Personagens marcantes do cinema ganharam vida nas ruas da metrópole norte-americana Nova York. A cidade tem uma identidade cinematográfica própria e por isso é um dos locais preferidos dos cineastas.
Produções sobre os mais variados temas e situações tomam a cidade como cenário, graças a sua atmosfera cosmopolita e moderna. Para lembrar algumas delas, o site Time Out New York escolheu os 10 principais.
Os filmes escolhidos procuraram mostrar a ousadia da cidade. David Fear e Joshua Rothkopf, da TONY Films, e os especialistas Stephen Garrett e Alison Willmore escolheram longas de todos os os( tá repetido) gêneros e épocas em busca de uma imagem completa de NYC no cinema.
O topo da lista ficou com Taxi Driver, clássico de Martin Scorsese estrelado por Robert De Niro. O filme marcou o taxí amarelo, típico da metrópole norte-americana, e fala das pressões da sociedade moderna e a impotência de corrigir todos os erros que vemos à nossa volta.
Curiosa é a presença de Fuga de Nova York em nono lugar, que mostra Manhattan como uma prisão de segurança máxima, lar de gangues e malucos. O sci-fi de John Carpenter funciona quase como um cartão postal de uma NYC diatópica.
Claro que Manhattan, de Woody Allen, também figura na lista, uma verdadeira Ode à cidade tão presente nos filmes do diretor.
Confira a lista com os 10 filmes mais marcantes já filmados na cidade:
1. Taxi Driver (1976)
2. A Embriaguez do Sucesso (1957)
3. Um Dia de Cão (1975)
4. O Bebê de Rosemary (1968)
5. Manhattan (1979)
6. Faça a Coisa Certa (1989)
7. King Kong (1933)
8. Sombras (1959)
9. Fuga de Nova York (1981)
10. Um Dia em Nova York (1949)
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sexta-feira, 6 de julho de 2012
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Segundo informações do TMZ, o ator chinês Jackie Chan (A Hora do Rush) disse que não quer mais fazer filmes de ação. A declaração ocorreu durante uma conferência sobre o lançamento do seu novo longa, Chinese Zodiac, seu filme de número 100.
"Esse será meu último filme de ação [...] Eu não sou mais jovem... Estou muito, muito cansado. O mundo anda muito violento. É um dilema , porque eu gosto de ação, mas não gosto de violência. Não quero ser apenas um astro de ação... Quero ser um ator de verdade. Quero ser o Robert De Niro asiático. Quero me livrar da minha imagem. Então, nos últimos dez anos tenho feito outros filmes como Karate Kid, em que interpreto um homem velho. Quero que o público saiba que não sei apenas fazer comédias ou lutar, eu também sei atuar.", disse Chan.
Por muitas décadas, o ator, agora com 58 anos, não só têm feito muitos filmes de ação, como também performa suas próprias cenas sem nenhum tipo de dublê, fato que já lhe rendeu diversos tipos de ferimentos. Infelizmente, sentiremos falta do Mr. Nice Guy em longas como Primeiro Impacto, Bater ou Correr e Arrebentando em Nova York.
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sexta-feira, 22 de julho de 2011
Machete

Mais um filme estilo trash total. Trama absurda, personagens insanos, efeitos e ação pra lá de malucos, e mais algumas doses de muita baixaria rendem um filme que chega a ser interessante. Pois é isso mesmo. São tantas bobagens reunidas, que você acaba se prendendo ao filme para saber onde tudo vai parar.
Pra quem curte cenas de luta/tiros com muito sangue e absurdos "hospitalares" (decepações e afins), o filme se torna imperdível. Em alguns momentos lembra até Kill Bill, com a diferença de que este tentava dar um tom artístico às cenas, enquanto que em Machete o que vale é o absurdo.
No filme, Machete (Danny Trejo) é um ex-policial dado como morto que aceita oferta para cometer um assassinato. O Dr. Benz (Jeff Fahey) o contrata para matar um senador corrupto (Robert De Niro). Para a missão, Machete conta com a ajuda de Luz (Michelle Rodriguez), Padre (Chech Marin) e April (Lindsay Lohan). Enquanto se prepara, é perseguido pela agente Sartana (Jessica Alba).
Boa fotografia e tomadas de ação são os grandes destaques desta produção. O elenco se destaca pelos papéis inusitados. A começar pelo mocinho ser um eterno vilão do cinema, o ator Danny Trejo.
Um filme para ser assistido sem nenhum compromisso. Pelo puro prazer do entretenimento cru e cruel. Uma produção que acaba entregando exatamente o que vende, uma história cheia de elementos absurdos, mas que consegue entreter pelos exageros. Se você não gosta de violência sem sentido ou é alérgico a cenas com muito sangue, passe longe. Agora, se curte um filme que não promete nada, mas que consegue divertir só com as baboseiras que apresenta, então esse filme é a sua cara. Pra assistir sem se preocupar com o conteúdo.
FICHA TÉCNICA
Diretor: Robert Rodriguez, Ethan Maniquis
Elenco: Danny Trejo, Robert De Niro, Jessica Alba, Michelle Rodriguez, Steven Seagal, Lindsay Lohan, Cheech Marin, Don Johnson.
Produção: Alan Bernon, Anthony Gudas
Roteiro: Robert Rodriguez, Álvaro Rodríguez
Fotografia: Jimmy Lindsey
Duração: 108 min.
Ano: 2010
País: EUA
Gênero: Ação
Cor: Colorido
Distribuidora: Sony Pictures
Estúdio: Overnight Films / Troublemaker Studios / Dune Entertainment
Classificação: 18 anos
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segunda-feira, 27 de junho de 2011
Entrando numa fria maior ainda com a família

