segunda-feira, 22 de abril de 2013
Profissão perigosa! Confira dez atores que se machucaram nos sets de filmagem
sexta-feira, 15 de março de 2013
Sonhando Alto
No elenco, grandes nomes como os de Billy Bob Thornton, Virginia Madsen, Bruce Dern, Tim Blake Nelson, J.K. Simmons e Bruce Willis. Todos muitíssimo inspirados e com personagens importantes e que valorizam a trama. Como a parte técnica do filme não apela para efeitos especiais deslumbrantes, depende da boa atuação desse elenco para conseguir dar liga à sua história.
Seu ponto forte é mesmo o roteiro, bem distribuído, com começo, meio e fim bem delineados, com uma trama inteligente e que consegue segurar a atenção do espectador, principalmente a partir da segunda metade, quando a história toma corpo e o filme parte para sua resolução.
No filme, Charles Farmer (Billy Bob Thornton) é um astronauta da Nasa que é forçado a se aposentar para conseguir salvar a fazenda de sua família. No entanto, ele não quer desistir de seu sonho de construir seu próprio foguete e Charles segue perseguindo-o, mesmo estando fora da Nasa, e tem de enfrentar o governo, que quer impedi-lo.
Um filme interessante, com um elenco com nomes fortes, um roteiro inteligente e bem estruturado. Lento no início, mas que logo toma corpo e consegue atrair e prender a atenção do espectador. Uma boa pedida para quem procura um drama leve, mas com uma história que é atual e que serve de exemplo para qualquer um.
FICHA TÉCNICA
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Nova York sitiada
Cheio de clichês, lugares comuns, e tantos outros detalhes que você já viu, reviu, e repetiu incansavelmente em diversas produções em prol dessa vitória americana, Nova York sitiada segue toda essa linha, mas cria uma atmosfera de suspense que é agradável, e que consegue prender a atenção do espectador.
Denzel Washington, Annette Bening e Bruce Willis encabeçam a lista do elenco, e trabalham sem ofuscar o brilho de cada um. A surpresa fica na descoberta de quem é o herói, ou quem é o vilão, ou contra quem, de fato, eles estão brigando.
O filme vai bem nas sequências de perseguição e na dose de ação. Difícil não dizer que em alguns momentos, a produção parece ter antecipado alguns dos acontecimentos de 11 de setembro de 2001 (3 anos após o lançamento da produção). Com efeitos bem chocantes, o filme exagera um pouco nos diálogos apaixonados e na ideia de vender a justiça americana como a mais correta de todas. Enfim, parece mesmo uma produção para convencer (e se convencer) de sua capacidade.
No filme, um líder muçulmano é preso pelo exército americano e, em represália, terroristas começam uma série de atentados em Nova York. O FBI e a CIA, chefiados por Anthony Hubbard (Denzel Washington) e Elise Kraft (Annette Bening), unem-se para capturar os responsáveis pelas explosões. Mas os ataques continuam, o exército toma a cidade e é declarado estado de sítio. Só que imigrantes e americanos de origem árabe começam a ser presos à torto e à direita, levantando opositores e colocando a situação fora de controle.
Uma produção interessante, mas que investe em diversas passagens e elementos de conhecimento comum, apresentados em tantos outros filmes. Um elenco bem razoável, que soube mesclar grandes nomes sem ofuscar estrelismo. O filme investe em boas doses de ação e perseguição, em uma trama que é bem construída, com certa tensão, na medida certa prender a atenção do espectador. É um filme interessante, mas poderia ser ainda melhor se abandonasse o heroísmo americano. Ainda assim, é uma grande pedida, e divesão certa para quem curte boa ação em uma produção de conflitos internacionais.
FICHA TÉCNICA
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Catch .44
Não sei se Catch .44 tenta parecer algum filme de Quentin Tarantino, mas o resultado final não é lá essas coisas. Se a ideia era imitar e alcançar o mesmo patamar de qualidade, acho que as coisas não se desenvolveram muito bem.
Ok, você apostou em nomes conhecidos do cinema. Colocou lá Bruce Willis, Forest Whitaker e Malin Akerman (ainda desenvolvendo sua carreira), mas a partir daí as coisas ficaram meio confusas. O roteiro é meio bagunçado, e não é pelas constantes idas e vindas da história. Afinal de contas, o que é que eles queriam contar ao espectador?
