Uma votação promovida pelo jornal inglês "The Guardian" listou os dez filmes com final mais surpreendente da história do cinema. O resultado foi divulgado nesta segunda-feira (26).
ATENÇÃO! O texto abaixo contém "spoilers", detalhes da trama que podem estragar a surpresa de quem não viu os filmes.
O ranking é encabeçado pelo suspense "O sexto sentido", com Bruce Willis e Haley Joel Osment e direção de M. Night Shyamalan. No longa, o ator vive um psicólogo que atende um garoto que diz ver espíritos. Ao fim, é descoberto que o próprio psicólogo é um dos mortos vistos pelo menino.
O top 10 segue com um dos mais famosos filmes de Alfred Hitchcock, "Psicose", e com o thriller "Os suspeitos", de Brian Synger.
O cineasta David Fincher, que fará filme sobre a rede social Facebook, surge com dois filmes no ranking, "Clube da luta" e "Seven - os sete crimes capitais". Já o ator Kevin Spacey protagoniza dois dos finais menos esperados pelos espectadores, em "Os suspeitos" e em "Seven".
Conheça abaixo a lista dos 10 filmes e seus finais surpreendentes.
1 - 'O sexto sentido': Bruce Willis estava morto o tempo todo.
2 - 'Psicose': a mãe de Norman Bates estava morta.
3 - 'Os suspeitos': Kevin Spacey era o culpado.
4 - 'Star Wars: o império contra-ataca': Dart Vader é o pai de Luke Skywalker.
5 - 'Jogos mortais': o vilão Jigsaw não estava morto o tempo todo.
6 - 'Clube da luta': Edward Norton e Brad Pitt são a mesma pessoa.
7 - 'O homem de palha': Christopher Lee planejava matar Edward Woodwar o tempo todo.
8 - 'Os outros': Nicole Kidman estava morta o tempo todo.
9 - 'Seven - Os sete crimes capitais': Kevin Spacey era mais mau do que se pensava.
10 - 'Planeta dos macacos': a ação se passa na Terra, no futuro.
Em 26/07/2010, no link http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2010/07/jornal-lista-os-10-filmes-com-final-mais-surpreendente-do-cinema.html
Mostrando postagens com marcador Psicose. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Psicose. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 26 de julho de 2010
terça-feira, 15 de junho de 2010
Meio século de "Psicose", a obra icônica de Alfred Hitchcock

Por Fernando Mexía, em 15/06/2010, no link http://br.noticias.yahoo.com/s/15062010/40/entretenimento-meio-seculo-psicose-obra-iconica.html .
O clássico de Alfred Hitchcock "Psicose" completa 50 anos como a obra-prima do cinema de suspense reconhecido mundialmente por sua já mítica cena do assassinato no banheiro executado pelo alienado Norman Bates.
Apesar de ter estreado com algumas críticas desfavoráveis em 16 de junho de 1960 em uma sala nova-iorquina, o filme acabou convencendo a indústria e o público, que meio século depois continua fã desta obra emblemática.
"Psicose" voltou aos cinemas em abril no Reino Unido e em 19 de outubro vai ganhar uma edição especial em formato blu-ray.
"Psycho 50th Anniversary Edition" incluirá uma versão remasterizada do filme em alta definição e contará com inúmeros conteúdos extras, entre estes um documentário sobre como foi realizado o filme, o trailer original e uma análise da inconfundível cena do chuveiro.
O filme, protagonizado por Janet Leigh e Anthony Perkins, leva o espectador a um estranho hotel administrado por Norman Bates, um homem que aparentemente vive submisso a mãe, onde chega uma mulher que foge para a Califórnia para começar uma nova vida com seu namorado, após ter roubado US$ 40 mil de sua empresa.
Uma parada no caminho que será a última para a personagem interpretada por Leigh, que morrerá esfaqueada enquanto toma banho, em uma sequência tão reconhecida por suas imagens quanto pela sua trilha sonora.
Os violinos serviram para o compositor Bernard Herrmann para gerar a tensa melodia que vai "crescendo", enquanto ocorre o ataque que em 2009 foi votado como a mais aterrorizante da história do cinema em uma pesquisa realizada pela entidade de direitos autorais de propriedade intelectual britânica PRS for Music.
Além de seu impacto audiovisual, esse crime de ficção chegou a se transformar em objeto de livros, como o publicado em março por Robert Graysmith, "The Girl in Alfred Hitchcock's Shower", dedicado a falar da vida dupla de Leigh em "Psicose".
O corpo nu da atriz na famosa cena era de Marli Renfro, uma mulher que chegou a ser capa da "Playboy" antes de desaparecer e correr a notícia equivocada de que havia sido assassinada.
O papel de Renfro em "Psicose" foi mantido em sigilo pelo interesse da produção em 1960, tanto pelo diretor quanto pela estrela do filme, Leigh, quem por pudor se negou a tirar a roupa diante das câmeras.
Essa não foi a única artimanha do "mestre do suspense" para o lançamento do filme, que se baseou no romance homônimo publicado em 1959 por Robert Bloch, inspirado na figura de Eddie Gein, um assassino em série de Wisconsin que nos anos 50 colecionava restos humanos em sua fazenda.
Uma vez que decidiu fazer "Psicose", Hitchcock iniciou uma campanha para impedir que o público conhecesse antecipadamente o fim da trama, por isso comprou todas as cópias da primeira edição do livro, cujos direitos tinha adquirido por US$ 9 mil.
"Psicose" foi gravado em um entorno fechado e obrigou a todos os trabalhadores a assinar um contrato que os obrigava a não mencionar o fim para ninguém.
Com a ideia de manter a tensão durante as projeções, Hitchcock aparecia nos cartazes do filme alertando os espectadores que não aceitaria ninguém na sala após o início da sessão.
"Psicose" é possivelmente o título mais conhecido da filmografia deste cineasta, que também fez produções como "Os 39 passos" (1935), "Interlúdio" (1946), "Janela Indiscreta" (1954), "O homem que sabia demais" (1956) e "Intriga Internacional" (1959). EFE
Assinar:
Postagens (Atom)