Entrando numa fria maior ainda com a família mostra que nem sempre é uma boa pedida investir em piadas velhas. Piadas batidas, um humor lento e sem graça, apelando para o escatológico, repetições desnecessárias, e um elenco de estrelas. Esse poderia ser o resumo do filme.
A verdade é que a trilogia Entrando numa fria foi boa no seu primeiro filme, e só. O segundo já tinha perdido a fórmula, e o terceiro só veio para indicar que o erro podia ter sido evitado.
O elenco é um caso à parte, mas nem de perto lembra aquele pacote de bons atores do primeiro episódio ou de outras produções. Atuações fracas e forçadas, em diálogos que por vezes têm a intenção de parodiar outras produções, mas que não convencem e tornam tudo muito chato.
As velhas piadas do primeiro filme se repetem o tempo todo. Sendo quase um martírio sem fim assistir tanta bobagem. Interessante a brincadeira com o filme O Poderoso Chefão, mas também não conseguiu render muitas, nem boas piadas.
Neste terceiro filme da franquia, Pam (Teri Polo) e Greg (Ben Stiller) vivem felizes e são pais dos gêmeos Henry e Ashley Focker, de cinco anos. Quando todo o clã de Greg e Pam - incluindo o ex-apaixonado de Pam, Kevin (Owen Wilson) - se reúne para a festa de aniversário dos gêmeos, Greg tem que provar para o cético Jack (Robert De Niro) que ele é inteiramente capaz de ser o homem da casa. E o desafio põe Greg numa enrascada: ou ele prova para todos que vai assumir o lugar de Jack e conduzir a família ou quebra o "círculo de confiança" para sempre.
Uma pena tantos astros e estrelas juntos sem um bom aproveitamento. Nesse caso, por culpa exclusiva do roteiro fraco e desconjuntado.
Uma história desnecessária, que não prova nada e não vende peixe algum. A velha máxima do entretenimento puro também foi parar no vinagre. O filme é azedo, sem muito a acrescentar. Se você assistiu o primeiro episódio, e o segundo, já viu tudo. Um filme sem sal nem açúcar, e para piorar, sem graça nenhuma. Se puder evitar, fique longe.
FICHA TÉCNICA
Diretor: Paul Weitz
Elenco: Robert De Niro, Jessica Alba, Ben Stiller, Owen Wilson, Barbra Streisand, Harvey Keitel, Teri Polo.
Produção: Robert De Niro, John Hamburg, Ryan Kavanaugh, Jay Roach, Jane Rosenthal
Roteiro: John Hamburg, Larry Stuckey, Greg Glienna, Mary Ruth Clarke
Fotografia: Remi Adefarasin
Trilha Sonora: Stephen Trask
Duração: 98 min.
Ano: 2010
País: EUA
Gênero: Comédia
Cor: Colorido
Distribuidora: Paramount Pictures Brasil
Classificação: 12 anos
terça-feira, 31 de maio de 2011
Estão todos bem

Estão todos bem é um daqueles filmes com cara de filme para TV, embora o elenco seja de cinema. Não pelo tema em si, ou pela proposta da história. Essa sensação acontece pela narrativa do filme, leveza da situação como um todo, mais investimento na história do que no cenário, na construção dos personagens, enfim, cara de filme de TV.
Mas isso não diminui a qualidade do filme. Muito pelo contrário. A produção remete a acontecimentos recorrentes na atualidade. A falta de tempo para os pais, o investimento na carreira dos filhos, e com isso a projeção dos sonhos dos pais na vida dos filhos, a mentira, a sociedade moderna, o progresso, e o valor da família.
Impossível dizer que o filme não é tocante. Robert De Niro é sensacional em sua atuação. E seus filhos, Drew Barrymore, Kate Beckinsale e Sam Rockwell, mesmo que coadjuvantes, também são determinantes para o andamento da história.
No filme, Frank (Robert De Niro) é um viúvo que achava que a única ligação com o resto da família era por meio da esposa. Em um feriado, após seus filhos não conseguirem visitá-lo decide realizar uma viagem por todo o país a fim de reunir cada um de seus filhos, Amy (Kate Beckinsale), Rosie (Drew Barrymore) e Robert (Sam Rockwell).
Uma produção tocante, real. Para fazer refletir sobre o valor da família e sobre o que buscamos em nossas vidas. Sensacional o paralelo com os fios de telefonia que acompanham Frank por toda a sua viagem (ele encapava fios antes de se aposentar). Em alguns momentos parece que sua vida toda foi construída ao redor disso, fazendo com que esquecesse, em alguns momentos, da importância de seus filhos em sua vida.
Um belo filme para se ver a qualquer momento. Um drama bem dirigido. Rápido. Tocante e real. Vale o valor da locação.
FICHA TÉCNICA
Diretor: Kirk Jones
Elenco: Robert De Niro, Drew Barrymore, Kate Beckinsale, Sam Rockwell, Katherine Moennig, Melissa Leo, Lucian Maisel
Produção: Vittorio Cecchi Gori, Ted Field, Glynis Murray, Gianni Nunnari
Roteiro: Massimo De Rita
Trilha Sonora: Dario Marianelli
Duração: 110 min.
Ano: 2009
País: EUA/ Itália
Gênero: Comédia
Cor: Colorido
Distribuidora: Disney
Estúdio: Cecchi Gori Pictures
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