, e que a ONU considera tortura.

No entanto, o Oscar é compreensível, se a gente entender que premiação de cinema, é uma coisa, Oscar, é outra. Oscar não é prêmio de cinema nem aqui nem na Conchinchina. Oscar, estimados leitores, é premiação por comportamento.

O cinema começou, como forma de contar histórias, lá por 1908, tirem ou coloquem alguns anos. Nessa época, os Estados Unidos eram uma explosão de atividade econômica, e os imigrantes que chegavam do mundo inteiro eram uma parte importante da equação. E eles eram do mundo todo, e o mundo, naqueles tempos, ainda não falava inglês. Muitos eram analfabetos, ou quase. A única coisa que podiam fazer, para entretenimento, era consumir alguma forma de contar histórias que não precisasse do inglês. E o cinema, era mudo, lembram? Portanto, já pelo ano de 1908, se vendiam algo como 60 milhões de entradas para ver filmes, nos Estados Unidos. Por semana.

Uma arte de massa requer uma indústria, caros leitores, e os americanos criaram a primeira e mais poderosa delas. Para poderem produzir filmes em série, e onde havia mais luz, os estúdios foram para a Califórnia, para um lugarejo chamado Hollywood. Mas, se a produção foi para lá, o financiamento continuou onde sempre esteve, em Wall Street, e essa sempre foi a lógica por trás do cinema americano. Industrial, capitalista, comercial, ou pelo menos querendo ganhar dinheiro, e muito dinheiro ele ganhou. Esse sistema, criado pelo status quo, também serviu ao status quo, e a ideologia fez com que os americanos criassem o star system, no qual atores, transformados em estrelas, eram o que havia de mais importante e bem pago. Atores, normalmente, não são quem cria os filmes ou escrevem as suas falas. Assim, são menos perigosos do que escritores, roteiristas, diretores, cujas simpatias poderiam até mesmo estar - horror - com as esquerdas. Precisavam ser neutralizados, e foram.

Isso não significa que o sistema americano não pudesse produzir grande cinema. Ele sempre fez isso, e o faz hoje, quase como ninguém. A única questão é que esses não são os filmes que o Oscar premia, por todos os motivos descritos nessa coluna. Um exemplo, nesse ano de 2011, foi que o insípido, mesmo que bonito, Discurso do Rei foi o grande vencedor. Do outro lado, tínhamos ótimos filmes como a Rede Social, Bravura Indômita ou Inverno da Alma, todos muito melhores do que o vencedor. Não ganharam, e nunca iriam ganhar, porque a lógica é outra. Hollywood premia uma estética, e ela é, acima de tudo, comportada, e não deve estragar o seu dia ou a sua pipoca, enquanto assiste.

O que Hollywood representa é a monarquia transposta para telas e tapetes. Ela oferece o intangível. Ela cria os seres maiores do que eles mesmos, os chama de estrelas e coloca a todos no tapete, uma vez ao ano, para que bilhões de espectadores possam perder o fôlego diante deles. Iluminação, fotografia, cinematografia, produção, tecnologia, tudo se une na criação desses deuses, que são trazidos à Terra de tempos em tempos para serem melhor adorados. Isso, e isso sim, é Hollywood.

De troco, os americanos, e Hollywood, produzem o que é, longe, a melhor qualidade técnica e narrativa, a maior gama de temas e abordagens, mesmo que o Oscar premie conflitos contidos, mensagens de paz entre o mundo e o capital, e ordem, acima de tudo.

Atores e atrizes, regiamente pagos, topam participar, felizes com o resultado e com suas imagens multiplicadas pelo mundo todo. Produtores se divertem quase tanto quanto os banqueiros que os financiam. Diretores não têm lá muita escolha, é pegar ou largar, e, a maioria, pega. O resultado é o que deve ser: perfeição a la Hollywood , onde ninguém vai ao banheiro, ilhas não têm mosquitos e, durante o sexo, todos chegam ao orgasmo ao mesmo tempo. Igualzinho ao mundo real e é disso que o Oscar gosta; isso é o que é celebrado. Arte é coisa muito menos confiável do que beldades sobre um tapete vermelho. Arte, quando se vê, é na exceção americana e nos filmes estrangeiros, que seguem outra lógica e são premiados de maneira segura.