O filme tenta ser "cabeça", com um roteiro metido a intelectual, como se isso fosse necessário para explicar a relação entre os personagens e o desenvolvimento da história. O resultado final é bastante decepcionante, com diálogos em exagero, detalhes que não servem para nada, e um filme lento e chato.
A fotografia pode ser bonita, a direção tenta dar outra nuance ao filme, mas não existe nada que segure o roteiro. É um filme que não conta nada, com personagens muito fracos, e que no fim, não convence, deixando uma sensação de tempo jogado no lixo.
No filme, três amigas são contratadas para interceptar um carregamento de drogas em um restaurante isolado. Entretanto, o que parecia um trabalho simples se transforma em uma cadeia de eventos incontroláveis e logo elas percebem que a situação se tornou muito maior do que imaginavam.
Uma produção confusa, fraca, com personagens com problemas pessoais e inter pessoais, que tentam justificar a violência por causa de relacionamentos esquisitos, que começam do nada e, aparentemente, devem acabar no nada. Falta ação, falta sentido, falta dinâmica à história. Tudo parece ser exagerado, e o resultado final é bastante fraco e, até, irritante. Se você não curte violência barata sem sentido, esse não é o seu tipo de filme.
FICHA TÉCNICA
Diretor: Aaron Harvey
Elenco: Bruce Willis, Forest Whitaker, Malin Akerman, Reila Aphrodite, Kevin Beard, Amanda Bosley, Edrick Browne, IJimmy Lee Jr., P. J. Marshall, Nikki Reed, Michael Rosenbaum
Produção: Michael Benaroya, Megan Ellison, Randall Emmett
Roteiro: Aaron Harvey
Fotografia: Jeff Cutter
Ano: 2011
País: EUA
Gênero: Ação
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida
Estúdio: Annapurna Productions / Sakonnet Capital Partners
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Red - Aposentados e Perigosos

Fantástico... simplesmente fantástico. Daqueles filmes que entrega exatamente aquilo que promete, entretenimento de qualidade, com elementos suficientes para agradar até aquele espectador mais exigente. Algumas pessoas com quem conversei criticaram a superficialidade do roteiro, mas acredito que talvez isso ocorra principalmente pelo tom de comédia da produção.
O elenco é um fator á parte. Ver trabalhando juntos, Bruce Willis, Mary-Louise Parker, Morgan Freeman, John Malkovich, Helen Mirren, Richard Dreyfuss, e Ernest Borgnine, é simplesmente delicioso. Monstros do cinema atuando lado a lado com personagens agradáveis e envolventes.
O roteiro mescla muito bem ação, aventura e comédia, em uma história agradável, que consegue prender a atenção do espectador. O resultado é uma trama forte, consistente, que deixa um gosto de quero mais. E pelo visto a fórmula agradou, e já se cogita uma continuação, de verdade.
No filme, Frank Moses (Bruce Willis) é um agente aposentado da CIA que leva uma vida sossegada com a família até que um grupo de assassinos tenta matá-lo. Para manter a família salvo, ele decide ressuscitar seu antigo time de campo (Morgan Freeman, John Malkovich e Helen Mirren).
Uma excelente pedida. Filme certo para quem procura diversão. Excelente elenco, roteiro enxuto e inteligente, boa narrativa (sem detalhes desnecessários), com excelentes doses de ação e humor. Um filme que coloca em ação um elenco que faz exatamente aquilo que sabe. Para assistir e repetir até cansar. Classe A!!!!!
FICHA TÉCNICA
Diretor: Robert Schwentke
Elenco: Bruce Willis, Mary-Louise Parker, Morgan Freeman, John Malkovich, Helen Mirren, Karl Urban, Richard Dreyfuss, Brian Cox, James Remar, Julian McMahon, Ernest Borgnine, Michelle Nolden, Amber Gaiennie, Audrey Wasilewski.
Produção: Lorenzo di Bonaventura, Mark Vahradian
Roteiro: Warren Ellis, Cully Hamner, Erich Hoeber, Jon Hoeber.
Fotografia: Florian Ballhaus
Duração: 105 min.
