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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Linha do Tempo

9301Linha do Tempo é um daqueles filmes que promete bastante, com uma história audaciosa, elenco repleto de grandes nomes (que talvez nem fossem tão grandes à época), efeitos visuais empolgantes, e que não chega a ser tudo isso, mas entrega ao espectador a dose exata de entretenimento necessário para se tornar um filme agradável.

A história é o grange diferencial, envolvendo passado e presente, elementos da história e um grupo jovem de estudiosos, que se envolvem em uma trama para resgatar um professor (pai de um desses jovens), e que por fim, se envolvem em uma grande batalha histórica. Apesar de alguns clichês e de certa previsibilidade, o roteiro segura bem o ritmo do filme, e vai bem do começo ao fim.

O elenco é repleto de novos astros. Paul Walker, Frances O'Connor, Gerard Butler, Billy Connolly e Ethan Embry encabeçam a lista, e trabalham bem, sem exageros, sem destaques individuais. A história depende mesmo do trabalho em grupo de todos.

O filme lembra um pouco algumas antigas produções. Algumas sessões da tarde, já vistas na TV, mas não decepciona. Investe bem em alguns efeitos visuais que funcionam bem e no mais, segue por um caminho de ação, aventura, e até uma pitada de romance.

No filme, um grupo de estudantes de Arqueologia vive uma aventura do passado ao tentar resgatar o professor Johnson (Billy Connolly), que ficou preso em uma guerra feudal entre franceses e ingleses. Eles chegam ao século 14 na França e fazem de tudo para salvar o professor e voltar para o presente.
Uma boa pedida para quem procura um filme sem exageros, com uma história bem desenvolvida, bom elenco, e uma combinação adequada de ação e aventura. O filme tem alguns clichês, e em certos momentos você tem certeza de já ter visto aquilo antes, mas nem por isso perde sua capacidade de entreter. Sua narrativa é dinâmica, sem se perder a detalhes desnecessários ou firulas cansativas. Parece mesmo um filme para TV. Não decepciona, e tem tudo para agradar todo tipo de espectador.

FICHA TÉCNICA

Diretor: Richard Donner
Elenco: Paul Walker, Frances O'Connor, Gerard Butler, Billy Connolly, Ethan Embry.
Produção: Richard Donner, Lauren Shuler Donner, Jim Van Wyck
Roteiro: Jeff Maguire, George Nolfi
Fotografia: Caleb Deschanel
Trilha Sonora: Brian Tyler
Duração: 116 min.
Ano: 2003
País: EUA
Gênero: Ficção Científica
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida
Estúdio: Artists Production Group / Paramount Pictures

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

ROCKnROLLA - A Grande Roubada

Mais um filme de ritmo e história alucinante. Tudo é velocidade, tudo é ação. E a combinação entre o diretor Guy Ritchie e o ator Gerard Butler parece funcionar muito bem. Toda a produção vai bem e consegue agradar em cheio seu público.

A fotografia do filme tem seu charme à parte. Segue uma coloração diferenciada, que não cansa a vista e não choca pelo excesso de sangue que pode aparecer nas cenas. A produção não se preocupa com inteligência, mas sim com a ação.

Mesmo assim, a história não tem nada de fraca. Consegue entregar uma trama bem razoável, com começo, meio e fim, sem ter que se ater a diálogos cansativos que expliquem suas passagens. As peças se encaixam a cada passagem e o espectador se delicia com a alta dose de ação do filme. Realmente fantástico!!!

Gerard Butler lidera o elenco e mostra que sabe fazer bons filmes de ação. Por sinal, é mesmo um dos poucos atores que mesclam bons papeis tanto em filmes de ação quanto em filmes de outros estilos.

O filme conta que quando descobre-se que o próximo grande negócio de um mafioso russo dá errado, milhões de dólares ficam à solta e prontos para ser agarrados. Todos os principais bandidos em Londres estão à caça do dinheiro. Desde um chefão do crime até uma contadora sexy, todos querem a chance de enriquecer rapidamente.
Grande filme, com altas doses de ação, tiroteios, cenas de lutas, ótimos efeitos e alta qualidade de vídeo. Realmente, grande pedida para quem curte o estilo, e quer um filme que entrega bom entretenimento, associado a um roteiro bem construído. O elenco garante qualidade extra à trama. Enfim, uma excelente produção, com ação e movimento do começo ao fim. Não é o tipo de filme para toda a família (especialmente as crianças), mas tem tudo para agradar os mais marmanjos.