E a verdade é que não vivemos mais a época dos grandes festivais, onde se debatia e definia o cinema. Hoje, os sistemas de aprovação, de legitimação do que seja a arte no cinema parecem ter se deslocado para longe dos festivais, e para mais perto da internet.

O Oscar permanece como a grande festa da indústria - que poderia ser bancária, aeroespacial, e é cinema por detalhe e por isso a festa tem o jeito que tem. Hollywood é um espaço para a criação do real mais real do que a realidade, e nem a realidade, nem os filmes, devem atrapalhar a perfeição construída em 83 anos de Oscar. A nós, cabe o papel de sempre, de admirar, comentar, debater quem vai vencer nesse ano, ou no ano que vem, quando isso, na verdade, não faz, e como poderia fazer - a menor diferença.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

'O discurso do rei' vence filme, ator, diretor e roteiro original no Oscar


O filme "O discurso do rei" foi o grande vencedor da 83ª edição do Oscar, realizada na noite deste domingo (27) em Los Angeles. Indicado em 12 categorias, o longa-metragem de Tom Hooper saiu da cerimônia com quatro das principais estatuetas, incluindo a mais cobiçada: melhor filme, ator, diretor e roteiro original.

Principal rival de "O discurso do rei" na premiação, "A rede social", de David Fincher, recebeu três troféus: roteiro adaptado, trilha original e edição.

Como já se esperava, "A origem", de Christopher Nolan, dominou os chamados prêmios técnicos da noite, levando os Oscars de efeitos visuais, fotografia, mixagem e edição de som. O longa também estava indicado ao prêmio de melhor filme e direção, entre outros.

Concorrendo na categoria documentário, a coprodução Brasil/Reino Unido "Lixo extraordinário", sobre o trabalho do artista Vik Muniz com catadores do aterro do Gramacho, não levou a estatueta. O troféu ficou com "Trabalho interno" ("Inside job", no original), que joga luz sobre a grave crise financeira dos Estados Unidos de 2008.

'Meus homens e minha mãe'Ao receber o prêmio como melhor diretor, Hooper agradeceu aos "homens de meu triângulo amoroso: Colin Firth, Geoffrey Rush e eu". "Só estou aqui por causa de vocês... espero que essa referência não a deixe com ciúmes", completou dirigindo-se a Helena Bonham Carter, que faz o papel da Rainha Mãe em "O discurso do rei".

O diretor também agradeceu a seus pais, em especial à mãe. "Em 2007, minha mãe, que é australiana, foi convidada para ir a uma leitura de uma peça em Londres que não tinha sido produzida nem ensaiada de 'O discurso do rei'. Ela quase não foi, mas graças a Deus acabou indo e quando voltou para casa falou: 'Tom, eu acho que encontrei o seu próximo filme'. Com isso dedico [este prêmio] a você. E a moral da história é: escute a sua mãe."

O gago e a bailarina

" O discurso do rei" também garantiu o prêmio de melhor ator a Colin Firth, por sua interpretação do rei gago George VI. Aparentemente emocionado, o ator britânico não gaguejou em seu discurso de agradecimento, mas brincou: "Estou com um mal-estar no estômago, uma coisa que parece que está dançando na minha barriga. Talvez isso seja problemático, se isso descer para minhas pernas e eu ainda estiver no palco."

Natalie Portman confirmou o favoritismo e venceu a estatueta de melhor atriz por "Cisne negro". Grávida de seu primeiro filho e chorando muito, a atriz agradeceu à toda equipe do filme e principalmente a seu companheiro, o coreógrafo Benjamin Millepied, que a treinou para o filme. "Ele me deu o papel mais importante da minha vida", disse.

As categorias de ator e atriz coadjuvantes foram ambas de "O vencedor", para Melissa Leo e Christian Bale.A animação "Toy story 3", outra que concorria à estatueta de melhor filme, venceu o prêmio de longa-metragem animado e também canção original, por "We belong together". A versão de Tim Burton para "Alice no País das Maravilhas" também levou dois: figurino e direção de arte.




