terça-feira, 26 de março de 2013

Oscar 2014 - Academia anuncia as datas da premiação


A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou as datas das cerimônias de número 86 e 87. O Oscar 2014 será entregue em 2 de março e o Oscar 2015 acontecerá em 22 de fevereiro.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Blockbuster do Reino Unido é vendida após falência


Blockbuster UK
As lojas da rede de videolocadoras Blockbuster, no Reino Unido, foram vendidas para a Gordon Brothers Europe, especializada em reestruturação de empresas, após a companhia ter anunciado falência em janeiro deste ano.

A rede no Reino Unido possuía um total de 528 lojas quando pediu concordata. Centenas de estabelecimentos da rede foram fechados após seu colapso financeiro.

Administradores da empresa Delloitte afirmaram neste sábado (23/3) que o Gordon Brothers Europe havia adquirido a Blockbuster por uma quantia não revelada, poupando ao menos dois mil empregos e 264 lojas britânicas da rede.

A Blockbuster do Reino Unido é uma subsidiária da norte-americana, com base em Blockbuster LLC, que foi reestruturada, conforme as leis de concordata dos EUA, e depois adquirida pela empresa Dish Network Corp, do Colorado, em 2011.

No Brasil

No Brasil as lojas da Blockbuster foram adquiridas pelo grupo Lojas Americanas. Desde o início de 2007, as locadoras passaram a fazer parte da rede de varejo e a oferecer outros produtos, se transformando em um setor dentro da bandeira Americanas Express. Há cerca de 190 lojas em todo país com esse perfil.

Por Roberto Guerra, em 23/03/2013, no link http://www.cineclick.com.br/noticia/carregar/titulo/blockbuster-do-reino-unido-e-vendida-apos-falencia/id/36619

sexta-feira, 22 de março de 2013

Fãs captam US$ 2 milhões para levar série ao cinema e mostram futuro para Hollywood

Na noite de entrega do último Oscar, uma pequena revolução teve início quando "Inocente", de Sean Fine e Andrea Nix, ganhou a estatueta de curta de documentário: foi o primeiro filme financiado pelo site de crowdfunding (financiamento coletivo) Kickstarter a vencer o prêmio.

A maior indústria cinematográfica do planeta não costuma se importar com um simples curta que angariou US$ 52 mil (R$ 104 mil) para ajudar na distribuição e na campanha de marketing.
Dez dias depois, no entanto, veio o recado que todo executivo entende.

A proposta de financiar um filme baseado em "Veronica Mars", série pouco vista, mas cultuada nos EUA entre 2004 e 2007, foi jogada pelo diretor Rob Thomas no Kickstarter.

Se ele captasse US$ 2 milhões em 30 dias, o longa seria filmado, enquanto a Warner, dona dos direitos do programa, cuidaria da distribuição e do marketing.

O projeto alcançou o objetivo em 12 horas e já arrecadou US$ 3,7 milhões (R$ 7,4 milhões), bancados por 57 mil fãs que gostariam de ver a série ganhar nova vida no cinema -as doações iam de US$ 10 (R$ 20) a US$ 10 mil (R$ 20 mil) e geraram recompensas: a mais alta era a possibilidade de ter um papel falado no filme.

A notícia é uma bomba para Hollywood. Apesar de "Veronica Mars" ter passado pela aprovação da Warner, o processo de cortar o atravessador (o estúdio) se apresentou com força pela primeira vez.

FIM DOS ESTÚDIOS?

"Se as pessoas podem pagar para criar filmes, não precisamos mais de estúdios. A Warner acabou de anunciar seu fim", decretou o cineasta independente Joe Swanberg ("Drinking Buddies").

"Não gosto de antecipar grandes mudanças por causa de um incidente particular, mas isso pode convencer os estúdios a permitir expansões da propriedade intelectual", declarou John Rogers, criador da série "Leverage".


O fato é que filmes com financiamento coletivo atraem cada vez mais nomes importantes. David Fincher, cineasta de "A Rede Social" (2010), colocou seu desenho "The Goon" para coletar US$ 400 mil (R$ 800 mil) e compor um storyboard animado.

Paul Schrader, diretor de "Gigolô Americano" (1980), conseguiu US$ 160 mil (R$ 320 mil) para ajudar no financiamento de "The Canyons", seu polêmico projeto com Lindsay Lohan e um ator pornô.

SÉRIES RESSUSCITADAS

Agora, séries consideradas mortas podem ser resgatadas por seus fãs no cinema.

Zachary Levi, protagonista de "Chuck" (série extinta ano passado), já está fazendo campanha on-line, enquanto o criador de "Pushing Daisies" (2007-2009) diz que precisaria de mais dinheiro que " Veronica Mars" por causa dos efeitos e maquiagem.