FICHA TÉCNICA

Diretor: Guy Ritchie
Elenco: Gerard Butler, Gemma Arterton, Jamie Campbell Bower, Jeremy Piven, Thandie Newton, Tom Wilkinson, Mark Strong, Idris Elba, Ludacris, Tom Hardy, Toby Kebbell, Karel Roden, Roland Manookian, Geoff Bell, Matt King.
Produção: Steve Clark-Hall, Susan Downey, Joel Silver, Guy Ritchie
Roteiro: Guy Ritchie
Fotografia: David Higgs
Trilha Sonora: Steve Isles
Duração: 114 min.
Ano: 2008
País: Inglaterra
Gênero: Ação
Cor: Colorido
Distribuidora: Warner Bros.
Estúdio: Dark Castle Entertainment
Classificação: 16 anos


quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Onde é que eu consigo um bichinho desses?



Como treinar seu dragão é garantia total de diversão. Isso já é quase lugar comum quando se fala em animações, mas o apelo deste filme vai além daquele de simplesmente entreter e ser engraçado, sua mensagem de aceitação é maior, e sua história explora a sempre positiva relação entre seres humanos e animais (sejam eles quais forem).

O filme é muito bem produzido, dando atenção a muitos detalhes e expressões que dizem mais do que muitas palavras. Os cenários simples ajudam nessa questão. Você tem condições de prestar mais atenção aos personagens do que ao que acontece à sua volta.

E essa é uma das forças do filme, seus personagens. Um dragão e um garoto, que teriam tudo para ser inimigos, principalmente devido à relação de guerra entre as raças, mas que se unem de uma maneira muito especial, e ao fim, transformam essa relação em algo ainda mais especial por causa de uma condição comum entre eles.

E a produção é muito mais do que uma animação com história engraçadinha e mensagem politicamente correta. É um filme de aceitação e de respeito, algo tão em desuso nos dias de hoje.

No filme, Soluço é um viking adolescente que não combina muito bem com a longa tradição de sua tribo de heróicos matadores de dragões. Seu mundo vira de cabeça para baixo quando ele encontra Banguela, um dragão que desafia tanto ele quanto seus amigos a encararem o mundo a partir de outro ponto de vista.

Um filme delicioso. Daqueles que deixam o gosto de quero mais. Uma excelente pedida para toda a família. Para assistir e repetir muitas e muitas vezes. Uma grande produção, que diverte, cativa e entretem.

FICHA TÉCNICA
Diretor: Dean DeBlois, Chris Sanders
Elenco: Vozes originais de Gerard Butler, Jonah Hill, Jay Baruchel, America Ferrera.
Produção: Tim Johnson, Kristine Belson
Roteiro: Adam F. Goldberg, Peter Tolan
Trilha Sonora: John Powell
Duração: 98 min.
Ano: 2010
País: EUA
Gênero: Animação
Cor: Colorido
Distribuidora: Paramount Pictures Brasil
Estúdio: DreamWorks Animation
Classificação: Livre

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Se o filme é assim, imagina o game


Gamer é um daqueles filmes que tenta levar à ficção algo ainda mais fictício e irracional. Acredito que uma coisa seja querer adaptar uma história de um determinado jogo de video game para filme, mas tentar levar a execução do jogo para a tela da TV é massacrante.


O tema proposto pelo filme não é nada atraente, e a tentativa de levar a vicência de um jogo para o filme é assustadora. O resultado é um filme sem muito nexo, com cenas de ação exageradas, uma edição exageradamente fragmentada, jogo de câmeras que lembram (e causam o mesmo enjôo) os games.

Nem mesmo os astros Gerard Butler e John Leguizamo conseguem salvar a produção, que exagera na linguagem digital (sem necessariamente resolver a diferença entre os games e os filmes), e nos cortes violentos de cena.

O filme conta que num futuro próximo, um revolucionário videogame on-line será a mais popular forma de diversão. Semanalmente, milhões de internautas assistem a condenados lutando para sobreviver como se fossem personagens virtuais em um game. Kable (Gerard Butler), um prisioneiro, será a grande estrela deste jogo. Para o jogador, Kable é um mero personagem, mas para o grupo de resistência ele é a peça chave para a vitória.

O filme mais parecido que assisti nos últimos tempos foi Os Substitutos, com Bruce Willis, que também não é nada brilhante, mas que igualmente prega a ideia de um mundo sem seres humanos que comandam das suas casas robôs que tentam levar a vida nos seus lugares. Ao menos aqui a mensagem de protesto pelos exageros da vida virtual funciona.

As batalhas seguem sem sentido, e mesmo aqueles mais fanáticos por jogos perde o encanto com a sequência infindável de cenas sem sentido. Nada se salva. Se você não quer perder o seu tempo, deixe essa pérola na locadora, bem longe da sua TV.