Confira a seguir a lista completa de vencedores do 83º Oscar:

Melhor direção de arte- "Alice no País das Maravilhas"
Melhor fotografia- "A origem"
Melhor atriz coadjuvante:- Melissa Leo – “O vencedor”
Melhor curta-metragem de animação- "The lost thing", de Shaun Tan, Andrew Ruheman
Melhor longa-metragem de animação:- "Toy story 3"
Melhor roteiro adaptado- “A rede social”
Melhor roteiro original- “O discurso do rei”
Melhor filme de língua estrangeira- "Em um mundo melhor" (Dinamarca)
Melhor ator coadjuvante- Christian Bale – “O vencedor”
Melhor trilha sonora original- "A rede social" - Trent Reznor e Atticus Ross
Melhor mixagem de som- "A origem"
Melhor edição de som- "A origem"
Melhor maquiagem- "O lobisomem"
Melhor figurino- "Alice no País das Maravilhas"
Melhor documentário em curta-metragem"Strangers no more"
Melhor curta-metragem- "God of love"
Melhor documentário (longa-metragem)- "Trabalho interno"
Melhores efeitos visuais- "A origem"
Melhor edição- "A rede social"
Melhor canção original- "We belong together", de "Toy story 3"
Melhor diretor- Tom Hooper – “O discurso do rei”
Melhor atriz- Natalie Portman – “Cisne negro”
Melhor ator- Colin Firth – “O discurso do rei”
Melhor filme- “O discurso do rei”

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

'A rede social' é o grande vencedor do Globo de Ouro

O filme "A rede social", de David Fincher, foi o grande vencedor do 68º Globo de Ouro, considerado o principal termômetro para o Oscar. A Associação de Imprensa Estrangeira em Hollywood (HFPA, na sigla em inglês) premiou o longa que conta a história da criação do site Facebook nas categorias Melhor Filme de Drama, Melhor Diretor (David Fincher), Melhor Roteiro (Aaron Sorkin) e Melhor Trilha Sonora (Trent Reznor).


A premiação foi realizada na noite deste domingo (16), no hotel Beverly Hilton, em Beverly Hills.


"O discurso do rei", apontado como um dos favoritos, ganhou apenas um prêmio: Melhor Ator de Drama para Colin Firth, que bateu Jesse Eisengerg, de "A Rede Social".


"O vencedor" ganhou nas categorias Melhor Ator Coadjuvante (Christian Bale") e Melhor Atriz Coadjuvante" (Melissa Leo). Bale foi o primeiro vencedor anunciado. Em seu discurso, agradeceu o prêmio à equipe do filme e especialmente a sua esposa e sua filha.


Filme sobre um casal de lésbicas e seus filhos, "Minhas mães e meu pai" também levou dois prêmios: Melhor Filme Musical ou Comédia e Melhor Atriz em Musical ou Comédia, para Annette Bening.


Matt Damon apresentou prêmio especial para Robert De Niro. "Muitos o consideram o melhor ator vivo do mundo", afirmou Damon, que lembrou algumas frases de filmes de De Niro. "Ele possui uma das melhores carreiras da história do cinema", concluiu, abrindo passagem para um vídeo com cenas de filmes como “Taxi driver” (1976) e “Touro indomável” (1980).


De Niro foi aplaudido de pé pela plateia. Brincou com Damon e agradeceu pela “honra extraordinária”.

Natalie Portman ganhou o prêmio de Melhor Atriz de Drama por seu trabalho em "Cisne negro". Portman, clara favorita ao prêmio, venceu nas votações das indicadas Halle Berry ("Frankie and Alice"), Nicole Kidman ("Reencontrando a felicidade"), Jennifer Lawrence ("Inverno da alma") e Michelle Williams ("Blue valentine").

"É uma grande honra", disse Portman que se dirigiu a sua avó pela televisão a quem lhe pediu que brindasse à sua saúde.


A produção dinamarquesa "In a better world" ganhou como Melhor Filme Estrangeiro, desbancando "Biutiful", do diretor Alejandro González Iñárritu.


Michael Douglas, que recentemente anunciou estar curado de um câncer, apresentou o principal prêmio da noite, de Melhor Filme de Drama, e também foi aplaudido de pé pelos convidados.


Confira abaixo - em negrito - os nomes dos premiados.