Até brasileiros nos EUA estão aproveitando a plataforma. A roteirista Luciana Faulhaber, que mora em Nova York, colocou seu filme de horror "Don't Look Back" no Kickstarter e, faltando quatro dias para o fim da captação, precisa de US$ 18 mil (de US$ 50 mil) para ter o sinal verde.

"Após a queda da economia americana, os estúdios estão mais medrosos. Então, precisamos arrumar maneiras de gerar nosso próprio trabalho", explica Luciana.

Por Rodrigo Salem, em 22/03/2013, no link http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1250169-fas-captam-us-2-milhoes-para-levar-serie-ao-cinema-e-mostram-futuro-para-hollywood.shtml

quinta-feira, 21 de março de 2013

Brasil, Rússia, Índia e China serão responsáveis por 25% da bilheteria mundial

Segundo o IHS (Information Handling Services), grupo que realiza pesquisas em diversos mercados, o BRIC, composto por Brasil, Rússia, Índia e China, será responsável por 25% da bilheteria mundial até 2017, somando US$ 12,1 bilhões no ano.

Nos últimos cinco anos, os países dobraram sua fatia na bilheteria mundial, graças a vários fatores: crescimento do mercado, aumento do preço dos ingressos e construção de novas salas, só na China, espera-se que existam 20.000 salas até 2015.

No Brasil, um dos responsáveis é o aumento exponencial de shopping centers, grandes concentradores de salas de cinema. Na Rússia, a popularidade de grandes blockbusters vem crescendo consideravelmente.

A China já é o segundo maior mercado depois dos Estados Unidos, tendo arrecadado mais de US$ 2,7 bilhões no ano passado. A Índia encontra-se no sexto lugar, enquanto a Rússia fica em nono. O Brasil, que não conseguiu bater a marca de US$ 1 bilhão em 2012, está no 12º lugar. Até 2017, o Brasil deve estar na 10ª posição.

Em 2008, o BRIC rendeu US$ 3,08 bilhões, valor que saltou para US$ 6,2 em 2012, um crescimento de 14,9%.

Parece que, a partir de agora, veremos cada vez menos vilões russos, chineses, indianos e brasileiros em Hollywood.

Por Felipe Minozzi, em 21/03/2013, no link http://www.cineclick.com.br/noticia/carregar/titulo/brasil-russia-india-e-china-serao-responsaveis-por-25-da-bilheteria-mundial/id/36598

quarta-feira, 20 de março de 2013

A Paixão de Cristo

9850Com a aproximação da Páscoa, o filme A Paixão de Cristo parece retornar à TV. Agora sob o selo de "cult", o filme ainda mantém uma característica mais reservada, mesmo em tempos de total "liberdade" na TV aberta ou fechada. Fato é que a produção conseguiu mexer com os brios de muita gente na época de seu lançamento, e ainda hoje recebe críticas à maneira como expôs Jesus Cristo ou ao tom mais pesado e violento dado aos seus últimos dias.

As questões técnicas são fundamentais, uma vez que o filme consegue retratar com maestria a época, e também alguns acontecimentos históricos (independente de sua opção religiosa e de seu roteiro tratar a fé, ainda assim, consegue retratar a história da época, independente da crença do espectador). A força do filme está em seu roteiro, uma releitura bastante diferente do que é contado, não pelo seu aspecto geral ou pela sequência de acontecimentos, mas o filme consegue fazer o espectador sentir o sofrimento e a dor de Jesus Cristo em sua jornada.

Jim Caviezel, no papel de Jesus Cristo, é fantástico. Atualmente afirma em suas entrevistas que o filme prejudicou o andamento de sua carreira, porém é inegável destacar sua atuação.

Mesmo sendo tratado como um filme religioso, sua história e a maneira como é apresentada causa desconforto. Quando foi lançado no cinema, era comum as pessoas abandonarem o filme antes do final. Assistí-lo de ponta a ponta exige um bom estômago. Reforço, independente de sua crença religiosa, acompanhar o sofrimento e a dor de qualquer ser humano, da maneira como o filme retrata, é algo bem difícil.

O filme detalha as últimas 12 horas de Jesus Cristo (Jim Caviezel), antes de sua crucificação - a Última Ceia, as tentações de Satanás, a traição de Judas Iscariotes, o flagelo. Falado em latim e aramaico, foi todo filmado na Itália. O filme é motivo de polêmica, sendo acusado de anti-semita por alguns líderes religiosos.

Curioso vê-lo na TV como cult. O filme passou no pay-per-view (opção TV por assinatura), e poucos canais se atreveram a colocá-lo em suas programações depois disso. Talvez não por sua religiosidade, mas pela força de seu lado visual. Cenas de violência contra qualquer ser humano, e nesse caso, se tratando de Jesus Cristo, pode se tornar ainda mais chocante. Uma pedida forte, para alguém que tenha um estômago forte e se interesse por essas questões religiosas. O filme vai muito além disso, com um roteiro bem construído, parte visual com efeitos e cenas fortes, excelente elenco, e uma história atemporal. Acredito ser uma pedida super válida, mas assisti-lo em pílulas pode ser uma saída para a pegada bem emocional. Se você não tem esse problema, e a intenção é mesmo tomar um choque, o filme é pedida certa.

