terça-feira, 4 de outubro de 2011

Piranha 3D



Não é possível que eles tenham feito um filme como esse. Sério! Não é necessário destacar a baixa qualidade, mas a mistura de erotismo com terror só piora as coisas. O resultado é uma produção sem sal nem açúcar, com muitos bichinhos famintos, e algumas mulheres exibindo seus corpos desnudos, para todos os lados.

Mais improvável ainda se pensarmos que o filme é um remake do clássico Piranhas, de 1978. Esse sim, um filme cheio de atributos assustadores. No caso da nova produção, além de muito sangue e pedaços de corpos mutilados para todos os lados, pouca coisa se salva. A trama retrata um gênero de sucesso entre os americanos. Jovens em f´rias, todos no auge da idade e da sexualidade, invadindo uma cidade pacata, para muita bebedeira e diversão. O elenco, apesar de nomes conhecidos (Elisabeth Shue, Eli Roth, Christopher Lloyd, e até Ving Rhames), consegue produzir pouco.

A ideia geral da produção é chocar, não pelo gênero do filme, mas pelos excessos. Os efeitos não ajudam muito, e o resultado final beira a banalidade. Os fãs mais aficionados do estilo podem se decepcionar.

O filme conta que todos os anos, a população residente em uma pequena vila próxima do Lago Victoria recebe visitantes ávidos por diversão e muito sol. Mas um tremor sob a superfície do lago liberta dezenas de ameaçadoras piranhas pré-históricas e o xerife local tenta fazer de tudo para detê-las.

Sim, você não leu errado. Desta vez as piranhas são pré-históricas. então você pode imaginar o tamanho da fome das bichinhas. Muita gente fará parte desta dieta especial.

Já que a parte do susto deixa a desejar, o que poderia se esperar então, era uma forte corrente de humor. Mas isso também é deixado de lado, e o conjunto não tende nem para o terror, muito menos para o humor. A melhor maneira de definir o filme, é como trash, daqueles mais classe D que podem existir.

Um filme sem pé ou cabeça, baseado em um clássico do terror, sem estar estabelecido com o gênero (pelo menos não ao pé da letra). Acaba sendo leve para um terror, e pesado para uma comédia. Uma produção desnecessária que não acrescenta muito ao currículo de seu elenco, e não chega a ser uma fonte agradável de entretenimento para os espectadores. Para assistir, se for um fã do estilo, mas sem esperar muita coisa. Se não curte esse tipo de filme, passe longe.

FICHA TÉCNICA
Diretor: Alexandre Aja
Elenco: Adam Scott, Elisabeth Shue, Eli Roth, Christopher Lloyd, Steven R. McQueen, Ving Rhames
Produção: Alexandre Aja, Mark Canton, Grégory Levasseur, Marc Toberoff
Roteiro: Alexandre Aja, Josh Stolberg, Pete Goldfinger
Fotografia: John R. Leonetti
Trilha Sonora: Michael Wandmacher
Ano: 2010
País: EUA
Gênero: Terror
Cor: Colorido
Distribuidora: Imagem Filmes
Estúdio: Dimension Films / The Weinstein Company / Atmosphere Entertainment MM / Chako Film Company / Dimension Films

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

O Livro de Eli



Mais um belo filme protagonizado por Denzel Washington. Inteligente, dinâmico, com boas doses de ação, bons efeitos, uma linda fotografia, e um roteiro surpreendente, que prende o espectador até o final e, mesmo assim, reserva uma surpresa incrível quando se acredita que nada mais pode acontecer.

O cenário apocalíptico é muito bem retratado nos diversos elementos do filme, desde as locações até as roupas. E é na fotografia, que o clima árido predominante na história fica ainda mais acentuado, com um efeito de cores maravilhoso. Impressionante as tomadas possíveis com esse recurso.

Ponto positivo também para a direção, que conseguiu fazer do menos, muito mais. Isso quer dizer que são poucos diálogos, poucos personagens, mas tudo muito bem costurado e com um resultado final que supera as expectativas. Apesar de algumas passagens mais silenciosas, o filme não tem nada de cansativo.

Isso fica claro nas cenas de ação. Lutas muito bem trabalhadas, sequências de perseguição e destruição. E o elenco também tem sua contribuição. Caras já manjadas (como o caso de Denzel e Gary Oldman), trabalhando muito bem com novos talentos.

