Mostrando postagens com marcador Darth Vader. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Darth Vader. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Morre o ator Richard LeParmentier, o Conan Motti de 'Star wars'

O ator Richard LeParmentier, de 'Star wars',  em sessão de autógrafos na Califórnia em 11 de fevereiro de 2012 (Foto: Albert L. Ortega/Getty Images)

O ator Richard LeParmentier – conhecido pela cena em que é "sufocado" por Darth Vader em "Guerra nas estrelas" (1977) – morreu aos 66 anos, informou nesta terça-feira (16) o TMZ. De acordo com o site, não estão claras as circunstâncias da morte do intérprete do almirante e general Conan Antonio Motti no "Star wars" original.

No longa que inaugurou a franquia de George Lucas, o personagem integrava o time dos vilões. Na cena que o tornou célebre, ele desafia Darth Vader durante uma espécie de reunião. Em seguida, este último usa o poder da mente para enforcá-lo quase ao ponto de matá-lo.

O TMZ lembra ainda que Richard LeParmentier esteve em mais de 50 filmes e programas de TV. Ele também trabalhou como roteirista. Como ator, apareceu também em filmes como "Uma cilada para Roger Rabbit" (1988), "007 contra Octopussy' (1983) e "Rollerball – Os gladiadores do futuro" (1975).

O site IMDb informa que, entre 1981 e 1984, LeParmentier foi casado com a atriz Sarah Douglas, que fez a vilã Ursa de "Superman – O filme" (1977) e "Superman II" (1980) e a rainha Taramis em "Conan – O destruidor" (1984).

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Petição para construir Estrela da Morte já tem 27 mil assinaturas


John D., morador do Colorado e fã de Star Wars, resolveu tentar trazer um dos filmes mais cultuados do mundo para a vida real. Ele é o criador da petição que pede a construção da Estrela da Morte, a arma de destruição planetária de Darth Vader. Pois é.

O documento, que está hospedado no site da Casa Branca, é real e pode ser assinado por qualquer um que tenha uma conta no site. O autor alega que, com a criação da estação espacial / arma definitiva, seriam criados milhares de empregos nas áreas de engenharia, construção e exploração espacial, além de fortalecer a segurança do país (EUA) e do mundo. A ideia é que a construção inicie-se até 2016.

Apesar de tentadora, a proposta tem as suas desvantagens, por mais improvável que pareça. O preço do projeto é estimado em US$852 trilhões, valor que ultrapassa de longe o Produto Interno Bruto de todo o planeta. Mas esse preço é pequeno para se ter uma arma capaz de obliterar planetas inimigos, concorda?

Mais de 27 mil pessoas concordam e já assinaram o documento. Para que a proposta seja analisada pelo governo norte-americano, seriam necessárias 25 mil assinaturas até o dia 14 de dezembro.

Parece que agora é só esperar o presidente Obama fazer um discurso na televisão ao som da Marcha Imperial.

Visite o whitehouse.gov para ver a petição e, talvez, assinar. Agora é só esperar a estreia de Pacific Rim para alguém pedir a construção dos robôs gigantes que veremos no filme de Guillermo del Toro.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Numa semana tumultuada, o futuro dos dois prêmios mais importantes da temporada



Mas que semana, hein? Tudo começou sexta feira passada, no final do dia, quando a verificação de dados dos filmes inscritos para a categoria “filme estrangeiro” revelou que Tropa de Elite 2 estava fora do prazo necessário para a competição. E terminou com o anúncio da volta de Ricky Gervais como host dos Globos 2012, pela terceira vez.

Entre uma coisa e outra, a Academia distribuiu seus prêmios honorários num almoço de gala, em clima Star Wars. O presidente Tom Sherak entrou no salão de festas do complexo Hollywood/Highland (onde está o teatro Kodak) vestido de Darth Vader e acompanhado por um pelotão de “storm troppers”. “Como foi a semana de vocês?”, ele disse saudando a ilustre plateia de acadêmicos e convidados, que desatou a gargalhar. Era ao mesmo tempo uma referência a um dos premiados da tarde, James Earl Jones, a eterna voz de Lord Vader, e ao tumulto que quase paralisou os preparativos para o Oscar 2012 e terminou com a troca de produtor e apresentador.

Estas mudanças foram inesperadas, mas fãs da corrida do ouro já podem se preparar para mais novidades a partir de 2013. Com certeza teremos indicados e prêmios mais cedo : a entrega do Oscar de 2013 está marcada para 27 de janeiro, o que pode alterar também as datas dos Globos de Ouro. E, se uma ala muito ativa da diretoria da Academia triunfar, teremos também o exílio dos prêmios técnicos – som, fotografia, efeitos, maquiagem, figurino, direção de arte, montagem – para uma cerimônia separada, prévia, como a que hoje abriga os Oscars honorários.

“Posso ser sincero? Nós estamos no meio do maior tumulto. Vocês, pelo contrário, estão tranquilos”, me confessou um acadêmico (que estava mesmo usando um terno Armani, saindo do almoço).