FICHA TÉCNICA

Diretor: Mel Gibson
Elenco: Jim Caviezel, Maia Morgenstern, Christo Jivkov, Francesco De Vito, Monica Bellucci, Mattia Sbragia, Toni Bertorelli, Luca Lionello, Hristo Shopov, Claudia Gerini, Fabio Sartor, Giacinto Ferro, Aleksander Mincer, Sheila Mokhtari, Lucio Allocca, Paco Reconti, Adel Bakri, Luciano Dragone, Adel Ben Ayed, Franco Costanzo, Lino Salemme, Emanuele Gullotto, Francesco De Rosa, Maurizio Di Carmine, Francesco Gabriele, Angelo Di Loreta, Federico Pacifici, Roberto Santi, Giovanni Vettorazzo, Ted Rusoff, Tom Shaker, Andrea Coppola, Romuald Andrzej Klos, Giuseppe Lo Console, Dario D'Ambrosi, Luciano Federico, Omar Capalbo, Valerio Esposito, Antonello Iacovone, Nicola Tagarelli, Ivan Gaudiano, Chokri Ben Zagden, Roberto Bestazzoni, Luca De Dominicis, Pietro Sarubbi, Abel Jafri, Lello Giulivo, Emilio De Marchi, Roberto Visconti, Sergio Rubini, Francesco Cabras, Andrea Refuto, Giovanni Capalbo, Matt Patresi, Sabrina Impacciatore, Daniela Poti, Jarreth J. Merz, Noemi Marotta, Rossella Longo, Davide Marotta, Rosalinda Celentano, Danilo Di Ruzza, Vincenzo Monti, Danilo Maria Valli, Nuot Arquint, Abraam Fontana, Valerio Isidori, Paolo Dos Santos, Arianna Vitolo, Gabriella Barbuti, Ornella Giusto, Michelle Bonev, Lucia Stara, Evelina Meghnagi, Francis Dokyi
Produção: Bruce Davey, Mel Gibson, Stephen McEveety
Roteiro: Benedict Fitzgerald, Mel Gibson
Fotografia: Caleb Deschanel
Trilha Sonora: John Debney
Duração: 127 min.
Ano: 2004
País: Itália/ EUA
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Distribuidora: Fox Film
Estúdio: Icon Entertainment International
Classificação: 14 anos

terça-feira, 19 de março de 2013

Festival É Tudo Verdade completa 18 anos e divulga selecionados de 2013

No ano em que completa 18 anos, o festival de documentários É Tudo Verdade reúne em sua programação um apanhado diverso do que vem se produzindo no Brasil e no mundo no cinema documental. Este ano o evento ocorre simultaneamente em São Paulo e no Rio de Janeiro, entre os dias 4 e 14 de abril. Em seguida segue para Brasília (de 16 e 21 de abril) e Campinas (entre 23 e 28 de abril).

“Nesta edição reunimos uma safra muito madura de filmes. Isso nos deu muito trabalho para chegar à seleção que, por isso mesmo, é muito forte”, disse o diretor e criador do festival, Amir Labaki, em evento de divulgação em São Paulo na manhã desta terça-feira (19). Labaki não escondeu a satisfação de ver o É Tudo Verdade chegar à sua 18ª edição: “O Brasil não é um país que rotineiramente não tem eventos tradicionais. Cada vez que a gente consegue levar a pedra lá no topo novamente é motivo de orgulho”.

Acompanhando de perto a produção nacional nestas quases duas década, Labaki diz ter percebido muito mais do que o aumento na qualidade e número de produções. “Vi com prazer, ao longo desses anos, documentarista brasileiros conseguirem fazer a manutenção da carreira, o que é importante para a criação de uma linguagem própria”, avaliou.

Mostras competitivas

Na seleção internacional, 41 filmes serão exibidos entre as mostras competitivas e as informativas. Ao todo, 12 obras disputarão a competição de longas-metragens. Entre eles, estreias como Antes e Depois do Jantar, em que o ator e diretor teatral André Gregory é retratado pela mulher, a cineasta Cindy Kleine, e destaques de festivais internacionais como Primo de Segundo Grau, de Alan Berliner, e A Máquina que Faz Tudo Sumir, de Titatin Gurchiani, prêmio de direção em Sundance.

Entre os brasileiros, sete filmes serão apresentados em première mundial. Entre eles A Alma da Gente, de Helena Solberg e David Meyer; O Universo Graciliano, de Sylvio Back; e Serra Pelada – A Lenda da Montanha de Ouro, de Victor Lopes.