No filme, Eli (Denzel Washington) é um guerreiro solitário que sobreviveu a um não muito distante futuro pós-apocalíptico. Sua missão é atravessar os EUA para conseguir passar adiante conhecimentos que podem ser a chave para a redenção do planeta, escritos em um misterioso livro.

O filme começa sem muitas explicações, e só melhora a cada passagem. Não existe muito tempo para pensar, e quando você percebe, o filme já acabou. De maneira surpreendente, elenco, direção, roteiro, absolutamente todos os elementos trabalham muito bem, e em plena sintonia, com um resultado magistral. Uma produção para quem busca entretenimento, inteligência, ação, e uma trama muito acima da média. Não faz o estilo vale a pena repetir até cansar, mas sem dúvidas, é um tremendo filme.

FICHA TÉCNICA
Diretor: Albert e Allen Hugues
Elenco: Denzel Washington, Gary Oldman, Jennifer Beals, Mila Kunis, Ray Stevenson, Lora Martinez, Luis Bordonada, Tom Waits, Frances de la Tour
Produção: Broderick Johnson, Andrew A. Kosove, Denzel Washington, Joel Silver
Roteiro: Gary Whitta
Fotografia: Don Burgess
Trilha Sonora: Atticus Ross, Leopold Ross, Claudia Sarne
Duração: 118 min.
Ano: 2010
País: EUA
Gênero: Suspense
Cor: Colorido
Distribuidora: Sony Pictures
Classificação: 16 anos

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Velozes e Furiosos 5 - Operação Rio



Velozes e Furiosos sempre foi uma série de filmes para os fanáticos por carros, velocidade, adrenalina, e mecânica (muitos turbos, elementos de tunning e penduricalhos para transformar seu possante). E sempre foi o que mais chamou a atenção para o filme. Suas corridas absurdas, em desfiladeiros, garagens em formato de caracol, saltos sobre pontes, e por aí vai. E, por incrível que pareça, foi o que mais faltou no quinto filme da série. Carros e velocidade.

Por falar em velocidade, o filme é o mais lento de todos já lançados. Muitos diálogos, muitos detalhes desinteressantes, muita bobagem para encher a cena, cheio de gordurinhas. O que chega a ser cansativo.

Ao menos Vin Diesel e Dwayne Johnson estão fazendo o que realmente sabem. Filmes de ação, com ação de verdade. E não seus papéis como babás ou fadas. Nisso o filme recupera sua força. O elenco é o mesmo do primeiro capítulo, o mais aclamado. E com isso consegue dar alguma graça à produção.

Desnecessário dizer que o filme é (virtualmente) rodado no Brasil. Virtualmente pois nem tudo o que aparece lá é, de fato, no Rio de Janeiro. Para começar os carros. Todos americanos, com placas de algum outro lugar. Também temos o velho hábito de achar que os brasileiros falam espanhol, ou em alguns casos, o português de Portugal. O filme arrisca ainda a dar uma aula de história, mas não chega a ser muito brilhante. Nem mesmo quando destaca diferenças "culturais" entre Brasil e Estados Unidos.

Independente desses elementos, o grande ponto fraco é a falta de ação. Fraca em muitos momentos, e visivelmente encenada em outros. E lá se vai o foco em atrair o espectador por toda a adrenalina que era antes oferecida.

No filme, Dom (Vin Diesel) e Brian (Paul Walker) firmaram uma parceria que os obrigou a fugir da polícia constantemente. Escondidos no Rio de Janeiro, eles têm mais uma missão a ser cumprida e, então, ganhar a desejada liberdade. No entando, nada disso segura a sede de sangue de um empresário corrupto, que deseja vê-los mortos. Nessa luta contra o empresário e em busca de suas liberdades, a dupla enfrenta o competente agente federal Lucas Hobbs (Dwayne Johnson), que está à caça de Dom e Brian com uma única arma: seu instinto, já que está cada vez mais difícil distinguir mocinhos e vilões.

Um filme interessante para quem busca entretenimento sem muitas firulas ou uma trama muito elaborada. A produção abusa de cenas sem sentido (vide a cena de perseguição em que não existem outros carros nas ruas), e diálogos para explicar algo que poderia ser trocado por uma boa corrida de carros. O elenco funciona bem, mas se perde em uma trama que está preocupada com os detalhes e não com a ação.