Ano: 2010
País: EUA/ Canadá
Gênero: Ação
Cor: Colorido
Distribuidora: Paris Filmes
Estúdio: Summit Entertainment / Di Bonaventura Pictures / DC Entertainment
Classificação: 12 anos
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Se o filme é assim, imagina o game

O tema proposto pelo filme não é nada atraente, e a tentativa de levar a vicência de um jogo para o filme é assustadora. O resultado é um filme sem muito nexo, com cenas de ação exageradas, uma edição exageradamente fragmentada, jogo de câmeras que lembram (e causam o mesmo enjôo) os games.
Nem mesmo os astros Gerard Butler e John Leguizamo conseguem salvar a produção, que exagera na linguagem digital (sem necessariamente resolver a diferença entre os games e os filmes), e nos cortes violentos de cena.
O filme conta que num futuro próximo, um revolucionário videogame on-line será a mais popular forma de diversão. Semanalmente, milhões de internautas assistem a condenados lutando para sobreviver como se fossem personagens virtuais em um game. Kable (Gerard Butler), um prisioneiro, será a grande estrela deste jogo. Para o jogador, Kable é um mero personagem, mas para o grupo de resistência ele é a peça chave para a vitória.
O filme mais parecido que assisti nos últimos tempos foi Os Substitutos, com Bruce Willis, que também não é nada brilhante, mas que igualmente prega a ideia de um mundo sem seres humanos que comandam das suas casas robôs que tentam levar a vida nos seus lugares. Ao menos aqui a mensagem de protesto pelos exageros da vida virtual funciona.
As batalhas seguem sem sentido, e mesmo aqueles mais fanáticos por jogos perde o encanto com a sequência infindável de cenas sem sentido. Nada se salva. Se você não quer perder o seu tempo, deixe essa pérola na locadora, bem longe da sua TV.FICHA TÉCNICA
Diretor: Mark Neveldine, Brian Taylor
Elenco: Gerard Butler, Milo Ventimiglia, John Leguizamo, Alison Lohman, Michael C. Hall, Logan Lerman, Terry Crews.
Produção: Gary Lucchesi, Tom Rosenberg, Skip Williamson, Richard S. Wright
Roteiro: Mark Neveldine , Brian Taylor
Fotografia: Ekkehart Pollack
Trilha Sonora: Robb Williamson, Geoff Zanelli
Duração: 95 min.
Ano: 2009
País: EUA
Gênero: Ação
Cor: Colorido
Distribuidora: Imagem Filmes
Estúdio: Lakeshore Entertainment
Classificação: 18 anos
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Substituindo tudo e todos

Ao mesmo tempo, e também servindo para aqueles que disseram não gostar de filmes de ficção, as doses de ação são bem servidas. Efeitos especiais que não empolgam, mas servem, e uma combinação de atuações opacas (mesmo Bruce Willis), que não alteram em nada a dinâmica da coisa toda.
O filme se passa num futuro no qual os homens vivem isolados e se comunicam por meio de robôs, dois agentes do FBI, Greer (Bruce Willis) e Peters (Radha Mitchell), investigam o assassinato misterioso de um estudante. O crime está ligado ao homem que ajudou a criar os Surrogates, cópias robóticas de seres humanos.
Não é um filme fantástico. Creio ser apenas regular. Uma narração lenta, por vezes cansativa. Uma história com um roteiro que até atrai, mas não empolga. Enfim, uma produção que não é pedida certa, mas que vale alguns momentos de diversão sem reflexão.
FICHA TÉCNICA
Diretor: Jonathan Mostow
Elenco: Bruce Willis, Ving Rhames, Rosamund Pike, Radha Mitchell, Rosamund Pike, Michael Cudlitz, Helena Mattson.
Produção: Max Handelman, David Hoberman, Todd Lieberman
Roteiro: Michael Ferris, John D. Brancato, baseado na graphic novel de Robert Venditti e Brett Weldele
Fotografia: Oliver Wood
Trilha Sonora: Richard Marvin
Duração: 104 min.
Ano: 2009
País: EUA
Gênero: Ficção Científica
Cor: Colorido
Distribuidora: Buena Vista
Estúdio: Mandeville Films / Road Rebel / Touchstone Pictures
Classificação: 14 anos