Golpe de 1964

O É Tudo Verdade se adiantará ao aniversário dos 50 anos do golpe militar de 1964 com a exibição do documentário Jango, de Silvio Tendler, de 1984. Paralela à exibição do longa estão programadas duas mesas-redondas para discutir a importância histórica de João Goulart e do filme de Tendler. Serão apresentados também série de curtas feitos pelo IPES (Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais) nos anos 1960 que serviram de base para converncer a população da necessidade de uma intervenção militar no país.

Homenagem

Este ano o festival presta homenagem a Dziga Vertov, cineasta russo e um dos pais do formato documental. A retrospectiva internacional traz oito cópias em 35mm de filmes do diretor. Serão exibidos, entre outros, clássicos como O Homem da Câmera de Filmar, Três Canções Sobre Lenin e Cine-Olho. A exibição dos filmes só foi possível graças a uma parceria com o Austrian Film Museum, detentor das cópias. A curadora da coleção, Adelheid Heftbeger, virá ao Brasil para conversar com os espectadores sobre a obra de Vertov.

Filmes em competição no É Tudo Verdade:

INTERNACIONAIS
- Antes e Depois do Jantar, de Cindy Kleine (EUA)
- Estou no Espaço, de Dana Ranga (Alemanha)
- Filha Problema, de Stéphanie Argerich (França/Suíça)
- A Máquina que Faz Tudo Sumir, de Tinatin Gurchiani (Geórgia/Alemanha)
- Minha Revolução Roubada, de Nahid Persson Sarvestani (Suécia/Noruega/Inglaterra/EUA)
- Nascido na USSR - Geração de 28, de Sergei Miroshnichenko (Rússia/Inglaterra/Alemanha)
- Não Me Esqueça, de David Sieveking (Alemanha)
- Nosso Nixon, de Penny Lane (EUA)
- Parque do Povo, de Libbie D. Cohn e J.P. Sniadecki (EUA/China)
- Salma, de Kim Longinotto (Inglaterra)
- Uma Vez Entrei num Jardim, de Avi Mograbi (França/Israel/Suíça)
- Universo Particular , de Helena Trestikova (República Tcheca)

NACIONAIS

- A Alma da Gente, de Helena Solberg e David Meyer (RJ)
- Antártica, de Evaldo Mocarzel (SP)
- Em Busca de Iara, de Flavio Frederico (SP)
- Mataram Meu Irmão, de Cristiano Burlan (SP)
- Ozualdo Candeias e o Cinema, de Eugênio Puppo (SP)
- Serra Pelada - A Lenda da Montanha de Ouro, de Victor Lopes (RJ)
- O Universo Graciliano, de Sylvio Back (RJ)

segunda-feira, 18 de março de 2013

Bilheteria EUA: Oz, Mágico e Poderoso mantém a liderança pela segunda semana


Oz, Mágico e Poderoso é o primeiro grande sucesso do ano. O longa dirigido por Sam Raimi e estrelado por James Franco liderou a bilheteria americana neste fim de semana e fez mais US$ 42 milhões para as suas contas. A produção já acumula US$ 145 milhões só nos Estados Unidos, com um total de US$ 280 milhões no mundo.

A estreia Chamada de Emergência, de Halle Berry, teve uma boa abertura com US$ 17,1 milhões. O longa não teve grande divulgação, dessa maneira tais números podem ser considerados acima do esperado.

Quem fecha o pódio é outra estreia: The Incredible Burt Wonderstone. A comédia estrelada por Olivia Wilde, Jim Carrey e Steve Carell segue a lógica inversa de Chamada de Emergência. O filme teve uma divulgação em massa na imprensa americana, mas mesmo assim só conseguiu arrecadar US$ 10,3 milhões, um terço abaixo da expectativa do estúdio.

O segundo colocado no ranking anual da bilheteria americana, Uma Ladra Sem Limites se manteve no Top10 do fim de semana. Sem tanto fôlego, o longa aparece na quinta colocação com US$ 4,5 milhões, em um total de US$ 123 milhões só nos EUA. Confira abaixo a lista completa da bilheteria entre os dias 15 e 17 de março:

1. Oz, Mágico e Poderoso - US$ 42 milhões
2. Chamada de Emergência- US$ 17,1 milhões
3. The Incredible Burt Wonderstone - US$ 10,3 milhões
4. Jack - O Caçador de Gigantes - US$ 6,2 milhões
5. Uma Ladra Sem Limites - US$ 4,5 milhões
6. O Acordo - US$ 3,5 milhões
7. FInalmente 18! - US$ 2,6 milhões
8. O Lado Bom da Vida - US$ 2,5 milhões
9. Porto Seguro- US$ 2,4 milhões
10. Escape From Planet Earth - US$ 2,3 milhões