Apesar de insinuarem uma continuação, creio que será necessário algum esforço extra para colocar a série Velozes e Furiosos de volta aos trilhos. Para os fãs, ou não, fica a recomendação de assistirem sem muitas expectativas. O filme diverte, mas não consegue encher os olhos do espectador.

FICHA TÉCNICA
Diretor: Justin Lin
Elenco: Dwayne Johnson, Vin Diesel, Paul Walker, Jordana Brewster, Tyrese Gibson.
Produção: Vin Diesel, Michael Fottrell, Neal H. Moritz
Roteiro: Chris Morgan
Fotografia: Stephen F. Windon
Trilha Sonora: Brian Tyler
Duração: 134 min.
Ano: 2011
País: EUA
Gênero: Ação
Cor: Colorido
Distribuidora: Paramount Pictures Brasil
Estúdio: Original Film
Classificação: 14 anos

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Passe Livre



Mais uma daquelas comédias que apelam para a sacanagem, na intenção de conseguir arrancar algumas risadas de seu espectador. Nada de moralismo. A questão é que nem sempre que o filme arrisca tomadas mais apimentadas, ou com humor negro, significa que ele pode se tornar mais engraçado. E a questão aqui é essa. Passe Livre precisa forçar a barra, esperando que com isso fique melhor, mas o resultado pode decepcionar.

Mas o filme se encaixa bem nos padrões de Owen Wilson e Jason Sudeikis. Isso quer dizer que o elenco é forçado, também sem graça.

Apesar da boa fotografia, o enredo é fraco, e piora da metade para o final. A direção exagera em alguns diálogos, e a narrativa mistura momentos lentos, cheios de explicação, com trocas de cenas rápidas, onde a bagunça impera.

No filme, cansados da rotina de casamentos, Rick (Owen Wilson) e Fred (Jason Sudeikis) recebem um presente de suas esposas: um passe livre que dura uma semana, na qual eles podem fazer aquilo que bem entenderem. Tudo acertado, os amigos resolvem cair na farra. Inicialmente animados, os amigos começam a entender que a vida de solteiro não é tão maravilhosa como eles achavam.

Não se trata de exaltar o politicamente correto, mas o apelativo não fica bem em qualquer filme. O lado comédia da produção não provoca muitas risadas, mas isso não quer dizer que seja um filme de todo ruim. Apesar do enredo pobre, o filme tenta vender uma mensagem bonitinha/certinha. Resta saber se o o espectador aceitará esse conflito entre a trama e a moral da história.

FICHA TÉCNICA
Diretor: Bobby Farrelly, Peter Farrelly
Elenco: Owen Wilson, Alyssa Milano, Christina Applegate, Jenna Fischer, Richard Jenkins, Jason Sudeikis, Alexandra Daddario
Produção: Mark Charpentier, Bobby Farrelly, Peter Farrelly, J.B. Rogers, Bradley Thomas, Charles B. Wessler
Roteiro: Pete Jones, Peter Farrelly, Kevin Barnett, Bobby Farrelly
Ano: 2011
País: EUA
Gênero: Comédia
Cor: Colorido
Distribuidora: Warner Bros.
Estúdio: Conundrum Entertainment / New Line Cinema
Classificação: 12 anos

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Hop - Rebelde sem páscoa



Nos últimos tempos tem sido muito difícil assistir uma animação que mistura personagens reais e fictícios sem lembrar de Alvin e Os Esquilos. Sem comparar a qualidade (Alvin se destaca), até a fotografia do filme parece a mesma. E o roteiro, igual, exceto pelos personagens. Quer sejam ursos (caso de Zé Colméia), coelhos (o próprio Hop) ou, mais recentemente, seres azuis (os smurfs), a dinâmica é sempre muito parecida, sem muitas surpresas.

No caso de Hop, fica a dúvida sobre o público ao qual se dirige o filme. Mas me parece que ele tende a agradar mais os baixinhos, que curtem um filme coloridão, e boas doses de humor pastelão. Para os adultos, a história é um pouco enfadonha, repetitiva e até previsível.