Melhor ator coadjuvante



Christian Bale - “O vencedor” - VENCEDOR
Andrew Garfield - “A rede social”
Geoffrey Rush - “O discurso do rei”
Jeremy Renner - “Atração perigosa”
Michael Douglas - “Wall Street: o dinheiro nunca dorme”


Melhor atriz em série dramática


Julianna Margulies - "The good wife"
Piper Perabo - "Covert affairs"
Elisabeth Moss - "Mad men"
Katey Sagal - "Sons of anarchy" - VENCEDORA
Kyra Sedgwic - "The closer"


Melhor minissérie ou filme de TV


"Carlos" - VENCEDOR
"The pacific"
"Pillars of the earth"
"Temple grandin "
"You don’t know Jack"

Melhor ator coadjuvante em série, minissérie ou filme de TV


Eric Stonestreet - "Modern family"
Chris Colfer - "Glee" - VENCEDOR
Scott Caan - "Hawaii 5.0"
Chris Noth - "The good wife"
David Strathairn - "Temple grandin"

Melhor ator em série dramática


Michael C. Hall - "Dexter"
Bryan Cranston - "Breaking bad"
Jon Hamm - "Mad Men"
Hugh Laurie - "House"
Steve Buscemi - "Boardwalk empire" - VENCEDOR

Melhor série dramática


"Mad men"
"Boardwalk empire" - VENCEDOR
"Dexter"
"The good wife"
"The walking dead"

Canção original


“Bound to you” - “Burlesque”
“You haven’t seen the last of me” - “Burlesque” - VENCEDORA
“There’s a place for us” - “As crônicas de Narnia: a viagem do peregrino da alvorada”
“Coming home” - “Country strong”
“I see the light” - “Enrolados”

Trilha sonora original


“127 horas”
“O discurso do rei”
“Alice no país das maravilhas”
“A rede social" - VENCEDORA
“A origem”

Melhor animação


“Meu malvado favorito”
“Enrolados”
“Como treinar o seu dragão”
“Toy story 3" - VENCEDORA
“O mágico”

Melhor atriz musical ou comédia

Anne Hathaway - “O amor e outras drogas”
Angelina Jolie - “O turista”
Annette Bening - “Minhas mães e meu pai” - VENCEDORA
Julianne Moore - “Minhas mães e meu pai”
Emma Stone - “A mentira”

Melhor ator em minissérie ou filme de TV


Idris Elba - "Luther"
Ian McShane - "Pillars of the earth"
Al Pacino - "You don't know Jack" - VENCEDOR
Dennis Quaid - "The special relantionship"
Edgar Ramirez - "Carlos

Melhor atriz em minissérie ou filme de TV


Hailey Atwell - "Pillars of the earth"
Claire Danes - "Temple grandin" - VENCEDORA
Judi Dench - "Return to Cranford"
Romola Garai - "Emma"
Jenifer Love Hewitt, "The client list"


Melhor roteiro


Danny Boyle e Simon Beaufoy - “127 horas”
Stuart Blumberg e Lisa Cholodenko - "Minhas mães e meu pai"
Christopher Nolan - “A origem”
David Seidler - “O discurso do rei”
Aaron Sorkin - “A rede social” - VENCEDOR

Melhor atriz coadjuvante em série, minissérie ou filme para TV


Hope Davis, "A miraculous year"
Jane Lynch, por "Glee" - VENCEDORA
Kelly Macdonald, "Boardwalk empire"
Julia Stiles, por "Dexter"
Sofia Vergara, por "Modern family"

Melhor filme estrangeiro


“Biutiful” (México)
“The concert” (França)
“The edge” (Rússia)
“I am love” (Itália)
“In a better world” (Dinamarca) - VENCEDOR

Melhor atriz em série cômica ou musical


Tony Colette - "The united states of Tara"
Edie Falco - "Nurse Jackie"
Tina Fey - "30 rock"
Laura Linney - "The big C" - VENCEDORA
Lea Michele" - "Glee"

Melhor ator em série cômica ou musical


Alec Baldwin - "30 rock"
Steve Carell - "The office"
Jim Parsons - "The big bang theory" - VENCEDOR
Thomas Jane - "Hung"
Matthew Morrison - "Glee"

Melhor atriz coadjuvante


Amy Adams - “O vencedor”
Helena Boham Carter - “O discurso do rei”
Melissa Leo - “O vencedor” - VENCEDORA
Mila Kunis - “Cisne negro”
Jacki Weaver - “Animal kingdom”

Melhor diretor

Darren Arronofsky - “Cisne negro”
David Fincher - “A rede social” - VENCEDOR
Tom Hooper - “O discurso do rei”
Christopher Nolan - “A origem”
David O. Russell - O vencedor”