FICHA TÉCNICA
Diretor: Mark Neveldine, Brian Taylor
Elenco: Gerard Butler, Milo Ventimiglia, John Leguizamo, Alison Lohman, Michael C. Hall, Logan Lerman, Terry Crews.
Produção: Gary Lucchesi, Tom Rosenberg, Skip Williamson, Richard S. Wright
Roteiro: Mark Neveldine , Brian Taylor
Fotografia: Ekkehart Pollack
Trilha Sonora: Robb Williamson, Geoff Zanelli
Duração: 95 min.
Ano: 2009
País: EUA
Gênero: Ação
Cor: Colorido
Distribuidora: Imagem Filmes
Estúdio: Lakeshore Entertainment
Classificação: 18 anos

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Tendo a diversão como recompensa


Um filme sem pretensões, sem excessos, com boa dose de diversão, mas que talvez não represente bem o peso do seu elenco. Na verdade, o lado bom de o Caçador de Recompensas é que ele não promete ser uma obra de arte, mas por Jennifer Aniston e Gerard Butler, talvez fosse esperado um resultado final mais classudo.

Fato é que o filme até oferece alguma diversão, e se você avaliar de acordo com os trabalhos anteriores tanto de Gerard quanto de Jennifer perceberá que o filme representa bem seus currículos. O enredo se perde em alguns momentos, mas o resultado final é um filme leve, sem uma história que exige muito de seu telespectador, com algumas cenas de ação, e algumas boas tiradas de graça. Nada espetacular, mas que atende à expectativa de entreter sem forçar a barra.

Na história, Milo Boyd (Gerard Butler), um azarado caçador de recompensas, recebe o emprego dos seus sonhos quando é designado a capturar sua fugitiva ex-mulher, a repórter Nicole Hurly (Jennifer Aniston). Ele acredita que o trabalho será dinheiro fácil, mas, quando Nicole escapa para seguir a pista de um assassinato encoberto, Milo se dá conta de que nada é bem assim. Eles vivem passando a perna um no outro - até que se encontram numa fuga por suas vidas. Se eles achavam que a promessa de amar, honrar e respeitar era difícil, ficar vivos será ainda mais difícil.

O filme recebeu muitas críticas, e é muitas vezes avaliado negativamente. Da minha parte, creio ser uma produção interessante, que não agrega nada de especial, mas vale a diversão de ser assistido. O cinema pode entreter sem exigir histórias complexas, com atuações brilhantes e conteúdo mágico (efeitos, ação, emoção, diversão e arte). Claro que esses elementos ajudam e aumentam a qualidade de um filme, mas nem por isso outras produções menos favorecidas devem ser evitadas por esse motivo.

Vale o valor do ingresso ou locação, mas não espere uma comédia de guerra dos sexos fantástica, apenas boas doses de diversão que não exigem sua atenção em demasia.

FICHA TÉCNICA
Diretor: Andy Tennant
Elenco: Gerard Butler, Jennifer Aniston, Christine Baranski, Natalie Morales, Jason Sudeikis, Cathy Moriarty, Siobhan Fallon, Dorian Missick, Liam Ferguson, Daisy Tahan.
Produção: Neal H. Moritz
Roteiro: Sarah Thorp
Fotografia: Oliver Bokelberg
Trilha Sonora: George Fenton
Duração: 106 min.
Ano: 2010
País: EUA
Gênero: Comédia Romântica
Cor: Colorido
Distribuidora: Sony Pictures

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Verdade seja dita



Taí, das últimas comédias que exploram a guerra dos sexos, essa talvez seja a mais surpreendente de todas. Simplesmente deliciosa na medida certa. Sem apelos ou clichês exagerados, com uma excelente dinâmica e um roteiro (Nicole Eastman, Karen McCullah Lutz, Kirsten Smith) bem explorado.

O elenco que conta com os protagonistas Gerard Butler (300) e Katherine Heigl (Ligeiramente Grávidos), além de Cheryl Hines (Férias no Trailer), Bree Turner (O Grande Lebowski), Eric Winter (Uma Viagem Muito Louca) e Bonnie Somerville (Homem Aranha 2), funciona bem junto, com tiradas bastante estratégicas. Além disso, a produção conta com uma boa fotografia (Russell Carpenter).

No filme, a produtora de um programa de TV matinal sempre teve problemas quando o assunto era sua vida romântica. Para mudar a situação, ela envolve-se numa série de jogos com um dos novos apresentadores, que faz o estilo bad boy e ensina suas técnicas machistas no programa, e que tenta provar suas teorias sobre relacionamentos, além de ajudá-la a encontrar um amor.

Excelente pedida para alguém que procura uma boa dose de risadas sem humor apelativo. Algumas situações são bastante previsíveis, mas mesmo assim divertem. Enfim, uma boa pedida para um filme que deixa um gosto de quero mais.