Trata-se de uma animação que promete muita agitação e rebeldia, mas cuja promessa não consegue ultrapassar o título do filme. A produção tem uma boa fotografia, mas personagens sem força, em uma história sem empolgação. O resultado é mediano, daqueles que o trailer consegue ser mais animado que o próprio filme.

Particularmente, não entendi a relação que tentaram ao misturar coelhos e aves (os pintinhos que aparecem), nem a espécie de trenó que o coelho da páscoa usa. Jurava que isso era privilégio do papai Noel.

No filme, Júnior (voz original de Russell Brand) está preses a suceder seu pai e se tornar o Coelho da Páscoa. Mas o que ele quer mesmo é se tornar um baterista de sucesso. Júnior foge da Ilha de Páscoa, vai para o mundo dos humanos e é atropelado pelo atrapalhado Fred (James Mardsen). Enquanto tenta perseguir seu sonho, outros eventos acontecem na ilha e a Páscoa precisará ser salva.

Não chega a ser um filme fantástico, nem dos piores do ano, mas decepciona um pouco. É uma animação interessante, que deve agradar as crianças mais novas. Não chega a ser sucesso entre o público adulto. Um filme com bons efeitos e fotografia, mas que perde força nos personagens e no enredo superficial. É uma boa pedida para quem procura uma produção leve e sem compromisso.

FICHA TÉCNICA
Diretor: Tim Hill
Elenco: Vozes originais de: Kaley Cuoco, Russell Brand, James Marsden, Elizabeth Perkins, Chelsea Handler, Tiffany Espensen
Produção: John Cohen, Christopher Meledandri
Roteiro: Cinco Paul, Ken Daurio, Brian Lynch
Fotografia: Peter Lyons Collister
Trilha Sonora: Christopher Lennertz
Duração: 97 min.
Ano: 2011
País: EUA
Gênero: Comédia
Cor: Colorido
Distribuidora: Paramount Pictures Brasil
Estúdio: Illumination Entertainment / Universal Pictures
Classificação: Livre

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles



Acho que não tive muita paciência para Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles. O filme até que é interessante. Com boas cenas de ação. Bons efeitos. Elenco esforçado. E até boas doses de sci fi. Mas é no enredo que a coisa se perde um bocado. Muita ação, muitos efeitos, alienígenas feios e nojentos, sangue para todos os lados, destruição em massa, mas... tudo isso, sem muito sentido. E sem sentido, o filme perde muitos pontos.

Não se trata de um filme fantástico. Tem boa intenção, mas com uma direção confusa, e que ao fim, não prova muita coisa e não deixa vontade de ver de novo. Sem querer estragar a surpresa de quem não viu, mas pense naquele filme que enrola um bom tanto e no final faz algo que você pensou que pudesse ser feito quando ainda estava só com 5 minutos de filme rodados. Bom, é mais ou menos essa a sensação que Batalha de Los angeles provoca.

No mais, é a eterna questão em que os EUA devem sofrer ataques até de seres dos outros planetas, mas que sempre conseguem superar qualquer obstáculo que surja e, com um pouco de sangue e suor, tudo pode ser resolvido. Previsível, cansativo, e repetitivo.

O filme conta que em 12 de agosto de 2011, misteriosos objetos começam a cair sobre os oceanos da Terra, próximos às grandes cidades. Aos poucos, o que se pensava que fossem meteoritos começam a se revelar como naves alienígenas que iniciam uma guerra e vão tomando o mundo, país a país. Uma das últimas resistências da humanidade se ergue em Los Angeles, onde uma equipe do exército fará sua tentativa derradeira de derrotar os invasores.

Os boatos e rumores por trás do filme contam que a história é baseada em uma invasão real (sem o grau de destruição do filme, é claro) que ocorreu nos anos 1930, mas que o exército americano conseguiu afugentar os aliens serelepes. Não existem registros que comprovem esse fato, apenas o depoimento de alguns soldados. Talvez tenham sido alguns chupa cabras...

Enfim, é uma produção interessante, mas confusa em alguns pontos, detalhista em outros (desnecessários), com boas doses de ação e tiros, muita destruição, e guerra interplanetária. Para os fãs do gênero é pedida certa. Para quem curte algo alternativo também, mas se você cansou da velha história de meia dúzia de americanos que salvam o planeta, então fique longe. Merece ser assistido, mas sem muitas ambições. Não deixa vontade de repetições.