“Nós”, no caso, somos os votantes dos Globos de Ouro. Que, na verdade, também não passamos uma semana muito tranquila. Entendo perfeitamente os dois lados da discussão pró e contra a volta de Ricky Gervais. Os 16 colegas que votaram contra tem uma metáfora válida: você convidaria para sua festa uma pessoa que só fala mal dos outros convidados? Os Globos tem mesmo um clima de festança informal e divertida, onde astros e estrelas se sentem à vontade - é uma parte importante do charme do evento.

Mas o executivo da NBC e os que votaram a favor também tem razão. Os tempos mudaram, a competição ficou mais agressiva na selva da TV, há mais prêmios que coisas a serem premiadas, e a mistura de estabilidade e crescimento que os Globos tem mantido tem que ser defendida cuidadosamente. Todo mundo – votantes e emissora- concorda que Gervais errou no tom, em janeiro deste ano. Falha de todos porque, ao contrário do que o público pensa, todo show que é transmitido ao vivo é rigorosamente roteirizado e ensaiado. Quem tivesse comparecido aos ensaios saberia em que direção Gervais estava indo.

Sim, o público adora ver os famosos em saia justa. Os Oscars e Emmys, quando acertam, fazem isso muito bem. O segredo está em achar o tom certo, equilibrar a piada de modo a não tirar o gume cortante do apresentador nem deixar na distinta plateia o clima de mal-estar que reinava no salão do Beverly Hilton em janeiro deste ano.

É o desafio dos Globos este ano. A maioria das estrelas vai comparacer, não se preocupem. Na verdade, Kate Winslet e George Clooney já aceitaram convites para apresentar prêmios. Todo mundo é profissional e sabe desenvolver defesas, ser imune a alfinetadas e gozações. É tudo parte do ofício - e da corrida do ouro.

Por Ana Maria Bahiana, em 17/11/2011, no link http://anamariabahiana.blogosfera.uol.com.br/2011/11/17/numa-semana-tumultuada-o-futuro-dos-dois-premios-mais-importantes-da-temporada/

domingo, 11 de abril de 2010

Fanáticos espinafram criador de "Star Wars" em documentário

É uma frase pra lá de novelesca, mas que marcou uma geração: "Eu sou seu pai", revela Darth Vader a Luke, na primeira trilogia de "Star Wars", lançada entre 1977 e 1983.

"Eu tinha oito anos, foi devastador. O 'Império Contra-Ataca' mudou a minha vida", diz Alexandre Philippe, 37, diretor do filme "O Povo Contra George Lucas" (EUA, 2009), atração do É Tudo Verdade.

Acontece que, 20 anos depois da estreia da saga intergaláctica, o diretor George Lucas resolveu restaurar a trilogia, causando o primeiro desconforto na base de fãs fiéis, que por todo esse tempo vinham comprando uma enxurrada de merchandising --sabres de luz, bonecos, pijamas, cuecas etc.

Lucas limpou negativos, incluiu novos efeitos e, de quebra, mudou detalhes, gigantescos para os fanáticos --como fazer Han Solo (Harrison Ford) revidar um tiro, no lugar de dar o primeiro e matar um alien.

"Não vejo problema em voltar atrás e mudar, todo diretor faz isso. A questão é que Lucas se nega a restaurar os originais, ele quer que apenas as edições novas fiquem para a história. Isso é extremamente questionável e deixa os fãs indignados", disse Philippe à Folha.

A revolta continuou quando Lucas lançou a segunda trilogia, a partir de 1999, rompendo um hiato de 16 anos. "O filme foi mais hypado que Jesus", diz um fã. "Todo mundo viu mais de uma vez para ter certeza de que era mesmo uma decepção", diz outro. "Eu amo odiar George Lucas. Muito."

Os fãs têm participação fundamental no documentário. No site peoplevsgeorge.com, gente de todo o mundo enviou vídeos, depoimentos e paródias de "Star Wars", que ilustram o filme. No total, foram mais de 600 horas de material. "Tivemos coisas do Chile e da Argentina, mas não lembro de nada do Brasil", diz o diretor. "Achei curioso, sei que tem uma base grande de fãs ai. Talvez eles sejam tímidos? Pode encorajá-los a nos mandar. Ainda temos os extras de DVD."

Além de fãs, críticos renomados e personalidades do cinema também comentam o fenômeno cultural. "O grande sucesso de 'Star Wars' não o levou à independência. George nunca mais fez outro grande filme depois. No lugar disso, ele virou produtor, um empreendedor", diz Francis Ford Coppola.

E o próprio Lucas aparece bastante em imagens de arquivo: "Lutei contra o sistema corporativo e agora eu tenho uma corporação. Tem uma certa ironia aí. Virei o que eu tentava evitar, como Darth Vader."

Por FERNANDA EZABELLA, no caderno Ilustrada, da Folha de São Paulo de 11/04/2010.