Melhor série cômica ou musical


"Glee" - VENCEDOR"
"30 rock"
"The big bang theory"
"Modern family"
"Nurse Jackie"
"The big C"

Melhor ator musical ou comédia


Johnny Depp - “O turista”
Johnny Depp - “Alice no País das Maravilhas”
Paul Giamatti - “Barney’s version” - VENCEDOR
Jake Gyllenhaal - “O amor e outras drogas”
Kevin Spacey - “Casino Jack”

Melhor atriz de drama



Halle Berry - “Frankie and Alice”
Nicole Kidman - “Rabbit hole”
Natalie Portman - “Cisne negro” - VENCEDORA
Michelle Williams - “Blue valentine”
Jennifer Lawrence - “Inverno da alma”

Melhor filme musical ou comédia


“Burlesque”
“O turista”
“Minhas mães e meu pai” - VENCEDOR
“Red – Aposentados e perigosos”
“Alice no País das Maravilhas”

Melhor ator de drama


Jesse Eisenberg - “A rede social”
Colin Firth - “O discurso do rei” - VENCEDOR
Jame Franco - “127 horas”
Ryan Gosling - “Blue Valentine”
Mark Wahlberg - “O vencedor”

Melhor filme drama


“O cisne negro”
“O vencedor”
“A rede social” - VENCEDOR
“O discurso do rei”
“A origem”

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Lista de indicados ao Globo de Ouro 2011

No dia 14 de Dezembro, mais uma premiação aguardada não só por consagrar as produções mais recentes da televisão e cinema internacional, mas também por reunir estrelas e celebridades em seu esperado tapete vermelho; anunciou suas novas indicações. Estamos falando da 68ª edição do Globo de Ouro, evento atualmente reconhecido como a principal prévia para o Oscar.

A cerimônia marcada para o próximo dia 16 de Janeiro, chega – como de costume – desde já tendo alguns favoritos. O longa “O discurso do Rei” protagonizado por Colin Firth é um deles, liderando a lista dos mais indicados com o total sete nomeações; em seguida, o destaque fica por conta do sucesso de público e crítica de “A Rede Social”, filme que revela a história da criação da rede social Facebook já eleito o melhor filme de 2010 e que reúne ao todo seis possibilidades de vitória no Golden Globe Awards. Títulos como “O Cisne Negro” e “O Vencedor” são produções também com grandes chances de saírem com pelo menos um prêmio no evento.

Já para as categorias destinadas a consagraram produções televisivas, é mais uma vez a série musical teen Glee, a líder de indicações sendo elas ao todo, cinco; todas entre os prêmios mais aguardados da noite! Além do destaque para a comédia que vem fazendo sucesso também em sua segunda temporada, a lista conta ainda com duas grandes surpresas com as indicações a “The Big C” e “Boardwalk Empire”.

E foi em Beverly Hills que Blair Underwood, Josh Duhamel e Katie Holmes anunciaram a tão esperada lista de indicados ao Globo de Ouro, a qual você pode conferir na íntegra, logo abaixo.

Categorias que premiarão produções cinematográficas

Melhor filme de Drama
-A Rede Social
-A Origem
-O Cisne Negro
-O Discurso do Rei
-O Vencedor

Melhor atriz em filme de Drama
-Natalie Portman – O Cisne Negro
-Michelle Williams – Blue Valantine
-Halle Berry – Frankie & Alice
-Nicole Kidman – Rabbit Hole
-Jennifer Lawrence – Winter’s Bone

Melhor ator em filme de Drama
-Jesse Eisenberg – A Rede Social
-Colin Firth – O Discurso do Rei
-Mark Wahlberg – O Vencedor
-Ryan Gosling – Blue Valentine
-James Franco – 127 Horas

Melhor atriz coadjuvante
-Mila Kunis – O Cisne Negro
-Helena Bonham Carter – O Discurso do Rei
-Amy Adams – O Vencedor
-Melissa Leo – O Vencedor
Jacki Weaver – Animal Kingdom

Melhor ator coadjuvante
-Andew Grfield – A Rede Social
-Geoffrey Rush – O Discurso do Rei
-Christian Bale – O Lutador
-Michael Douglas – Wall Street: O dinheiro nunca Dorme
-Jeremy Renner – Atração Perigosa

Melhor filme Musical ou Comédia
-Alice no País das Maravilhas
-Burlesque
-Red
-O Turista
-Minhas mães e Meu Pai