FICHA TÉCNICA
Diretor: Jonathan Liebesman
Elenco: Michelle Rodriguez, Bridget Moynahan, Aaron Eckhart, Jim Parrack, Lucas Till, Michael Peña, Joey King, Susie Abromeit, Ramon Rodriguez, Taylor Handley, Ne-Yo, Cory Hardrict, Nick Jones
Produção: Jeffrey Chernov, Neal H. Moritz
Roteiro: Christopher Bertolini
Fotografia: Lukas Ettlin
Trilha Sonora: Brian Tyler
Duração: 113 min.
Ano: 2011
País: EUA
Gênero: Ficção Científica
Cor: Colorido
Distribuidora: Sony Pictures
Estúdio: Columbia Pictures / Original Film / Relativity Media
Classificação: 12 anos

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Veja quem são os vencedores do Emmy 2011



A série "Modern family" foi o destaque da 63ª edição do Emmy, maior premiação da TV americana, realizada neste domingo (18). A atração levou os prêmios de melhor série de comédia, melhor direção de série de comédia e melhor roteiro do gênero, entre outros.

O evento, que teve a atriz Jane Lynch, da série "Glee", como mestre de cerimônia, já começou premiando "Modern family": quem levou a primeira estatueta da noite Julie Bowen, como melhor atriz coadjuvante em série de comédia. Foi a segunda indicação da atriz ao Emmy.

Na apresentação do prêmio de melhor ator de série de comédia, o ator Charlie Sheen desejou boa sorte para a nova temporada de "Two and a half men", que era estrelada por ele. Em seu lugar, foi escalado o ator Ashton Kutcher. Já "Mad men", que passou boa parte da premiação escondida, foi eleita a melhor série de drama pelo 4º ano consecutivo.

As produções "Boardwalk empire" e a minissérie "Downton Abbey" somaram o maior número de prêmios na apuração total nos quais se incluem as categorias técnicas, oito no primeiro caso e seis no segundo..

Veja abaixo a lista dos vencedores do Emmy 2011:

Melhor atriz coadjuvante em série de comédia: Julie Bowen, por "Modern Family"

Melhor ator coadjuvante em série de comédia: Ty Burrel, por "Modern Family"

Melhor direção de série de comédia: Michael Spiller, por "Modern Family"

Melhor roteiro de série de comédia: Steve Levitan e Jeffrey Richman, por "Modern Family"

Melhor ator de série de comédia: Jim Parsons, por "The Big Bang Theory"

Melhor atriz de série de comédia: Melissa McCarthy, por "Mike & Molly"

Melhor reality show ou programa de competição: "The Amazing Race"

Melhor roteiro para programa de variedades, musical ou comédia: "The Daily Show", com Jon Stewart

Melhor direção de programa de variedades, musical ou comédia: Don Roy King, por "Saturday Night Live"

Melhor programa de variedades, musical ou comédia: "The Daily Show", com Jon Stewart

Melhor roteiro de série dramática: "Friday Night Lights"

Melhor atriz coadjuvante em série de drama: Margo Martindale, por "Justified"

Melhor direção de série dramática: Martin Scorsese, por "Boardwalk empire"

Melhor ator coadjuvante de série dramática: Peter Dinklage, por "Game of Thrones"

Melhor atriz de série dramática: Julianna Marguiles, por "The Good Wife"

Melhor ator em série dramática: Kyle Chandler, por "Friday Night Lights"

Melhor roteiro de minissérie, filme ou especial dramático de TV: "Downton Abbey"

Melhor atriz coadjuvante em minissérie, série ou filme de TV: Maggie Smith, por "Dowron Abbey"

Melhor ator em minissérie, série ou filme de TV: Barry Pepper, por "The Kennedys"

Melhor direção de minissérie, filme ou especial dramático: Brian Percival, por "Downtown Abbey"

Melhor ator coadjuvante em minissérie ou filme de TV: Guy Pearce, por "Mildred Pierce"

Melhor atriz em minissérie ou filme para TV: Kate Winslet, por "Mildred Pierce"

Melhor minissérie ou filme para TV: "Downtown Abbey"

Melhor série dramática: "Mad men"

Melhor série de comédia: "Modern family"