Melhor atriz em filme de Comédia ou Musical
-Anne Hathaway – Amor e outras Drogas
-Emma Stone – Easy A
-Julianne Moore – Minhas mães e meu Pai
-Annette Bening – Minhas mães e meu Pai
-Angelina Jolie – O Turista

Melhor ator em filme de Comédia ou Musical
-Johnny Depp – O Turista
-Johnny Depp – Alice no País das Maravilhas
-Jake Gyllenhaal – Amor e outras Drogas
-Kevin Spacey – Casino Jack
-Paul Giamatti – Barney’s Version

Melhor direção
-David Fincher – A Rede Social
-Darren Arronofsky – O Cisne Negro
-To Hopper – O Discurso do Rei
-Christopher Nolan – A Origem
-David O. Russel – O Vencedor

Melhor Roteiro
-A Rede Social – Aaron Sorkin
-O Discurso do Rei – David Seidler
-A Origem – Christopher Nolan
-Minhas Mães e Meu Pai – Lisa Cholodenko e Stuart Bloomberg
-127 Horas – Danny Boyle e Simon Beaufoy

Melhor Animação
-Toy Story 3
-Meu Malvado Favorito
-Como treinar seu Dragão
-Enrolados
-O Mágico

Melhor filme Estrangeiro
-In a Better World (Dinamarca)
-I am Love (Itália)
-The Edge (Rússia)
-The Concert (França)
-Biutiful (México)

Trilha Sonora Original
-Trent Reznor and Atticus Ross – A Rede Social
-Danny Elfman – Alice no país das Maravilhas
-Alexandre Desplat – O Discurso do Rei
-Hans Zimmer – A Origem
-A.R Rahmann – 127 Horas

Música original
-Bound to Yout – Burlesque
-You haven’t seen the Last of Me – Burlesque
-Coming Home – Country Song
-I See the Light – Enrolados
-There’s a Place for us – As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada

Melhor Série de TV de comédia ou Musical
-Glee
-Modern Family
-The Big C
-30 Rock
-The Big Bang Theory
-Nurse Jackie

Melhor atriz de série de comédia ou musical
-Lea Michele – Glee
-Laura Linney – The Big C
-Tina Fey – 30 Rock
-Edie Falco – Nurse Jackie
-Toni Collette – United States of Tara

Melhor ator de série de comédia ou musical
-Matthew Morrison – Glee
-Jim Parsons – The Big Bang Theory
-Alec Baldwin – 30 Rock
-Steve Carrell – The Office
-Thomas Jane- Hung

Melhor série de Drama
-The Good Wife
-Mad Men
-The Walking Dead
-Dexter
-Boardwalk Empire

Melhor atriz de Série Dramática
-Jullianna Marguiles – The Good Wife
-Kyra Sedgewick – The Closer
-Elizabeth Moss – Mad Men
-Piper Perabo – Convert Affairs
-Katie Segal – Sons of Anarchy

Melhor ator de Série Dramática
-Jon Hamm – Mad Men
-Hugh Laurie – House
-Michal C. Hall – Dexter
-Bryan Cranston – Breaking Bad
-Steve Buscemi – Boardwalk Empire

Melhor minissérie ou telefilme
-The Pacific
-You don’t Know Jack
-Pillars of the Earth
-Temple Grandin
-Carlos

Melhor atriz de minissérie ou telefilme
-Claire Danes – Temple Grandin
-Ramola Garai – Emma
-Jennier Love Hewitt – The Client List
-Judi Dench – Return to Cranford

Melhor ator de minissérie ou telefilme
-Ian McShane – Pillars of the Earth
-Edgar Ramirez – Carlos
-Al Pacino – You don’t know Jack
-Idris Elba – Luthor
-Dennis Quaid – The Special Relationship

Melhor atriz coadjuvante de série, minissérie ou telefilme
-Jane Lynch – Glee
-Sofia Vergara – Modern Family
-Julia Stiles – Dexter
-Kelly MacDonald – Boardwalk Empire
-Hope Davis – The Special Relationship

Melhor ator coadjuvante de série, minissérie ou telefilme
-Chris Colfer – Glee
-Eric Stonestreet – Modern Family
-Chris Noth – The Good Wife
-Scott Caan – Hawaii 5-0
-David Strathern – Temple Grandin